segunda-feira, 23 de março de 2015

* * * * * * * 14ª Caminhada da Época 2014 / 2015 * * * * * * * ____Trilhos da Lampreia e do Sável - Dia 18 de Março____




Álbuns de Fotografias:
Lúcio Libânio
Maria Do Céu Fialho
Dores Alves
Fortunato de Sousa
Raul Almeida
Maria da Luz Fialho
Luis Martins
Data do Encontro: 18/03/2015
Local:  Constância – Parque Ambiental de Santa Margarida
Percurso: - 09, 500 kms - 03: 00 Horas
Caminhantes: (39) Amílcar Queiróz; Angelina Martins; António Clemente; António Palma; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Dores Alves; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Gil Furtado; Helena Meleiro; João Duarte; João Figueiredo; José Clara; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Flôxo; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Graça; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Quinita de Sousa; Raúl Almeida; Rogério Matias; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves;
Organizador: Lurdes Clara e Zé Clara
Almoço: Restaurante “O Almourol” (Tel. 249.720.100)
Próxima Caminhada: 01/04/2015 – (Fortunato  de Sousa e Victor Gonçalves)
Reportagem:
Às 9h30m de acordo com a convocatória tinham chegado quase todos os Caminhadeiros junto ao Parque Ambiental de Santa Margarida, onde teve início a nossa caminhada.
Depois das habituais saudações e tirada a foto de grupo, com a pontualidade que nos caracteriza, às 10h00m partimos para um percurso de cerca de 9Kms. Tivemos sempre por perto o S. Pedro que apesar das ameaças nos protegeu da chuva. A determinada altura do percurso fomos confrontados com uma descida austera, mas com o apoio do caminhadeiro “mor” Vitor e do organizador conseguimos minorar a dificuldade. O nosso estimado amigo João Duarte sofreu uma queda, que apesar de aparatosa não teve consequências graves. Aproveitamos para lhe desejar uma rápida recuperação.
Mais adiante, depois de uma merecida pausa, o grupo separou-se, optando os mais ousados por seguir junto ao leito da Ribeira da Foz e que de acordo com os comentários valeu bem a pena o desvio, pela paisagem que puderam desfrutar, embora com algumas escorregadelas com direito a molha involuntária. Depois do grupo se ter reunido de novo e antes do final da caminhada, esperava-nos a subida mais difícil, mas que heroicamente foi superada por todos. Atenção: finalmente tivemos a companhia do Gil Furtado depois de algumas ausências a caminhar, mas ao ter conseguido acompanhar-nos do princípio ao fim, não vai ter perdão para futuras faltas.
Por fim, com a sensação de caminhada cumprida, partimos em caravana para o restaurante “O Almourol” onde fomos recebidos com a habitual simpatia do Sr. José Ferreira e seus colaboradores, com um beberete acompanhado de agradáveis aperitivos e com uma prova de azeite, seguido do merecido e desejado almoço de sável, lampreia e grelhada mista, todos com nota francamente positiva. Depois da sobremesa o caminhadeiro Gilberto, acabado de chegar de Curaçau presenteou-nos com um belíssimo licor “Curaçau Azul” que fez as delícias de todos. Tivemos também um pequeno mimo (mel) da região dos organizadores. E o café foi acompanhado com deliciosa casca de laranja cristalizada gentilmente oferecida pela nossa amiga Luisa Clemente. Aproximava-se a hora da nossa visita cultural pelo que regressámos ao Parque Ambiental de Santa Margarida para a visita ao Borboletário Tropical. Aí esperava-nos para uma visita guiada o Engº Tiago e a Bióloga Sónia que tão sabiamente nos elucidaram do ciclo de vida das borboletas seguida de uma visita ao seu habitat. Para finalizar a jornada regressámos ao restaurante onde tinhamos almoçado para aí tomarmos o habitual chá acompanhado de bolos variados muito saborosos.
Por fim rumámos aos nossos lares, já a pensar na nossa próxima caminhada em que teremos o privilégio de ter por companhia os nossos futuros seguidores.
Saudações Caminhadeiras,

José Clara/Lurdes

7 comentários:

mreis disse...

