terça-feira, 8 de Julho de 2014

* * * 2ª Caminhada Extraordinária da Época 2013 / 2014 * * * Rota da Marateca - Fundão . Dias 04, 05 e 06 de Julho




Álbuns de Fotos:
Gil Furtado
Maria do Céu Fialho
Luis Martins
Tomaz Pessanha
Lúcio Libanio
Dores Alves
Lurdes Barbosa
Virgílio Vargas
Maria da Luz Fialho
Raul Almeida
Data do Encontro: 04, 05 e 06/07/2014
Local: Fundão – Rota da Marateca
Percurso: 12, 000 kms – 03:00 Horas
Organizadores: Fortunato de Sousa; Luís Fernandes e Victor Gonçalves
Caminhantes: (52)
Ana Almeida; Ana Leão; Angelina Martins; António Palma; António Pires; Carlos Penedo; Carmen Firme; Chico Pires; Cristina Archer; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libanio; Fortunato de Sousa; Gabriela Bentes; Gil Furtado; Gilberto Santos; Gonçalo Garcia; Helena Meleiro; Hélia Jorge; João Costa; João Duarte; Juan Archer; Júlia Costa; Lidia Albuquerque; Lina Fernandes; Lúcio Libanio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Graça; Maria do Céu; M. do Céu Fialho; M. da Luz Fialho; Nela Costa; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Quinita Sousa; Raúl Almeida; Rogério Matias; Rui Graça; Teresa Palma Duarte; Teresa Santos; Tomáz Pessanha; Victor Gonçalves; Virgílio Vargas; Zé Clara.
Participantes não Caminhantes: (3) Carlos Evangelista, Teresa Dores Alves; Tina Evangelista.
Almoço: Parque de Merendas de Sta Luzia no Fundão
Próxima Caminhada: 10/09/2014
Reportagem:
Dia 4.7
A excursåo partiu atrasada, porque o nosso amigo José Timóteo fez mal as contas e chegou ao objectivo uma hora depois do suposto.
Durante a viagem, foram assim frequentes e pungentes os telefonemas do senhor Diamantino, que nao sabia quando havia de por os filetes a fritar!
Lä chegämos por fim ao Fonte Nova... com uma hora de atraso, mas a horas de assistirmos à eliminação da Colômbia pelo pré-campeåo Brasil.
Dia 5.7
No trajecto de autocarro para a Soalheira tivemos a oportunidade de conhecer a nossa simpática guia, a "amiga Olga", que, depois de se apresentar, nos foi logo dando informações sobre a paisagem, a economia, as tradições da Gardunha.
Na Soalheira, a caminhada teve uma falsa partida, pois a Olga, não sabendo de que cepa são feitos os Caminhadeiros, queria levar-nos pelo caminho mais curto. As lebres tiveram que voltar para trás.
(Re)partimos então do largo da vila, depois da foto colectiva da praxe, junto ao monumento ao sapateiro.
A única subida do percurso era mesmo dentro da povoação. Mas foi já em pleno campo que se ouviu a voz do Luís Martins (?), via rádio: “As tartarugas acabaram de passar o chafariz”.
Após uma primeira parte “a seco”, onde a paisagem por vezes mostrava que o Alentejo começa ainda na Beira Baixa, começámos a bordejar a barragem de Santa Águeda (ou da Marateca). A temperatura estava amena e, mesmo quando começou a subir, foi acompanhada por uma brisa ligeira muito agradável. (Em todo o caso, houve um, mais encalorado, que não resistiu a ir tomar banho!)
Mesmo assim, escusado será dizer qual foi a escolha do grupo, quando confrontado com a alternativa de, ao fim de 12 km, fazer mais dois ou aguardar o autocarro… Aproveitando uma abençoada sombra, logo variadíssimos dos presentes se sentaram ou mesmo estenderam no chão, o que não deixou de perturbar o trânsito local...
O piquenique estava previsto para o Parque (de campismo) do Convento, o que não veio a verificar-se, pois, sendo fim-de-semana, o mesmo estava cheíssimo.
Felizmente tínhamos connosco a amiga Olga, que se lembrou de sugerir como alternativa o parque de Sta. Luzia, onde costuma realizar-se a respectiva festa.
Excelente escolha! Mau grado se repetir a dispersão de mesas já verificada em Montejunto, o quadro era muito agradável e esteve-se muito bem, trocando as fartas e saborosas iguarias. De lamentar apenas a perda da navalha de ponta e mola do Fortunato, que nenhuma das aturadas investigações desenvolvidas conseguiu resgatar.
A modorra que se seguiu foi exercida de variadas maneiras - tomar café, passear no parque, passar pelas brasas...
No regresso ao Fundão, a Olga ainda nos levou a dar um pequeno passeio pelo centro - Câmara Municipal, Igreja Matriz, quiosque da cereja, Av. Eugénio de Andrade.
Entre a piscina e os quartos aproveitou-se o tempo até à hora do jantar.
Punha-se o sol, quando o desfile das toilettes entrou no recinto do restaurante “Papo d’Anjo”, de onde a vista vai até Espanha.
Comeu-se, bebeu-se e conviveu-se, até que chegou o mais ansiado momento da noite, ponto culminante de um ano de amizades e folguedos.
Nada como revê-lo em várias peças audiovisuais, que enterneceram e provocaram a hilariedade geral.
Houve discursos, entrega de bastões aos mais valentes, menções especiais e até uma condecoração!
Integrado na vertente solidária dos Caminhadeiros, fez-se o sorteio de um expressivo quadro do caminhadeiro Dores Alves, tendo a caminhadeira Lurdes Clara sido a feliz contemplada. Os fundos conseguidos, reforçados com outra verba constante no fundo de maneio, reverterão para a Liga Portuguesa contra o Cancro.
No fim, cantou-se o Hino dos Caminhadeiros e o grupo, empolgado, recolheu a penates.
Dia 6.7
O dia amanheceu farrusco e quando saímos para o autocarro jä chuviscava.
Acomodar as bagagens exigiu cuidados redobrados, para não molestar as caixas de cerejas que os mais madrugadores já tinham ido comprar.
O período antes do almoço foi animado pelo discurso bem-humorado do Gil.
No fundo, as palavras dele consubstanciaram os nossos sentimentos de bem-estar pelo convívio destes dias, e de agradecimento aos Caminhadeiros-mor, pela excelente organização.
Pelo meio ouviu-se “a frase da viagem”. Dizia o Gil, citando Chico Buarque, “foi bonita a festa, pá”. E acrescentava: “Se também ele fosse dos nossos…”, ao que o Fortunato, saltou, num ápice: “Não tem estudos para isso!!!”
Excelente foi também a sugestão dos caminhadeiros Claras para o nosso almoço. Toda a gente se perguntou como é que, in the middle of nowhere, eles tinham descoberto esta pérola. Não só se comeu magnificamente, como os jardins circundantes proporcionaram óptimos passeios digestivos.
Isto, enquanto alguns se dedicavam à batota, ou, supostamente, ao ilusionismo… (Muita “electricidade nos dedos”…).
O resto foram as despedidas e os desejos mútuos de boas férias, repetidos em cada paragem do autocarro.
Em Setembro há mais.

