sexta-feira, 20 de novembro de 2015

* * * * * * * * 6ª Caminhada da Época 2015 / 2016 * * * * * * * * Do Gil às pêgas e outros animais, por terras chãs e outras mais _______Dia 18 de Novembro - Vale de Santarém _______




Álbuns de Fotografias:
Acilina Couto 
Luis Martins 
Dores Alves
Gil Furtado
Fortunato de Sousa
Maria da Luz
Data e local do encontro: 18/11/2015, no Vale de Santarém.
Caminhada: 8 km percorridos em 2h30m.
Guia: Sr. Alfredo Lobato, do Movimento Ecologista do Vale de Santarém (http://movecologsita.blogspot.pt/).
Visita cultural: Pólo de Investigação da Fonte Boa, ex-Estação Zootécnica Nacional (Tel: 243 767 300), coordenada pelos Dr. António Horta e Engº António Sequeira.
Participantes: (40) Alfredo Lobato (guia), Acilina Caneco, Amílcar Queiroz, Ana Leão, Angelina Martins, António José Clemente, António Palma, António Pires, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carmen Firme, Clara Maia, Dores Alves, Fortunato de Sousa, Francisco Pires, Gilberto Santos, João Duarte, João Figueiredo, Júlia Costa, Kinita de Sousa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Manuel Flôxo, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves, Maria do Céu Fialho, Maria Luísa Morgado, Miguel Cardoso, Octávio Firme, Odete Vicente, Pedro Albuquerque, Rogério Matias, Teresa Palma, Vítor Gonçalves e Gil Furtado.
Ao almoço: no salão de eventos da Messe Fonte Boa (Menina Liliana Baptista, 243 760 454, car.fonteboa@gmail.com): (42) Aos 40 caminhantes juntaram-se o Engº António Sequeira e o caminhadeiro Virgílio Vargas.
Ao lanche: na Padeirinha de Vila Chã de Ourique (Tel: 243 799 000, upacal@sapo.pt): (38) Todos os que caminhararam excepto a Clara Maia e a Júlia Costa.
Organizador: Gil Furtado, excelentemente coadjuvado.
Próxima caminhada: em 02/12/2015, será organizada por Quinita de Sousa e Balão de Sousa.

Apesar de inscritas, por motivos de força maior as caminhadeiras Cidália Marta e Graça Sena não puderam comparecer. Para ambas, o abraço solidário de todo o grupo, e à pequenina Leonor desejamos rápida e boa recuperação.

Reportagem:
Passemos desde já aos devidos agradecimentos:
À Drª Olga Moreira, coordenadora do Pólo de Investigação da Fonte Boa (actual nome da instituição), que autorizou a visita, e à Dona Luísa Monteiro, que assessorou;
Ao Dr. António Horta, que nos recebeu no Centro de Documentação e Informação do INIAV - Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária (anterior nome da instituição depois de, ao longo da sua história, ter tido vários outros), proporcionando-nos uma panorâmica das actividades;
Ao Engº António Sequeira, que nos guiou na visita ao Sector Agro-Pecuário da Estação Zootécnica Nacional (primitivo nome da instituição localmente conhecida como Quinta da Fonte Boa);
À menina Liliana Baptista e ao Sr. José Ribeiro Valbom, do Centro Associativo de Alojamento e Restauração da Fonte Boa (Serviços Sociais da EZN), à Dona Bia e às cozinheiras e outro pessoal, que, cada qual em suas funções, contribuíram para que usufruíssemos de uma boa refeição;
Ao gerente e demais pessoal da padaria, pastelaria e restaurante Padeirinha de Vila Chã de Ourique, pelo bom lanche servido;
Ao Sr. Francisco Botelho, pela sua ajuda no estabelecimento do itinerário primeiramente previsto, o qual, por força das circunstâncias, teve que ser desprezado;
À Dona Sandra Couto, do Grupo Pé na Terra, de Vila Chã de Ourique , cujas sugestões foram muito úteis (https://m.facebook.com/P%C3%A9-na-estrada-Night-Runners-859389434076111/);
A um anónimo cidadão de Vila Chã de Ourique, frequentador da Taberna do Gil, também pelas suas pertinentes sugestões;
Às Juntas de Freguesia de Vila Chã de Ourique e do Vale de Santarém, que se mais não ajudaram foi porque não puderam, e especialmente a esta última, que me facultou os contactos com o Movimento Ecologista do Vale de Santarém;
E – em último lugar porque foi o primeiro –, ao Sr. Alfredo Lobato, pela sua enorme boa vontade e inteira disponibilidade. Sem ele, talvez não tivesse havido caminhada.

