quinta-feira, 16 de novembro de 2017

* * * * 1ª Caminhada Extraordinária da Época 2017 / 2018 * * * * ______10º Aniversário do Grupo "Os Caminhadeiros"______ _________ Vimeiro . Dias 25 e 26 de Novembro _________

Esta publicação tem apenas como finalidade formalizar a convocatória no blog. As inscrições foram efectuadas por outra via de comunicação. No entanto, se houver ainda algum Caminhadeiro que queira participar e ainda não esteja inscrito, pode fazê-lo excepcionalmente por esta via através dos comentários da mensagem, até à data limite do próximo Domingo dia 19.
Saudações Caminhadeiras em passada aniversariante,

Fortunato de Sousa

sábado, 11 de novembro de 2017

* * * * * * * * 5ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * _________Junto e no Tejo . Dia 08 de Novembro_________



Álbuns de Fotografias:
Local: Alhandra / Vila Franca de Xira / Rio Tejo
Percurso: Ciclovia Alhandra – V. F. Xira
Distância: 4 km + 4 km
Duração: 1h + 1h
Caminhantes: (40) Acilina Couto; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; Angelina Martins; António Clemente; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Esteves; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Graça Sena; João Duarte; José Clara; Júlia Costa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Pedro Antunes; Quinita de Sousa; Rogério Matias; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vítor Gonçalves, Zé Clara.
Organizadores: Luísa e Vítor Gonçalves
Almoço: Piquenique, a bordo do varino “Liberdade”
Próxima Caminhada: 25/11/2017 (10º aniversário d’ “Os Caminhadeiros”)
Reportagem: Com maior ou menor facilidade, convergiram os Caminhadeiros inscritos para o local do encontro, na zona ribeirinha de Alhandra. Havia quem se queixasse das coordenadas GPS disponibilizadas, mas provavelmente seriam apenas bocas da reacção.
Os pitéus confeccionados para a hora do almoço foram carregados a bordo da carrinha fornecida pela empresa Gonçalves e Companhia, que as iria levar ao cais de Vila Franca.
Aliviados da carga, demos, sem mais delongas, início à primeira metade da caminhada. Foi a mesma sempre feita em passada rápida, que o piso era plano e as contingências da maré não permitiam atrasos. Tal não impediu que se apreciasse o percurso, sempre à beira-rio, sob um magnífico sol.
Quase ao mesmo tempo que chegávamos ao fim, atracava no cais de Vila Franca de Xira o varino “Liberdade”, já com o organizador (e as vitualhas!) a bordo.
Ali mesmo ao lado, o moderno edifício da Biblioteca Municipal de Vila Franca (“Fábrica de Palavras”) ofereceu o apoio logístico ideal para um último cafezinho e outras necessidades.
Com grande entusiasmo, embarcou e instalou-se a comitiva. E mal tínhamos começado a deslizar pelo Tejo “na direcção de Cascais”, iniciou-se a animação cultural – o Vítor Gonçalves distribuiu balões pelos circunstantes, pedindo que os enchessem e neles escrevessem algumas palavras, ao gosto de cada um. Não demorou muito até que o “Liberdade” ficasse com uma decoração multicolor extra, realçada pelas legendas dos insufláveis.
As mais de duas horas do trajecto – feito junto da margem direita, pelo “canal direito” - foram ocupadas de muitas e desvairadas maneiras – pôr a conversa em dia, fazer (muitas) fotos, ou simplesmente aproveitar para apanhar um solzinho.
Momento alto foi o brinde feito à primeira actividade águaminhadeira d’ “Os Caminhadeiros”, com champanhe fornecido pela organização.
Ao fim da manhã atracámos na marina do Parque das Nações e foi então altura para uma autêntica passerelle de petiscos, por sobre as mesas do “Liberdade”.
Findo o repasto, os mais viciados ainda foram “a terra” para o café do costume.
Se a viagem descendente tinha permitido desfrutar do bom tempo que se fazia sentir, o regresso, feito contra o vento, obrigou a outras precauções. Cada qual se recauchutou da maneira que achou melhor, sobrepondo em gorros e casacos todas as camadas de que dispunha.
Embora, por este facto, mais tolhidos de movimentos, não deixaram, por isso, os embarcados, de apreciar a paisagem e a passarada do estuário do Tejo. Desta vez íamos pelo “canal central”, mais próximo da margem esquerda.
De papinho cheio, desembarcaram os Caminhadeiros, mai-las suas malas térmicas e cestos de piquenique, agora vazios. De novo as acomodaram na dita carrinha, e, depois de posarem para a fotografia da praxe, atacaram a caminhada, em sentido inverso ao da manhã.
O programa da jornada acabou de se cumprir no café “Bóia”, no cais de Alhandra. Aí bebemos o chá do costume e, com um pouco de atraso, cantámos os parabéns ao João Duarte.
Terminada a logística da rearrumação das bagagens, dispersaram os Caminhadeiros, já a pensar nas próximas comemorações do 10º aniversário do grupo.
 Saudações caminhadeiras, em passada fluvial,

Maria do Céu Fialho

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

************ 5ª Caminhada da Época 2017/2018 ************* ******************** JUNTO E NO TEJO ******************** ****************** dia 8 de Novembro 2017 ******************

Convocam-se os Caminhadeiros para a 5ª caminhada da época 2017/2018, que terá início e fim em Alhandra na Avenida Batista Pereira 19.

                38º 55' 28.55”,  -9º 0' 24”   /   38.925039 -9.006286


 Esta caminhada será feita em 2 fases, a 1ª entre Alhandra e Vila Franca de Xira e a 2ª em sentido inverso.