Saudações Caminhadeiras em passada inovadora,

Maria do Céu Fialho

sábado, 28 de Junho de 2014

* * Convocatória . 2ª Caminhada Extraordinária 2013 / 2014 * * Encerramento de Época no Fundão . Dias 04, 05 e 06 de Julho

Esta convocatória de encerramento de época, formaliza apenas a publicação no blog da 2ª caminhada extraordinária. É do conhecimento do universo caminhadeiro, que as inscrições foram efectuadas por outra via e já se encontram encerradas.

Saudações Caminhadeiras em passada empolgante de final de época,

Fortunato de Sousa

segunda-feira, 23 de Junho de 2014

* * * * * * * * 20ª caminhada da Época 2013 / 2014 * * * * * * * * Pic Nic Caminhadeiro na Serra de Montejunto . Dia 18 de Junho




Álbuns de Fotos:
Data do Encontro: 18/06/2014
Local: Serra de Montejunto
Percurso: 9, 500 kms – 02:45 Horas
Organizadores: Carlos Penedo e Victor Couto
Caminhantes: (35)
Angelina Martins; António Clemente; Armando Lourenço; Carlos Penedo; Carmen Firme; Fátima Libanio; Fortunato de Sousa; Gil Furtado; Gilberto Santos; Inês Garcia; João Costa; João Duarte; João Figueiredo; Lina Fernandes; Lúcio Libanio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luke Beraneke; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Maria do Céu; M. do Céu Fialho; M. da Luz Fialho; Nela Costa; Octávio Firme; Quinita Sousa; Rogério Matias; Teresa Palma; Victor Couto; Victor Gonçalves; Virgílio Vargas.
Almoço: Parque de Merendas da Serra de Montejunto
Próxima Caminhada: 04, 05 e 06/07/2014 (F. Sousa, L. Fernandes e V. Gonçalves).
Reportagem:
Depois de várias tentativas para realizar uma caminhada na serra de Montejunto, conseguiu finalmente o caminhadeiro Carlos Penedo, com a ajuda do seu primo Victor Couto, levar por diante a sua promessa. E em boa hora o fez, porque a maior parte dos participantes no evento nunca tinham visitado este local onde a natureza foi pródiga em ofertas de paisagens deslumbrantes. Também aqui tivemos oportunidade de encontrar uma grande beleza e diversidade de fauna e flora, inseridas em área protegida e muito bem conservada. As imagens recolhidas pelos vários repórteres caminhadeiros serão o testemunho destas minhas palavras.
A ocupação humana da serra de Montejunto remonta à época Neolítica e nela podemos encontrar ainda vestígios arqueológicos. No cimo foi erguido no século XII o primeiro convento Dominicano em Portugal, junto das ermidas de S. João Baptista e da Senhora das Neves.
O parque de merendas foi o local escolhido pelos organizadores para a concentração dos 37 participantes na Caminhada. Seriam 38, se uma lesão de última hora mas préviamente anunciada não impedisse o caminhadeiro Luís Pontes de marcar presença.
Portanto, depois do café matinal tomado no bar do parque e das saudações habituais entre os participantes, foi tirada a foto de grupo que perpetuará a nossa 1ª passagem pela serra de Montejunto. De seguida demos início ao percurso pedestre, todos juntos em direção ao ponto mais alto do monte. Daqui, tivemos oportunidade de ver as melhores paisagens que o local oferece, qualquer que seja o ângulo de visão seleccionado. Foi este também o troço mais difícil da caminhada, já que a partir dali seria sempre a descer e a parte final em circuito plano à volta do ponto de partida. Mais ou menos a meio, houve uma pequena paragem para repôr energias e reagrupamento do pessoal caminhadeiro. O resto do percurso foi efectuado em grupos divididos e em ritmo mais rápido ou mais lento de acordo com o que cada um lhe parece ser para si o mais adequado.
Finda a caminhada, aconteceu aquele que seria o grande momento inovador do evento: O almoço tipo Pic Nic. Para surpresa de todos, o António Palma e o Carlos Evangelista já esperavam por nós devidamente munidos de armas e bagagens gastronómicas ao estilo pic nic. Só numa enorme arca geladeira feita em esferovite descansavam várias garrafas de cerveja tipo mini, que foram a delícia dos caminhadeiros mais acossados pela sede. Mas não se ficou por aqui o desfile de sacos, caixas e cestos lindíssimos de merendas. Passado pouco tempo da hora de chegada, o parque mais parecia uma feira de tasquinhas ao estilo caminhadeiro. As várias mesas e bancos de pedra, distanciadas umas das outras para manter uma certa privacidade a quem as utiliza, foram para nós um factor de inconveniência, dado que não nos permitiu ficar junto uns dos outros durante o festival pic-niqueiro. Mas era ver as tolhas coloridas sobre as mesas, várias travessas com muitos tipos de saladas, rissois, panados, pasteis de bacalhau e até para surpresa da maioria, um fogão com um tacho em cima, onde o Manuel Garcia terminava a confecção da sua iguaria preferida: arroz de coelho à maneira. E as senhoras caminhadeiras a insistirem: prova aqui o meu petisco que está bem bom. Enfim, um festival gastronómico onde nem sequer faltaram as sobremesas compostas por doces de 1ª qualidade e até um cesto de verga com deliciosas ameixas que o João Figueiredo colheu nessa manhã do seu pomar na Abóboda. E o nosso amigo Flôxo, que só da sua parte trouxe nada menos que 4 geleiras, mas ao almoço só abriu 2, porque segundo ele as outras ficavam reservadas para a hora do chá. Dos vários vinhos para acompanhar as iguarias nem é bom falar, pois desde o famoso "Plexus", passando por brancos e tintos de várias origens até aos digestivos do Manuel Flôxo e do António Clemente, o mais difícil é encontrar  adjectivos que possam classificar tão preciosos néctares.
De realçar e agradecer mais uma vez à Maria do Céu, que desta vez nos presenteou com um molhinho de oregãos de Leceia.
Dado que não havia tempo para uma merecida e retemperadora cesta, fomos cumprir a parte cultural com uma interessante visita à Real Fábrica do Gelo. Construída em meados do século XVIII por iniciativa privada, tinha como objectivo o fornecimento de “neve” à cidade de Lisboa, e está desde 1997 classificada como Monumento Nacional. Em nome do grupo, os parabéns e o nosso agradecimento à guia Carla, pelo excelente acompanhamento, espírito de humor e enorme paciência demonstrados.
Já com a presença da Ana Margarida e do pequeno Dinis (esposa e filho do Victor Couto), seguiu-se a tomada do imprescindível chá, desta vez de várias qualidades e preparado ao momento em fogões de campanha. O acompanhamento do mesmo, para além dos mimos algarvios e não só que o Flôxo ia sacando das suas mágicas geleiras, tivemos ainda os bolinhos oferecidos pelo fundo de maneio e pelo Casal Angelina e Luís Martins. Como era dia de aniversário do André Martins e da Ana Penedo (filhos dos Martins e do Carlos Penedo), cantámos em uníssono os parabéns a você em plena Serra de Montejunto. Alguém dizia, que depois desta demonstração de competências alargadas e de grande qualidade, está o grupo “Os Caminhadeiros” preparado para enfrentar todo o tipo de modalidade de jornadas caminhadeiras que possam existir ao cimo da terra.
E foi assim, com despedidas até à próxima caminhada, que pouco a pouco fomos abandonando a bonita serra de Montejunto e começando a preparar a visita à serra da Gardunha, que dará por terminada a presente época Caminhadeira.

