domingo, 18 de junho de 2017

* * * * * * * *19ª Caminhada da Época 2016 / 2017* * * * * * * ______Praia Fluvial do Alviela . Dia 14 de Junho______




Álbuns de Fotografias
Fortunato de Sousa
Acilina Couto
Luz Fialho
Data do Encontro: 14/06/2017
Local: Praia Fluvial do Alviela – Louriceira – Alcanena
Percurso: 11,000 Kms ; 03,00 horas
Caminhantes: (23) Acilina; Ana Cristina Umbelino; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Cristina Archer; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; João Figueiredo; Juan Ambrósio; Júlia Costa; Lúcio Libânio; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Lopes; Maria do Céu; Teresa Palma; Vitor Gonçalves; Zé Clara.
Não Caminharam: (4) Gil Furtado; João Duarte; Kinita de Sousa; Manuel Flôxo.
Organizador: Fátima Libânio / Lúcio Libânio
Almoço: Modelo Picnic no Parque de Merendas da Praia Fluvial
Próxima Caminhada: 30 de Junho e 01 02 de Julho
Organizam: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves
Reportagem:
Seguindo a tradição dos últimos anos, realizou-se a penúltima caminhada da época com um modelo diferente dos eventos convencionais. Assim, o casal organizador, Fátima e Lúcio Libânio, levaram-nos até à nascente do rio Alviela, local este também conhecido por Olhos de Água.
O nosso grupo já aqui tinha realizado uma caminhada em Outubro de 2014, nessa altura com um número de participantes mais elevado do que na passada Quarta-Feira. Os dois feriados a meio da semana, desviaram muitos Caminhadeiros da 19ª aventura caminhadeira da época. Há muito tempo que não tinhamos um número tão reduzido de participantes.
Mesmo assim ainda conseguimos juntar 14 Caminhadeiras e 9 Caminhadeiros, mais 4 presenças que não caminharam, mas participaram e de que maneira em todo o restante programa do dia. Poucos mas bons, como eu ouvi alguém dizer.
O percurso foi encarado de modo diferente pelos participantes na caminhada. Enquanto uns diziam que o calor e a subida inicial era um tanto ou quanto desmotivador, outros encaravam estas aparentes dificuldades como motivo aliciante. E foi assim que 3 horas depois do início da caminhada, chegámos ao ponto de partida com mais 11 kms percorridos.
Os participantes no evento que não caminharam, tiveram a gentileza de preparar o cenário onde o pic-nic teve lugar. Mesas compridas e bancos corridos, mais o grelhador onde o Chefe Manuel Flôxo comandava sábia e ordeiramente as actividades no “grill”.
Toalhas coloridas, cestos de merenda de vários formatos e as imprescindíveis geleiras davam um ar diferente do habitual nesta fase do programa do dia pós caminhada.
Saladas de vários tipos, pratos frios e quentes, queijos, muita fruta, castanhas assadas , chouriço assado, febras na brasa, etc. etc., foram sendo degustados calmamente durante a tarde.
Como desta vez não havia a parte cultural nos moldes convencionais, lá tiveram que avançar os animadores e animadoras de serviço habituais, com cantigas e danças deveras peculiares.
Uns mais cedo outros mais tarde, fomos abandonando o bonito parque de merendas do rio Alviela, já a pensar que a próxima aventura será a tal de final de época lá para os lados de Pedrogão Pequeno e da Sertã.
Agora, deixem-me terminar a reportagem deste evento, com uma frase do grande Chico Buarque, que assenta aqui que nem uma luva: “Foi bonita a festa pá”.
Saudações Caminhadeiras em passada retardada,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 7 de junho de 2017

* * *Convocatória . 19ª Caminhada da Época 2016/2017* * _______Praia Fluvial do Alviela . Dia 14 de Junho________

Convoqueira
Estão todos os Caminhadeiros convidados a pique-nicar na Praia Fluvial do Alviela, para o que necessitam:
Saber como chegar: Coordenadas GPS 39º 26' 38.2 N 8º 42' 38.7"
Preparar o piquenique, ou, na véspera ou, no próprio dia e depois:
1 - Chegar lá aí pelas 9 e pouco.
2 - Iniciar a caminhada, se quiserem, aí pelas 9 e mais um pouco
3 - Estar de volta da caminhada aí por volta das 12,30, um pouco mais ou menos
4 - Sentarem-se a ingerir as vitualhas
5 - Assistirem às chapinhadelas do  V. G. e C. P, pelo menos.
De notar que a caminhada, que terá 11 km, a fazer por estradas de terra batida e algum alcatrão, tem bastantes zonas sem sombra.
Não tem dificuldade técnica, apesar dos 2,1 km iniciais de subida moderada, e identicamente do km 2,8 ao 3,8.
As mesas no local estão muito separadas umas das outras, mas podem juntar-se se for caso disso.
Há um restaurante na zona mas está fechado à hora que chegaremos.
Of course, quem quiser ficar na praia, sem fazer caminhada, está à vontade para isso. Tem é que avisar no blogue, faxavor.
Inscrições até dia 12 às 24h

