sábado, 2 de abril de 2016

* * * * * * * *15ª Caminhada da Época 2015 / 2016* * * * * * * ___Avós e Netos de Novo no Jamor . Dia 30 de Março___




Albuns de Fotografias
Acilina Couto
Luis Martins
Ceu Fialho
Luz Fialho
Fortunato de Sousa
Carlos Evangelista
Gil Furtado
Data do encontro :  30 / 03 / 2016
Local: Lisboa - Parque Urbano do Centro Desportivo do Jamor
Percurso: 06, 700 Km em 2h30m
Organizadores: Fortunato e Kinita de Sousa
Caminhadeiros Avós: (37)Ana Bela Santos,  Acilina Couto, André Correia,  Angelina Martins, Ana Cristina, Carlos Evangelista,  Cidália Marta, Clara Maia, Cristina Sousa, Dores Alves, Estela Garcia, Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Gil Furtado,  Ilda Poças, Joaquim Monteiro, José Correia, Júlia Costa, Lídia Albuquerque,  Luís Fernandes, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Manuela Correia, Michele Santos; Margarida Lopes, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves, Maria do Céu Fialho, Miguel Cardoso,  Odete Vicente, Pedro Albuquerque, Quinita de Sousa, Sara Morais Pinto, Vítor Gonçalves.
Caminhadeiros Netos (30): David e Leonor Poças, António, Daniel e Martin Santos, Matias Gonçalves, Tomás Martins, Manuel Fernandes, Inês Garcia, Lourenço Garcia , Leonor Fernandes,  Inês Azevedo, Gonçalo Henriques, Manuel de Sousa, Frederico de Sousa, Joana de Sousa, Pedro de Sousa, Diogo Correia, Leonor Couto, Tiago, Sara, Bianca, Diogo e Rita Fialho, Alexandre, Isabel e Inês Albuquerque, Guilerme Monteiro, Lourenço e Hugo Furtado.
Só almoço: Fernando Couto
Almoço: Restaurante “A Canoagem” (tel. 913072821)
Próxima caminhada: 13 a 17/04/2016 (organiza : Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves)
Reportagem:
Eu esperançosa que os jovens visitem o blog
Olá!!!! Jovenzinhos e jovens caminhadeiros da já célebre “Avós e Netos”.  Venham ao blog dizer de vossa justiça, podemos sempre melhorar. Deixem-nos comentários e ideias, e assim poderão sentir-se sempre bem a caminhar connosco, os menos jovens.
Ora o que eu constatei nesse dia foi, convívio, alegria, momentos muito divertidos e  penso que a refeição e o chá também agradaram a todos. Agradou-nos a simpatia dos elementos do restaurante “A Canoagem”. E vi os menos jovens agradecer uma vez mais ao S. Pedro, que nos deu um óptimo dia de final de Março. Ficámos a conhecer-nos um pouco mais, pois houve quem se esforçasse para que pelo menos na mesa dos jovens, começassem a saber os nomes uns dos outros. Conhecemos o caminhadeiro mais novo, o Alexandre, a Isabel, as várias Inês, as várias Leonor,o António, o Gonçalo, o Guilherme, a Rita, o David, o Pedro, assim como a Michèle, a Ana Bela, a Sara, e a Manuela. Para a próxima conheceremos mais novos caminhadeiros/as e talvez consigamos inovar em algo que consiga (quem sabe) trazer de volta o jovem e então assíduo Gonçalo Garcia. Penso que com imaginação quase tudo se consegue.
E dedico-vos estes versos. Espero que gostem.  E como recordar também  é viver...

De Carlos Conde  
         
É tão bom ser pequenino
Ter pai, ter  mãe ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós

De Mª. Carolina do Coutto

E quando a idade chegar
Que eu seja elegante e alternativa,
Que eu mantenha a curiosidade,
Não abandone minha vaidade,
E nunca esqueça que fui e sou
Uma mulher de verdade

Que eu seja independente
Leve, linda e mantenha o coração ardente
Que eu saiba ser grata,
E cultive belas lembranças
Daqueles que amo, dos bons amigos,
E das minhas andanças

Que eu tenha muita lucidez
E não perca a esperança
De nascer outra vez.

Nós “Os Caminhadeiros”, renasceremos em cada caminhada.
Kinita de Sousa

8 comentários:

Maria do Céu disse...

Pois é muito bom ver os petrizes felizes e os avós babados. Quro mais fotos sff. Céu

M.Luz disse...

Aqui venho, na qualidade de representante da Rita, Diogo, Bianca, Sara e Tiago, dizer de sua (deles) justiça; ora atentai bem:
- que gostaram muito de tudo, em especial da canoagem
- que só não gostaram de ficar molhados (deve ser do vício dos entretenimentos virtuais, esqueceram-se que ali era a sério... ;))
- que para a próxima querem "um caminho com mais árvores, subidas e flores" (sic)
Ah, e deram Nota 10 à Organização! :)

Por mim, volto a agradecer todo o trabalho e paciência que permitiram mais uma bela "Avós e Netos"
E as fotos já não demoram, prometo!

Maria da Luz

mreis disse...

Desta vez não é para falar da bela organização da caminhada mas sim da poética reportagem da nossa sensível Kinita que nos veio brindar com dois belos poemas relacionados com o tema da caminhada. E assim se percebe melhor porque gostamos tanto de a ouvir declamar: é que ela gosta de poesia, respira poesia, transmite poesia. Obrigado Kinita.

PS - apertem com ela nos Açores, não deixem que ela se escape a recitar uns poemas.

cristi disse...