Saudações Caminhadeiras em passada de média altitude,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 11 de Junho de 2014

* * * Convocatória . 20ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * Pic Nic Caminhadeiro na Serra de Montejunto. Dia 18 de Junho


Convocam-se os Caminhadeiros para a 20ª e penúltima caminhada da presente época.
Desta vez, vamos subir até à bonita serra de Montejunto para percorrer um percurso de aproximadamente 9 kms. O índice de dificuldade é médio baixo, portanto acessível a todos os Caminhadeiros que queiram participar. Devemos de qualquer modo ir munidos de bastão e vestidos com calças compridas, dado que nesta época do ano as carraças abundam neste tipo de vegetação.
O uso de binóculos também é aconselhável, dada a excelente panorâmica que a serra de Montejunto oferece a quem a visita.
A concentração será às 09:00 horas e terá lugar junto ao parque de campismo e de merendas no alto da serra. (N – 39º 10' 47” W – 9º 02' 59”). O início da caminhada será às 09:30 horas.
Desta vez o almoço será pic-nic no parque de merendas, pelo que cada participante deve ir munido dos acepipes do seu agrado.
A componente cultural também está garantida, tal como o imprescindível chá de fim de dia caminhadeiro. Pede-se apenas que cada participante leve consigo um copo ou uma chávana, de modo a não diminuirmos a nobreza e solenidade desta tradição caminhadeira.
Os interessados em participar nesta jornada, devem fazer as inscrições como de costume através dos comentários desta mensagem, até às 12:00 horas da próxima Segunda-Feira dia 16.

Saudações Caminhadeiras em passada de final de época,

Carlos Penedo

domingo, 8 de Junho de 2014

* * * * * * * * 19ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * * * * * * Por Caminhos do Livramento . Dia 4 de Junho