Grande abraço

* * * *Caminhadeiros Solidários - Época 2016 / 2017* * * *


A iniciativa "Caminhadeiro Solidário" teve neste ano de 2017 três manifestações distintas:
·         Casa do Gaiato de São Julião do Tojal
Donativo de 120 Euros, sob a forma de bens de consumo.
·          Casa da Luz, em Carnide (Fundação António Silva Leal) - dias 10 e 11/05/2017
Reparações e alterações na instalação elétrica; fornecimento e instalação de um candeeiro; limpeza, reparação, e pintura de várias divisões:  Copa, Corredor, Sala de Estar e quatro quartos.
·         Associação Renovar a Mouraria (ARM) - dias 18, 19 e 22/05/2017
Intervenção na casa do senhor Miguel, doente e fisicamente diminuído , habitante da Mouraria, referenciado pela ARM.
 Reparação de paredes com gesso cartonado, colocação de forro em pinho, correções na instalação elétrica, fornecimento e montagem de  três candeeiros, limpeza, preparação  e pintura de paredes, tetos e portas.

 Este ano, participaram diretamente nos trabalhos os seguintes Caminhadeiros:  António Carvalho, Carlos Evangelista, Cidália Marta, Gilberto Santos, Dores Alves, Fortunato Sousa, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel  Reis, Maria do Céu Esteves, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Fialho, Odete Vicente e Vítor Gonçalves. Catorze, ao todo, mas muitos mais teriam sido se a iniciativa tivesse sido anunciada com a devida antecedência e se os locais intervencionados tivessem espaço para acomodar mais pessoas. Paciência, para o ano que vem há mais.
Quanto a fundos, gastámos 476,61 Euros, dos quais 120 em compras para a Casa do Gaiato e o resto - é só fazer a conta - em materiais. Uma insignificância, se comparado com o valor das mais de 190 horas de trabalho realizado.
Por fim, foi um belo convívio  (no trabalho e à mesa), sentirmos bem e ainda por cima recebemos, das pessoas que servimos, o reconhecimento pelo nosso trabalho. (E nem era preciso.)
Uma palavra de apreço para com o António Carvalho, o Caminhadeiro que não caminha, que de novo esteve connosco, com a mesmo espírito generoso de sempre.
Saudações Caminhadeiras em passada solidária,

Manuel Pedro

domingo, 4 de junho de 2017

* * * * * * * * *18ª Caminhada da Época 2016 / 2017* * * * * * * ______"De Valada à Palhota pela Lezíria e o Dique"______ ________Valada do Ribatejo . Dia 31 de Maio________



