quarta-feira, 29 de junho de 2016

* * * 2ª Caminhada Extraordinária da Época 2015 / 2016 * * * Final de Época . Pedrógão Pequeno . Dias 24, 25 e 26 de Junho




Álbuns de Fotografias
Local: Pedrógão Pequeno
Percurso: PR2 (SRT) Moinho das Freiras - 08,000 Kms; 3,00 horas.
Caminhantes: (59) Amilcar Queiróz; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; Angelina Martins; António Clemente; António Palma; António Pires; Carlos Evangelista; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Cristina Archer; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Francisco Pires; Gilberto Santos; Graça Sena; Guida Gaspar; Hélia Jorge; Irene Afonso; João Duarte; João Figueiredo; Josefa Carrasco; Juan Ambrósio; Júlia Costa; Lídia Albuquerque; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Graça; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Octávio Gaspar; Odete Vicente; Kinita Sousa; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Afonso; Rui Graça; Teresa Palma; Teresa Santos; São Queiróz; Tina Evangelista; Tomás Pessanha; Vítor Gonçalves; Zé Clara; Zélia Santos.
Não Caminhantes: (13) Acilina Couto; Antonieta Faria; Carlos Penedo; Carmen Firme; Fernando Couto; Helena Reis; Gil Furtado; Lena Meleiro; Manuel Reis; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Teresa Alves; Virgílio Vargas.
Organizadores: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes, Octávio Firme e Vítor Gonçalves.
Próxima Caminhada: 07/09/2016 (Organiza: Dores Alves e Pedro Albuquerque)
Reportagem:
Dia 24 
À hora certa e nos locas previstos, o autocarro, conduzido pelo sr. Rui Mendes, recolheu os grupos de caminhadeiros entusiasmados por mais esta jornada caminhadeira prolongada.
Durante o percurso restante, o Vítor deu algumas informações sobre o programa de fim-de-semana, e apelou à participação na organização de futuras caminhadas. Também como de costume, o Caminhadeiro Gil Furtado ia temperando o ambiente, com as suas intervenções bem humoradas e cheias de oportunidade.
Quando chegámos ao restaurante “Marques” para jantar, juntaram-se a nós a Tina e o Carlos Evangelista, e também a Margarida e o Rui Graça. Estes caminhadeiros foram alguns dos participantes que tinham optado viajar em transporte próprio.
Serão adentro aportámos ao Hotel da Montanha, onde o grupo excursionista já era aguardado pelos casais Firme, Clemente, Martins e Afonso, que também optaram por se deslocar em transporte próprio. Enquanto mimávamos o Octávio, lesionado e de braço ao peito, os quartos foram distribuídos e todos recolheram aos respectivos aposentos.
Dia 25
A paisagem em redor do hotel amanheceu escondida por faixas de nevoeiro. Mas isso foi apenas mais um pretexto para os amantes da fotografia exercer a sua arte. Depois, o sol foi-se impondo, anunciando um magnífico dia para caminhar.
Bem pequeno-almoçados, fomos transportados pelo sr. Rui Mendes até ao Pedrógão Pequeno, onde, na “escadaria” do Mercado Municipal, tirámos a habitual fotografia de grupo.
E deu-se início à caminhada. O primeiro troço era de caminho empedrado, quase sempre a descer, até à ponte filipina, sobre o Zêzere. O Zêzere, aliás, começava a justificar a razão do nome dado a este percurso, apresentando paisagens lindíssimas.
Recuperámos o nível de onde tínhamos descido para a ponte e prosseguimos até ao túnel chamado de “moinho das freiras”, que foi escavado nos anos 50 para facilitar o transporte de materiais para a construção da barragem do Cabril.
A área chamada de “moinho das freiras” (construção que já não existe) apresentava mais à frente uma zona intermodal (!), porque de apoio a caminheiros, cicloturistas e visitantes embarcados. Estávamos ao nível do rio, e ficámos por uns instantes a admirar a estupenda paisagem.
E, obviamente, já que tínhamos descido até ao rio, foi necesssário recomeçar a subir. Numa paragem para reagrupamento o Vítor sentou-se na estrada. E, já que estava a descansar porque não deitar-se?! Para os que estavam perto foi uma galhofa, mas para aqueles que vinham mais atrás, houve um momento de susto, pois pensaram que se tratava de um real desmaio!...
Continuamos a subir, agora por um estreito caminho ladeado de fetos. Não saberíamos dizer qual a perspectiva mais bonita, se a paisagem observada ao nível do rio, se a vista aérea.
Cansados e encalorados, mas com a alma cheia, voltámos ao Pedrogão Pequeno, onde, no bar do Mercado, se deu satisfação a necessidades várias e prementes.
De regresso ao autocarro, passámos no hotel a recolher quem não tinha caminhado. O Luís Santos elogiou a escolha do percurso, agradecendo em nome de todos aos organizadores. Atravessámos então para a margem direita do rio, e fomos almoçar ao restaurante “Lago Verde”, sempre com excelentes perspectivas sobre o rio. Este deslumbrante local proporcionou-nos um prolongado e relaxante convívio. Já a digestão ia a meio quando regressámos ao hotel, onde cada um se ocupou a seu belo prazer.
A sessão de encerramento estava marcada para as sete na sala “Rosmaninho”, e foi o Fortunato que lhe deu início. Fez um rápido balanço da temporada referindo nomeadamente, que as proporções que o grupo atingiu o tem tornado mais difícil de gerir, pelo que, embora a contragosto, os Caminhadeiros Mores foram obrigados a suspender novas admissões.