PROGRAMA:
09:00h - Concentração no local onde se iniciará o percurso. 
09:15h  - Início da caminhada.
10:15h  - Devido à maré, teremos que estar às 10.15h no cais de V.F. de Xira, para embarque no barco varino "Liberdade" que partirá em direção a Cascais para passeio no rio Tejo e paragem junto ao Mouchão da Corvina para almoço tipo Pic-Nic, que cada um dos águaminhadeiros préviamente preparou.
       Os sacos e mochilas com os morfes e drinks, irão em  transporte especial de Alhandra para o cais de Vila Franca de Xira de modo a não sobrecarregarem quem caminha.
16:00h - Desembarque e inicio da 2ª fase da caminhada de Vila Franca de Xira a Alhandra.
17:15h - CHÁ
21:30h - Fim do evento águacaminhadeiro.  

    Como habitualmente, solicitamos a todos os caminhadeiros interessados em participar nesta jornada “águaminhadeira”, o favor de efetuarem as inscrições até ao final do próximo domingo, dia 5 de Novembro.

PS. - SÓ SERÃO ACEITES AS PRIMEIRAS 40 (quarenta) INSCRIÇÕES DEVIDO À LOTAÇÃO DO BARCO. 

        Vítor Gonçalves

domingo, 29 de outubro de 2017

* * * * * * * *4ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * * * * * ____"Rota da Cultura Alternativa - Valejas / Barcarena"____ Dia 25 de Outubro



Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Dores Alves
Luis Martins I
Luis Martins II
Luz Fialho
Data do encontro: 25/10/2017
Local: Freguesia de Barcarena
Percurso: Encosta leste do vale da ribeira de Barcarena
Distância 7 km
Duração:- 02:30 horas
Caminhantes: (36) Acilina Couto; Ana Cristina; Angelina Martins; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Costa; João Duarte; Jorge Manarte; José Clara; Júlia Costa; Kinita de Sousa; Luís Martins; Luís Santos; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Maria da Luz Fialho; Nela Costa; Rogério Matias; Rosa Silva; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vítor Gonçalves.
Só para almoço: (4) Fernando Couto; Margarida Graça; Odete Vicente; Rui Graça.
Organizadores: Maria do Céu, Gilberto Santos e Manuel Pedro
Almoço: Restaurante O MUCHACHO - Barcarena
Próxima Caminhada: 08/11/2017
Reportagem:
Debalde se esforçaram os organizadores para serem os primeiros. Chegados às 09:00 horas para uma concentração prevista para as 09:30, já vários Caminhadeiros estavam à espera. Minutos passados e já as máquinas fotográficas estralejavam fumegantes entre comentários: olha este pilar feito de rodas de bicicleta olha este meio-automóvel, olha este camião sem rodas olha...
A muito custo calaram-se as máquinas e tirou-se a fotografia de grupo. Também a muito custo o Gilberto conseguiu descrever o programa do dia - caminhada, almoço, visita cultural e chá. O costume: os componentes do programa e a dificuldade em o comunicar.
Às dez em ponto pusemo-nos ao caminho, primeiro a aldeia de Valejas no que ainda lhe resta de rural. Palheiros, rebanhos, estrume e a emanante fragância; o campo de antenas da Anacom, em tempos ICP, ainda antes Emissora Nacional Direção de Serviços Radioelétricos. Para os locais, sempre Emissora Nacional. Depois, encosta abaixo e acima na direção de Barcarena por entre sobreiros, canaviais, piteiras e silvados, atravessamento da Estrada do Cemitério e de novo descida. A vista para a encosta oeste e a aldeia de Leceia e o seu Castro, o marco geodésico (ambos visitados em caminhadas anteriores) e a paisagem ainda verdejante apesar da seca. Mais ao longe a Quinta da Moura, Caxias, Alto do Lagoal e por fim a vista do estuário do Tejo. Faltava o regresso, caminho acima, aqui e ali uma pequena lixeira, uma ou outra horta - também muitas hortas encobertas, bordejando a estrada militar - e finalmente os Estúdios Nirvana e o aconchego dos automóveis.
Para o almoço, no Restaurante "O MUCHACHO", em Barcarena, o anfitrião, Nelson, mandou que nos servissem umas entradas, Bacalhau à Lagareiro, Posta Mirandesa, vinhos branco e tinto, água, refrigerantes e sobretudo cerveja, que o patrão Nelson colocou à nossa disposição - um barril, mesmo ali à mão de semear. Doces e café completaram a papança.
Creio que seria injusto não destacar que, quer o Bacalhau, quer a Posta - carne macia, suculenta e uma das especialidades da casa - pareceram ser do agrado de todos.
De regresso ao Nirvana Studios para a sessão cultural, começou o bom e o bonito. Rui Gago, aliás Dr. Apokalipse, um dos mentores da organização, começou por apresentar a exposição da caravana do Pós-Apocalipse. Guiou-nos através do caos (cada um com o seu), chapéus de chuva soldados a velas de automóvel, vídeo clips aqui e ali, guitarra a diesel e a vapor, o homem e a mulher invisíveis, componentes de ferro-velho do pré-Apocalipse, combinados (caoticamente?), ligados sem limites à imaginação.
Surpreendidos, as perguntas vieram em catadupa: quando e como nasceram, quem são, o que fazem de que vivem, porquê Nirvana, quando é o próximo espetáculo, porque nunca ouvi falar de vós?
E o Rui Gago explicava: nascemos em 2004, vindos da rua; fizemos um projeto com data de acabamento marcada (hoje sabemos que nunca vai terminar, e ainda bem); aqui dentro, fazemos espetáculos e tudo o mais relacionado com a as artes e os desportos; xis metros quadrados de antigos paióis militares, que recuperámos; temos exposto um mapa-tour (também na internet) com 72 pontos numerados e localizados e, em cada um dos locais, um documento informativo; estamos abertos sete dias por semana, 24 horas por dia (na ocasião disse serem 365 dias por ano, mas subentendi a descrição acima, mais abrangente); a nossa divulgação é por passa-palavra. Ah, e o próximo espetáculo - Absurdium - será em Novembro.
Na despedida, apontando o portão, o Rui Gago ainda ironizou: este foi o nosso pior investimento. Está sempre aberto! (E aqui não estamos de acordo Rui, abrir-se, ou estar aberto, é a sua função mais nobre.)
Despedimo-nos com a promessa de divulgar e voltar. E muitos de nós com cara de "ai, eu estive quase morto no deserto e o Nirvana aqui tão perto".
Como de costume, terminámos com o chá e os bolinhos.
Saudações Caminhadeiras em passada Nirvana,