Como é habitual nas nossas jornadas, reunimo-nos à hora e no local acordados, fomos ao encontro do Sr. Alfredo Lobato que nos esperava no ponto de início do percurso, por ele guiados – e ao seu ritmo obedecendo – caminhámos, de seguida almoçámos, cultivar-nos, lanchámos e demos o dia por terminado. No rosto de todos havia satisfação e, ao longo do dia, todos os que para a alegria geral contribuíram foram felicitados.
Era noite quando regressámos às nossas casas, cansados.

Desta vez, a reportagem fica por aqui. Assim, será ao gosto dos que as preferem curtas e concisas, enxutas e sem delongas. Aliás, eu mesmo já a acho demasiado extensa. Fico agora à espera dos comentários que a enriqueçam, pois, por certo, cada qual teve a sua visão particular do dia e gostará de opinar sobre o que viveu (recuso-me terminantemente a usar um verbo agora muito em moda): a afabilidade com que fomos recebidos, a paisagem, o estado do tempo, o percurso, a geografia, a flora, a geologia, a qualidade dos retemperadores repastos, a beleza dos animais, os sons, as cores, as histórias ouvidas, as experiências recolhidas… Cada Jornada dos Caminhadeiros é um Universo. Espero que alguns comentem em verso.
Foi um gosto ter estado convosco, e um grande prazer ter reencontrado alguns caminhadeiros que têm rareado.
Sempre um pouco cansado, despede-se o

Gil Furtado

16 comentários:

Luis Fernandes disse...

Depois de 3924 alterações ao texto, parece que o Gil ficou satisfeito. Quem diz que ele escreve muito, esta reportagem demonstra o contrario. Quanto à caminhada, só digo que cada vez vai ser mais difícil superar as anteriores.

Saudações em passada de reportagem curta

LF

DoCeu disse...

Espantámos a vilória
Com a nossa madrugada
Assomavam à janela
E não percebiam nada

E depois, em procissão
Lá fomos dar ao sapato
Não sem antes encontrar
O nosso guia Lobato

O percurso, sempre plano
Não provocou quaisquer ais
E assim fomos deslizando
Entre couves e nabais

Também houve a parte urbana
Não sei, não levem a mal
Mas no Restaurante Kikas
Tinham mudado a vogal

A Taverna era do Gil
Mas não foi lá que almoçãmos
Zarpámoa prá EZN
E que bem que nós ficámos

À tarde foi o outro o passeio
Com certas características
E por isso eu acho mal
Se não contar prás estatísticas

Visitamos as vaquinhas
Sempre, sempre, a andar à roda
Guiados pelo engenheiro
Que é quem "percebe da poda"

A sessão no auditório
Essa correu menos bem
Havia quem dormitasse
Chiu, por favor não digam quem

A chazada foi na vila
Em terra de tradições
A nossa amiga Quinita
Explicou-nos as construções

Toda a agente a declarar-se
Sem fome, pança em sarilhos
Mas eu vi-os enfardar
Bolos à fatia e pampilhos

Por tudo o que fica dito
Foi 'ma jornada baril
E por isso aqui declaro
Obrigado, amigo Gil!

M.Luz disse...