Seguiu-se um diaporama apresentado pelo Luís Martins, que passou em revista através de uma selecção de fotos, bem como de alguns indicadores estatísticos, o que foi a temporada 2015 / 2016.
A primeira parte da sessão terminou da meljor maneira, com a apresentação de uma montagem de fotos “legendadas”. As piadas eram tão certeiras ou imaginativas, que a hilariedade foi geral e repetida, e no fim, todos deram os parabéns aos autores – o Lúcio, ajudado pela Fátima e pelo Rogério.
Enquanto a sala era preparada para o jantar, aproveitámos o magnífico fim de tarde na varanda. Foi mais outro momento de agradável convívio, até porque, entretanto, já tinham chegado os últimos três participantes, que foram o Carlos Penedo, a Helena e o Manuel Reis.
O jantar foi sofrido e desatento, porque, simultaneamente, Portugal e a Croácia enfrentavam-se nos oitavos do Euro 2016. Como se não bastassem os 90 minutos de perturbação, o empate levou-nos para prolongamento. O Fortunato desesperava, porque queria avançar com o sorteio das rifas para o fundo “Caminhadeiros Solidários”, que a Lina, a Luísa Gonçalves e a Quinita tinham andado a propor-nos. Finalmente, ao minuto 117, um tal de Ricardo Quaresma encerrou a questão, manifestando-se a audiência das mais desvairadas e alienadas formas.
O Fortunato não perdeu tempo e, com o auxílio do jovem João Firme, passou ao sorteio. A manta, confeccionada e oferecida pela Lurdes Clara, calhou em sorte ao casal Manuel Reis Helena Gago.
De seguida, foram distribuídos diplomas e bastões de bronze aos Caminhadeiros: Amilcar Queióz, Céu Fialho, Estela Garcia, Luz Fialho e Teresa Santos, e de prata aos Caminhadeiros: António Clemente, Luísa Clemente, Luísa Gonçalves e José Clara, que durante a temporada 2015 / 2016, totalizaram respectivamente, 250 km ou 750 km a caminhar com o grupo.
O troféu 1.000 kms, foi entregue aos Caminhadeiros: Carlos Evangelista, Luís Martins, Manuel Garcia e Rogério Matias, que durante a presente época totalizaram 1.000 kms a caminhar com o grupo.
Depois foi entregue à Caminhadeira Odete Vicente, o troféu “Paridade de Género Caminhadeiro”, pelo seu contributo em equilibrar o grupo ao longo dos tempos, com elementos do género feminino.
 Ao António Dores Alves foi-lhe entregue o troféu “Segurança no Trabalho”, recebendo um capacete de cor branca com o logo dos Caminhadeiros.
As prendas continuaram e, assim, foram distribuídos blusões tipo polar, seguindo os critérios constantes do “Manual do Caminhadeiro”, entregue na temporada anterior. Foram também disponibilizados exemplares ainda existentes, de coletes reflectores e mochilas pretas, ambos com o logo do grupo.
Por último, a Odete, a Graça e a Teresa Duarte, ofereceram, em nome do grupo, uma pequena lembrança a cada um dos Caminhadeiros Mores, como forma de reconhecimento pelo esforço que continuadamente desenvolvem na gestão das actividades do grupo.
O Vítor encerrou a sessão, fazendo uma breve descrição do que será a próxima época do nosso inigualável grupo, e no final foi cantado por todos a uma só vóz, o Hino dos Caminhadeiros.
A noite teria terminado com o alegre bailarico, ao som das músicas do animador contratado pelos organizadores, se não faltasse cumprir a promessa da Graça Sena– que, se Portugal ganhasse, à meia-noite se atiraria à piscina. E não é que se atirou mesmo?!  Acontece que, por solidriedade desportiva e patriótica, a Lena Meleiro não quis deixá-la sozinha e mergulhou também! Disseram ambas que nunca tinham experimentado água com tão boa temperatura àquela hora da noite.
Dia 26
O último dia, como alguém disse, foi o dia de santa avaria, o que lhe deu o picante necessário para não ser apenas o dia do fim de festa.
Quando, já a bordo do autocarro, nos preparávamos para a visita à barragem, o Vítor comunicou-nos que tinha acontecido uma avaria na suspensão do veículo, pelo que o sr. Rui Mendes já se encontrava em comunicação com a empresa de transportes, para resolver o problema da maneira mais rápida e conveniente possível.
Descem os Caminhadeiros do autocarro, quando o Vítor anunciou que também na barragem se tinha verificado uma avaria, estando a ser desenvolvidos esforços para a sua rápida reparação.
Mas os Caminhadeiros não desistem perante as adversidades e assim, os mais corajosos a pé, os restantes de carro, foram mesmo visitar a barragem, o que aconteceu em dois grupos. Como as condições normais já tinham sido reestabelecidas, tivemos uma apresentação em três momentos. Primeiro, foi-nos feito um enquadramento na história e na geografia da região, posto o que foi descrita a função da barragem do Cabril, no conjunto que forma com a da Bouçã e a de Castelo do Bode. Finalmente, foram-nos explicados os complicados mecanismos que fazem funcionar a “barragem mais alta da Europa”.
O regresso ao hotel contou com a colaboração em repetidas etapas, dos caminhadeiros que tinham levado os seus carros.
Após a chegada do material, o autocarro foi rapidamente reparado e, foi com um atraso quase insignificante em relação ao horário previsto que deixámos o Hotel da Montanha e nos dirigimos para a “Quinta das Oliveiras”, para almoçar.
As despedidas e votos de boas férias, que começaram no restaurante, continuaram quando fomos deixar a Lena Meleiro na estação do Entroncamento, e foram-se replicando em cada paragem para descida de passageiros.
Tomara já que seja Setembro!
Saudações Caminhadeiras,

