terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

* * * *Convocatória . 12ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * ___De Algés (quase) à Senhora da Rocha com Picasso à Vista__ * * * * * * * * * * * * * * * Dia 04 de Março * * * * * * * * * * * * * *


Convidam-se todos os “Caminhadeiros” para a 12ª caminhada da época, a realizar no dia 4 de Março na zona de Algés e Estádio Nacional (conhecido lá pr´o Norte como o “Estádio de Oeiras”)

Programa:

09:30: Concentração junto à estação ferroviária de Algés do lado do Tejo, coordenadas 38º 41’ 52” N 9º 13’ 43” W
(O estacionamento é para procurar por ali, à volta do local de concentração, mais coisa menos coisa, e vale para todo o programa)

09:45:  Início da caminhada
9,3 suaves quilómetros (mais fáceis do que limpar o rabinho a meninos), que certamente não farão história

12:45: Almoço no Restaurante A Caravela, mesmo do outro lado da linha férrea.

15:00: Visita à exposição “Picasso Mestre Universal” no Palácio Anjos.

17:00: Chá no restaurante   A Caravela.

Acesso: pela CRIL, pela Marginal ou de comboio

Inscrições até domingo, 29 de Fevereiro

Saudações caminhadeiras,

MC/MP

sábado, 22 de fevereiro de 2020

* * * * * * * * 11ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * Caminhar por Torres Vedras com Magia e Fantasia . Dia 19 Fev.



Álbuns de Fotografias
Raul Almeida
Dores Alves
Carlos Evangelista
Luz Fialho
Data do Encontro: Dia 19 de Fevereiro
Local: Torres Vedras
Percurso: Caminhar por Torres Vedras
Distância: 9,000 kms
Participantes: (34) Ana Umbelino; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fernando Bernardino; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; João Duarte; João Figueiredo; José Iglésias; Júlia Costa; Kinita de Sousa; Lúcio Libânio; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Maria do Céu Esteves; Natália; Raúl de Almeida; Rogério Matias; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara;
Guia: Alberto Oliveira
Só ao Almoço: (7) Angelina Martins; Graça Sena; Helena Meleiro; Leonor Maia; Luís Martins; Olívia Martins (neta da Angelina e do Luís Martins); Virgílio Vargas;
Organizador: Rogério Matias
Próxima Caminhada: Dia 04 de Março; Organizam: Maria do Céu e Manuel Pedro  
Reportagem:
Aos 19 dias  do mês de Fevereiro de 2020 realizou-se em Torres Vedras a caminhada nº 12 do grupo dos caminhadeiros, com o titulo “Caminhar por Torres Vedras com Magia e Fantasia", tendo como organizador o caminhadeiro Rogério Matias. Contou com a presença de 41 participantes e com o seguinte programa:

9h00 Concentração na Expotorres
10hh Início da caminhada
13h00 Almoço no Restaurante “O Faustino”
15h00 Visita ao Monumento Carnavalesco
17h00 Chá no café cheirinho

Depois do “coffee break”, iníciamos a nossa caminhada à hora prevista. Estava uma manhã fria, mas com uma claridade deslumbrante e com um leve toque a Primavera. Percorremos 7,700 kms com um grau de dificuldade baixa. Mais uma vez São Pedro esteve connosco, assim como tem estado em todas as caminhadas organizadas por mim. Obrigado São Pedro por teres sido generoso comigo.
Chegou a hora do repasto, no restaurante “O Faustino” que apresentou um serviço eficiente, com qualidade e simpático, cuja ementa agradou a todos.  É de salientar as sobrenesas.
Após o almoço, fomos agraciados com a companhia do nosso já conhecido  guia cultural Paulo Ferreira  que nos levou a visitar  o monumento Ex libris do Carnaval de Torres Vedras( o mais português de Portugal) situado na praça do Império, este ano  com o tema “Magia e Fantasia”  .
Depois do chá no café “Cheirinho”, chá com bolos caseiros que agradou a todos os presentes. Parabéns à Gerência pela simpatia.
Procedemos à eleição da melhor fantasia caminhadeira carnavalesca. Todos os foliões desfilaram à vez, e os caminhadeiros  democráticamente através do seu voto secreto escolheram as suas fantasias preferidas, tendo sido atribuído o 1º lugar ao“Escocês” Rogerio, 2º lugar à Consolete Carlos Evangelista  e o 3º lugar para à “Help” Socorro.. Parabéns aos vencedores e a todas as folionas e foliões pela participação. 
Assim terminou mais um dia de convívio, de partilha e de alegria e todos os caminhadeiros regressaram às suas casas felizes e contentes e  com a sensação de um dia bem passado..