Álbuns de Fotos
Dores Alves
Local de encontro: Livramento (Azueira, Mafra)
Percurso: 10,5 km – 3h00
Organizadores: Angelina e Luis Martins
Caminhantes: (31) Dores Alves, Gabriela Bentes, Miguel Cardoso, Maria do Céu, António Clemente, Luísa Clemente, João Costa, Nela Costa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Maria da Luz Fialho, Carmen Firme, Octávio Firme, Gil Furtado, Manuel Garcia, Margarida Graça, Rita Graça, Ana Leão, Fátima Libânio, Lúcio Libânio, Angelina Martins, Luís Martins, Rogério Matias, Manuel Pedro, Carlos Penedo, Luís Pontes, Manuel Reis, Gilberto Santos, Fortunato Sousa, Quinita Sousa, Odete Vicente.
Almoço: Restaurante Erva Doce - em Livramento - 261 963 181
Reportagem:
Após uma noite com alguma chuva bastante leve, às 9h00 previamente marcadas, toda a gente estava presente.
Com um ligeiro avanço de 5 minutos sobre a hora prevista deu-se início à caminhada a partir do Restaurante/Cafetaria ‘Erva Doce’. Após os primeiros seiscentos metros – em Bandalhoeira - iniciámos uma descida que nos permitiu aquecer os músculos e tomar balanço para as subidas que nos esperavam. Não eram muito pronunciadas mas eram ligeiramente prolongadas - cerca de dois quilómetros.
Deixando para trás a Fórnea e a Portela do Gradil, pequenas aldeias da antiga freguesia do Gradil (agora União de Freguesias do Gradil, Enxara do Bispo e Vila Franca do Rosário), a cerca de dois mil e quinhentos metros da partida parámos pela primeira vez para um curto retemperar de forças e prepararmo-nos para as derradeiras mas muito acentuadas subidas até ao cimo da Serra do Chipre. E entrámos na antiga freguesia do Sobral da Abelheira (agora União de Freguesias da Azueira e do Sobral da Abelheira). (Chiça que já estou cansado só de dizer os nomes destas invenções todas). Aqui foi posta a hipótese de, em alternativa, toda a gente poder utilizar um outro percurso mais curto ou alguns que se sentissem mais cansados o fizessem. Como era de esperar de tão bravos e experimentados caminhadeiros ninguém optou por esta segunda hipótese. Por conseguinte enchemos o peito de ar e demos muita corda às botas, iniciando os últimos quatrocentos metros de subida que, como se disse, foram os últimos mas não os mais fáceis. Mas, verdade seja dita, foram mais ou menos ‘papados’ com uma ‘perna às costas’. Quase no alto desta subida encontrámos o muro que rodeia a grande Quinta da Barroca e donde se podia ver uma área bastante grande da Tapada de Mafra  – que alguns recordaram com alguma nostalgia. Continuando por umas centenas de metros ao lado do citado muro o percurso começou a ser quase plano e aqui o grupo separou-se ligeiramente. Os organizadores tinham muito gosto em fazer o percurso que anteriormente foi escolhido, fazendo votos por que o tempo e a transparência da atmosfera permitisse o desfrute de tão amplo e belo panorama. Nem sempre isso aconteceu: não nos foi possível ver as Berlengas nem a serra dos Candeeiros mas, apesar de tudo, não foi mau de todo pois pudemos ver locais por onde andámos anteriormente: a serra da Archeira, a serra do Socorro, a serra do Alqueidão, a Serra da Vila, aldeia por cima de Torres Vedras que cruzámos aquando da Caminhada do Carnaval.  
É verdade que o ritmo da caminhada ia sofrendo algumas adaptações para que todos se pudessem manter mais ou menos próximos. E a organização ia dando algumas instruções para que o andamento dos da frente seguisse o que fora estabelecido. O que não aconteceu a determinada altura. Mas como isso não iria prejudicar em nada o resultado da caminhada achou-se por bem ‘deixar andar’ até porque iríamos reencontrar um pouco mais à frente  o caminho anteriormente previsto e que tinha uma descida muitíssimo mais pronunciada do que aquela que acabámos por fazer. E assim foi. Em Monte Gordo reunimo-nos novamente e demos início à terceira parte do percurso que, abençoados organizadores, escolheram por ser sempre a descer ou em plano, fazendo-o por caminhos que passavam através de campos cultivados e por meio de pomares, de pereiras e macieiras. Como decerto repararam, no início da caminhada predominava a vinha e agora, para o fim, víamos mais os pomares. É por isso que, cerca de quinhentos metros antes de se sair da N8, se encontram dois grandes complexos que são a Adega Cooperativa da Azueira e a FrutOeste que dão vazão a quase toda a produção de fruta e vinho.
Mas voltemos à vaca-fria. A teoria subjacente a esta caminhada foi a de dividir o percurso em três partes: a primeira seria a mais difícil porque era a subir e, portanto, dever-se-ia aproveitar o facto de todos estarem frescos (e neste caso com um tempo fresco que veio ajudar); a segunda parte seria no cimo da serra e teria alguma irregularidade (uma ou outra subida e algumas descidas mas maioritariamente plana); finalmente a terceira parte, e perante o previsível cansaço, o percurso seria a descer e em plano também. Parece que foi uma decisão acertada pois, com um esforço controlado e contínuo, toda a gente fez o percurso dentro do horário previsto, tendo havido apenas o previsível cansaço e os pés um pouco doridos. Cerca das 11h59 recebi um telefonema do nosso grande amigo e caminhadeiro Carlos Evangelista dando-nos notícias suas, querendo saber de nós e desejando uma boa e bela caminhada, enviando beijos e abraços para as caminhadeiras e caminhadeiros respectivamente. Fruto das preocupações do dia o organizador que recebeu o telefonema esqueceu-se de comunicá-lo a todos. Aqui se penitencia pedindo desculpas ao Carlos e dando conta do facto a todos, ainda que atrasadamente.
Ainda antes das 13h00 entrámos na sala do almoço – uma sala nas instalações do Sporting Clube do Livramento que a D.Susana, proprietária do Erva Doce se esmerou em preparar para nos servir o almoço. Aí, para retemperar as nossas forças ligeiramente abaladas, começámos com as ‘entradas’ que já estavam à nossa espera. Minutos depois foi-nos servido pela D.Susana, e por uma sua empregada, o primeiro prato que era uma estreia para todos, organizadores incluídos: ‘Grão de marisco ’que rapidamente passou de curiosidade e se tornou numa realidade palpável, papável e, em muitos casos, repetida. Foi um prato de que a maioria dos presentes gostou e elogiou. O segundo prato foi ‘Carne de porco à saloia’ que é uma ligeira variação da ‘Carne de porco à portuguesa’ e que todos conhecem.