Álbuns de Fotografias
Dores Alves
Luz Fialho
Luis Martins
Data do Encontro: 31 de Maio
Local: Valada do Ribatejo
Percurso: “De Volta à Palhota pela Lezíria e Dique” - 11 Kms – 03:00 horas
Caminhantes: (40) Acilina; Amilcar Queiróz; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; Angelina Martins; António Palma; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Raposo; João Duarte; Kinita de Sousa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara;
Só ao Almoço: (3) Fernando Couto; Gil Furtado; Virgílio Vargas
Organizadores: Carmen Firme / Octávio Firme
Almoço: Restaurante “Quinta do Saraiva”
Próxima Caminhada: 14/06/2017 (Organiza: Fátima Libânio e Lúcio Libânio)
Reportagem:
Voltamos de novo ao Ribatejo para cumprir a 18ª caminhada da época.
Os nossos amigos e experientes Caminhadeiros Carmen e Octávio Firme, empenharam-se como é seu hábito na organização do evento. Começando logo pelo nome atribuído ao percurso: “Palhota, Lezíria, Dique”, uma nomenclatura que caracteriza bem a paisagem ribatejana.
A concentração teve lugar no parque de estacionamento da zona ribeirinha de Valada, local muito bonito, bem arborizado e  com o Tejo e as suas águas claras e calmas a receber os participantes em dia de Sol meio encoberto. Um bar em frente ao Dique possibilitou que o café da manhã fosse ali mesmo tomado, acompanhado de bolinhos muito atraentes para os que não poderam resistir à tentação.
Dos inscritos na convocatória, por razões diversas, mas atempadamente justificadas faltaram a Graça Sena, a Ilda Poças e o Miguel Cardoso. Não inscrito, mas a marcar presença à última hora, compareceu o nosso amigo Amilcar Queiróz, após ausência prolongada por razões de saúde, mas agora já quase totalmente restabelecido.
Seguiu-se a fotografia de grupo e ala que se faz tarde a caminhar que já são horas.
O percurso no meio da lezíria, todo ele plano, teve o agrado de todos os participantes. Além dos cavalos que abundam nas variadas quintas por onde íamos passando, tivemos ainda oportunidade de ver como se planta e trata o tomate em versão quase totalmente mecanizada.
Terminado o percurso no mesmo ponto onde havia começado, seguiu-se o espectáculo habitual, ou seja, a mudança de vestuário à volta e no inteior dos carros.
Depois, em cortejo de viaturas desta vez muito disciplinado, seguimos para o restaurante “Quinta do Saraiva”, onde já nos esperavam os três participantes não caminhantes.
E se os nossos amigos Carmen e Octávio Firme já nos tinham presenteado com um percurso muito agradável, que dizer do repasto que se seguiu. Desde a variedade e qualidade da confecção das iguarias, passando pelo tradicional vinho “Plexus” (que o Octávio em boa hora insiste em incluir nas ementas dos almoços por ele organizados) até à sobremesa, tudo do bom e do melhor.
Como desta vez a componente cultural estava destinada à capacidade criativa de cada participante, houve de tudo. Tertúlias interessantes, música variada com o cante alentejano sempre em evidência e a prometida visita à casa das peles para incentivar o consumo e a economia regional.
Terminamos com o tradicional chá de final de dia, também servido no mesmo local do almoço e como sempre em ambiente alegre e divertido.
Ainda com o Sol no horizonte, foram feitas as despedidas já com as ideias formatadas para a próxima aventura, desta vez com honras de “pic nic”, e com a garantia e marca de qualidade asseguradas pelos prestigiados Caminhadeiros Fátima e Lúcio Libânio.
Em nome dos organizadores, um agradecimento “firme” ao Presidente da Junta de Freguesia de Valada do Ribatejo, senhor Manuel Fabiano e à funcionária da mesma Junta de Freguesia, D. Ana Paula.
Pela minha parte e certamente em nome de todos os participantes, um saleroso e firme abraço à Carmen e ao Octávio, pelo excelente dia que nos proporcionaram em terras ribatejanas.
Saudações Caminhadeiras em passada agradecida,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 24 de maio de 2017

* * *Convocatória . 18ª Caminhada da Época 2016 / 2017* * * _____"De Valada à Palhota pela Lezíria e o Dique"______ ________ Valada do Ribatejo . Dia 31 de Maio _________


Convocam-se os Caminhadeiros para a 18ª caminhada da época 2016/17, que terá lugar inteiramente na freguesia de Valada do Ribatejo. O percurso é de dificuldade baixa, sempre plano, havendo, no entanto, alguns cuidados a tomar no que diz respeito à hidratação e protecção solar, dado que uma grande parte do mesmo é feito sem o abrigo de quaisquer árvores. O uso de bastão fica ao critério de cada um.
Extensão do percurso: 9Km
Programa:
09.00H – Concentração no parque de estacionamento da zona ribeirinha de Valada (junto à praia fluvial  onde se efectuará a fotografia de grupo).
Coordenadas GPS: 39º 04' 56.9" N  8º 45' 28.4" W
09.25H – Início da caminhada
13.00H – Almoço no restaurante 'Quinta do Saraiva'. (distância do ponto de concentração ao restaurante: aproximadamente 11 quilómetros).
Coordenadas GPS: 39º 08' 24.8" N   8º 48' 08.2" W
15.00H – Contrariamente ao usual este período não é destinado a qualquer visita cultural.Como já estamos quase no fim da época, vamos usá-lo para conviver e para isso teremos à disposição o jardim da Quinta. Quem estiver interessado pode visitar a loja da Casa das Peles. É só atravessar a estrada…..
17.00H – Chá de encerramento de mais uma jornada caminhadeira.
Como habitual, agradeço que façam as vossas indicações de presença até às  00.00H de
segunda-feira, 29/5.
Desejamos a todos que puderem comparecer uma boa caminhada.