Manuel Pedro


PS: Parco, e certamente pouco rigoroso na descrição, deixo uma mensagem final: Isto só visto!


terça-feira, 17 de outubro de 2017

* * * Convocatória - 4ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * _"Rota da Cultura Alternativa – Valejas / Barcarena"_ Dia 25 de Outubro

Convocam-se os caminhadeiros para a 4ª caminhada da época 2017/2018, que terá início e fim nos :

Estrada Militar 66 , entre Queijas e Valejas, coordenadas N 38º 43' 59”; W 009º 16' 15”.

O percurso é de dificuldade baixa com cerca de 9 Kms, e será desenvolvido parcialmente em terrenos encravados em meios urbanos e que, outrora, foram campos de produção de cereais e de pasto para rebanhos de ovinos e caprinos, os quais ainda hoje se podem observar, sendo a outra parte desenvolvida na encosta nascente do vale da ribeira de Barcarena com uma deslumbrante vista sobre o rio Tejo e Castro de Leceia.

PROGRAMA:
09:30h - Concentração no parque de estacionamento dos Nirvana Studios, onde se iniciará o percurso. 
10:00h - Início da caminhada.
13:00h - Almoço no Restaurante MUCHACHO em Barcarena – Rua António Pereira da Cunha.
15:30h - Visita aos NIRVANA STUDIOS – CENTRO CULTURAL ALTERNATIVO
17:00h/17:30h - Chá de encerramento.

Como habitualmente, solicitamos a todos os caminhadeiros interessados em participar nesta jornada “caminhadeira”, o favor de efetuarem as suas inscrições até ao final do próximo Domingo, dia 22 de Outubro.


Maria do Céu, Manuel Pedro e Gilberto Santos

domingo, 15 de outubro de 2017

* * * * * * * *3ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * * * * * _"Rota da Villa do Monte da Chaminé . Ferreira do Alentejo"_ Dia 11 de Outubro




Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Acilina Couto
Luis Martins
Dores Alves
Luz Fialho
Data do encontro: 11/10/2017
Local: Ferreira do Alentejo
Percurso: Rota da Villa do Monte da Chaminé - 14 Kms - 03:30 horas
Caminhantes: (31) Acilina Couto*; Ana Cristina*; Carlos Penedo; Clara Maia; Céu Esteves; Céu Fialho; Cidália Marta; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Graça Sena; João Duarte*; Josefa Carrasco; Júlia Costa; Kinita de Sousa*; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Gonçalves*; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes*; Maria da Luz Fialho; Odete Vicente; Rogério Matias; Rosa Silva; Teresa Palma; Virgílio Vargas*; Vitor Gonçalves; Zé Clara
* Caminhantes que efectuaram 8 Kms:  (7) percurso igual para todos até à Estação Arqueológica e regresso pelo mesmo trajecto do início.
Só para almoço: (1) Fernando Couto
Organizadora: Josefa Carrasco
Almoço: Restaurante O Portão - Ferreira do Alentejo
Próxima Caminhada: 25/10/2017 (Organizam Manuel Pedro e Gilberto Santos)
Reportagem: Marcada a concentração na Praça Comendador Infante Passanha e depois da foto de grupo da "praxe" tirada, iniciou-se o percurso pelas ruas da vila até se atingirem os campos fora do perímetro urbano, que percorremos até atingirmos a Estação Arqueológica da Villa do Monte da Chaminé. Aguardava-nos  a arqueóloga Dra Sara Ramos, que nos presenteou com exposição sobre o local onde nos encontrávamos: uma Villa Romana datada do séc. I a.C., descoberta em 1981.
Um grupo de sete pessoas resolveu (acertadamente) regressar pelo trajecto anteriormente efectuado. Os restantes caminhantes continuaram com mais ou menos dificuldade até ao final.
Para quem realizou a totalidade do percurso (14 kms), deparou-se com uma extensão superior à indicada na convocatória e também referida no folheto distribuído (12,5 Kms), o que, acrescido do calor que se fez sentir, terá sido doloroso para a maioria (bem vaticinava  a Céu Fialho que seria uma razia...).
As minhas humildes desculpas pelo lapso da cronometragem e por não ter tido a flexibilidade suficiente para preparar um plano B (menos extenso), dadas as condições climatéricas adversas.
Chegados à mesma Praça do início, efectuada a muda de roupa e/ou pausa para repor líquidos e retemperar forças, aguardava-nos o almoço, que terá sido do agrado geral, pois pelo menos a sopa e o cabrito assado (e as "bochechas" para alguns) estavam deliciosos.
Como não foi cumprido o horário estabelecido, parte do programa cultural ficou comprometido. Realizou-se a visita ao Museu Municipal apressadamente, mas a qualidade do guia, Sr. Francisco, compensou, em parte, a falta de tempo. Foi sacrificada a visita ao Pólo Museológico de Arte Sacra e o percurso pelas "Ruas com Memória" foi simplificado.
Chegados à Casa do Vinho e do Cante (antiga taberna Zé Lélito), esperava-nos chá (que, por problemas técnicos demorou a ser servido). A água também escasseou e o vinho só chegou pela mão providencial do Vitor Gonçalves, que não quis que ficássemos com sede... e uma taberna sem vinho, onde é que já se viu?
O repasto, com excelentes produtos do Baixo Alentejo - o pão, o queijo, o paio, as azeitonas, os tremoços, os apelativos biscoitos de Ferreira do Alentejo, dos quais se destacaram os ferreirenses - terá (espero), compensado alguns escolhos com que nos deparámos e que a organizadora não soube limar...
O meu público agradecimento a todos os participantes, extensivo a todos aqueles que tornaram possível esta actividade.