Os vinhos eram da Adega Cooperativa da Azueira e conseguiram ser bem aceites pelos presentes, preferindo muitos o branco ao tinto. Para sobremesa houve salada de fruta e doces vários. Mais tarde o chá continuou a senda já trilhada durante o almoço, deixando os caminhadeiros bastante agradados no que respeitou à área da gastronomia: a sala muito funcional e com uma disposição das mesas de modo a todos estarem de frente para todos, a qualidade da cozinha e a simpatia e eficiência no serviço.
Os momentos culturais foram, como desejado pelos organizadores, mais uma vez um desmentido a quem gosta de nos caluniar dizendo que nas nossas caminhadas só se pensa em comer. É verdade que uma boa refeição retempera a  vertente física do ser humano, mas não só: não esqueçamos que o corpo é o suporte de um bom espírito, de uma fluidez intelectual onde o raciocínio se deverá assentar. Encontramo-nos principalmente, no nosso ponto de vista, claro, para conviver, para nos enriquecermos partilhando vivências e ouvindo opiniões, conselhos e histórias que a todos ajudarão na sua vida presente e futura. Isto faz-se enquanto se caminha e faz-se, sobretudo e à boa maneira portuguesa, sentados à mesa perante uma boa refeição onde os amigos se estreitam mais e os que ainda o não são rapidamente se incluirão nesse círculo, reduzindo inibições de vários tipos.
Mas a cultura é um conceito muito amplo, muitas vezes com difíceis e não muito claras fronteiras, podendo incluir-se nela tanto o teatro como o cinema, a ópera ou a dança (só clássica?), a escrita, as artes manuais (como a escultura) – e o artesanato não? -  etc., etc., etc. E será que apreciarmos as nossas terras, vermos como o nosso povo cuida do seu património (antigos castelos ou monumentos que representam a sua História), de como respeitam as antigas formas de trabalhar e engenhos que os mantiveram durante milénios, ouvir o seu canto ‘tradicional’ como forma de exprimir os seus sentimentos, o seu dia-a-dia, ou admirarmos as nossas paisagens e concluirmos que ainda há, felizmente, pessoas que se preocupam em as preservarem, em aumentar a sua beleza, transmitindo aos visitantes o orgulho que sentem por aí viverem, por serem o que são – não será isso também uma forma de cultura, talvez a mais profunda a calar no íntimo do ser humano?
Toda esta ‘filosofia barata’ vem a propósito da parte cultural escolhida para completar o nosso dia: a visita ao ‘Atelier d’Arte, Lda’ da família Canhoto, mestres na marcenaria artística e no embutido. Fora esta a primeira ideia que tivemos e que, em boa hora e graças à intervenção do sr. João Canhoto, foi desenvolvida, aceitando de bom grado a sua sugestão de contactar o Mestre Organeiro Comendador Dinarte Machado que poderia ilustrar a estreita colaboração existente entre eles no desenvolvimento de projectos que, frequentemente, têm áreas comuns. A nós, organizadores, nem nos passara pela cabeça pedir a colaboração do Mestre Dinarte Machado mas, perante a sugestão do sr. J.Canhoto, nem chegámos a pensar uma segunda vez quando ele nos disse que tratava de o contactar para ver da possibilidade de vir também falar um pouco da sua profissão mas, sobretudo, da sua arte. Como houve oportunidade de se ouvir, a família Canhoto está muito ligada ao Mestre Dinarte Machado por força da sua arte. Quando este aceitou dizer-nos umas palavras ficámos como aquela pessoa que, tendo um belíssimo bolo, ainda recebe uma linda cereja para lhe colocar por cima. Não nos vamos alongar sobre a ligação existente entre eles – e aqui remeto para os textos que vamos colocar no blog para mais alguém poder ler – pois essa dúvida surgida de início: que tem a ver a marcenaria e os embutidos com a organaria foi larga e profundamente esclarecida e justificada durante a visita à Igreja do Livramento (*); numa primeira parte em que se fez uma pequena resenha histórica da terra, da igreja e do órgão – pelas palavras do sr. José B. Lucas – e numa segunda parte pelas palavras de Mestre Dinarte Machado que nos falou do seu trabalho e que, no fim, nos presenteou com a execução de alguns temas musicais que lhe servem para testar e afinar os tubos e engenhos dos órgãos que repara ou que fabrica.
A seguir dirigimo-nos às instalações do ‘Atelier d’Arte’ que, para nós, era o bolo há tanto tempo conhecido e que, também há muito desejávamos mostrar aos nossos amigos caminhadeiros. Entrámos nas suas instalações com o espírito da criança que fica maravilhada perante jóias que julgava já não se fazerem mas que, afinal, ainda há uns mágicos que as produzem e nos deixam apreciar, maravilhando-nos com a sua Arte. Fomos recebidos em dois grupos pela família Canhoto que, com uma simpatia inultrapassável, nos deu algumas informações sobre o seu trabalho, nos exemplificou alguns momentos do seu trabalho, nos mostrou algumas peças em fase de desenvolvimento e, sobretudo, nos permitiu admirar obras acabadas de uma beleza estonteante; por fim responderam às questões que alguns de nós colocámos, fruto da nossa curiosidade e do espanto perante tanta beleza e engenho. Ainda tivemos o privilégio de poder ouvir a execução de pequenas peças musicais tradicionais com que o sr. F.A.Canhoto nos presenteou, executadas em alguns dos catorze tipos de instrumentos que domina e que, decerto, algumas fotografias irão ilustrar.  
Saímos das suas instalações como saíramos da igreja: conscientes de estarmos espiritualmente mais ricos, fruto da presença, da beleza e do conhecimento de obras de Arte e de pessoas que nos transmitiram notas sobre o seu saber e o seu querer serem melhores, tanto na sua profissão, como na sua vida.           
Quanto ao chá apenas podemos referir que as bebidas estavam óptimas e que os bolinhos também não destoavam dos que prováramos ao almoço.
Os organizadores esperam que o dia tenha sido do agrado, senão de todos, pelo menos da maioria dos caminhadeiros.

