quarta-feira, 30 de abril de 2014

* * * * * * * 1ª Caminhada Extraordinária 2013 / 2014 * * * * * * * Pelo Coto de Doñana . Dias 25, 26 e 27 de Abril




Local: Coto de Doñana e Matalascañas (Espanha)
Percurso: 2, 5 kms + 3 kms + 5, 5 kms – 03:00 Horas
Caminhantes: (58) Alda Lavrador; Alice Miranda; Ana Penedo; Anabela Paquim; Angelina Martins; Antonieta Faria; António Clemente; António Palma; António Silva; António Vaz; Armando Lourenço; Carlos Penedo; Carlos Barbosa; Carlos Rocha; Cármen Firme; Chico Pires; Cristina Archer; Duarte Vilar; Estela Garcia; Filipe Ribeiro; Fortunato Sousa; Francisco Sanchez; Gabriela Bentes; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Sena; Hélia Jorge; Isabel Pereira; Ivone Vilar; João Costa; João Duarte; Juan Ambrosio; Lina Fernandes; Lizete Lourenço; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Pereira; Manuela Sanchez; Maria do Céu; Margarida Graça; Mónica Rocha; Nela Costa; Octávio Firme; Odete Vicente; Quinita Sousa; Rogério Matias; Rui Graça; Sofia Vaz; Teresa Palma; Teresa Santos; Tomaz Jorge; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves;
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Refeições: Restaurante do Gran Hotel del Coto
Próxima Caminhada: 07/05/2014 (Miguel Cardoso)
Reportagem:
Ao começar a reportagem o cronista quer, em primeiro lugar, dar as boas vindas ao Francisco Sanchez, à Manuela, ao António Vaz, à Sofia, ao Juan Ambrósio, à Cristina, ao António Silva, à Ana, ao Carlos Rocha, à Mónica, ao Manuel Pereira, à Isabel, os quatro últimos vindos do Porto, e o Francisco Sanchez e a Manuela  vindos de Zaragoza. Os Caminhadeiros não param de aumentar! Ainda uma saudação especial à Alda e à Anabela, que embora já tenham participado em eventos caminhadeiros, fizeram as suas primeiras caminhadas com o grupo.
Bem-vindos a todos, esperamos que tenham gostado e contamos  convosco em futuras iniciativas!
A jornada caminhadeira começou bem cedo (às 05.30) para o escriba e seus acompanhantes ribatejanos; Os outros participantes foram-se juntando a nós nos pontos previstos, sem atrasos, e cerca das 07.15, com a entrada do Chico, já passada a Ponte,  lá seguimos, 52 caminhadeiros, com destino à nossa aventura em Terras Andaluzas.
Na primeira paragem técnica, na área de serviço de Grândola, veio a primeira surpresa proporcionada pelo Vítor: Um pequeno almoço constituído por sandes mistas, leite com chocolate e sumos que a Cármen, a Luísa Gonçalves e a Cristina fizeram o favor de preparar e distribuir; havia ainda um termo com café que rapidamente se esgotou. A ideia era não perder demasiado tempo nas paragens, para cumprir horário e chegar a Matalascañas a tempo de poder almoçar, pois o almoço do primeiro dia já estava incluído no pacote que tínhamos contratado com o hotel. A propósito deste almoço vamos relatar um facto hilariante: o nosso “senador” Gil Furtado, quando tomou consciência que o almoço seria no hotel foi ao microfone do autocarro protestar que a última comunicação enviada sobre a viagem se prestava a várias interpretações e que ele julgava que o almoço seria em pic-nic, questionando-se sobre o que havia de fazer ao arroz de ervilhas que trazia. No início todos julgávamos que era mais uma brincadeira do Gil, mas como ele continuava a insistir, aos poucos fomos acreditando…
Tendo em conta a data festiva, o Gil pediu para colocar dois cravos vermelhos na frente do autocarro e a Odete anunciou um pedido do Manuel Reis que constava da leitura do poema do José Fanha, “Eu sou Português aqui” , que foi declamado, magistralmente como ela já nos habituou, pela Quinita.  Foi ainda exibido um vídeo do almoço da caminhada da Amieira do Tejo, no restaurante o Túlio, com a animação proporcionada pelo Inácio e onde alguns caminhadeiros, - os do costume – mostraram os seus dotes artísticos. E com mais uma paragem técnica junto à fronteira lá chegámos, exactamente à hora prevista, -14.30 – ao hotel, onde nos esperavam os seis restantes elementos, já atrás mencionados e, de imediato, fomos almoçar. Almoço concluído, feito o ‘check-in’, aproveitámos para descansar um pouco até às 17 e, cumprindo o programa, fomos visitar o santuário da Virgem do Rocio e todo o seu entorno, onde as senhoras aproveitaram para começar a adquirir os ‘recuerdos’ da ordem… No regresso e depois do jantar, houve a animação prometida com baile, cartas e tertúlias. No que diz respeito ao jogo de cartas, experimentem jogar à sueca com um baralho espanhol e verão como é fácil e bom…