Maria do Céu Fialho

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Convocatória.2ª Caminhada Extraordinária da Época 2015/2016 Final de Época . Pedrógão Pequeno . Dias 24, 25 e 26 de Junho

Esta convocatória tem apenas como finalidade formalizar a sua publicação. 
As inscrições foram efectuadas por outra via, estando as mesmas já encerradas.
Saudações Caminhadeiras em passada apressada e grande até ao Pedrógão Pequeno,
Fortunato de Sousa

sexta-feira, 10 de junho de 2016

* * * * * * * 19ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * * * * * ____Trilhos da Serra de Montejunto . Dia 08 de Junho____



Albuns de Fotografias
Ceu Fialho
Teresa Palma
Dores Alves
Luz Fialho
Fortunato de Sousa
Luis Martins
Manuel Reis
Data do Encontro: 08/06/2016
Local: Serra de Montejunto
Percurso: Trilhos dos SS e dos Currais e Calçada - 08,000 Kms; 3,00 horas.
Caminhantes: (46) Acilina Couto; Amilcar Queiróz; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; António Bernardino; António Clemente; Carlos Penedo; Celestino; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Ilda Poças; João Costa; João Duarte; João Figueiredo; Júlia Costa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Clemente; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Nela Costa; Odete Vicente; Kinita Sousa; Rogério Matias; Samuel Coias; Socorro Bernardino; Zé Clara; Zélia Santos.
Não Caminhantes: (4) Anabela Paquim; D. Leonor Maia; Teresa Palma; Virgílio Vargas.
Organizador: Kinita de Sousa / Fortunato de Sousa
Almoço: Pic Nic no Parque de Merendas
Próxima Caminhada: 24, 25 e 26/06/2016 (Organiza: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes, Octávio Firme e Vítor Gonçalves)
Reportagem:
Neste bom dia de previsão meteorológica acima dos 32 graus, compareceram no parque de merendas junto ao bar do parque (cuja proprietária nos recebeu amávelmente à hora por nós pedida, e de amplo atendimento e muita simpatia), 46 caminhadeiros prontinhos para mais uma boa caminhada e um dia bem passado. A nossa amiga Teresa Palma por razões de ordem física estava impedida de caminhar.
Tal a confiança no dia e no grupo, que a Clara Maia se fez acompanhar da sua mãe, a senhora d. Leonor, que do alto dos seus jovens 84 anos, transparece alegria, boa disposição, jovialidade e destreza ímpar. Todos gostámos muito de conhecer e conviver com a d. Leonor.
Pelas 10h, após a chamada e contagem dos participantes, foram dadas explicações sobre as duas opções de caminhada a efectuar. Uma mais a Norte, mais curta e com um grau de dificuldade menor; Outra mais virada a Oeste, mais comprida, com grau de dificuldade mais elevado e com piso de pedra solta. Escolheram a primeira 9 caminhadeiros e os restantes 37 óbviamente optaram pela segunda.
Com a temperatura a subir no termómetro à medida que o tempo avançava e que tornava a vida mais difícil aos participantes, o certo é que todos chegámos ao fim com o sentimento de dever cumprido (e para alguns, também comprido).
Como compensação para o esforço dispendido, tivemos o privilégio de poder observar durante os percursos, de paisagens deslumbrantes num local onde o Criador não se furtou a compôr o cenário com imagens de rara beleza numa área protegida e bem conservada.
De regresso ao local de partida e depois de refrescados, era ver as mesas a comporem-se de farnéis bastante coloridos, verdes e  vermelhos das saladas, das quiches, das  pataniscas etc. Eram os brancos das massas, do arroz, cores mais torradas dos pastéis de bacalhau, e croquetes, e mais claros um pouco das empadas e do pão. As cores das febras, entremeadas, chouriços encarnados, pretos, farinheira, os amarelos dos queijos vários. Havia umas pinceladas de preto das azeitonas, das castanhas assadas, nozes especiais do nosso amigo Flôxo e um castanho escuro dos coelhos com arroz dos exímios cozinheiros, Cidália e Manuel Garcia. Castanhos dos diversos chocolates que a Lurdes e o Zé Clara troxeram da Suiça , assim como do enorme bolo de aniversário do Virgilio Vargas, que a sua esposa  Anabela  nos trouxe e quadradinhos de chocolate. Deitemos agora um olhinho para a direita e mais uma cor, alilasada cor de vinho das peras bêbedas do Amílcar. Nem vou apelar  mais aos nossos sentidos visuais, porque quando nos virámos para as frutas e doces, nem vos digo nem vos conto, senão , ficam a  babar. Bem... sempre vos conto que desde bolo de courguete, de côco, de chocolate, de requeijão, de yogurte e nóz,  de feijão,  tarte de limão, roscas, palmiers, bolos  secos em forma de coração, aos quais  juntámos de vez enquando um pêssego, cerejas, maçãs ou quadrados de ananás. Fez-se ali um festival de gastronomia gourmet que foi sempre bem regado.
Depois, para cumprir programa, uns dormiam a sesta, outros foram para o bar tertuliar, jogar cartas ou tomar imperial que o calor apertava, outros tentavam dizer graçolas, piadas, adivinhas, que o cansaço teimava superar. Só algumas pessoas mesmo muito, muito, simpáticas conseguiram aceitar o jogo do fio, que faziamos quando crianças. Houve mesmo dois homens muito interessados e tentaram aprender.
Depois, todos cantámos os PARABÉNS ao V. Vargas à maneira alentejana e com bis, e agradecemos a amabilidade da Anabela e do Virgilio de passarem o dia connosco. Cantámos expontâneamente o que nos lembrávamos, e uma vez a pedido da Zélia e do Luísl Santos, naquela que foi a nossa primeira actuação por encomenda ou ‘on demand’.  O sucesso deste nosso grupo tem decerto muito a ver, para além das lindas vozes que o compôem, com a introdução de um novo elemento que nos acompanhou à viola, ou seja, o nosso amigo Libânio. Dizia o João Figueiredo: Eh pá, o Lúcio toca mesmo bem!... E sempre com o Carlos Penedo a avisar: Malta, temos mesmo de ensaiar, temos de ensaiar a “Rosa Enxertada”. 
Depois chegou a hora do maravilhoso chá príncipe e de Lúcia lima que a Estela e o Manuel Garcia nos serviram. Delicioso e mesmo a calhar.
Após este festival gastronómico, advinho que todos os caminhadeiros entraram em dieta e preparam-se para no dia feriado caminhar e assim continuar até à jornada de encerramento. Aí, já nos encontramos todos refeitos e em “condições para repetir a dose”.
Uma palavra de conforto e desejos de um rápido restabelecimento para o nosso amigo caminhadeiro Otávio Firme, que sofreu uma queda durante a viagem ao Tirol, mas que como sempre se mantém “firme”. Também para a nossa amiga Acilina, que tem um pé imobilizado depois da queda que sofreu durante a descida na caminhada, os desejos de melhoras e de um pronto restabelecimento.
Saudações Caminhadeiras em passada de final de época,