Carmen e Octávio              

domingo, 21 de maio de 2017

* * * * * * * * *17ª Caminhada da Época 2016 / 2017* * * * * * * * _______ Percurso - Olhar Sobre a Ribeira de Seda ________ * * * * * * * *Seda - Alter do Chão . Dia 17 de Maio* * * * * * * * *




Local: Seda, concelho de Alter do Chão
Percurso: 9 kms em 2 horas
Organizador: Miguel Cardoso
Caminhantes: (33) Acilina Couto; Ana Umbelino; Angelina Martins; António Clemente; António Dores Alves; Carlos Penedo; Carmen Firme; Cidália Marta; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Kinita de Sousa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria da Luz Fialho; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Rui Parada; Vítor Gonçalves e o organizador.
Não caminhantes: Belmira Coelho; Fernando Couto e casal convidado (Amália Baptista +    António Baptista).
Almoço: Restaurante “Hotel Restaurante Convento D’Alter”-Alter do Chão
Evento Cultural: Visita à Coudelaria de Alter do Chão
Chá de final de dia: Na Coudelaria de Alter do Chão e a cargo do “Hotel Restaurante Convento D’Alter”
Próxima caminhada: 31/05/2017 (Cármen Firme e Octávio Firme)
Reportagem:
Desta vez em terras Alentejanas e na freguesia de Seda, concelho de Alter do Chão, realizámos mais uma jornada caminhadeira.
A concentração teve lugar no largo em frente à Igreja Paroquial de Seda, local a partir do qual, pudemos desde logo, observar  vastas extensões de olival e vinha.
O percurso realizou-se nas margens da Ribeira de Seda, entre a povoação de Seda  e a Ponte Romana de “Vila Formosa”.
Dos vários pontos de interesse observados, destacamos a ponte Romana de “Vila Formosa”, classificada como monumento nacional desde 1910, construída nos finais do 1º século e que integrava a importante estrada romana que ligava Olísipo (Lisboa) a Emérida (Mérida).
Após uma pequena paragem na referida ponte para reagrupamento, para a foto de grupo e recuperação de energias, regressamos ao local de partida, cumprindo assim a 1ª parte da nossa jornada.
Salientar, o inestimável apoio que nos foi dado pelo Sr. Rui Parada (Director do Hotel Restaurante Convento D’Alter), novel caminhadeiro, que nos brindou com a sua presença durante a caminhada, distribuindo água a todos os presentes e que no final da mesma, nos brindou também a todos com um verde gelado de Amarante.
Seguiu-se o almoço no Hotel acima referido com os pratos tradicionais da região.
Como reconhecimento pelo bom acolhimento e esmerado serviço no Hotel Restaurante Convento D’Alter, foi oferecida na pessoa do seu Director, ao Sr. Rui Parada, pelo grupo “Os Caminhadeiros”, uma placa comemorativa do evento.
A parte cultural constou como previsto, de uma visita à Coudelaria Nacional de Alter do Chão, a qual foi fundada em 1748 pelo rei D. João V.
Através da guia Sra. D. Maria José, embora de um modo muito sintético, pudemos observar as várias fases da reprodução, criação e valorização do cavalo lusitano Alter Real.
Foi de facto um dos pontos altos da jornada, como ficou demonstrado pelo elevado interesse por parte dos presentes, nomeadamente no que respeita ao processo de obtenção do sémen a partir de reprodutores seleccionados de grande pureza de raça.
Cumpriu-se a última etapa da nossa jornada, com o habitual chá de final de dia na Coudelaria de Alter do Chão, onde nos foi servido pelo Sr. António Velez, produtor local (Fronteira), chá das mais variadas qualidades, bem como de tisanas e onde os presentes puderam adquirir produtos da “FRAGRÂNCIAS BIO”.
Agradeço encarecidamente a todos os participantes nesta jornada caminhadeira, e em especial ao Caminhadeiro-mor Fortunato de Sousa, pela preciosa ajuda dada no planeamento da mesma.
Certamente que todas as magníficas imagens obtidas pelos nossos repórteres fotográficos, completarão a minha resumida reportagem.

Estava previsto o nosso amigo e companheiro Caminhadeiro Virgílio Vargas participar no evento em questão. Por razões de saúde isso não foi possível. Desejos de uma célere recuperação.