Bela caminhada com dificuldade q.b. e em que todos puderam caminhar, incluindo o relapso Gil. Espero ainda pelas fotos que completarão a reportagem, mas ficam já aqui uns apontamentos sobre a parte do percurso que ficou na sombra, porque o repórter não esteve lá.
Eu estive e ainda bem, porque o caminho é lindíssimo com veredas ao longo do ribeiro, árvores cheias de musgo caídas sobre a água, emaranhado de vegetação que até parecia que 'nunca a mão do homem pôs lá o pé', como dizia o caminhadeiro Queiroz. Fizemos para aí umas 3 travessias em ziguezague e tudo correu bem, mesmo com as quedas da Margarida e deste comentador que caiu mesmo à agua e ficou que nem um pinto em dia de chuva forte.
Não posso passar sem agradecer ao Vítor pelas calças, ao Evangelista pelas cuecas e ao Penedo pelas meias e sapatos. Sem eles não teria almoçado tranquilo aquele belo sável, não teria assistido ao belo espectáculo das borboletas e estaria provavelmente ainda a curar-me de alguma constipação. Muito obrigado aos 3, para mim ainda são mais santos que o s. pedro do bom tempo.
E aos Clara, claro, pela organização, pelo miminho do mel e por mais um dia bem passado.

Maria do Céu disse...

Como diz o Manel Reis, valeu bem o caminho pela margem do rio. E eu também meti a pata na poça, e se não fora umas meias extras do Gilberto, também almoçaria o belo sávelde pézinho molhado. Obrigada aos Claras pelo magnífico passeio, mel, e borboletário.
Bjs. Céu.

Miguel Cardoso disse...


Agradecimentos ao casal Clara (Lurdes+José) por nos terem proporcionado mais uma agradável jornada, bem como pela oferta do saboroso mel. Bem hajam.
Magníficos instantâneos captados pelo Raul Almeida aos exploradores do Amazonas.

*escrito de acordo com antiga ortografia

S.C.,
M.C.

DoCeu disse...

Foi um dia muito simpático - agradece-se a organização aos organizadores e a companhia a todos. Mesmo a "subida magana" já é agora só uma recordação divertida :)
Depois de ver as fotos, e apesar dos malhos, mais pena tenho ainda de não ter ido pela beira-rio! Mulher de pouca fé...
Até Mafra, com os netos!
Céu

Rogerio disse...

Parabéns ao casal Clara pelo excelente dia que nos proporcionaram, foi de facto muito agradável, gostei de tudo,até da lampreia.
Bem hajam Casalinho
Roger

António Dores Alves disse...

Obrigado e parabéns à Lurdes e Zé Clara por esta jornada tão bem sucedida. Tudo correu pelo melhor.
Abraços

LM disse...

Já há muito que temos estado arredados dos comentários às diversas caminhadas que fizemos. Não é situação para me gabar, já que os comentários que todos fazemos servirão, certamente, – ou deveriam servir - para melhorar os desempenhos dos futuros organizadores.
Neste momento debato-me com o problema de saber qual o critério que vou usar para classificar esta última caminhada. Assim, tenho quatro opções: ou digo mal, ou digo assim-assim ou digo bem ou digo que foi perfeita.
Nem a primeira nem a última usarei: porque ninguém é tão imperfeito ou perfeito que mereça o ‘privilégio’ da primeira nem a classificação da última. Embora ambas sejam úteis porque se a primeira serve para não deixar ‘ajavardar’ as caminhadas, a última servirá sempre como meta perfeita a atingir (e isso, meus amigos, não sei se será possível).
A segunda opção já a pensei algumas vezes – e falo por experiência própria - não por acção ou omissão deliberada dos organizadores, mas por factores alheios e imponderáveis que aqueles não têm a possibilidade de controlar ou que foram causados por uma certa inexperiência em tais andanças.
É certo que nem todas as caminhadas se podem gabar de ter classificações altas em todas as suas componentes; é natural porque normalmente há sempre algumas que se destacam de outras e porque os gostos de cada caminhadeiro também são diferentes uns dos outros.
A terceira opção – que tem vindo a crescer cada vez mais – é aquela a que nos temos vindo a acostumar e em que os diversos componentes duma caminhada têm vindo a melhorar, a ser cada vez mais aperfeiçoados e a atingir um nível muito alto, por vezes até superior em alguma dessas componentes.
É aqui que insiro a presente caminhada: um nível muito alto. Se não vejamos que a caminhada até teve dois percursos: um com direito a banhos e outro a seco, um mais lento e outro em que os caminhadeiros até deslizavam pelo chão para serem mais rápidos. E não é que desta vez até houve três pratos à escolha: peixe ou peixe ou carne? E não é que houve também um mimo para todos?
Não posso, por isso tudo, deixar de dar uma classificação muito alta a esta caminhada.
E, embora aconteça com todos os organizadores, não quero deixar de agradecer todo o vosso trabalho e recordar as preocupações que foram sofrendo e ultrapassando ao longo do tempo de preparação.
Bem hajam, amigos Lurdes e Zé Clara.
Angelina e LM