Saudações caminhadeiras em passada pensativa, a remoer numa futura caminhada...
no Alentejo!


Josefa Carrasco

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

* * * Convocatória - 3ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * _"Rota da Villa do Monte da Chaminé - Ferreira do Alentejo"_ Dia 11 de Outubro

Convocam-se os caminhadeiros para a 3ª caminhada da época 2017/2018, que terá início e fim na Praça Comendador Infante Passanha, onde está situada a Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo.
O percurso é de dificuldade baixa.
Encontrar-nos-emos em pleno Alentejo, onde "não há sombra, só a que vem do céu" e pode estar muito calor, pelo que se recomenda uso de protector solar e transporte de água (não há possibilidade de abastecimento durante o percurso).
Extensão do percurso: 12,5 Km.
Eventual possibilidade de aquisição de nozes na Quinta do Pereiro, já quase no final da caminhada.
PROGRAMA:
09.00h - Concentração na Praça Comendador Infante Passanha, onde se iniciará o percurso.
Coordenadas GPS: 38.058877, -8.1165081
No Centro da vila (onde nos encontraremos) é difícil estacionar, pelo que se recomenda o parque de estacionamento do antigo mercado, que se encontra em obras e ostenta a seguinte inscrição: "Povo que canta não morrerá - Michel Giacometti".
Coordenadas GPS do parque de estacionamento: 38.057879, -8119366
Depois de estacionar (é já ali, como dizem os alentejanos), é só percorrer a Rua 5 de Outubro até à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição; nas suas traseiras, encontra-se o Largo onde irá começar a nossa actividade.
09,30h - Início da caminhada.
13,30h - Almoço no Restaurante O Portão - situado na Rua Movimento das Forças Armadas, nº 11, em Ferreira do Alentejo.
Coordenadas GPS: 38.0607474, -8.1170005
15,00h - Visita ao Museu Municipal, ao Núcleo de Arte Sacra, às "Ruas com Memória" e à Casa do Vinho e do Cante.
17,30h/18,00h - Chá de encerramento.
Claro que se trata de horas alentejanas, o que pode significar que o horário será mais ou menos o especificado... acrescido do facto de ser a "primeira vez" da organizadora... Agradeço compreensão e ajuda!
Para quem queira participar, solicito que se inscrevam até final de Domingo, dia 8 de Outubro próximo.
Caso pretendam deslocar-se para Ferreira do Alentejo na véspera da caminhada, indico várias hipóteses de alojamento na Vila(Casas de Campo e de Turismo de Habitação com pequena capacidade), bem como o hotel o Gato (em Odivelas) e Vale do Gaio Hotel (em Torrão):
RETRATO DA MEMÓRIA - Rua Inácio Guerreiro da Silva, 18, Ferreira do Alentejo
284084128 / 964686118; www.retratodamemoria.pt;
CASA VERDE - Praça Comendador Infante Passanha, 20 e 22, Ferreira do Alentejo
284083004 / 967877137; casaverde@netvisão.pt;
CASA DO INFANTE - Largo D. Luís Maldonado Vivião Passanha, Ferreira do Alentejo
966621015 / 962859176; www.casadoinfante.pt;
SOLAR DOS VISCONDES - Rua Visconde de Ferreira do Alentejo, 17, Ferreira do Alentejo
284089465; www.solardosviscondes.com;
HOTEL O GATO - Estrada Nacional, 2, Odivelas
284760000; www.hotelogato.com;
VALE DO GAIO HOTEL - Barragem Vale do Gaio, Torrão
265669610; www.valedogaio.com
Saudações caminhadeiras em passada alentejana,
Josefa Carrasco

domingo, 1 de outubro de 2017

* * * * * * * * 2ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * _____"Rota dos Encantos: Pelos Campos do Turcifal"_____ Dia 27 de Setembro