Agradecimentos:
- Hotel Restaurante Convento D’Alter na pessoa do seu Director Sr. Rui Parada pelo esmerado serviço (Almoço+Chá), e não só.
- Coudelaria de Alter do Chão nas pessoas da Sra. D. Inês Correia e da guia Sra. D. Maria José.
- Ao casal (Amália Baptista+António Baptista), amigo do organizador, pela sua participação na jornada.
Saudações Caminhadeiras,

Miguel Cardoso

* Escrito de acordo com a antiga ortografia.

terça-feira, 9 de maio de 2017

* * *Convocatória . 17 Caminhada da Época 2016 / 2017* * * _______ Percurso - Olhar Sobre a Ribeira de Seda ________ * * * * * * * *Seda - Alter do Chão . Dia 17 de Maio* * * * * * * * *


Convocam-se os Caminhadeiros para mais uma caminhada, desta vez a 17ª da época 2016/2017.
O percurso de aproximadamente 9 kms, terá um índice de dificuldade médio baixo e desenvolver-se-á na margem esquerda da ribeira de Seda e também em terras vinhateiras e de olival alentejanas a norte da freguesia de Seda, a qual dista aproximadamente 10 Km da vila de Alter do Chão.
Sendo a 1ª parte do percurso percorrido em estrada camarária, embora com trânsito reduzido, aconselhamos o uso de colete reflector.
Também aconselhamos a utilização de bastão.
Programa:
09:15 horas - Concentração no largo da Igreja Paroquial de Seda
(39º 11' 26,97" N); (7º 47' 20,29" W)
09:30 horas – Início da caminhada
13:00 horas - Almoço no restaurante "Hotel Restaurante Convento D’Alter”
(39º 11' 49,68" N); (7º 39' 29,99" W)
15:00 horas - Visita à Coudelaria de Alter do Chão
17:00 horas - Chá de final de dia na Coudelaria de Alter do Chão



Como Chegar:
Quem for pela A1
              Deixar a A1 no nó do Carregado (saída 4 p/ a A10-direcção Benavente/Algarve);
              deixar a A10 (saída p/ a A13 na direcção da A2/A6/A12/Algarve);
              deixar a A13 (saída 3 na direcção da N10/N119/Coruche/V. Franca);
              virar à direita na direcção de Coruche/Sto. Estêvão (N119) e seguir até ao Couço;
              no Couço seguir na direcção de Montargil, passar por Ponte de Sor, Vale de Açor e finalmente Seda
Quem for pela A6
              Deixar a A6 na 2ª saída em Montemor-o-Novo (saída 4 p/ a N4 na direcção de Montemor/Arraiolos);
              de seguida virar à esquerda na direcção da N4-sentido Estremoz/Arraiolos;
              próximo de Arraiolos, mas antes, seguir na direcção de Pavia;
              em Pavia seguir na direcção de Aviz;
              após Aviz e a barragem do Maranhão virar à direita e seguir na direcção de Benavila/Seda.
Os interessados em participar no evento, devem inscrever-se até ao final de Domingo dia 14 de Maio.
Para todos aqueles que pretendam deslocar-se para Alter do Chão na véspera do dia da jornada, poderão se assim o desejar, ficar alojados no Hotel Restaurante Convento D’Alter.
Para o efeito agradecemos que nos seja dada essa informação, aquando da respectiva inscrição.
Saudações Caminhadeiras, a Galope, a caminho mais uma vez, de terras do Norte Alentejano.
Boa viagem

Miguel Cardoso

sábado, 6 de maio de 2017

* * * * * * * 16ª Caminhada da Época 2016 / 2017 * * * * * * * * De Regresso às Origens . Aldeia Grande-Maxial . Dia 03 de Maio




Álbuns de Fotografias
Local: Aldeia Grande - Maxial
Percurso: 10 Kms – 03:00 horas
Caminhantes: (41) Acilina; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; Angelina Martins; António Clemente; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Irene Afonso; João Duarte; João Figueiredo; Josefa Carrasco; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Miguel Cardoso; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Afonso; Teresa Palma; Vítor Gonçalves;
Caminhadeiro Convidado: Fernando Damil
Só ao Almoço: (1) Gil Furtado
Organizadores: Cidália Marta / Rogério Matias
Almoço: Restaurante da Quinta do Gradil
Próxima Caminhada: 17/05/2017 (Organiza: Miguel Cardoso)
Reportagem:
Foi com grande alegria que recebemos os nossos amigos Caminhadeiros na nossa Aldeia.
Caminhámos com o nosso contemporâneo Fernando Damil, homem com larga experiência nestas actividades, que para além de nos transmitir informação detalhada dos vários pontos de interesse cultural dos lugares por onde iamos passando, também nos guiou pelos caminhos e campos onde a ruralidade ainda se mantém quase em pleno.
Mostrámos os lugares e as casas onde eu e o Rogério nascemos e crescemos. Foi agradável recordar a nossa infância.
Depois seguimos de carro até à Quinta do Gradil, local onde o Marquês de Pombal habitualmente passava as suas férias.
O almoço servido em mesa comprida sob um toldo branco no páteo exterior da Quinta, deu-nos a possibilidade de desfrutar de uma visão panorâmica da nossa conhecida Serra de Montejunto.
A meio do repasto, li um poema intitulado - "Raízes" (*) - que retrata o meu percurso de vida e o sentimento vivido através dela até aos dias de hoje.
Seguimos para a visita guiada à adega e, como é habitual, terminámos com o nosso tradicional chá de final de dia.
Um agradecimento a todos os Caminhadeiros presentes e em particular aos meus conterrâneos Rogério Matias e Fernando Damil, que tanto se empenharam e contribuiram para o sucesso deste evento.
Saudações Caminhadeiras,
Cidália Marta