O segundo dia da nossa aventura caminhadeira começou com uma alvorada tipo militar, antes do nascer do Sol, pois tínhamos de ir tomar o pequeno-almoço logo à abertura do restaurante (às 07.30 hora espanhola) para podermos estar na aldeia do Rocio pelas 08.30, onde nos esperavam os veículos todo-terreno para fazermos a nossa observação sobre a fauna selvagem e a flora tipicamente mediterrânica da reserva Natural e da Reserva Nacional do Coto de Doñana. Como era de esperar não fomos afortunados e não conseguimos ver o ex-libris do Coto – o Lince Ibérico -. Vimos uma grande variedade de Aves, autóctones e migradoras, alguns (poucos, mamíferos) fizemos ‘birdwatching’ numa construção preparada para o efeito e onde ainda nos foi passado um filme com as actividades e particularidades do Coto e suas reservas (Natural e Nacional) e, ao fim de quatro horas bem passadas, regressámos à aldeia do Rocio, onde as senhoras aproveitaram para fazer as compras que não tinham conseguido no dia anterior e outros participantes aproveitaram para degustar a famosa gamba branca de Huelva com as refrescantes cañas. De regresso ao hotel para o almoço e, ainda no autocarro, procedeu-se à distribuição por cada participante da lembrança relativa a esta caminhada extraordinária, constituída por um pratinho decorativo e respectivo suporte, com a imagem do lince, a data do evento e o ‘logo’ dos caminhadeiros, uma feliz composição artística da autoria do Luís Fernandes. A avaliar pelas reacções imediatamente manifestadas, a lembrança foi do agrado geral!
A organização procedeu a uma alteração ao programa anteriormente comunicado, constituída pela troca das caminhadas: as caminhadas no Coto passaram para a tarde de sábado e a caminhada no passeio marítimo passou para a manhã de domingo, isto motivado porque o hotel exigia que, por motivos de se encontrar lotado, libertássemos os quartos até às 12.00 de Domingo. Passada a maior hora do calor, às 17.00 partimos para a zona do parque denominada “La Rocina”, onde de acordo com o programa se iriam realizar 2 caminhadas: a primeira – la rocina – de 3,5 kms e a segunda, do “palácio del Acebron”, de cerca de 1,5 kms. Por sugestão da senhora de serviço à entrada do parque, procedemos aí a mais uma alteração para podermos chegar ao palácio del Acebrón com ele ainda aberto, pois fechava às 19.00. Aproveitámos o Palácio para tirar mais uma fotografia de grupo e, na bem organizada exposição do seu interior, tomámos contacto com o que era a vida no século passado nas marismas do actual Coto e apercebemo-nos das transformações para os tempos de hoje. De seguida demos início à nossa primeira caminhada por terras Andaluzas. Uma caminhada pequena, mas muito bonita, que mais parecia ser no interior duma floresta tropical. A variedade da flora era imensa e pena foi que não tivéssemos tido tempo para a observar com mais atenção. Estou certo que constituiu um deleite para o nosso artista da fotografia… Para os incrédulos, o nosso amigo Gil procedeu à deposição para os pássaros do parque do seu arroz de ervilhas. Afinal era verdade!!!
Como o tempo já escasseava, resolvemos anular a caminhada de ‘La Rocina’ e fomos directos para a zona de ‘El Azebuche’ onde tomámos de assalto a ‘tienda’ que já estava a fechar e onde o responsável, a contragosto nos atendeu e, certamente, acabou por fazer mais negócio do que tinha feito durante todo o dia. Seguiu-se mais uma caminhada de cerca de 4 kms em terreno mais aberto que o anterior, sempre sobre um passadiço de madeira, de forma a proteger o ambiente e interferir o menos possível com a vida selvagem. Já de regresso e cerca das 21.00, ainda no autocarro, foi a ocasião para cantarmos os parabéns pelos 65 anos do Fortunato, lhe oferecermos uma prenda simbólica e um postal ilustrado com a assinatura de todos os caminhadeiros, que ele agradeceu muito emocionado. Depois do jantar seguiu-se a animação nocturna onde muitos caminhadeiros e caminhadeiras aproveitaram para dar ao pé e ‘abanar o capacete’. De salientar a exibição da Odete e do Luís Fernandes a dançar o tango ‘la cumparcita’, que pôs em delírio os próprios espanhóis presentes. Os ‘pés-de-chumbo’ aproveitaram para umas libações . No dia seguinte diziam que a sopa de grão lhes tinha feito mal….