Fantástico! Mais uma vez, passámos um dia maravilhoso, cheio de boa disposição e alegria!
Os avós são de facto o máximo! todos os avós! VIVA AOS AVOS!! e em especial aos avós do meu filho que para além das caminhadas maravilhosas, colocam o mesmo empenho e alegria na presença e ajudas do dia a dia! Obrigada

O Digui comentava connosco, ao final do dia antes de adormecer de cansaço e entusiasmo: " O vôvô Manato teve mesmo uma grande ideia." :D

Obrigada a todos os caminhadeiros, por também abrirem as portas aos pais.
Boas caminhadas
Cristina Sousa

Kinita disse...

Ena, estou com o ego mesmo em alta, está cheeinho, muito agradecida a quem comentou este/a comentário/reportagem ou melhor dizendo reportariocomentagem que foi feita com gosto e boa vontade embora um pouco apressadamente por já estar em atraso. A próxima sairá melhor. Bjs

FotosCaminhadeiros disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gil Furtado disse...

Queridas Caminhadeiras e caros Caminhadeiros

Comecemos pela Emma. Tinha eu, num papel solto, os apontamentos que me haviam de guiar para escrever este comentário, vai ela apanhou-o, numa ausência minha, e brincou com ele até o destruir. Acho que foi uma maneira de manifestar a sua concordância com o que eu escrevera, ou seja, gostou do dia. Aliás, só outros cães e as crianças poderiam gostar tanto como ela: é a grande vantagem de saborear apenas com a inocência dos sentidos
Passemos ao Lourenço. À mãe, disse que o dia foi «fixe e divertido». A mim, numa conversa telefónica, quando o felicitei por ter vencido o medo de entrar na canoa – «Disseste ao medo “Vai-te embora, medo, que eu não quero ter medo na minha cabeça” e conseguiste! Muitos parabéns!» – corrigiu-me: «Não, Avô. Eu tive sempre medo. Porque tu disseste que estiveste de cabeça para baixo…».
Já o Hugo está na fase dos monossílabos: «Aborreceste-te, Hugo?», «Não.». «Gostaste?», «Sim.» É sinal de que gostou mesmo.
E o Velho? O Velho Avô apreciou muito. Diverti-me a sério e disse-o imediatamente ao organizador Balão de Sousa e a outras pessoas. Costumo gostar das nossas jornadas, com excepção de algumas caminhadas mais violentas ou de alguns almoços menos conseguidos e de vinhos velhacos, mas gostar tanto como desta acho que tem sido raro. Não sei explicar, mas “Avós e netos” – e está tudo dito.
Porém, tenho uma queixa: mesmo com netos de todas as idades, alguns bem novinhos, houve avós, talvez avôs – não sei se apenas um ou se mais, pois não sou fiscal –, que não conseguiram engrenar uma velocidade mais baixa que a sua habitual «sexta, fora-de-mão nas curvas e sempre a acelerar».
(Também uma “queixa” burocrática, a despropósito, mas reli agora mesmo, no blogue, a lista das presenças: alfabeticamente, Gil Furtado vem antes de Gilberto Santos. Não é que tenha importância…)

Gil Furtado disse...

Revejo também os álbuns de fotografias:
No álbum da Caminhadeira Acilina, apetece acrescentar a legenda “Bonequinha de porcelana” numa fotografia que não preciso identificar, e, mais à frente, uma, com três jovenzinhas abraçadas e um rapazinho mais novo, resume o espírito da jornada: «Amizade e alegria».
Do álbum do “mestre” Luís Martins, destaco, pelas cores bem puxadas, a borragem, Borago officinalis L. de seu nome científico. (Podes pôr na legenda, que esta eu sei, Luís).
Numa das fotografias da Céu Fialho, tomei mesmo a liberdade de acrescentar uma legenda. Se a fotógrafa não gostar, retiro-a (mas tenho pena).
Da Luz Fialho, realço a mensagem contida na foto do carreiro que se divide e também o tapete – ou almofada – de trevos.
Já do Fortunato, digo que é o homem dos sete instrumentos. E sai-se bem com todos. Só borra a pintura quando me fotografa – mas a culpa não é dele.
Dos disparos certeiros do Carlos Evangelista, o desembarque da Quinita constitui uma série de antologia! Olha se o Vasco da Gama tivesse desembarcado assim na Índia!... Nunca teríamos tido Império!... (De cada vez que vejo, rio. Desculpa, Quinita, mas não aguento! Nos Açores, como é que vais desembarcar do avião? Quero estar lá para ver! Carlos, prepara a máquina...)
A propósito de fotografias de crianças, uma reportagem de “Avós e Netos” sem elas não seria reportagem. Mas compreendo que algumas pessoas tenham receio de um excesso de exposição. Não sei é até que ponto é perigoso nem quando o começa a ser. Ao pedido de autorização que fiz antes da publicação, recebi algumas respostas positivas e nenhuma negativa, mas gostaria de ouvir opiniões esclarecidas e esclarecedoras sobre este problema, que é uma das realidades da nossa actual sociedade.
Para terminar, felicito a Quinita pela reportagem. Ela, perfeccionista, fica sempre insatisfeita – tens que tratar disso, Balão – , mas olha que não tens razão, caminhadeira Quinita. A reportagem, dirigida aos jovens, pois que a jornada foi feita para eles, e escrita em estilo coloquial, está bem achada. E o recurso à poesia também foi uma boa ideia. A propósito: quem será esta Dona Maria Carolina do Coutto? Não é propriamente o José Régio, que a nossa Quinita tão bem declama, mas sempre serviu para se dizer que os Caminhadeiros renascem em cada caminhada.
(Talvez sim, mas há algumas em que eu saio de lá mais morto que vivo!...)

Sempre atrasado, despede-se o

Gil Furtado