Kinita e Fortunato de Sousa

P.S. - O nosso agradecimento ao Sr. Carlos Ribeiro do Posto de Turismo da Serra de Montejunto, pelo apoio que nos deu nas 2 visitas de reconhecimento dos percursos e na preparação da logística inerente ao evento.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

* * * Convocatória . 19ª Caminhada da Época 2015 / 2016 *** ____Trilhos da Serra de Montejunto . Dia 08 de Junho____


Convidamos todos os Caminhadeiros a participar na próxima caminhada a realizar na serra de Montejunto.
O programa será o seguinte:
09:00 horas – Concentração no parque de merendas da serra de Montejunto (Coordenadas GPS: N – 39º 10’ 47” W – 9º 02’ 59”); O bar do parque vai estar aberto desde as 09:00 horas, para poder servir café ou pequeno almoço a quem estiver interessado.
09:30 horas – Início da caminhada. O percurso de +/- 8 kms com índice de dificuldade médio, exige de cada participante o uso de bastão e calçado adequado a piso com pedra solta.
13:00 horas – Almoço tipo pic nic (Os participantes deverão levar farnel e bebida a seu gosto, pratos, talheres, copos e caneca para o chá, guardanapos e toalha de mesa).
Dado que existe um grelhador no parque, os organizadores contribuirão com grelhada mista (não almoço para todos, mas apenas parte do almoço).
O parque também dispõe de mesas e bancos em pedra, mas uma cadeira adicional poderá dar sempre jeito. O café será tomado no bar do parque.
15:00 horas – Tarde cultural -  Vamos desta  vez dar asas à nossa critividade e preencher a tarde com actividades culturais tradicionais. Exemplos: Adivinhas dos nossos tempos de escola; Jogos tradicionais à moda antiga que se realizavam em festas ou feiras da província; Jogos tradicionais que se jogavam em casa aos serõs em família; Música e cante tradicional ou regional, onde os participantes poderão exibir os seus dotes; etc. etc. etc.
17:30 horas – Chá de final de dia já garantido por um dos caminhadeiros participantes.
Os interessados em participar, devem efectuar as inscrições até à data limite do final do dia da próxima Segunda-Feira dia 06.
Saudações Caminhadeiras em passada pic niqueira,
Kinita e Fortunato de Sousa

domingo, 29 de maio de 2016

* * * * * * * 18ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * * * * * __Trilhos do Caniçal . Lagoa de Albufeira . Dia 25 de Maio__