Como tudo o que é bom tem um fim, chegou o último dia.
A caminhada da manhã de 5,5 kms pelo passeio marítimo foi uma maravilha, pois a maré estava baixa e a manhã esplendorosa. A temperatura era a ideal para se poder fazer uma caminhada a passo acelerado. De regresso ao hotel e já com o banho tomado e as malas feitas, houve um convívio agradabilíssimo nos jardins junto às piscinas, até à hora do almoço que foi antecipado para as 13.00. A partida foi marcada para as 14.00, sendo a primeira paragem no convento de ‘La Rábida’ onde teria lugar a visita e com ela o encerramento das actividades. Mais uma vez, houve que fazer uma alteração ao programa inicial, visto que não contámos com uma instituição espanhola chamada ‘siesta’. O convento só abria às 16.00 !!!. Logo ali foi tomada a decisão de não esperar pela abertura do convento e proceder de imediato ao início da viagem de regresso, dado que um atraso de, pelo menos, duas horas, iria fazer com que chegássemos muito tarde a Lisboa. Ali nos despedimos do simpático casal Sanchez e dos nossos companheiros do Porto que também resolveram não esperar pela abertura e regressaram de carro ao Porto. (mais propriamente a Vila do Conde).
A primeira paragem, ainda em terras andaluzas deu-se na área de serviço de ‘los mellizos’ por uma indisposição momentânea da Teresa Palma. Já anteriormente e durante o almoço, tinha estado indisposta a Gabriela. Felizmente que se tratou de casos, embora dolorosos, passageiros. Durante a paragem em ‘los mellizos’ deu-se uma inesperada e muito aplaudida exibição da Cármen que mostrou o seu ‘salero’ bailando duas ‘sevillanas’  com a empregada do bar. De regresso ao autocarro, saliente-se a exibição em estreia mundial do filme ‘A Canção de Lisboa’ , uma exibição fadista da Graça Sena, muito aplaudida pelos que ainda conseguiam estar acordados. O nosso amigo Gil tinha ainda na manga uma parte cultural que consistia na leitura, por parte da Cármen do início do ‘Dom quijote de la mancha’ , de uma adivinha do autor dos versos que ele iria ler e ainda da leitura de alguns poemas de um dos grandes poetas andaluzes  - Federico Garcia Lorca – por parte deste vosso escriba. Por minha sorte, começou o relato do Benfica e já não houve mais nada para ninguém. Fica para a próxima, Gil!
E assim chegámos cerca das 21.00 a Lisboa, onde terminou a nossa aventura.
Não quero terminar sem destacar o bom humor, a paciência e a boa disposição permanentes do condutor do autocarro, José Timóteo. Um grande bem haja para ele.
E aqui terminam estas mal alinhavadas descrições do vosso escriba de serviço. Sempre disse e mais uma vez reafirmo que a reportagem deveria ser feita por outro que não o organizador, pois assim teria a liberdade de emitir juízos de valor no que diz respeito à organização. Desta forma, esperamos os vossos comentários e as vossas críticas no sentido de podermos melhorar organizações futuras.