Álbuns de Fotografias:
Luz Fialho
Acilina Couto
Luis Martins
Céu Fialho
Data do Encontro: 27 de setembro
Local: Campo Real -Turcifal
Percurso: Pelos campos do Turcifal – 9 KM; 02:30 horas
Caminhantes (38): Acilina Couto; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; Manuel Barbosa; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Céu Esteves; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Balão de Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Duarte; Júlia Costa; Kinita de Sousa; Lúcio Libânio; Luís Martins; Luís Santos; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria da Luz Fialho; Margarida Graça; Margarida Lopes; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Amílcar Queiroz; Raul Almeida; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Graça; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara.
Só para almoço (2): Fernando Bernardino; Socorro Bernardino.
Próxima caminhada: Dia 11 de outubro, Ferreira do Alentejo. Organiza: Josefa Carrasco.
Reportagem: Após o encontro no CAMPO REAL, pequeno almoço tomado e foto de grupo devidamente enquadrada no espaço deste ex-libris oestino de 5 estrelas, o grupo prosseguiu, em harmonia, pelos caminhos do TURCIFAL, cumprindo o objetivo de uma caminhada serena, sem subidas e descidas (tal como nos fora solicitado), mesmo assim acompanhado de montes e vales, onde, a VINHA é a rainha.
Após os 9 kms percorridos, regressados ao CAMPO REAL e muda de roupa efetuada, fomos contemplados com um delicioso repasto, ao ar livre, onde o bacalhau foi rei. A temperatura do dia e as vistas deslumbrantes para os campos de golfe e serras, fez deste almoço  um momento especial, em que os fotógrafos do grupo puderam dar largas às suas capacidades técnicas e criativas.
Repasto terminado seguiu-se, infelizmente com a ausência de alguns dos elementos do grupo, para a Adega Cooperativa de SÃO MAMEDE DA VENTOSA, que, "Por amor ao vinho" nos presenteou com uma excelente exposição, a cargo do Sr. Luis, a quem muito agradecemos, e gostosa prova dos vinhos aqui produzidos, onde o ALMA VITIS,  é rei.
Após a visita cultural regressámos ao CAMPO REAL (a preparar-se para uma noite de fados)  mais ricos em conhecimento deste mundo vitivinícola e alguns ainda anestesiados com  brancos e o tintos provados, onde o chá e os bolinhos nos aguardava para o final de mais uma caminhada pelo OESTE.
Um agradecimento muito especial para todos os Caminhadeiros presentes, que, mais uma vez, tiveram a curiosidade de ver o que "as meninas do Oeste" lhes iriam reservar desta vez.
Um agradecimento muito especial também, com sinceros votos de parabéns pelo elevado grau de profissionalismo demonstrado, para o Dr. Miguel Inácio e sua equipa; para a Ângela, técnica do Turismo de Torres Vedras, que nos tem acompanhado, com tanto entusiasmo e paciência, mesmo em dias de férias; ao Sr. Luis da Adega Cooperativa de São Mamede da Ventosa pela tão calorosa receção;
E por último às minhas companheiras organizadoras, "meninas do Oeste", Ana Cristina Umbelino, Clara Maia e Margarida Lopes, sem as quais nada disto teria sido possível.
Saudações caminhadeiras,

Júlia Costa

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

* * *Convocatória . 2ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * _____"Rota dos Encantos: Pelos Campos do Turcifal"_____ Dia 27 de Setembro

Convocam-se os amigos Caminhadeiros para a 2.ª Caminhada da Época 2017/2018. Vamos percorrer, de forma leve, mas com alegria, 10 kms pelos campos do OESTE ,  com a seguinte programação:
9:00 horas - Concentração no CAMPO REAL (Coordenadas GPS - N 39º 02' 05.21 - W 9º 14' 34.91), onde poderão tomar o pequeno almoço ou o cafezinho.
9:30 horas - Início da Caminhada.
12:45 horas - Repasto no Campo Real com direito a vistas deslumbrantes.
15:30 horas - Visita guiada à Adega Cooperativa de S.Mamede, com direito a prova de vinhos.
17:00 horas - Lanche no CAMPO REAL.
Aconselha-se o uso do bastão e do colete.
Façam, por favor, a vossa inscrição, até ao final de domingo, dia 24 de setembro.
Saudações Caminhadeiras,

Júlia Costa

domingo, 17 de setembro de 2017

* * * * * * * * 1ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * ____Pelos Miradouros do Parque Florestal de Monsanto___ Dia 13 de Setembro




Álbuns de Fotografias
Dores Alves
Luz Fialho
Acilina Couto
Luis Martins
Data do Encontro: 13 de Setembro
Local: Lisboa (Parque Florestal de Monsanto)
Percurso: Pelos Miradouros do Parque Florestal de Monsanto - 9 Kms – 02:30 horas
Caminhantes: (37) Ana Nicolau; Acilina Caneco; Amilcar Queiróz; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; António Clemente; Carlos Evangelista; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fernando Bernardino; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Hélia Jorge; Júlia Costa; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Santos; Luísa Clemente; Manarte; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Raúl de Almeida; Rogério Matias; Socorro Bernardino; Vítor Gonçalves;
Só ao Almoço: (5) Angelina Martins; António Palma; Elsa Garcia; Fernando Couto; Luís Martins;
Organizadores: Dores Alves / Pedro Albuquerque
Almoço: Restaurante “Dom Leitão”
Próxima Caminhada: 27/09/2017 (Organiza: Ana Cristina Umbelino; Clara Maia; Júlia Costa; Margarida Lopes)
Reportagem:
E hoje foi a 1ª caminhada da época do grupo dos Caminhadeiros
Foram 9km por Monsanto que reuniu quase 50 caminhadeiros e 2 cãominhadeiros, a Jasmina e o Buzio.
Tinha tantas mas tantas saudades deste grupo!!!
Podia dizer-vos que são super organizados, que escolhem sítios fantásticos, que organizam visitas culturais variadas, que gostam de comer bem, que até têm logo, hino, que distribuem prémios aos 250km aos 750km e aos 2.000km, polos, bastões que servem de motivação para que se caminhe mais, que pintam quadros cujo dinheiro da venda reverte para instituições de solidariedade social ... mas, tudo isso seria dizer muito pouco.
Há quem costume dizer "Há gente muito má" , eu cá digo "há gente muito boa e felizmente estou sempre a cruzar-me com elas" e este grupo é um grupo de gente, necessariamente variada em interesses e em personalidade, mas é um grupo de gente realmente boa.
"Lá estás tu! Só publicas coisas boas no facebook como se a vida fosse maravilhosa". Sim, já me disseram isto, ou "estás muito zen", mas olhem será defeito meu mas o mundo conspira a meu favor.
Podia dizer que gosto de caminhar e é por isso que me juntei ao grupo mas é muito mais que isso.
Aqui, transpira-se boa energia, valores, positivismo.
Vamos caminhando umas vezes mais à frente outras vezes mais atrás. Com estes converso de viagens, mais à frente falamos de filhos e netos, depois com outros partilhamos habilidades, uns pintam outros escrevem poesia,... falamos de livros e a forma como nos tocaram, e falamos de conexão, de como é possível sentir afinidade com pessoas que mal conhecemos e sentir que há algo que nos une, que é maior que nós, falamos da espiritualidade que para uns é religião, que para outros será a natureza, ...
Há lá coisa melhor que isto? Exercitar o corpo e alimentar a alma numa caminhada só?
Grata, grata por a vida me ter permitido cruzar com estes amigos.