Album de Fotos:
Luis Martins
Luz Fialho
Dores Alves
Data do Encontro: 25/05/2016
Local: Lagoa de Albofeira
Percurso: Trilhos do Caniçal - 10,000 Kms ; 3,00horas
Caminhantes: (52) Acilina Couto; Ana Leão; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; António Bernardino; António Palma; António Pires; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Duarte; João Figueiredo; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Graça; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Quinita Sousa; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Graça; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves; Zé Clara; Zélia Santos.
Organizador: Estela Garcia / Manuel Garcia
Almoço: Restaurante “O Lagoeiro”
Próxima Caminhada: 08/06/2016 (Organiza: Kinita de Sousa e Fortunato de Sousa)
Reportagem:
À convocatória para a 18ª caminhada da época organizada pelo casal Garcia, inscreveram-se nada menos que 51 participantes. “Cinquenta e um”, agora por extenso, para não haver dúvidas que não me enganei a carregar nas teclas numéricas da minha geringonça tecnológica digital.
Só que a festa estava agora a começar. Por entre o aglomerado de caminhadeiros madrugadores que pautam o seu perfil identitário pela rigorosa pontualidade na chegada ao local de concentração, eis que vislumbro duas figuras inesperadas. Quem são aqueles 2 figurões? Ah!!! Olha, não acredito! São o Bernardino e a sua companheira que vieram de bem longe para se juntarem a nós. Portanto, mais 2 presenças, que somadas aos 51 inscritos perfaz 53 (cinquenta e três) participações.
Face aos factos, desde já os meus parabens à Estela e ao Manel Garcia, por terem conseguido mobilizar tanta gente para os Trilhos do Caniçal. Ou seria pela caldeirada no Lagoeiro? Cá para mim, sou de opinião que foi pelas duas coisas, mas também e muito especialmente pelo saudável ambiente e espírito caminhadeiro que se respira quizenalmente no nosso inigualável grupo.
Excluindo a caminhada de avós e netos onde participaram 37 seniores, acompanhados de 30 juvenis onde vai germinando a fórmula que dará continuidade ao colectivo caminhadeiro, esta foi para já a caminhada mais participada da época.
E que dizer da “Banquinha Gourmet”, obra criativa e muito bem composta por especialidades preparadas com esmero pelos organizadores. Dizia a Cidália com ar afirmativo de quem descodificou um mistério: Ah!!! Agora é que estou a perceber, porque é que o malandro do Manel andou a pedir termos ao pessoal nos últimos dias. Eram para o chá e para o café.
E à medida que os carros iam chegando, lá estavam eles a convidar todos os participantes a saborear os pãezinhos com queijo ou fiambre, água, vinho branco fresco para os apreciadores e bebidas quentes para confortar o estômago. Um toldo listado, uma flor multicolor a decorar o cenário e uma cesta de verga forrada com pano amarelo suave sobre mesa atoalhada da mesma cor, davam um ar de charme à tasquinha improvisada. Tudo isto ao preço simbólico de € 0,01, que também podia ser pago através de transferência bancária.
Já passava das nove e meia, quando o pessoal se reuniu para a habitual foto de grupo, finda a qual o organizador transmitiu a todos, em voz alta e bom som, qual iria ser o programa do dia.
Início da caminhada com 52 (cinquenta e dois) participantes, por falta de comparência do Gil Furtado e da sua cada vez mais inseparável companhia “cãominhadeira”, denominada “Ema”.
Uma chuva tipo molha parvos apoquentou de início os participantes, mas depressa se dissipou a camada de nuvens e o céu aberto com Sol a raiar fez o cenário ficar mais brilhante e o percurso mais curto.
O almoço no restaurante “O Lagoeiro”, estrategicamente localizado com vista sobre as águas calmas da Lagoa de Albufeira, foi a famosa caldeirada, sabiamente confeccionada pela D. Fernanda, cozinheira e proprietária deste bonito espaço.
Antes, durante e depois da sobremesa, fomos brindados pela generosidade dos Caminhadeiros que dias antes tinham terminado os seus passeios túristicos por terras de África e do Oriente. Os nossos amigos Gilberto e Rogério ofereceram a cada um dos presentes uns deliciosos biscoitos de Macau, enquanto as manas Céu e Luz Fialho serviam cálices de Xiripiti da ilha de S. Tomé. O Manuel Flôxo por sua vez também nos ia servindo a sua famosa e velha conhecida aguardente de figo enriquecida com alfarroba do seu Algarve.
A componente cultural estava desta vez diminuída na sua versão tradicional. De qualquer modo, podemos ainda assim configurá-la em vários modelos. Uns quantos tiveram a possibilidade de visitar o Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena, enquanto outros se divertiram ocupando o tempo jogando cartas ou afinando as gargantas e os acordes para o próximo evento caminhadeiro na serra de Montejunto.
O chá com que habitualmente terminamos o programa do dia, foi servido no mesmo local do almoço.
Depois, pouco a pouco, iam os participantes na 18ª caminhada da época despedindo-se uns dos outros, até ao próximo encontro a realizar no dia 8 de Junho.
Saudações Caminhadeiras em passada um pouco cansada de pré final de época,
Fortunato de Sousa

quarta-feira, 18 de maio de 2016

* * *Convocatória - 18ª Caminhada da Época 2015 / 2016* * * __Trilhos do Caniçal - Lagoa de Albufeira . Dia 25 de Maio__

Estão os Caminhadeiros convidados a participar na próxima caminhada a realizar na zona da Lagoa de Albufeira, num percurso de aproximadamente 10 kms,  que denominámos por: “Trilhos do Caniçal”. O índice de dificuldade é médio baixo, mas aconselhamos o uso de bastão.
O programa do dia será o seguinte:
09:00 horas – Concentração no parque de estacionamento do Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena. (Coordenadas GPS: N 38º  31’ 19.89” -  W 9º 08’ 36.22”)
09:30 horas – Início da Caminhada
13:00 horas – Almoço no restaurante “O Lagoeiro “ na Lagoa de Albufeira
17:00 horas – Chá de final do dia no mesmo local
A visita cultural que estava prevista para o “Espaço Interpretativo da Lagoa de Albufeira” não pode ser realizada, dado que as visitas de grupo só podem acontecer às Quintas-Feiras.  Em substituição vamos fazer um passeio pela Lagoa e pela praia circundante. Quem quiser tomar banho deve ir munido de toalhas e protector solar. Quem preferir, pode ficar nas instalações do restaurante jogando cartas ou outro tipo de entretenimento.
As inscrições para o evento devem ser efectuadas até às 12:00 horas da próxima Segunda-Feira dia 23.
Saudações Camiinhadeiras em passada pré veraneante,


Estela e Manuel Garcia

segunda-feira, 16 de maio de 2016

* * * * * * * * 17ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * * * * * * ___Da Praia das Maçãs à Praia da Aguda . Dia 11 de Maio___