Saudações Caminhadeiras,

Cármen e Octávio

7 comentários:

Juan Ambrosio disse...

Como este é que é o local correto para deixar o comentário repito aqui o que já disse anteriormente.

Caros amigos,

Chegados a casa queremos agradecer o carinho com que fomos acolhidos.

Obrigado por este fim de semana. Queremos que seja a primeira caminhada de muitas.

Obrigado por nos acolherem no vosso grupo.

Com amizade,
Cristina Archer e Juan

Maria do Céu disse...

Ãos organizadores o meu muito obrigada, aos que se lembraram do lanche, que soube muito bem, também. A companhia foi boa e venham mais caminhadas com saúde e alegria.
Bjs. Céu.

Carlos disse...

Parabéns aos organizadores deste fim de semana caminhadeiro e um grande bem-hajam por várias razões. Em primeiro lugar pela coragem e determinaçao com que abraçaram este projecto, que como todos sabem e puderam comprovar, não é tarefa fácil e exigiu certamente muito trabalho e despeza. Em segundo lugar pela maneira como, em conjunto com os caminhadeiros-mor, souberam ultrapassar os imprevistos que lhes foram surgindo e não foram poucos. Em terceiro lugar pela magnifica reportagem que acaba da ser publicada e que eu, embora pense como o Octávio, que não deve ser o organizador a fazer a reportagem, desta vez tenho que felicitar o repórter bem bela maneira como terninou a faena-Tipo afarolado que deixa o pessoal a bater palmas.
Gostaria também de agradecer a todos os caminhadeiros presentes e em especial aos organizadores e aos mores, pela maneira como acolheram os novos caminhadeiros presentes, particularmente a Ana e o António, e os meus amigos de Vila do Conde, que penso que puderam testemunhar a maneira cordial e familiar como recebemos
e que é também marca característica de Os Caminhadeiros.
Como dizia o Chico Pires num dos seus comentários eu tanbém digo - Gostei, quero mais.
Haja saúde e vamos provar a pinga de Borba.
CPenedo

Fortunato de Sousa disse...