(*) RAÍZES

Voltar às raízes
É voltar à terra onde nascemos
É voltar à terra onde crescemos
Ao lugar onde fomos tão felizes

As minhas raízes estão aqui
Onde os meus pais me geraram
Onde os meus amigos comigo brincaram
Em tudo o que vivi e não perdi

Com estas raízes construí a minha imagem
Com as raízes da família fui alimentada
Subindo todos os degraus desta escada
Da vida que me fez "Mulher Coragem"

Raízes dos sentimentos e emoções
Das dúvidas e das certezas
Raízes das alegrias e tristezas
Das grandes amizades e paixões

E a raiz de todas a maior
A que está sempre presente
Aquela que o coração sente
Que é a raiz do amor

Mas agora, meus amigos, companheiros
Há uma nova raiz na minha vida
Que alimento e jamais será esquecida
A raiz desta árvore: Os Caminhadeiros!!!!!



quinta-feira, 27 de abril de 2017

* * * Convocatória . 16ª Caminhada da Época 2016 / 2017 * * * De Regresso às Origens . Aldeia Grande-Maxial . Dia 03 de Maio


Os aldeigrandenses Cidália Marta e Rogério Matias, convidam todos os amigos Caminhadeiros a participar na 16ª aventura caminhadeira da época.
Vamos desta vez até à Aldeia Grande - Maxial, localidade onde nasceram os organizadores, daí resultando o nome do evento: “Regresso às Origens”.
Programa do Evento:
09:05 horas – Concentração no parque de estacionamento do Restaurante "O Troféu" (Estrada Nacional 115/2), onde os participantes poderão tomar o pequeno almoço ou tomar o cafézinho da manhã.
09:35 horas – Início da caminhada (percurso de aproximadamente 9 kms com índice de dificuldade médio baixo).
13:00 horas – Almoço no Restaurante da “Quinta do Gradil”.
Depois do almoço, vamos assistir a uma visita guiada à adega da quinta, seguindo-se o tradicional chá de final de dia, servido também neste mesmo local.

Como chegar ao local de concentração para quem vai de Lisboa:
  • Seguir pela A8, saída 8 (Torres Vedras / Alenquer);
  • Na Rotunda depois das portagens, sair na 3ª saída, direção Sarge / Cadaval. Seguir em frente e passados 12 kms (estrada com curvas) chegará ao destino: Restaurante "O Troféu" 
  • (Coordenadas GPS: 39º 08' 58,6" N; 09º 09' 32,4" W)
Como de costume, devem os interessados em participar no evento, formalizar as inscrições através dos comentários desta convocatória, até ao final do dia do próximo Domingo (30 de Abril).
Saudações Caminhadeiras em passada emparelhada,

Cidália Marta e Rogério Matias

quarta-feira, 26 de abril de 2017

* * * *1ª Caminhada Extraordinária da Época 2016 / 2017* * * ______Trilhos de Béjar . Dias 22, 23, 24 e 25 de Abril_____