Vive o melhor de ti
Saudações caminhadeiras
Bem haja a todos

Rogério Matias

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

* * * *Convocatória . 11ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * Caminhar por Torres Vedras com Magia e Fantasia . Dia 19 Fev.




Eu, Rogério Matias, Caminhadeiro certificado em eventos carnavalescos, convido as minhas amigas e os meus amigos a participar na próxima caminhada "entrudesca", que se vai realizar na cidade de Torres Vedras.

Programa:
09h00 Concentração na Expotorres (mesmo local dos anos anteriores); Podem tomar café no local
10h00 Início da caminhada
13h00 Almoço no Restaurante o Faustino (No choupal)      
    Visita ao Monumento do Carnaval 2020
    Chá no café Cheirinho (junto ao Choupal)
Como chegar:
A8
Saída Sul
Na Rotunda dos Cavalos, tomar a direcção Santa Cruz, passando o Supermercado ALDI e  percorrendo 150 metros chegará ao destino.
Não esquecer levar:
Disposição e bom  humor (fundamental: Telefone ou máquina fotográfica para registar o passeio)
Capa prá chuva 
Bastão
Água
Nota: Já é  Carnaval em Torres Vedras, por isso seja surpreendente nas suas fantasias. 


VIVE O MELHOR DE TI,


Rogério Matias

sábado, 8 de fevereiro de 2020

* * * * * * * * 10ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * __Pelos Trilhos das "Termas do Cartaxo" . Dia 5 de Fevereiro__





Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Raul Almeida
Carlos Evangelista
Dores Alves
Luis Martins
Data do encontro: 05/02/2020   às 09.30h
Lugar do encontro: Parque de estacionamento do restaurante ‘O Kasarão’ em Vila Chã de Ourique / Cartaxo
Percurso: Trilhos e estradas da Freguesia.
Distância: 9,5 Kms
Participantes: (47)
Amilcar Queiroz, Ana Cristina Umbelino, Ana Bela Fernandes, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António José Clemente, António Palma, Carlos Evangelista, Carmen Firme, Céu Fialho, Céu Esteves, Cidália Marta, Dores Alves, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Raposo, Hélia Jorge, João Duarte, João Figueiredo, Júlia Costa, José Clara, José Raposo, Lídia Albuquerque, Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luís Iglésias, Luís Martins, Luisa Clemente, Luisa Gonçalves, Lurdes Clara, Manuel Barbosa, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, Maria da Luz Fialho, Octávio Firme, Pedro Albuquerque, Quinita Sousa, Raúl Almeida, Rosário Mendes, Socorro Bernardino, Teresa Palma, Vitor Gonçalves.
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Próxima Caminhada: Dia 19 de Fevereiro (Torres Vedras); Organiza Rogério Matias.
A Reportagem…
O dia amanheceu primaveril, mais parecendo que já estávamos em Abril. Contrariamente ao que tem sido habitual, a reunião foi marcada para as 9.30 com a partida para a caminhada para as 10.00 (o percurso era fácil, bem ao jeito dos organizadores, prevendo-se que duas horas e meia seriam mais que suficientes para percorrer os 9,5 Kms anunciados);  Os organizadores querendo ser os primeiros, como achavam ser a sua obrigação, chegaram por volta das 09.10 e, surpresa das surpresas, já não foram os primeiros. Já havia caminhadeiros/as que, ou por não terem tomado boa nota da hora da reunião, ou por hábitos longamente arreigados, tinham apontado a sua chegada para as 9. A pouco e pouco foram todos chegando e, após os cumprimentos e os beijinhos do costume, o caminhadeiro/organizador/escriba fez um pequeno resumo do que iria ser a jornada e, pontualidade Britânica, (com ou sem Brexit, ao gosto de cada um), iniciámos a caminhada à hora prevista. É altura de saudarmos muito especialmente o casal Raposo, vindos de França, que não quiseram perder o convívio, e o casal Clemente que, após ausência de algumas caminhadas, nos deu de novo o prazer da sua companhia.
Quanto à caminhada propriamente dita não há muito a dizer: foi fácil, desenrolou-se por caminhos de bom piso e sem lama e tivemos a oportunidade de observar a cultura predominante da zona – que deu origem às afamadas ‘Termas do Cartaxo’ - nos diversos estágios da época; umas vinhas ainda com a poda por fazer, outras já podadas e ainda outras, as mais modernas, já preparadas para a mecanização das curas e da vindima, já atadas aos arames-guia. Fomos fazendo umas paragens ao longo do percurso para permitir que os mais lentos não se atrasassem muito e, à hora prevista, já estávamos de regresso para a preparação para o almoço. Aqui, temos que salientar a atitude colaborativa do casal Abel e Graça, proprietários do restaurante, que se esmeraram para nos surpreender com o que estava organizado para nós; foi a receção na varanda contígua ao espaço que nos estava destinado, com o já famoso ‘plexus’ , abafado, vermute e outros aperitivos, acompanhados, para fazer boca, de uns salgadinhos acabados de fazer. Seguiu-se o almoço propriamente dito que era composto por um número infindável de entradas, que seria fastidioso aqui enumerar; seguiram-se os pratos quentes(6 à descrição) que, pelo que me apercebi, estavam todos muito bem confecionados; as sobremesas constituíram mais uma das surpresas que nos estavam reservadas: foram confecionadas, especialmente para nós, varias variedades de bolos que muito alegraram os que ainda tiveram coragem de os provar.
O organizador tinha afirmado na caminhada anterior que nesta não haveria parte cultural, pois já estava farto de ver adegas e Igrejas que é o que existe normalmente nestas terras pequenas.
Porém, um amigo falou-lhe no interesse de uma visita à igreja do antigo Convento de freiras Cistercienses de Almoster, situado a cerca de 10Kms do Cartaxo. Feita uma visita de exploração, logo ficou decidido que seria incluído no programa cultural da caminhada. Trata-se de uma joia cujo início remonta ao fim do século XIII, reinado de D. Diniz, que como é normal foi sofrendo transformações ao longo dos tempos. A Igreja foi-nos mostrada numa visita guiada pela D. Cremilde - uma moradora de Almoster orgulhosa do seu património -. Salientamos a azulejaria dos Sec, XVII e XVIII e uma imagem de um Cristo na Cruz datada de princípios do Sec. XIV que é uma maravilha. Pena o abandono a que foi votado o que resta do Convento; infelizmente não é caso único neste país.
Cumpre-nos expressar os nossos agradecimentos à D. Cremilde e desejar que as obras, há tanto tempo prometidas sejam, finalmente, uma realidade.
De regresso ao restaurante, fizemos o encerramento com o tradicional chá e bolinhos. Mais uma vez fomos surpreendidos com o que estava organizado à nossa espera! O requinte dos bules com várias infusões e a variedade de bolos foram um regalo para os apreciadores. O escriba limitou-se a beber água de tão atestado que estava…
Terminado o chá e com o sol já caído no horizonte, era hora de regresso a casa após um dia que, a julgar pelos comentários ouvidos, foi realmente bem passado. Houve até sugestões para regressarmos ao ‘local do crime’ logo que possível.
Da nossa parte, esperamos que o programa tenha agradado a todos os participantes (será pedir muito?) e também agradecer ao casal Graça e Abel pela maneira como fomos recebidos.

Até à próxima caminhada…

Carmen e Octávio

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

* * * *Convocatória . 10ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * __Pelos Trilhos das "Termas do Cartaxo" . Dia 5 de Fevereiro__