Albuns de Fotografias
Luis Martins
Dores Alves
Acilina Couto
Data do Encontro: 11/05/2016
Local: Entre a Praia das Maçãs e Praia da Aguda
Percurso: 7,000 Kms ; 2,30horas
Caminhantes: (44) Acilina Couto; Amilcar Queiroz; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; António Clemente; António Palma; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Duarte; João Figueiredo; Júlia Costa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Graça; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Quinita Sousa; Rogério Matias; Teresa Palma; Vitor Gonçalves; Zé Clara.
Não caminhantes (3): Gil Furtado; Lurdes Clara; Octávio Firme.
Organizador: Graça Sena / Kinita
Almoço: Restaurante O Loureiro
Próxima Caminhada: 25/05/2016 (Organiza: Manuel Garcia/ Estela Garcia)
Reportagem:
Bom dia amigas e amigos, colegas caminhadeiros, embora com algum atraso, pois já podem deliciar-se com fotos que mostram bem a beleza do dia caminhadeiro entre a Praia das Maçãs e a Praia da Aguda passando pela de Azenhas do Mar, todas com bons miradouros. Foi um percurso de 7 Kms com ida à beira mar e vinda pela estrada principal. Percurso esse feito debaixo de chuva torrencial, embora com o sussurro do mar que melódicamente nos acompanhava e chamava a atenção para a sua grandiosidade e beleza, nós iamos ficando com os pêlos eríçados, a pele seca como papel, o nariz a pingar e cheios de abafos, mas tenho a certeza que o que nos aqueceu mesmo foi o calor humano de todos juntos a caminhar. Com os olhos baços de água, bem acaríciados pelo vento deu para apreciar,  ainda que ao de leve, a paisagem,  a agilidade das ervinhas, iluminadas pela água, florinhas bailando com o vento, troncos secos artisticamente desenhados pela mãe natureza, pedras lindas, que pisámos  com dureza mas sem querer magoar. Em contraste havia o som da chuva que batia nas capas e chapéus de chuva, dos passos determinados e apressados contra  a estrada impregnada de água :chap!chap!chap! interrompida por um ou outro:tchxxxxxxxxxx!tchchch!!!!! mais ou menos prolongado à passagem de alguns automóveis para lá e para cá, mas para fugir à lama foi a melhor decisão.  Só tenho a agradecer ao nosso S. Pedro,  mal terminou a caminhada, enviou-nos Sol esplendoroso, acolhedor que nos encheu a alma e permitiu a alguns caminhadeiros estenderem se  na praia a saboreá-lo ou passear  à beira-mar conversando, ou sentar na esplanada  até à hora do repasto. Voltando às contas a ajustar ou não com o S. Pedro, está portanto desculpado, pela água da manhã,  mas  terá de ser melhor recetor e ter mais atenção quando comunicam com ele, ou será que a Graça Sena não lhe pediu como devia nas suas orações!? Palpita-me que houve uma deficiente comunicação nossa, também pedi , secalhar sem ênfase suficiente. Acontece a todos . E tudo se resolve.
Enquanto não serviam o almoço, a Gracinha leu uma alusão ao apreço de cada refeição, apreciando as texturas, os sabores, as cores,etc, todos os pormonores de uma excelente e cuidada apreciação e valorização de cada alimento, um momento alto e muito acarinhado por todos nós. Também li um poema que a Graça amávelmente me deu a ler sobre a amizade, da autoria de um seu  amigo. Muito bonito. E mais um momento alto quando a Clara Maia, leu com amor e entusiasmo um poema da autoria do seu pai (artista sem idade) sobre as nossas caminhadas, lindo. Ficámos muito lisongeados.  Também recebemos uma caneca com o logotipo da 1ª caminhada extraordinária que se realizou à ilha de S. Miguel. Já todos adivinharam das mãos de quem, verdade? Claro, do nosso artista nessa área, o amigo António Palma que deste modo vai enriquecendo o nosso acervo. Todos os presentes agradeceram com palmas, isto por estarmos já com as mãos quentes das leituras apresentadas e da surpresa que foi a entrada na sala de um sr. “enganador” que enviou mensagens lamechas às organizadoras, pesaroso por não poder estar presente. Como somos amigos recebe-mo-lo com alegria e uma salva de palmas.
O almoço no “LOUREIRO” conhecido na zona pela sua boa caldeirada, foi  o prato escolhido pelas organizadoras.
Depois das entradas : queijinhos muito bons, manteigas e patês acompanhadas de bom pão, foram servidas as caldeiradas, que se podiam repetir até ser preciso. O vinho da casa branco ou tinto,  quem quisesse bebia sumos. De sobremesa:  abacaxi, laranja ou tarte de queijada de Sintra, pudim flan, pudim de natas e mousse de manga. Houve cafés ou chás conforme o gosto. Terminado o repasto com quase 100% das pessoas satisfeitas, deram-se parabéns ao cozinheiro. Houve xiripitis vários........   .....  chocolates. E todos satisfeitos dirigimo-nos para o largo da aldeia de Gouveia, para apreciar a toponímia das ruas em lindos azulejos. Aldeia que pertence à freguesia de S. João das Lâmpas e ao concelho de Sintra, cresceu e marcou presença, sendo visitada actualmente por variadas excursões portuguesas e já descoberta há anos por estrangeiros, principalmente ingleses.Tudo isto acontece porque nasceu nesta aldeia um senhor, cheio de amor pela sua Aldeia, ambicioso em promovê-la, aumentá-la, valorizando-a,  pensando sempre no futuro e  aproveitando o momento. O artista sr. José Valentim Lourenço, que protegeu e tentou dia a dia manter as tradições, fazendo melhoramentos, alargando horizontes . Escreveu e fez teatro,  inúmeras quadras que estão em cada rua, contando à época a história ou facto importante dessa rua. Conseguiu  mobilizar a população e promoveu a união entre Gouveia e Fontanelas e foi a “esperança” nessa realidade que o moveu a construir com a população e alguns apoios de diversa ordem  a Capela ou Igreja de Nª. Sª. Da Esperança, cuja imagem levou a benzer ao St. Papa. Com a igreja  manteria unidas as duas populações , muito pela continuidade da procissão de  2ª fª de Páscoa que por sinal era realizada ao domingo por ser o dia em que ninguém trabalhava.Tudo isto nos foi explicado amávelmente, orgulhosamente,  cheio de carinho e amor pela sua filha Pilar Valentim Lourenço, uma das mais valiosas heranças de Gouveia legada pelo sr. José Valentim Lourenço  visto que  deixou também outra filha que ao que percebemos também tem muita arte e que também segue algumas das pegadas de seu pai. A Pilar, continua tal como seu pai a escrever   teatro de  revista ou outro. Faz marchas populares, ou qualquer coisa temática, organiza, supervisiona, faz teatro e adereços, tal como seu pai fazia.  Desde 1964 a 1967, José Valentim Lourenço  escreveu e encenou um programa de variedades no qual se estreou o “Grupo de Teatro”, dando continuidade às cegadas carnavalescas. Foi um êxito de 3 anos,  por exemplo. Pilar além de nos acompanhar pelas ruas mostrando-nos tudo sobre seu pai, ainda nos levou a visitar as instalações da União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia, com escola de música, um grupo de jazz e o teatro com um elenco de mais ou menos 40 elementos,  com bar/restaurante e uma sala polivalente.
Agradecemos  agradados à D. Pilar oferecendo-lhe uma placa habitual dos Caminhadeiros. Rumámos ao “Loureiro” para um chàzinho e voltámos para casa com o estômago quentinho e prontos para uma outra caminhada passados mais quinze dias. 
Saudações Caminhadeiras