Hélia Jorge
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No final do almoço foi dado a conhecer a todos os Caminhadeiros presentes, que o casal Fernando e Socorro Bernardino ofereceram um quadro pintado pela Socorro, cuja receita do leilão ou sorteio do mesmo, deverá reverter para apoiar as vítimas dos incendios em Pedrogão.
Foram também entregues os Bastões de Bronze e respectivos Diplomas, aos Caminhadeiros que não estiveram presentes na sessão de encerramento da época passada.
Foram eles: Ana Cristina Umbelino, Clara Maia, Cidália Marta, Júlia Costa, Margarida Lopes e Manuel Barbosa. A Caminhadeira Cidália Marta agradeceu, emocionada, o troféu recebido.
A visita cultural ao Museu do Traje localizado no Palácio Angeja-Palmela e fundado no ano de 1977, foi muito interessante. O guia Nuno de Sousa, muito bem preparado para a função que desempenha e com uma capacidade de comunicação fácil, deu a conhecer em detalhe, toda a evolução do traje, através de uma indumentária histórica e acessórios dos mesmos, desde o século XVIII até aos nossos dias.
Desta vez não houve a sessão habitual do chá de final de dia. Ficou ao critério de cada participante tomar o que mais lhe apeteceu, no bar do Jardim contiguo ao museu.
Como já se devem ter apercebido, esta reportagem está dividida em 2 partes. A 1ª da autoria da nossa amiga Caminhadeira Hélia Jorge, que publicou esta mesma versão na sua página do facebook no mesmo dia do evento, e nos autorizou que fosse transcrita para o nosso blog. À minha amiga Hélia um agradecimento especial pela riqueza da sua prosa, neste caso em prol da nossa causa caminhadeira.
A 2ª parte da reportagem é da minha autoria.
Saudações Caminhadeiras em passada agradecida,

Fortunato de Sousa

terça-feira, 5 de setembro de 2017

* * *Convocatória - 1ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * ____Pelos Miradouros do Parque Florestal de Monsanto____ Dia 13 de Setembro

Convocam-se os Caminhadeiros para a 1ª. Caminhada da época 2017 / 2018.
A concentração será às 09h30 no parque de estacionamento do Restaurante Dom Leitão, localizado dentro das instalações do Estádio do Casa Pia – Pina- Manique (entrada pela estrada que vem do Parque de campismo do Monsanto), Onde terá início a caminhada e almoço.
Coordenadas GPS:
N 38º 44’ 14”
W 9º 12’ 12”
O percurso de aproximadamente 9 kms. Terá um índice de dificuldade baixo.
A Visita Cultural terá lugar no Museu Nacional do Traje.
Largo Júlio de Castilho – Lumiar
Coordenadas GPS:
Latitude: 38.775585
Longitude: 9.164994
A visita guiada ao Museu Nacional do Traje terá início pelas 15h30 e está limitada a 30 pessoas. As restantes se as houver, serão encaminhadas para o Museu do Teatro e Parque mas sem guia.
Como de costume, os interessados em participar neste evento devem fazê-lo através dos comentários a esta mensagem até às 24h00 de domingo, dia 10 de Setembro.  Os primeiros 30 inscritos ficam com prioridade para a visita guiada.
Saudações caminhadeiras em passada de início de época,

António Dores Alves / Pedro Albuquerque

terça-feira, 4 de julho de 2017

* * * * * * * *Encerramento de Época 2016 / 2017* * * * * * * * ____Pedrogão Pequeno . Dias 30 de Junho, 1 e 2 de Julho____




Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Fortunato de Sousa
Ilda Poças
Lucio Libanio (Video)
Luis Martins
Dores Alves
Acilina Couto
Fortunato de Sousa II
Luz Fialho I
Luz Fialho II
Luz Fialho III
C.M.Sertã - Turismo (Video)
Data do Encontro: 30 de Junho, 1 e 2 de Julho
Local: Pedrógão Pequeno
Percurso: 8,500 Kms; 3h00
Caminhantes (45): Acilina Couto; Ana Leão; Angelina Martins; António Palma; António Pires; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Esteves; Céu Fialho; Cristina Archer; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fernando Bernardino; Fortunato Sousa; Francisco Pires; Gilberto Santos; Gonçalo Garcia; Helena Gago; Ilda Poças; João Duarte; Josefa Carrasco; Kinita de Sousa; Lídia Albuquerque; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Rogério Matias; Rosa Silva; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Teresa Santos; Vítor Gonçalves; Zé Clara.
Não Caminhantes (13): Gil Furtado; Graça Sena; Helena Meleiro; Irene Afonso; Isabel Forte; Juan Ambrósio; Lúcio Libânio; Margarida Graça; Rui Afonso; Rui Graça; Teresa Alves; Tina Rita; Virgílio Vargas.
Organizadores: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves.