A caminhada foi óptima, amigo Gil, a comida excelente, e a parte cultural bastante agradável, ainda que desafiando, por instantes, as nossas células olfactivas :)
Um grande Obrigada ao organizador!

(E se bem que encómios em família nem sempre sejam isentos, manda a honestidade que aplauda quem correspondeu ao desejo, expresso pelo Gil, de haver comentários em verso!)

Maria da Luz

Miguel Cardoso disse...


A pedido do organizador
Cá vai o meu comentário
Uma jornada de grande primor
Que ninguém diga o contrário

Caminhada bem delineada
E uma almoçarada muito BOA
Com uma visita cultural guiada
Tudo isto na FONTE BOA

Foi em Vila Chã ao anoitecer
Que o chá das cinco foi tomado
Ao amigo Gil quero agradecer
Pelo dia bem passado


S.C.
M.C.

sandra c. disse...

Muito obrigado pela vossa oferta da camisola para recordação em nome do pé na estrada de vila Chã de ourique
Aqui fica o nosso link
https://m.facebook.com/P%C3%A9-na-estrada-Night-Runners-859389434076111/
Cumprimentos
Sandra Couto

Acilina disse...

Declaro-me encantada,
E sem jeito para versejar
O meu muito obrigada
Aqui quero deixar.

Mais uma bela jornada
Em excelente companhia
Se eu não fosse à caminhada
Toda eu me tolhia.

mreis disse...

isto de dizer a rimar
não é p'ra qualquer um
em prosa vou comentar
como caminhadeiro comum

A caminhada foi curta na verdade mas teve alguns requintes que convem ficar registados.
O primeiro foi o óptimo guia que o Gil desencantou (era tão bom que o houvesse em todas...), mantendo o grupo 'agrupado' durante quase todo o percurso e enriquecendo a caminhada com umas referencias à paisagem, e não só: o pinheiro quadricentenário, a casa em ruínas descrita por Garrett (Viagens na Minha Terra?), a casa da Quicas, uma nascente aqui, mais um moínho ali, os resíduos mal-cheirosos na região, etc, etc.
De saudar o regresso dos 'veteranos' caminhadeiros manos Pires e Floxo que só agora inauguraram a época, mas mostraram que estão ali para as curvas.
O almoço foi uma agradável surpresa, num local inesperado (cantina, refeitório de um serviço público)e se há alguma coisa a dizer é que foi opíparo demais.
Depois da visita anterior a uma cerâmica industrial, desta vez vimos um serviço público de investigação, útil, de qualidade, essencial para pequenos agricultores. Foi bonito ver tantos caminhadeiros a perceber de clonagem e inseminação artificial... para mim foi mais uma colherada de conhecimento e cultura.

como caminhadeiro comum
um apelo aqui vou deixar
temos que evitar o zunzun
quando o Gil estiver a falar

M Gabriela Bentes disse...

Um beijo saudoso a todo o grupo
Gabriela

Vit.Gonçalves disse...

Cada um tem o seu gosto
E escreve como lhe apetece
Mas na verdade só bem disposto
Dá os parabéns a quem merece

Que Gil diferente pudemos ver
Compenetrado, forte e decidido
Tão longe do "pode ser pode ser"
Quando alguém estava perdido

Com tudo bem planeado
Pronto para fazer esquecer
Aquele último cosido salgado
Que nos apresentou para comer

Enxutas e sem delongas
Curtas e concisas
Reportagem que não prolongas
Para alem do que precisas

Tão parco em palavras assim
Nem te reconheço Gil Furtado
Mas o interessante para mim
FOI MAIS UM DIA BEM PASSADO.

VG

ANTONIO PIRES disse...

Gostei

Joao Figueiredo disse...