Local: Béjar, Espanha
Percurso 1: (dia 23) Ruta de las Pedanías; 12 kms – 4 horas
Percurso 2: (dia 24) Bosque del Castañar y Cedro Centenario; 6 kms – 02:30 horas
Organizadores: Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves
Caminhantes: (50) Acilina Couto; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; António Clemente; António Pires; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Cristina Archer; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Francisco Pires; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Sena; Irene Afonso; João Duarte; João Figueiredo; Josefa Carrasco; Juan Ambrósio; Júlia Costa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; M. Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu Esteves; Octávio Firme; Odete Vicente; Quinita Sousa; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Afonso; Teresa Palma; Teresa Santos; Tina Rita; Vítor Gonçalves.
Não Caminhantes: (4) António Miranda; Fernando Couto; Helena Meleiro; Virgílio Vargas.
Próxima Caminhada: 03/05/2017 (Organizam: Cidália Marta e Rogério Matias)
Reportagem:
1º dia (sábado, 22)
À hora certa lá estávamos, nas paragens habituais, onde o autocarro nos recolheu, dando assim início a mais uma festa caminhadeira.
Quando o grupo ficou completo, o Fortunato lembrou-se de lançar um sistema de apostas sobre o Sporting-Benfica, que à noite teria lugar. Deste modo, ao ritmo dos tombos do autocarro, andou diligentemente recolhendo os prognósticos.
O almoço, no restaurante “Primavera”, em Monfortinho, foi abrilhantado pelas (muitas) anedotas contadas pela proprietária, D. Maria do Céu, que não se coíbia de recorrer ao vernáculo e à brejeirice!
Pouco depois das cinco horas, chegámos a Béjar, onde já se encontravam os que se tinham deslocado em carro próprio – o casal Martins, o Carlos Penedo, a Irene e o Rui Afonso.
Tal como previsto, foram os viajantes distribuídos pela Casa Beletri e pelo Hotel Colon.
Depois de instalados e arrumados, saímos em grupos e itinerários vários, a explorar a cidade.
O jantar decorreu com o derby em pano de fundo e dichotes trocados entre benfiquistas e sportinguistas. Estes últimos ainda chegaram a cantar de galo, mas, no final, ninguém se ficou a rir.

2º dia (domingo, 23)
Depois do pequeno almoço, o Sr. Catarino levou-nos de autocarro até ao local onde iríamos iniciar a “Ruta de las Pedanías”, distante de Béjar poucos quilómetros. Durante o percurso, o Fortunato deu conta dos resultados das apostas da véspera. O pecúlio acabou por reverter para o fundo “Caminhadeiros Solidários”.
O tempo estava excelente, a temperatura agradável, e assim fomos seguindo até Valdesangil. Aqui, verificou-se uma das duas notáveis ocasiões em que o Gil Furtado foi à frente do pelotão. Geraram-se várias teorias sobre a origem deste autêntico fenómeno – uns, diziam que seria uma energia especial, transmitida pela toponímia; segundo outros, o senador teria ingerido uma mistura explosiva cujos componentes, por uma questão de pudor, aqui se não declinam…
Na sua maior parte, o percurso caracterizava-se pela colorida presença de giestas, em ambos os lados do caminho. Ao fundo, acima da linha do horizonte, dominavam os cumes da serra de Béjar, ainda nevados.
Já quase no final da caminhada, tresmalhou-se um elemento que, indisciplinadamente, quis seguir à frente do guia. Lá foi o paciente carro vassoura em sua demanda. Espera-se que a criatura tenha aprendido a lição…
No restaurante “La Cerrallana”, repuseram-se as calorias e retemperaram-se as forças, após o que a comitiva seguiu de autocarro até à antiga estação ferroviária, onde se iniciaria a visita cultural, ao Museu Têxtil de Béjar.
Quem pensava que as penas do dia já tinham acabado, teve a grata surpresa de caminhar durante mais de vinte minutos sobre as pedrinhas da antiga linha ferroviária, em grande parte através de um comprido e escuro túnel. Foi a aventura do dia!
No recente Museu Têxtil (inaugurado em 2015), Conchi, a jovem guia, confessou-nos estar un poco nerviosa, pois que era a primeira visita que fazia. Afinal, com mais ou menos barulho, com mais ou menos deserções, lá nos foi contando a história da indústria têxtil bejarana, que remonta à época medieval e teve grande desenvolvimento a partir do século XVII. A presença do rio Cuerpo de Hombre e, posteriormente, a chegada da ligação ferroviária, foram dois factores que muito ajudaram ao seu incremento. Actualmente, das duzentas fábricas que chegaram a existir, restam apenas quatro em funcionamento.
Foram-nos explicados as várias fases do ciclo têxtil, mostrados os diversos equipamentos.
No final da visita foi exibido um pequeno documentário sobre a história do têxtil en Béjar. E ainda bem que foi pequeno, pois, caso contrário, à banda sonora original ter-se-iam incorporado outros efeitos sonoros mais prosaicos…
A organização providenciou que o autocarro fosse recolher-nos ao Museu, o que foi um autêntico bálsamo para as pernas mais doridas!
O jantar, desta vez mais calmo, foi, de novo, na Casa Beletri