Próxima Caminhada: 13/09/2017 (Organiza: Dores Alves e Pedro Albuquerque)
1º dia, 30.6, sexta-feira
Desta vez, o requinte dos organizadores proporcionou aos passageiros um autocarro com wifi, para delícia dos mais viciados. Assim, ligados ao mundo, partimos para o que havia de ser mais um excelente fim-de-semana caminhadeiro.
Durante a viagem, foi lançado um desafio às Caminhadeiras – foram-lhes distribuídas máscaras, com o pedido de que as pintassem, segundo a imaginação individual de cada uma, até à sessão de encerramento, onde seriam postas a concurso. “Então e como as pintamos, vimos desprevenidas!?” Que pergunta, os Mores pensam em tudo!... Logo ali apareceram várias caixas de lápis de cor, para circular entre as artistas.
A janta foi no já nosso conhecido “Restaurante Marques” em Cabaços, onde o nosso amigo Carlos Penedo se juntou ao grupo que viajou de autocarro desde Lisboa.
Pouco passava das 23h quando chegámos ao “Hotel da Montanha”, onde já nos aguardavam os casais Irene e Rui Afonso e a Angelina e o Luís Martins, companheiros que se tinham deslocado de automóvel. O Gil Furtado chegaria um pouco mais tarde.
Procedeu-se à distribuição dos quartos e a trupe sossegou.
2º dia, 1.7, sábado
Era o dia da nossa caminhada. Reunidos em frente do hotel, procedeu-se à foto da praxe e arrancámos.
Foram 8,5 km, quase sempre com o Zêzere à vista, lá em baixo. A temperatura estava óptima e, por isso, a única subida malvada que se apresentou, deixou o pessoal sem fôlego, mas não deitou ninguém abaixo.
No final, em Pedrógão Pequeno, o autocarro trouxe os participantes que não caminharam e recolheu-nos, para nos transportar até ao restaurante “Lago Verde”, onde decorreu o almoço.
Grande êxito teve a Caminhadeira Graça Sena, quando, acompanhada da amiga Isabel Forte, irrompeu de surpresa pela sala de jantar, de braços no ar e a cantar o hino dos Caminhadeiros. Nesta altura especial, todos os presentes lhe quiseram manifestar o seu carinho com um aplauso bastante forte.
Após o almoço, regresso ao hotel, onde o resto da tarde foi passado, por cada um dos circunstantes, segundo as respectivas preferências.
Pelas 19h, iniciou-se a sessão de encerramento. Na falta da Sala Rosmaninho, que nos acolheu no ano passado e que este ano se encontrava ocupada por um casamento, concentrá-mo-nos na Sala Sobreiro, mais pequena, mas igualmente acolhedora.
Foram recolhidas as máscaras pintadas pelas Caminhadeiras, que, posteriormente, haveriam de ser avaliadas por um bem selecionado e competente júri.
Tomou a palavra o Caminhadeiro-Mor Fortunato de Sousa, que fez o balanço da temporada que agora termina. Para além de dados sobre as caminhadas propriamente ditas, referiu também a actividade dos “Caminhadeiros Solidários”, evidenciando, nomeadamente, a honrosa actividade dos participantes, assim como a oferta do casal Zé e Lurdes Clara, que contribuiu para o grosso da receita deste fundo de maneio.
Transmitiu ainda as mensagens de numerosos Caminhadeiros ausentes, e leu um postal que a nossa amiga Caminhadeira Cidália Marta entregou para ser lido a todos os participantes. De seguida, a Odete Vicente leu um poema muito bonito sobre a amizade, também a pedido da Cidália.
Foi referido ainda, que os 3 Caminhadeiros Mores estão prestes a alcançar a bonita soma de 2.000 kms, o que lhes dá direito a receber na próxima época o prestigiado Bastão de Ouro.
Passou-se então à distribuição dos troféus da temporada.
Foram entregues os bastões e respectivos diplomas aos Caminhadeiros presentes que já completaram 250 kms - Acilina Couto e Lídia Albuquerque. Os outros 6 Caminhadeiros com direito ao Bastão de Bronze e que não marcaram presença, irão recebê-los  no início da próxima época. O Bastão de Prata e respectivo Diploma foi entregue aos Camimnhadeiros que já cumpriram 750 kms – Pedro Albuquerque, Quinita Sousa e Lurdes Clara.
Os Caminhadeiros que já atingiram os 1000 km (escalão que não dá lugar à entrega de bastão) – António Pires, Fernando Bernardino, Carmen Firme, João Duarte, Octávio Firme, Teresa Palma, Angelina Martins e Lina Fernandes, receberam um troféu em acrílico para perpetuar esta importante meta atingida. O Caminhadeiro João Figueiredo que não esteve presente receberá o troféu também no início da próxima época.
Seguiu-se a entrega de alguns troféus de mérito aos seguintes Caminhadeiros: Troféu “Caminhadeiros Solidário” ao Casal Lurdes e Zé Clara pelo seu contributo para esta nobre actividade; Troféu “Caminhadeiro Contestatário” ao Caminhadeiro Manuel Reis pela sua constante atitude em contestar todas as decisões. Como prova da veracidade dos factos, retorquiu o laureado que o troféu estava muito mal atribuído e que de modo algum era merecedor dele.
O Caminhadeiro Luís Martins expôs então uma sua iniciativa em prol do fundo solidário: na sala encontrava-se exposta uma selecção de fotografias suas, tiradas ao longo dos anos durante as caminhadas do grupo, e que tinha mandado imprimir em qualidade. Pedia aos companheiros que estivessem interessados em cópias, que lho fizessem saber, revertendo o dinheiro obtido na sua venda para aquele fim.