Kinita de Sousa

sexta-feira, 13 de maio de 2016

* * * * Caminhadeiros Solidários - Época 2015 / 2016 * * * *


Album de Fotos
Vários  Autores
Caros Caminhadeiros,
Encerrámos na passada sexta-feira, 6/5, por fim, as atividades da iniciativa solidária do ano de 2015.  Foi bom, mas acabou-se!
No plano inicial prevíamos que os trabalhos fossem executados nos dias 4 e 11 de abril, contudo, perante a dimensão das necessidades identificadas  (a cada prego que se pregava, caía mais um pedaço de parede), as características descontínuas do trabalho (necessidade de secagem entre intervenções) e a generosa adesão dos Caminhadeiros, prolongámos os trabalhos para os dias 5 e 6 de maio.
Se para nós foi bom, não o parece ter sido menos para as duas manas donas da casa: elogiaram, agradeceram, riram-se. Precisavam de muito mais (e chegaram a pedi-lo), mas infelizmente isso transcende-nos. Talvez um dia... aquela cozinha...
Ao todo, trabalhámos no local cerca de 180 horas e gastámos aproximadamente 350 Euros em materiais e equipamentos.
Para o ano serão outros, este ano foram: António Carvalho, Carlos Evangelista, Dores Alves, Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves, Maria do Céu Fialho e Odete Vicente.            
Uma palavra especial de agradecimento para o António Carvalho, engenhoso bricoleiro profissional, sempre pronto a ajudar, que não sendo propriamente um Caminhadeiro - será quando muito um Caminhadeiro-que-não-caminha (e neste particular não será o único) -, tem sido um participante ativo e assíduo desde a primeira hora em todas as iniciativas de solidariedade.
Saudações solidárias,

Manuel Pedro



P.S. – Para dar continuidade a esta nossa nobre actividade solidária, agradecemos que nos sugiram nomes credíveis de instituições de solidariedade social ou mesmos de famílias, cujo perfil de fragilidade mereça uma acção do nosso grupo “Os Caminhadeiros “ no próximo ano.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

* * * Convocatória . 17ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * ___Da Praia das Maçãs à Praia da Aguda . Dia 11 de Maio___

Estão os Caminhadeiros convocados para participar na próxima caminhada da presente época.
Desta vez vamos caminhar à beira mar, num percurso de aproximadamente 9 kms com índice de dificuldade baixo.
O programa do dia será o seguinte:
09:30 horas - Concentração no parque de estacionamento da Praia das Maçãs, junto ao restaurante " O Loureiro" (Coordenadas GPS - N38º.825806 - W9º.4689)
10:00 horas - Início da Caminhada
12:45 horas - Almoço
15:30 horas - Visita Cultural
17:30 horas - Chá de final de dia
Os Caminhadeiros interessados em participar, devem efectuar as inscrições através dos comentários desta mensagem até ao final do dia do próximo Domingo.
Saudações Caminhadeiras em passada feminina,

Graça Sena / Kinita de Sousa

domingo, 1 de maio de 2016

* * * * * * * * 16ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * * * * * * _____Pelos Trilhos de Cabeço de Vide . Dia 27 de Abril_____