Saudações Caminhadeiras
Angelina e Luis     

(*) Para quem não teve oportunidade de estar presente aqui fica o porquê da sua colaboração: aquando da reparação/reconstrução do órgão de armário da igreja do Livramento, além da parte musical, isto é, da construção dos tubos, sua afinação e engenhos para os ligar, era preciso fazer um armário novo, um teclado novo, uma pedaleira nova, novas portas etc. que teriam de ser feitos por alguém fora do âmbito da Oficina do Mestre Dinarte Machado. Quando foi sugerida a colaboração com a família Canhoto, e após alguns trabalhos iniciais, nunca mais esta colaboração foi quebrada, passando a tornar-se estreitíssima e permanente.    

quarta-feira, 28 de Maio de 2014

* * * Convocatória . 19ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * Por Caminhos do Livramento . Dia 4 de Junho

Ficam convocados todos os Caminhadeiros para esta 19ª Caminhada.
O percurso é de cerca de 10 km, de dificuldade média. Tem algumas subidas suaves, no entanto será útil o uso de bastão.
Devido à beleza e extensão do panorama (donde se avistam as Serras de Sintra, de Montejunto, dos Candeeiros e as Berlengas) aconselha-se o uso de binóculos; poder-se-ão ver, também, por onde andámos em anteriores caminhadas (Serras do Socorro e da Archeira, S.Quintino, Torres Vedras etc.).

Programa:
09h00 – concentração junto ao Sporting Clube do Livramento e ao Rest.Erva Doce (39º 00’ 12.58’’ N – 9º 17’ 11.47’’ W)
09h30 – início da caminhada
13h00 – almoço
15h30 – início do programa cultural
17h30 – chá

Como chegar, partindo de Lisboa:
- entrar na A8 e sair na saída 5 (Ericeira, Mafra, Malveira - 20 min./24 km), entrando na A21
- sair na saída 2 da A21 (Malveira - 3 min./4 km); após as portagens seguir pela dta. para T.Vedras pela N8 - 10 min./10 km.
- em Carrascal, após Adega Coop.da Azueira sair para a esq. (Livramento, Freiria) (EM551 - 1 min./1,2 km),
- estacionar junto ao Sporting Clube do Livramento e ao Rest.Erva Doce.
Como de costume agradece-se que as inscrições sejam efectuadas até final de Domingo dia 1 de Junho.
Saudações caminhadeiras em passada saloia,

Angelina Martins e Luís Martins

terça-feira, 27 de Maio de 2014

* * * * * * * 18ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * * * * * Meia Rota da Ribeira do Vale do Mogo. Dia 21 de Maio




Álbuns de Fotos:
Luis Martins
Dores Alves
Gil Furtado
Data do Encontro: 21/05/2014
Local: Alcobaça – Meia Rota da Ribeira do Vale do Mogo
Percurso: 7, 0 kms – 01:45 Horas
Organizadores: Fátima Libanio e Lúcio Libanio
Caminhantes: (33) Angelina Martins; António Pires; Carlos Penedo; Dores Alves; Fátima Libanio; Fortunato de Sousa; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Sena; Helena Meleiro; João Duarte; João Figueiredo; Lúcio Libanio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Pontes; Lurdes Clara; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Graça; Margarida Serôdio; Maria do Céu; M. do Céu Fialho; M. da Luz Fialho; Miguel Cardoso; Quinita Sousa; Rogério Matias; Teresa Palma; Victor Gonçalves; Virgílio Vargas; Zé da Clara.
Só ao Almoço: Odete Vicente
Almoço: Restaurante Frei Bernardo (Tel. 262.582.227)
Próxima Caminhada: 04/06/2014 (Angelina Martins e Luís Martins)
Reportagem:
Meia Rota da Ribeira do Vale do Mogo. E esta Hein! Penso não estar errado, se disser que ao longo dos quase 8 anos de actividade caminhadeira, foi esta a 1ª vez que se deu o título de 'meia rota' a uma caminhada. Também poderia ser Vale da Ribeira do Mogo, mas faltou perguntar aos organizadores, se esta denominação corresponde à outra metade do percurso. Ou seja, aos outros 7 quilómetros que correspondem à rota completa da ribeira e do vale de beleza natural indescritíveis. Nem mesmo a chuva abundante que se fez sentir na parte final da meia rota, ou se preferirem, no quarto de rota final, retirou qualquer encanto à paisagem deslumbrante deste recanto florestal, localizado perto da aldeia de Chiqueda de Cima, concelho de Alcobaça.
Portanto, o nome só por si era mais que apelativo para marcarmos presença na 18ª caminhada da época. Outro desafio, era saber se a Fátima e o Lúcio Libanio, que há muito vinham adiando a realização deste percurso por razões que se prendiam com as condições do terreno adequadas à prática de caminhada, teriam mais uma vez a colaboração do nosso santo protector Pedro. Ele, o nosso santo incansável de nos ajudar durante o Inverno, quis demonstrar através dos seus superiores poderes, que tanta ajuda e protecção já bastam. Portanto, contentem-se lá desta vez com metade da caminhada sem chuva, mas tenham paciência, já chega de abusos, a outra metade tem que ser bem molhadinha. Salvaram-nos os guarda-chuvas e os impermeáveis todos amarrotados, pois não eram utilizados desde a caminhada do Gaio Rosário, onde uma amostra de dilúvio pôs à prova o equipamento dos caminhadeiros mais prevenidos.
Chuva à parte, vamos agora relatar o que se passou durante o resto da jornada caminhadeira:
Concentração no local pré determinado pelos organizadores, cumprimentos habituais entre os participantes, café da manhã e partida para o local onde teria início a caminhada. Aqui chegados, foto de grupo seguida de uma breve descrição do programa do dia dada pelo organizador Lúcio.
Deu-se então início à meia rota da Ribeira do Vale do Mogo, desta vez com a participação de 3 nóveis caminhadeiros, e a nossa amiga Odete a assistir com ar pesaroso, pois uma queda sofrida em casa uns dias antes, não lhe permitiu cumprir esta parte do programa.
Como já disse anteriormente, o percurso era de uma beleza indescritível. Começou junto à margem da ribeira, e foi depois evoluindo por caminhos estreitos entre vegetação abundante e colorida de flores silvestres no meio do vale. Apenas duas ou três quedas de caminhadeiros menos atentos ao piso escorregadio, mas sem consequências a assinalar poderiam ter feito estragos. Não foi isso que aconteceu e ainda bem.
Terminada a primeira parte do programa, deu-se início à mudança de equipamento nos balneários de 1ª categoria, amplos e muito bem ventilados. De tal maneira amplos, que até mesmo os carros de alguns dos participantes entraram dentro deles para facilitar a vida a algumas das senhoras caminhadeiras mais exigentes.
Seguiu-se o almoço no Frei Bernardo, restaurante de referência na cidade de Alcobaça, que foi a escolha acertada da Fátima e do Lúcio.
A componente cultural desta vez contemplava uma visita ao imponente Mosteiro de Alcobaça., também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça ou Abadia de Santa Maria de Alcobaça. Segundo informação recebida das muito bem preparadas guias de serviço: Filipa Miguel e Ana Filipa Delgado, este monumento foi a primeira obra erguida em Portugal de estilo totalmente gótico. Muitos outros detalhes, histórias e lendas nos foram dadas a conhecer e que não caberiam nesta reportagem. Valerá apenas referir que também aqui a mão de vários saqueadores foram esvaziando ao longo dos tempos o recheio do Mosteiro. Como desculpa, argumentam em seu favor, que o monumento deve retornar e obedecer à finalidade e simplicidade com que os Monges de Cister o construíram no século XII.
Terminada esta interessante visita, regressámos ao restaurante onde almocámos, desta vez para cumprir a última parte do programa, ou seja, tomar o famoso chá de fim de dia caminhadeiro. A companhia das simpáticas guias Filipa Miguel e Ana Filipa que convidámos a tomar o chá connosco enriqueceram a tertúlia.
Desta vez porém, havia algo mais a comemorar. Um bolo de aniversário, umas garrafas de espumante e um lindo ramo de flores colocados ao lado da bonita e bem recheada mesa do lanche tinham um significado especial. Foi o mistério desvendado pelo autor desta reportagem, anunciando que aquele complemento se devia à comemoração de mais um aniversário da Fátima Libânio. A oferta do ramo de flores, os parabéns cantados em uníssono e um copo de espumante bem erguido foram o momento alto da comemoração.
Resta agradecer e dar as boas vindas aos 3 novos participantes, Maria do Céu e Maria da Luz Fialho, assim como ao Luís Pontes, meu amigo e ex colega de muitos dos elementos do grupo.
Saudações Caminhadeiras em passada de final de época,