Convocam-se todos os “caminhadeiros” para a 10ª caminhada da época 2019/2020 a realizar na próxima 4ª feira, 5 de Fevereiro, nos arredores do Cartaxo.
Programa do evento:
09.30 – Concentração dos caminhadeiros participantes no parque de estacionamento das traseiras do restaurante
              “ O Kasarão ”  Coordenadas :  N 39º10'18"  W 8º46'43"
                                                               39.171614  -8.778650
10.00 – Início da caminhada (com grau de dificuldade O.F:) e cerca de 9,5 Kms (Ficheiro GPX)
12.45 – Chegada ao parque e troca de roupa
13.00 – Almoço no restaurante “ O Kasarão” em regime de Buffet, acompanhado com àguas das
             Termas
15.00 – Saída para Almoster (10Km) onde terá lugar a visita cultural à Igreja do antigo Convento
              das monjas de Cister (Século XIII)
              Coordenadas do estacionamento em Almoster:  N 39º19'20"    W 8º47'32"
                                                                                           39.238889    -8.792222
16.45 – Saída para o restaurante “ O Kasarão “ onde tomaremos o tradicional chá e bolinhos de despedida até à próxima caminhada.
Embora o percurso seja, em parte por caminhos rurais e, em parte, por estradas de reduzido movimento, recomenda-se que levem os coletes de sinalização. Não sendo estritamente necessário o uso de bastão, fica o seu uso ao critério de cada participante.
Desejamos a todos um dia bem passado nas “ Termas do Cartaxo “
Como sempre, aceitam-se inscrições até ao fim do dia 2 de Fevereiro (domingo).
Agradecemos a colaboração dos casais Maria do Céu e Manuel Pedro e Luísa e Vítor Gonçalves

Saudações caminhadeiras

Cármen e Octávio

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

* * * * * * * 9ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * _____Entre Vila Franca e o Tejo . Dia 22 de Janeiro_____




Álbuns de Fotografias
Raul Almeida
Luis Martins
Dores Alves
Luz Fialho
Data do Encontro: 22/01/2020
Local do Encontro: Vila Franca de Xira
Percurso: Vila Franca de Xira – Alhandra - Vila Franca de Xira
Distância: 11 km – 3:00 horas
Participantes: (38) Ana Cristina Umbelino, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António Palma, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carmen Firme, Céu Fialho, Céu Esteves, Cidália Marta, Dores Alves, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, João Costa, José Clara, José Luis Iglésias, Luís Santos, Lúcio Libânio, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Manuel Barbosa, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Maria da Luz Fialho, Nela Costa, Octávio Firme, Quinita Sousa, Raúl Almeida, Rogério Matias , Socorro Bernardino, Teresa Palma, Vítor Gonçalves, Zélia Santos.
Organizadores: Luísa e Vítor Gonçalves
Próxima Caminhada: Organizam Carmen e Octávio Firme
Reportagem:
Uns com barrete de campino, outros (a maioria) sem ele, foram-se os Caminhadeiros concentrando para a faena do dia.
Feito o briefing pelo organizador (ele gosta de falar ao microfone, mas hoje estava mais endiabrado do que nunca!), começou a malta a dar à bota.
A costumeira foto de grupo foi feita junto a um grupo escultórico (sempre) de toada tauromáquica, que nos perdoe o PAN…
O percurso desenrolava-se no nosso já conhecido Caminho Ribeirinho entre Vila Franca de Xira e Alhandra. Sentindo-se os Caminhadeiros em terreno urbano e sem grandes segredos de orientação, fragmentou-se o grupo em variadíssimos subgrupos, de ainda mais diversa passada. Houve até quem fosse visto no Boia bar do cais de Alhandra, sentado à mesa para tomar café!
O pior ainda estava para vir, uma esforçada ascensão até à Igreja matriz de Alhandra, compensada pela magnífica vista sobre o Tejo. (Por esta altura, o tempo ainda se apresentava razoavelmente limpo).
Atingido que tinha sido o cume da passeata, o resto foi simétrico – descemos do “miradouro” e fizemos o Caminho Ribeirinho em sentido contrário. Para arredondar os quilómetros, ainda demos uma volta à roda do Jardim Municipal Constantino Palha.
Após câmbio de tércio, digo de toilette, nos carros de apoio, dirigimo-nos para o restaurante, no passo mais vagaroso possível, já que estávamos adiantados em relação ao horário da marcação.
Mas, simpaticamente, o “Varinaice” abriu-nos as portas, mesmo antes da hora.
E foi durante o repasto que se começou a ouvir tocar violino – eram a Luísa e o Vítor, a cantar a canção do bandido à escriba-voluntária-à-força. E ela a pensar, com os seus botões: que demónio, porquê, se há aqui tanta gente que sabe ler e escrever?!!! Enfim, cada um é “pró” que nasce…
Quando saímos, bem comidos e bem bebidos, o tempo tinha piorado, já tivemos que aguentar uns pinguitos de chuva.
Em direcção do Celeiro da Patriarcal, o grupo fez caminho pelo Mercado Municipal, para apreciar, sobretudo, o património azulejar.
O programa da tarde era, pois, visitar a exposição “Cheias de 67”, a segunda maior catástrofe natural jamais ocorrida em Portugal e, seguramente, um dos acontecimentos mais dramáticos da história do século XX português.
A intenção da Câmara Municipal de V. F. Xira, ao promover esta exposição, foi a de, simultaneamente, homenagear as vítimas e documentar, sobretudo para os mais novos, o que foi esse momento trágico.
No nosso grupo já somos todos suficientemente “crescidos” para termos memória, mais próxima ou mais longínqua, desse Novembro de 1967. Assim, penso que foi com alguma emoção que, guiados pelos técnicos da CMVFX Susana Neto e Nuno Dionísio, percorremos a exposição. A mesma é composta de ampla documentação fotográfica, reprodução de imprensa da época e de numerosos testemunhos audiovisuais.
Num deles, Joaquim Letria - curador da exposição – lê um texto de Pedro Alvim, seu colega de reportagem, publicado na altura no “Diário de Lisboa”.
Regressámos ao “Varinaice” para o habitual chá com bolinhos, ao que se seguiu a debandada.
Saudações Caminhadeiras,
Céu Fialho