Albuns de Fotografias
Acilina Couto
Céu Fialho
Céu Fialho V1
Céu Fialho V2
Céu Fialho V3
Céu Fialho V4
Céu Fialho V5
Céu Fialho V6
Luis Martins
Lurdes Clara
Lurdes Clara V1
Lurdes Clara V2
Lurdes Clara V3
Lurdes Clara V4
Lurdes Clara V5
Lurdes Clara V6
Lurdes Clara V7
Maria Da Luz
Data do Encontro: 27/04/2016
Local: Pelos Trilhos de Cabeço de Vide
Percurso: 9,2 Kms ;     2,5 horas
Caminhantes: (46)  Acilina Couto; Amilcar Queiroz; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; Carlos Penedo; Carmen Firme; Celestino; Cidália Marta;  Clara Maia; Ferreira de Almeida; Elisabete Almeida; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Irene Afonso; João Costa; José Marques; Josefa Carrasco; Júlia Costa;  Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro;  Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho;  Miguel Cardoso; Nela Costa; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Quinita Sousa; Rogério Matias; Rosa Silva; Rui Afonso; Vitor Gonçalves; Tomás Santos (guia); Zé Clara.
Não caminhantes (2):    Fernando Couto; Gil Furtado
Organizador: Carmen Firme / Octávio Firme
Almoço: Restaurante da Estalagem Rainha D. Leonor  (telf  245 382 473 )
Próxima Caminhada: 11/05/2016   Organiza : Graça Sena
Reportagem:
A minha opinião sempre foi – e continua a ser- , que não deveria ser o organizador a fazer a reportagem, isto porque por um lado é dificil ter espírito crítico para avaliar as eventuais deficiencias e, por outro, o escriba também não se sente muito à vontade para realçar o que eventualmente tenha corrido bem. Porém, como esse não é o entendimento dos caminhadeiros, deitemos mãos à tarefa…..
Esta caminhada ficou a meio termo entre uma caminhada especial e uma caminhada normal, isto porque, derivado ao facto do local escolhido ficar a cerca de 200 kms de Lisboa, houve 38! caminhadeiros que resolveram ir de véspera. O jantar era livre e os primeiros que foram chegando, com os organizadores à cabeça, pensaram em jantar no próprio restaurante onde, no dia seguinte, teria lugar o almoço oficial. Contactada a D. Anita Leitão, ficou previsto um jantar para cerca de 15 pessoas; pouco depois já eram 25 e, acabaram os restantes, à medida que foram chegando, por aderir ao projecto. Resultado: 38 jantantes. O Fortunato, que chegou à tardinha, foi logo saudado pelos presentes com os 'parabéns a você' pelo seu aniversário.
A D. Anita respondeu também à solicitação de arranjar um bolo de aniversário e o jantar transformou-se numa memorável sessão de convivio que terminaria com o tradicional bolo, regado com champanhe francês, espumante e outras bebidas oferecidas pelo aniversariante e que contou com a presença do Presidente da Junta de Freguesia de Cabeço de Vide, Sr. João Velez.
Passava já da meia-noite quando demos por encerrado o jantar, porque na manhã   seguinte havia que levantar cedo para caminhar.
Às 09.30, tal como previa o programa, já com a presença de todos os participantes e com a fotografia de grupo tirada, estavamos prontos para iniciar a caminhada; faltava, porém, um elemento fundamental, o Tomás Santos, guia do percurso, que chegou ligeiramente atrasado, porque tinha ido fazer um reconhecimento final ao percurso devido às chuvas intensas dos dias anteriores. Tal facto, embora o atraso não fosse maior do que 5 minutos, causou ao organizador um pouco de stress.
Que dizer do percurso, aliás fácil, pela paleta de cores que são os campos do Alentejo na Primavera? Que foi uma maravilha!!!. O percurso terminava com uma subida ao Castelo de Cabeço de Vide e, como passava junto ao alojamento, alguns caminhadeiros mais debilitados fisicamente, entre os quais se encontrava  o escriba/organizador com o seu joelho 'maroto', resolveram parar por ali.
Seguiu-se o almoço com uma ementa tipicamente alentejana e esmeradamente confeccionada e que foi do agrado de todos, bem regado com os excelentes vinhos branco e tinto da região.
No programa seguia-se uma visita às termas da Sulfúrea para onde fomos a pé para ajudar à digestão. Aí fomos recebidos pelo responsável técnico das Termas, Sr. Paulo Bagulho, que nos fez uma pormenorizada descrição das mesmas, das qualidades organoléticas das águas e das suas propriedades terapeuticas, dos programas médicos e de lazer, o que interessou alguns caminhadeiros que mostraram vontade em regressar para usufruirem do tratamento e da tranquilidade e beleza do local. Após a visita às instalações demos por terminada mais esta parte do programa e lá voltámos de novo para o restaurante onde a D. Anita e o seu staff já tinham preparados o chá e uma grande variedade de bolinhos.
Terminada que foi a última etapa do programa oficial, começaram as despedidas até à próxima e os caminhadeiros iniciaram a viagem de regresso às suas casas. Não todos, porque ainda houve 13 resistentes que aproveitaram a oportunidade para visitar um dos famosos locais de comida tradicional da região o Restaurante Álvaro, na Urra, onde além das entradas com produtos regionais, nos deliciámos com alguns pratos regionais confeccionados à maneira caseira e antiga.
Os oito mais resistentes ainda ficámos para o dia seguinte e, depois do pequeno almoço, lá regressámos às origens.
Antes de terminar esta mal alinhavada crónica, quero expressar os agredecimentos, que são merecidos e devidos, ao Sr. Presidente da Junta de Cabeço de Vide pelo apoio e disponibilidade sempre demonstrada, nomeadamente em conseguir o guia para o percurso da caminhada e por facilitar a visita às Termas que, para quem não sabe, são pertença da Junta de Freguesia desde o reinado de D. Maria II, que lhe concedeu o respectivo alvará. Agradecer também à proprietária da Estalagem Rainha D. Leonor e seu Restaurante, e ao seu staff, nomeadamente o empregado de mesa, João, pela disponibilidade e vontade de agradar e resolver todas as questões que lhes foram sendo postas; ao guia Tomás Santos pelo lindo percurso que escolheu para nós; ao Sr.João Bagulho pela apresentação que fez das Termas; e 'last but not least' os agradecimentos à 'mana do Céu' que, com as suas famosas notas, me ajudou a elaborar a reportagem.
Com os agradecimentos a todos pelas provas de carinho e amizade demonstradas,  aqui ficam as

Saudações Caminhadeiras

Carmen e Octávio Firme