Fortunato de Sousa

quinta-feira, 15 de Maio de 2014

* * * Convocatória . 18ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * Meia Rota da Ribeira do Vale do Mogo. Dia 21 de Maio

Convocam-se os Caminhadeiros para a 18ª caminhada da época.




Encontro: 9,15h no Pingo Doce de Alcobaça
·       Coordenadas: 39º 32' 46" N    08º 58' 07" W
Saída: 9,45h para a aldeia de Chiqueda de Cima, Rua da Nascente (Poço Suão)
·       Coordenadas:   39º 32' 11" N  08º 56' 44" W          
Chegada prevista às 12,30h
Regresso a Alcobaça
Estacionamento em parque grátis
·       Coordenadas: 39º 32´ 56" N  08º 58' 29" W
Almoço às 13h no Frei Bernardo, ao lado esquerdo do Mosteiro de Alcobaça
Visita guiada no Mosteiro de Alcobaça às 15,30h, em ponto.
Regresso ao mesmo Frei Bernardo para lanchar às 17h.
O percurso, de cerca de 7 Km, inicia-se paralelamente ao leito de uma ribeira, com alguns calhaus nos primeiros 200m, sem desníveis relevantes, em terreno seco.
A segunda parte, segue-se a uma pequena mas inclinada subida em alcatrão (300m), atravessamos parte da aldeia do Carvalhal e seguimos por entre o mato até ao ponto de partida, sem quaisquer dificuldades.
Nesta segunda parte é fundamental não ultrapassar o guia, nem perder o companheiro anterior nem o que se segue, dado que há bifurcações que não interessam.
Como habitualmente, as inscrições devem ser efectuadas até ao final do dia do próximo Domingo dia 18.

Lúcio Libânio

domingo, 11 de Maio de 2014

* * * * * * * * 17ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * * * * * * Rota das Ermidas de Borba Dia 07 de Maio