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

* * * Convocatória . . 9ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * . * * Entre Vila Franca e o Tejo * * Dia 22 de Janeiro de 2020 * *


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Convoca-se "Os Caminhadeiros" para a 9ª caminhada desta época de 2019/2020 a realizar na próxima quarta-feira dia 22, no Ribatejo, mais precisamente na cidade de Vila Franca de Xira.

Para este evento temos por base o seguinte programa:

09H00 – Concentração dos Caminhadeiros participantes no parque de estacionamento junto à Praça de Touros Palha Blanco do lado de V.F. de Xira, 38º57’01”N ; 8º59’26”W.

09H30 – Início da caminhada com baixo nível de dificuldade e 9 Km de percurso. (Ficheiro GPX)

12H15 – Chegada ao parque de estacionamento para trocas.

12H45 - Almoço no restaurante Varinaice.

15H15 – Visita à exposição “Cheias de 1967” no Celeiro da Patriarcal. ( 100 mt do restaurante )

17H00 – CHÁ. Tomaremos o tradicional chá de despedida no restaurante onde almoçámos.                

Espero que o programa seja do agrado de todos e desejo que seja mais um dia de descontração e convívio.
                
As inscrições terminam às 24 horas de domingo dia 19/1.           

  Aproveito para enviar um ficheiro com um exercício que será realizado por todos nós na caminhada do Carnaval. Cada um deve escolher o lado do madeiro em que quer ficar, esquerdo ou direito e avisar o Rogério.

Saudações Caminhadeiras
Vítor Gonçalves


Aviso importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada um dos participantes

domingo, 12 de janeiro de 2020

* * * * * * * *8ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * * Dos Moinhos de S. Mamede à Ervideira, passando pelos Fortes das Linhas de Torres * * * Dia 08 de Janeiro_____________