Tenho quase a certeza que vou mais uma vez surpreender o Gil,pois é a segunda vez que escrevo um comentário com mais de duas palavras (tudo no mesmo evento).
Em primeiro lugar para concordar com o nosso amigo Fernandes quando escreve que desta vez poupaste na escrita (tal como eu na minha expressão oral)
Em segundo lugar para dizer que,de facto, perderia muito se tivesse faltado.
Acrescento aqui uma nota menos boa,que foi ver aquele espaço (Estação Zoológica) num estágio tão decadente preferia vê-lo num estágio mais...agora aqui bloqueei, qual o antónimo? Para dependente seria independente para decadente será indecadente? Mas soa me
mal! Gil só tu é que me podes ajudar.

Fortunato de Sousa disse...

Por incapacidade ou falta de inspiração, vejo-me forçado a comentar a reportagem da 6ª caminhada da época através de mera prosa e não de rima como o organizador do evento tinha pedido.
Este comentário será pelas minhas contas o 12º, o que me parece ter sido a reportagem que mais comentaristas mobilizou desde o início das nossas actividades. Confidenciou-me o meu amigo Gil Furtado, que era este o seu objectivo, serem os participantes no evento, através dos seus comentários complementarem a reportagem. E se a ideia foi boa, o resultado não podia ter sido melhor. Assim ficámos a conhecer com mais detalhe as capacidades de caminhadeiras e caminhadeiros que raramente aparecem nesta janela indiscreta do blog.
Agora, da minha parte, o que posso dizer é apenas confirmar e reconhecer todo o esforço do nosso amigo Gil em prole da causa caminhadeira. Ele que até agora tinha o merecido título de senador, atribuído e reconhecido pelo universo caminhadeiro, mas que durante o almoço da passada caminhada nos comunicou em voz alta e bom som, que recusava esse estatuto, já que se sentia agora mais sonhador que senador.
E foi aí que percebi o porquê do sonhador. Tinha-me dito uns dias antes: Sabes Balão, ando com alguma dificuldade em dormir. Agora levanto-me sempre cedo, eu que tanto gosto de prolongar o sono pela manhã fora.
Portanto, na impossibilidade criativa de lhe responder através de versos da minha autoria, aqui lhes deixo uma quadra que faz parte do “Fado Sonho”(Francisco Duarte Ferreira) e que reza assim:
Na minha cama, só, estava deitado
E sem poder dormir pus-me a sonhar
Eu sonho muitas vezes acordado
E o que sonhei então vou-lhes contar
Foi este o sonho que o nosso amigo Gil nos contou e pôs em prática na passada Quarta-Feira dia 18 de Novembro no Vale de Santarém e Vila Chã de Ourique, e que através de um grande abraço eu lhe agradeço,
Fortunato de Sousa

P.S. – Uma saudação muito especial à minha amiga Gabriela Bentes pelo seu regresso ao mundo caminhadeiro através do seu bonito comentário. Agora falta o seu regresso real às caminhadas, que me parece poder edtar para breve.

Rogerio disse...

Ola Gil
Surpreendeste me pela positiva, claro,demonstraste domínio elevado na organização da tua excelente caminhada, segurança na orientação dos caminhadeiros, amabilidade na relação com o grupo, disponibilidade entusiasta na partilha de saberes/experiencia, conhecimento elevado da região.
Gostei de tudo
Parabéns
Rogerio

LM disse...

Versejar não vou, que a tal não me atrevo, pois que com tão bons poetas e prosadores ficaria, decerto, em muito má posição.
No entanto, apenas mais um pequeno comentário para a estatística do Fortunato e para a excelente jornada caminhadeira organizada pelo nosso prezado senador... perdão, sonhador!
Bem sonhada ou mal pensada, o certo é que valeu pela originalidade, pela coerência e pela qualidade..
Muito obrigada, Dom Gil Furtado.

LM disse...

Embora o comentário anterior seja da Angelina faço minhas as suas palavras.
Um abraço, Gil.
LM

António Dores Alves disse...

Gil,
Boa caminhada, bom almoço, boa parte cultural, bom chá, bom regresso e um esforço enorme do organizador para que assim fosse.
Parabéns e obrigado