Foi a altura de ser apresentado mais um inspirado trabalho audiovisual, feito sobre fotos das caminhadas desta temporada, da autoria da tripla Fátima Libânio, Lúcio Libânio, Rogério Matias. A peça arrancou intermináveis gargalhadas ao auditório.
Interveio depois o Caminhadeiro António Palma, que falou sobre as suas criações para esta época e ofereceu aos Caminhadeiros-Mores canecas em que se encontrava estampada uma delas.
A sessão caminhava para o fim, quando foi entregue na sala uma encomenda-surpresa para os Caminhadeiros-Mores. “Donde vem, donde não vem?”. Mistério... Aberto o embrulho, apresentaram-se três caixas. Mais um pouco de suspense e, de dentro das mesmas, saíram três chapéus tipo panamá, que assentaram que nem uma luva aos três protagonistas. “Quem foi, quem não foi?” Mistério…
O Caminhadeiro-Mor Vítor Gonçalves encerrou a sessão, reportando que os Caminhadeiros-Mores têm reflectido no futuro do grupo, no qual, segundo eles, deverá passar a figurar mais vezes o modelo da caminhada em que se vai de véspera e para mais longe. Não só porque os membros do grupo vão ficando mais velhos, como também porque se torna cada dia mais difícil organizar programas originais perto de Lisboa. Instou, mais uma vez, a que todos se empenhassem na organização de caminhadas.
De seguida, por ordem decrescente de quilómetros andados, foram chamados individualmente todos os Caminhadeiros com pelo menos 100 km e três caminhadas efectuadas nesta temporada, a quem foi entregue um polo azul com o logo dos Caminhadeiros. A todos os presentes foi entregue um gorro ou boné, ambos também com o logo tipo do grupo.
A fome apertava, pelo que a passagem à sala de jantar rapidamente se fez.
Durante a refeição, os “criminosos” foram desmascarados  – os chapéus tinham sido comprados pelo casal caminhadeiro Tina Rita / Carlos Evangelista, inspirados numa recente visita ao Museu da Chapelaria, em S. João da Madeira. O Carlos, generosamente, tomou a palavra para dizer que não, não se tratava de uma prenda deles os dois, mas sim de todos os Caminhadeiros, pois os destinatários bem mereciam.
Foram depois revelados os resultados do concurso de máscaras, tendo desfilado as autoras das que ficaram nos dez primeiros lugares. O júri, constituído pelos caminhadeiros António Palma, Chico Pires  e Rogério Matias, fez questão de tornar pública a origem da classificação. E assim, através do seu porta-voz, Chico Pires, acolitado em tradução simultânea pelos Caminhadeiros-Mores, Fortunato Sousa e Vítor Gonçalves, se ficou a saber que o critério principal tinha sido o de um do-li-tá, cara de amendoá.
Entretanto, as Caminhadeiras-Mores tinham já circulado junto das várias mesas, vendendo rifas respeitantes ao sorteio de uma manta, oferecida pelo casal Clara. Realizado o mesmo, a sorte calhou à Caminhadeira Teresa Santos.
No conjunto das várias iniciativas – sorteio da manta e fotos do Luís Martins – foi apurado um total de 405 euros, acrescidos ao fundo solidário.
Encerrou-se a jornada cantando o “Hino dos Caminhadeiros” a plenos pulmões.
 3º dia, 2.7, domingo
Dia de preguiça. Como a partida era só às onze, houve tempo para a piscina e para umas passeatas nos arredores do hotel. 
Arrumado o puzzle das bagagens, arrancou a comitiva para a Sertã, onde nos esperava a guia Dora Vitória. Munida dum megafone oferecido pelos Caminhadeiros, fez-nos primeiro uma introdução à história e tradições sertaginenses (gastronómicas e outras), no espaço do Lagar de Varas.
A visita guiada propriamente dita centrou-se no espaço à beira-rio (aliás, ribeira!) e, posteriormente, na zona histórica (castelo e pelourinho). Pelo meio, muitas histórias, algumas de ovos estrelados, protagonizadas por Celinda, a heroína local. 
O último espaço de convívio gastronómico foi o restaurante “Ponte Velha”, no centro da vila. Magnífico restaurante, ou não tivesse sido escolhido pelo casal Clara. Mataram-se as últimas saudades, falou-se das férias de verão, dos projectos futuros. E ainda deu para os mais interessados em futebol sofrerem com o prolongamento do jogo entre Portugal e o México. Sem esquecer que a refeição foi abrilhantada pela Mariana e o Francisco, netos do casal Céu Esteves / Manuel Pedro. 
Feitas as despedidas aos companheiros que regressavam por meios próprios, iniciámos a viagem de regresso.
Na sexta-feira não tínhamos tido oportunidade, porque chegamos já de noite. Mas desta vez fomos constatando desconsoladamente, de um lado e doutro da estrada, os terríveis efeitos dos recentes incêndios. 
 Aos poucos, a modorra foi-se instalando (lá estivera o nosso senador-sonhador, para a espantar, com a sua verve!...). As provas documentais certamente terão lugar nos “apanhados” do encerramento de 2018! 
Contudo, a viagem foi tudo menos monótona, pois a distinta e inspirada cantora Luísa Gonçalves tomou o assunto (aliás, o microfone!) em mãos e fez desfilar infinitas versões da balada “Amar a dois”.
Foi tal o entusiasmo, que, quando se deu por isso, a área de serviço de Santarém – suposto apeadeiro dos Libânios - já tinha ficado para trás. Mas isto é uma grande organização e logo ali se arranjou uma solução. 
As restantes separações foram feitas com muitos beijos, abraços e votos de boas férias.
Saudações Caminhadeiras, em passada veraneante,

Maria do Céu Fialho / Fortunato de Sousa