Álbuns de Fotografias:
Raul Almeida
Céu Fialho
Luis Martins
Acilina Couto
Luz Fialho
Dores Alves
Data do Encontro: 08/01/2020
Local do Encontro: Ervideira, Enxara do Bispo, Mafra
Percurso: Dos Moinhos de S.Mamede à Ervideira
Distância: 8 km – 3h00
Participantes: (45) Acilina Couto, Amélia Pontes, Amílcar Queirós, Ana Bela Fernandes, Ana Cristina Umbelino, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António Palma, Carlos Evangelista, Carmen Firme, Céu Fialho, Cidália Marta, , Clara Maia, Dores Alves, Estela Garcia, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, João Costa, João Duarte, José Clara, José Luis Iglésias, Júlia Costa, Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luis Fernandes, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Maria do Céu, Nela Costa, Octávio Firme, Raúl Almeida, Rosário Mendes, Socorro Bernardino, Teresa Palma, Vítor Gonçalves.
Só ao almoço: (1) Rogério Matias
Organizadores: Angelina e Luis Martins
Próxima Caminhada: (???)
Reportagem:
Às 9 horas menos qualquer coisa começaram a chegar os primeiros dos quarenta e cinco caminhadeiros prontos para mais uma caminhada cujo grau de dificuldade era média-baixa. Aqui entre nós que ninguém nos ouve a caminhada foi tão ‘facelíssima’ quanto ‘dificelíssimo’ é escrever estas palavras ‘correctissimamente’. Mas também não foi assim tão má. Até porque uma ou outra surpresa só viriam avivar um pouco mais um percurso tão monótono: se não fossem algumas mini-subidas e umas máxi-descidas e uns curtíssimos lamaçais o que é que ficaria para contar desta caminhada? Na verdade a classificação da caminhada deveria ser fácil-média-baixa: fácil nos planos e nas descidas, média nas subidas e baixa nos lamaçais onde tivemos de descer para terrenos abaixo deles pois estavam mais secos e sem lama. Até algum nevoeiro matinal veio criar um certo ‘suspense’ sobre se havia ou não aerogeradores ou moinhos eólicos que davam o título à caminhada: que eles lá estavam, estavam, mas ninguém os viu quando perto deles passámos. Mais tarde vimo-los quando o sol deixou de brincar com o nevoeiro. Mas pouco mais vimos de todo o panorama que nos era oferecido do alto daqueles pequenos montes (mar, Berlengas, Vimeiro, Montejunto, Alqueidão etc.). Mas penso que no fim não foi tão difícil como receei ao prepará-la, sobretudo se houvesse possibilidade de chuva.
Quando chegámos ao fim da caminhada pareceu-me estarmos prontos para fazer mais uns quantos quilómetros mas não depois do almoço pois agora o peso já era bastante maior. E até a pequena caminhada que nos levou do restaurante até aos carros foi custosa. A propósito: espero que o almoço no Portal do Moinho, da responsabilidade da nossa amiga D.Elsa, tenha agradado a todos pois os pratos foram escolhidos por nós com o máximo cuidado no desejo de agradar tanto quanto possível. Os pratos mais raros produzidos na sua cozinha, tais como bacalhau à casa, cabrito ou pernil, ficarão para uma oportunidade em que pudermos lá voltar com tempo. Não esquecer a época da carne fornecida pela Tapada de Mafra em que o javali e o veado estarão presentes à nossa espera. É uma cozinha a não perder. Elsa, muito obrigados pela simpatia com que nos recebeu e pelos excelentes pratos que nos ofereceu.
A moagem de cereais foi o tema da nossa visita cultural e realizámo-la visitando a ‘Farinhas Firmos – Moagem de Cereais, Lda’ situada na Mugideira e dedicando exclusivamente à moagem de trigo. É um tema que tem os seus próprios fãs, como sempre. Foi uma visita que permitiu comparar tecnologias de hoje com as do passado e permitiu igualmente esclarecer muitas dúvidas quanto a coisas que ouvimos todos os dias referir em relação às farinhas mas que não percebemos bem o que significam. Agradecemos à Eng. Carla Firmo a pronta resposta positiva ao meu pedido de visita e toda a informação com que o Eng. José Roque nos brindou. Agradecemos igualmente toda a simpatia com que nos receberam. Bem-hajam.

Esta caminhada foi comparada a uma outra efectuada nesta mesma região e que nos deixou muitas molhadas recordações: essa começámo-la a chover e acabámo-la a chover ainda mais. Até a senhora do restaurante se lembrava da figura ensopada de muitos de nós. Mas desta vez ficámos a ganhar pois as condições atmosféricas foram, de longe, melhores.

Espero que tenham gostado. Se houve alguém que não gostou ou gostou pouco terá de repetir para se ir habituando. Porque não foi por falta de esforço e trabalho.