Albuns de Fotos:
Data do Encontro: 07/05/2014
Local: Borba
Percurso: 9 kms em 2 horas
Organizador: Miguel Cardoso
Caminhantes: (37) Angelina Martins; António Clemente; António Dionísio; António Dores Alves; Belmira Cardoso; Carlos Penedo; Carmen Firme; Fátima Libânio; Fortunato de Sousa; Gabriela Bentes; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Sena; Guido Lopes; Helena Meleiro; João Duarte; José Clara; Quinita de Sousa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luisa Clemente; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Cardoso; Rogério Matias; Susana Cardoso; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vítor Gonçalves e o organizador.
Guia:Sr.Luís Paixão
Ao almoço, deram-nos o prazer da sua companhia: a Mariana Dionísio, a Sílvia Dionísio e o Pedro Dionísio
Almoço: Restaurante “Espalha Brasas”-Acaraviça
Chá de final de dia: Pastelaria “A Tiborna”
Próxima caminhada: 21/05/2014 (Organizadores: Lúcio Libânio e Fátima Libânio)
Reportagem: 
Como já vem sendo hábito deste grupo Caminhadeiro, mais uma jornada com o início pautado pela excelente pontualidade.
A concentração teve lugar na Praça da República, frente ao edifício dos Paços do Concelho de Borba, onde fomos amavelmente recebidos pelo Sr. Presidente da Câmara, Sr. António Anselmo e pela Sra. Dra. Sara, responsável pelo departamento da Cultura, os quais nos deram as Boas Vindas e nos prestaram todo o apoio possível, colocando à nossa disposição um guia o Sr. Luís Paixão, para nos acompanhar durante a caminhada.
De salientar o bom acolhimento que encontramos nesta simpática vila, o qual foi evidenciado por um simples episódio, ocorrido com os Caminhadeiros Carlos Penedo e o Manuel Reis aquando da sua chegada.
Tendo os mesmos solicitado ajuda para encontrar o local da concentração, de imediato o interpelado, Sr. Amâncio, habitante local, se prontificou e os transportou na sua viatura ao local pretendido.
Apesar de ter sido um acto simples, não deixou de reflectir o bom acolhimento destas boas gentes.
Após a fotografia de grupo para a posteridade, iniciámos a caminhada à descoberta das “Ermidas de Borba”, locais ermos de culto religioso dos nossos antepassados.
De um modo geral é de lamentar o estado de degradação a que as mesmas chegaram.
Com o tempo bastante ameno (S. Pedro foi mais uma vez nosso amigo) e algumas nuvens no céu, característica ideal para a fotografia, informação que me foi dada pelos nossos exímios repórteres fotográficos, e com a preciosa ajuda do nosso guia Sr. Luís Paixão, que nos pontos estratégicos da caminhada nos deu todo o apoio, cumprimos a 1ª parte da nossa jornada (a caminhada).
Seguiu-se o almoço com os pratos tradicionais da região no restaurante “Espalha Brasas”, localizado no Monte das Naves de Cima, perto da povoação de Alcaraviça.
Durante o almoço, bem como durante o chá de final de dia, todos os presentes brindaram em honra do Caminhadeiro Rui Afonso, desejando ao mesmo uma recuperação pós-operatória célere e eficaz para que brevemente volte às lides caminhadeiras.
Após o repasto e antecedendo o evento cultural, pudemos observar as Caminhadeiras Luisa Clemente e a Quinita de Sousa devidamente instaladas numa esplanada, montada sobre uma árvore no exterior do restaurante, esperando certamente para que lhes fosse ali servido o habitual chá e não pelas razões que levaram a personagem principal do romance “O Barão nas Árvores”, do famoso romancista Italo Calvino que, revoltado com a família se isolou e instalou para o resto da sua vida no cimo das árvores, para observação de tudo o que o rodeava.
Como programado, seguiu-se a parte cultural da nossa jornada com uma visita guiada ao Paço Ducal de Vila Viçosa, sito no magnífico Terreiro do Paço e que serviu de aposentos reais aos últimos representantes da monarquia portuguesa.
À saída do palácio e para espanto de todos, fomos surpreendidos pela mãe natureza, com a observação do nascimento de alguns felinos em plena calçada da rua.
Cumpriu-se a última etapa da nossa jornada com o habitual chá de final de dia, na agradável esplanada da pastelaria “A Tiborna”, onde nos foi servido o chá com os respectivos bolinhos.
Agradeço encarecidamente a todos os participantes nesta jornada caminhadeira, bem como aos que me ajudaram a planear a mesma (Fortunato de Sousa e António Dionísio).
Espero assim ter conseguido com a vossa ajuda, que a “Carta para Garcia” tenha sido entregue ao seu destinatário.
Aproveito também, para dar as boas vindas aos novéis Caminhadeiros Susana Cardoso e Pedro Cardoso, esperando que tenham ficado com a vontade de voltar para futuras caminhadas.
Complectará certamente esta minha simples e resumida reportagem, todas a magníficas imagens captadas pelos nossos exímios repórteres fotográficos de serviço.
Agradecimentos:
Câmara Municipal de Borba nas pessoas de:
Sr. António Anselmo, presidente da edilidade;
Dra. Sara, responsável pelo departamento da cultura, e
ao guia que nos acompanhou, Sr. Luís Paixão.
À Sra. D. Amélia Bilro, responsável administrativa do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança
Restaurante "Espalha Brasas", na pessoa da D. Paula pelo excelente serviço, no almoço. Pastelaria “A Tiborna” na pessoa do Sr. João David pelo excelente serviço, no chá de final de dia.
Saudações Caminhadeiras,

Miguel Cardoso

* Escrito de acordo com a antiga ortografia.

quarta-feira, 30 de Abril de 2014

* * * Convocatória . 17ª Caminhada da Época 2013 / 2014 * * * Rota das Ermidas de Borba . Dia 07 de Maio

Convocam-se os Caminhadeiros para mais uma caminhada da época, desta vez a 17ª.
O percurso de aproximadamente 10 kms, à descoberta das Ermidas de Borba, terá um índice de dificuldade baixo e desenvolver-se-á em terras vinhateiras alentejanas a noroeste do Concelho de Borba.
Programa:
09:15 horas - Concentração junto à C. M. de Borba (38º 48' 19,29" N); (7º 27' 9,6" W)
13:00 horas - Almoço no restaurante "Espalha Brasas" (Monte das Naves de Cima - Alcaraviças)
15:30 horas - Visita ao Paço Ducal de Vila Viçosa
17:00 horas - Chá de final de dia na Pastelariaa "A Tiborna" junto ao Terreiro do Paço Ducal
Como chegar: 
Quem vem pela A6
  • Deixar a A6 no nó que dá acesso a Borba
  • Entrar na EN4 em direcção a Borba e à Câmara Municipal
Quem vem pela Nacional
  • Seguir sempre a EN4 em direcção a Elvas
  • Próximo de Borba, deixar a EN4 para entrar na vila em direcção à C.M. de Borba
Os interessados em participar no evento, devem fazê-lo através dos comentários desta mensagem até ao final de Domingo dia 04 de Maio.
Saudações Caminhadeiras a caminho de terras de "Baco" e do "ouro branco".
Boa viagem

Miguel Cardoso