3º dia (segunda-feira, 24)
As previsões ameaçavam chuva e na verdade, na direcção em que se iniciava o percurso do dia, o céu estava negro de chumbo.
Mas os Caminhadeiros não devem nem temem e puseram-se a caminho, em fila indiana, por sobre os restos de (mais) um troço da antiga linha ferroviária.
Ainda não haveria uns 10 minutos disto, quando o S. Pedro se esqueceu do pacto que tem connosco. O que vale é que foi por pouco tempo!
Assim, foi já a seco que chegámos junto a uma das várias árvores centenárias existentes na região bejarana, o Cedro de la Francesa.
Documentado o momento e o monumento de várias formas, prosseguimos. O percurso, lindo tal como o do dia anterior, desenrolava-se em zonas de densa vegetação, que a alguns fizeram lembrar a paisagem da serra de Sintra.
Na pausa para comer, junto da Fonte do Lobo, foram os presentes avisados de que, até ao santuário da Virgen del Castañar, se seguia uma íngreme subida, pelo que, quem não se sentisse com forças para vencê-la e assim preferisse, poderia fazê-la de autocarro. Nem uma voz se ouviu! E assim, esforçadamente, fomos trepando esse pedaço de caminho, em bom piso, aliás.
Tendo o cume sido atingido muito antes da hora prevista para o almoço, houve largo tempo para visitar o santuário e a praça de touros, para matar a sede, para cantar à alentejana.
No restaurante - o mesmo do dia anterior - , as mesas estavam enfeitadas com cravos vermelhos, uma gentileza para os clientes portugueses, que muito nos sensibilizou.
Do almoço, por uma estrada malina que deixou muito boa gente “almariada”, seguimos até à estação de ski de Covatilla. Não fizemos ski, mas deu para constatar como a temperatura era diferente da que tínhamos sentido até aí.
Seguiu-se o regresso ao hotel, tendo o resto da tarde sido aproveitado por cada qual como bem lhe pareceu.
Ao jantar, houve várias surpresas, a primeira das quais foi a oferta a cada um dos presentes, por parte dos incansáveis Caminhadeiros-Mores, de uma lembrança deste fim-de-semana alargado em Béjar – um prato de louça com uma reprodução do Cedro de la Francesa. Obrigado, amigos!
Seguiu-se, ainda em aperitivo, a projecção de dois pequenos filmes das Produções Mão Trémula, que provocaram a hilariedade geral e deram direito a bis.
O serão foi de cantorias (os aperitivos oferecidos pelo Sr. Fermín terão tido alguma influência?!), iniciadas com o Hino dos Caminhadeiros. Prosseguiu com a “primeira actuação no estrangeiro” do coro de S. Vicente de Telheiras, centrada no cante alentejano. Quando já se tinha passado ao fado, o Sr. Fermín lembrou que era preciso arranjar a sala para o desayuno do dia seguinte. Se assim não tivesse sido, talvez a estas horas ainda lá estivéssemos…
4º dia (terça-feira, 25)
A manhã começou com as despedidas aos minhotos, que iam, de novo, em transporte próprio.
Dos restantes, alguns foram estrear-se nas compras, em Béjar, e outros ficaram tranquilamente na Casa Beletri.
Pelas onze, feitas todas as arrumações – de passageiros e bagagens – arrancámos, de regresso.
Durante o percurso até Hervaz, houve ocasião para mimosear a caminhadeira Ana Cristina Umbelino com uma selecção de “embutidos tanatorio”, que muito a comoveu!
Em Hervaz, terra de tradição judaica, de novo se dividiram as hostes, tendo uns ido à procura do bairro judeu e outros em busca das compras.
Estava na altura de iniciarmos a viagem de regresso à pátria. O troço até à fronteira, contou com a intervenção erudita do nosso senador-sonhador, que nos presenteou com considerações alusivas ao Dia Mundial do Livro (em torno da dedicatória feita por Miguel de Cervantes, sobre o D. Quixote, ao duque de Béjar) e ao dia da Liberdade (análise sociológica duma quadra popular!).
Ó patrão dá-me um cigarro
Acabou-se-me o tabaco
Que o trigo que eu deito à terra
Fumando dá mais um saco
Voltámos ao “Restaurante Primavera”, para almoçar. Onde a D. Maria do Céu nos brindou com mais umas quantas anedotas do seu “cancioneiro”…
A partir de Monfortinho começaram as despedidas, em sucessivas paragens. O sorriso na cara dos que ficavam em terra a acenar, demonstrava largamente o bom que tinha sido mais este encontro caminhadeiro alargado.
Saudações Caminhadeiras em passada Bejarana,

Maria do Céu Fialho