Saudações Caminhadeiras,
Luis Martins

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

* * * *Convocatória . 8ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * Dos Moinhos de S. Mamede à Ervideira, passando pelos Fortes das Linhas de Torres *** Dia 08 de Janeiro______________


Convocam-se os Caminhadeiros para a 8ª Caminhada da Época 2019/2020 que se realizará na região da Serra do Socorro/Ervideira e que terá o seguinte programa:
09h00 – Concentração no parque de estacionamento junto ao Restaurante ‘O Portal do Moinho’ (coordenadas: N 38º 59’ 35.19’’  -  W 09º 12’ 36.91’’). Quem for pela A8, deve saír na saída 6 e depois da portagem virar à esquerda.
Quem precisar de tomar um cafezinho matinal terá de o fazer noutro local (o mais aproximado é Pero Negro).
09h30 – Início da caminhada com cerca de 8 km com índice de dificuldade média-baixa. Embora seja maioritariamente feita em caminho rural aconselha-se o colete reflector pois teremos de percorrer um ou dois troços de estrada municipal. Aconselha-se também o uso (pouco frequente) do bastão. Ficheiro GPX
12h30 – Almoço no já nosso conhecido Restaurante ‘O Portal do Moinho’.
15h30 – Visita às ‘Farinhas Firmos – Moagem de Cereais, Lda’ (Coordenadas N 39º 02’ 40.87 – W 09º 14’ 27.40’’)
17h00 – Fecho do dia com o tradicional Chá de despedida.
As inscrições terminam às 24 horas de domingo dia 05 de Janeiro.
Saudações caminhadeiras.

Luis Martins e Angelina

Aviso Importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

* * * * * * * *7ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * * * * __Sentir o Porto, atravessando o rio junto à serra do Pilar__ ____________Porto . Dia 11 de Dezembro____________