Muito ou quase tudo já foi dito sobre o êxito desta inesquecível viagem que realizámos ao Sul de Espanha no passado fim de semana, evento que em linguagem caminhadeira os organizadores denominaram por: “Pelo Coto de Doñana”.
No entanto, deixem-me apenas acrescentar mais algumas palavras – que nunca serão demais – para deste modo perpetuar o nosso agradecimento à Carmen e ao Octávio pelo empenho, entusiasmo e espírito de grupo Caminhadeiro que os acompanhou em todo o longo projecto de realização deste evento.
Para todos os que já organizaram uma caminhada normal que realizamos a cada 2 semanas, sabem do empenho e dedicação que são necessários dispender, para que no dia da verdade tudo esteja de acordo com o planeado e as expectativas dos participantes não saiam diminuídas. Agora imaginem o que é organizar um evento de 3 dias a uma longa distância, com toda a logística associada ao mesmo e garantir que os riscos de falhar sejam mínimos ou nulos. Fala-vos quem tem vivido e acompanhado algumas destas experiências e posso-vos que garantir que não é obra fácil de levar a cabo. (Sabia-o nosso saudoso Carlos Sales, como também o sabe o Gilberto, o Manuel Pedro, o Carlos Penedo, o Carlos Evangelista, o Chico Pires, o Vitor Gonçalves o Luís Fernandes e todos os que de algum modo organizaram ou se viram envolvidos na realização de caminhadas extraordinárias). Em todos estes casos, os organizadores deslocam-se ao local a expensas próprias com a antecedência adequada de modo a garantir que todos os participantes tenham a vida facilitada. Os valores dos serviços contratados são negociados quase ao centímo para que o preço do pacote final seja o mais baixo possível. Sem experiência acumulada neste ramo de actividade melhor é quase impossível.
Tal como acontece na quase totalidade dos eventos por nós realizados, também desta vez o nosso fundo de maneio cresceu em benefício do colectivo, fruto de uma boa gestão dos organizadores e a disciplina rigorosa do Luís Fernandes, o nosso Ministro das Finanças.
Agora a reportagem redigida a 4 mãos pelo casal Firme e as imagens dos nossos repórteres fotográficos, foram a cereja em cima do bolo e que me dispensam de prolongar este já meu longo comentário.
Portanto, para a Carmen e para o Octávio, cujo desempenho nada ficou a dever ao que deve ser exigido a uma boa agência de viagens, o meu agradecimento pelo excelente fim de semana passado em convívio Caminhadeiro 'Pelo Coto de Doñana' e “Matalascañas”.
Saudações em passada orgulhosamente Caminhadeira,

Fortunato de Sousa

Gabriela Bentes disse...

Completamente recuperada da indisposição (que felizmente não chegou a perturbar o regresso de todos os amigos caminhadeiros a terras Lusas),quero 1º que tudo agradecer o carinho/ preocupação/ mimo e muito mais de que fui alvo por parte de todos. Agora deixo uma grande beijoca à minha médica particular que de tudo fez para que eu melhorasse, desde massagens a uma sopinha que tão carinhosamente me trouxe, e dali não queria arredar pé apesar de me ter confessado antes de saber que eu estava indisposta que estava a ficar cheia de fome. A Teresa também ali de pedra e cal, uma querida, não consegui que fosse almoçar. Carmen, a tónica ajudou a melhorar um bocadinho, e Vitor o chá acabou por completar o tratamento. Dói dóis à parte :) ... aqui estou também para agradecer ao Firme e à Carmen o excelente fim-de-semana que nos proporcionaram. Como o Balão disse: O vosso desempenho nada ficou a dever ao exigido a uma boa agência de viagens. Gostei imenso! O lanchinho também veio mesmo a calhar e assim se vê a grande capacidade de organização/improviso deste grande grupo. Por fim quero agradecer a uma senhora muito prendada e creativa que brindou as senhoras com um cabide/embrulho super "cool" onde já pendurei um vestidinho fresco como o próprio cabide. Tks Céu um beijinho. Beijos e abraços a todos e até à próxima .....

Rogerio disse...

Parabéns à Carmen e Firme pelo belíssimo fim de semana que nos proporcionou. Gostei desde do princípio ao fim, foi excelente.
Bem hajam
Bjs/Abc
Roger

Maria de Lurdes Barbosa disse...

Parabéns à Carmen e Firme ( e aos outros organizadores) pela excelente organização, e muito obrigado pelo espectacular fim-de-semana que nos proporcionaram!

Obrigado também a todos os Amigos Caminhadeiros pelos 3 dias de saudável convívio, que nos deixam sempre vontade de voltar!... sempre que nos seja possível... lá estaremos junto da v/simpática e agradável companhia!

Beijinhos e abraços para todos,
Lurdes e Manuel Barbosa