Álbuns de Fotografias:
Acilina Couto
Lina Fernandes
Luis Martins
Data do encontro: 11/12/2019
Local do encontro: Gare do Oriente, Lisboa
Percurso – 10km 
Participantes – (26): Acilina Caneco, Angelina Martins, Carlos Penedo, Céu Pedro, Clara Ferreira, Clara Maia, Cristina Umbelino, Fernando Bernardino, Gilberto Santos, Graça Hidalgo, Graça Sena, José Clara, Júlia Costa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luiza Gonçalves, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manuel Reis, Margarida Esteveira, Margarida Lopes, Rogério Matias, Socorro Bernardino, Vitor Gonçalves
Organizadora: Acilina Caneco
Próxima Caminhada: 08 de Janeiro (organiza ???) 
Reportagem:
Ainda mal  despertos, começámos a reunir-nos na Gare do Oriente, um pouco antes das 7h da manhã.
Às 7:09h em ponto, partiu o Alfa Pendular em direcção a Braga. Depois de sentados, o Luís Fernandes distribuiu os bilhetes. Poucos quilómetros depois, a Luz Fialho deu por falta do seu telemóvel. Procurou, procurou… em vão! Nos tempos que correm, é realmente uma perda terrível! Compreensivelmente inconformada e usando telemóveis emprestados foi avisando a família de tão nefasta notícia. O telefone emprestado pela Acilina revelou-se especialmente matreiro e escorregadio. Saltou-lhe das mãos e … escondeu-se… numa fresta estreita entre o banco e a janela. A Luz agarrou-o e rapidamente depositou-o nas mãos da Acilina, que estupefacta reparou que … o telefone não era o dela! Era o da Luz!!! Foi enorme a alegria do reencontro!!!
Pelas 9:45h saímos do comboio em Vila Nova de Gaia/Devesas.
Após alguns breves cafés iniciámos a caminhada, eram 10h. Seguimos pela Via Rosa Mota, tendo do nosso lado esquerdo numerosas Caves de Vinho do Porto e o Hotel Yeatman. Depois, pela Av. Da República, e subindo a Rampa do Infante Santo dirigimo-nos aos Claustros do Mosteiro da Serra do Pilar. As vistas panorâmicas a partir do Largo Aviz eram fabulosas, o dia estava magnífico, com um sol esplendoroso. Vimos ainda o Jardim do Morro mesmo em frente (Vila Nova de Gaia), o metro que passa sobre a ponte para o Porto e o rio Douro que se espraia para os dois lados. Aqui aproveitámos para fazer a habitual foto de grupo. O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos e a sua construção iniciou-se em 1537. Tem a particularidade de tanto os claustros como a igreja serem circulares. Em 1809 o espaço do mosteiro foi ocupado pelas tropas de Wellington, quando foi planeado o ataque do exército português à cidade do Porto, então ocupada pelas tropas de Napoleão. Visitámos o claustro do mosteiro e vimos o vídeo “Património a Norte” sobre o muito que vale a pena ver no Porto e arredores.
Lembrando o Porto Sentido, de Rui Veloso, passámos a Ponte D. Luís I, projectada pelo Eng.º Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel e inaugurada em 1886. “Quem vem e atravessa o rio/ Junto à serra do Pilar/ Vê um velho casario/ Que se estende até ao mar. Quem te vê ao vir da ponte/ És cascata, sãojoanina/ Erigida sobre um monte/ No meio da neblina.”
Nem neblina havia! Da ponte vimos o colorido casario dos Guindais, observámos a Muralha Fernandina, que fica praticamente colada à ponte e bem em frente o funicular dos Guindais.
A Muralha Fernandina veio substituir, no séc. XIV, a antiga cerca alto-medieval. A Muralha Primitiva, ou Cerca Velha, de origem romana, do século III, tinha um perímetro aproximado de 750 metros, de que apenas existe um pequeno trecho, junto da Sé, mostrava-se demasiado pequena face ao desenvolvimento do Porto. A Muralha Fernandina foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome.
Já do lado do Porto visitámos a Casa-Museu Guerra Junqueiro, que recria os ambientes da casa onde viveu o poeta e apresenta uma das mais notáveis coleções de artes decorativas da cidade do Porto, tais como mobiliário, ourivesaria, torêutica, têxteis, cerâmica e vidros, compreendidos entre os séculos XV e XIX. Estas coleções, bem como o edifício, resultam da doação feita pela filha do Poeta, Maria Isabel Guerra Junqueiro de Mesquita Carvalho, e pela mulher, Filomena Augusta Guerra Junqueiro, à Câmara Municipal do Porto. As coleções foram complementadas por aquisições feitas pelo município e por um depósito suplementar das doadoras. O Dr. Manuel Antunes fez-nos uma breve explicação dos conteúdos desta exposição.
Com o tempo já a escassear vimos, de fora, a Sé do Porto, onde D. João I se casou com D. Filipa de Lencastre em 1387.  Não tivemos tempo de entrar, mas teria sido interessante ver à esquerda da capela-mor,  um magnífico altar de prata, construído na segunda metade do século XVII por vários artistas portugueses, que foi salvo das tropas francesas em 1807 por meio de uma parede de gesso construída apressadamente. Ao lado da Sé, meio tapado por um carro mal estacionado, vimos o Chafariz do Anjo ou Chafariz de São Miguel.
Seguimos pela Rua Chã, passando pela Fonte da Rua Chã, a Igreja da Ordem do Terço, o Real Teatro de São João, a Igreja de Santo Ildefonso (1739) na Praça da Batalha, a Rua de Santa Catarina, o Café Majestic, o Relógio animado do Edifício Palladium. Já passava das planeadas 12h, pelo que não pudemos ouvir o carrilhão, nem ver as figuras emblemáticas do Porto: S. João, o Infante D. Henrique, Almeida Garrett e Camilo Castelo Branco, que se movimentam no exterior do edifício, durante dois minutos.
Pelas 12.35h chegámos ao Restaurante Abadia, onde decorreu o almoço. A contento de todos, parece. Na entrada, os bolinhos de bacalhau morninhos e as tripas à moda do Porto, encantaram. Depois, o bacalhau com natas e o lombo de porco assado com castanhas, batatinhas assadas, arroz e legumes salteados, estavam muito bons. Sobremesas variadas. Eu degustei um toucinho do céu divinal.
Saímos do restaurante, seguimos pela Rua Passos Manuel e passámos pelo Teatro Rivoli. E o Rui Veloso volta a cantarolar na minha cabeça: “Mesmo sabendo que não gostavas, empenhei o meu anel de rubi, p'ra te levar ao concerto que havia no Rivoli … Contigo aprendi uma grande lição, não se ama alguém que não ouve a mesma canção.”
Fomos pela Av. dos Aliados, e na Praça da Liberdade a Estátua de D. Pedro IV nos contemplou do alto do seu cavalo. Do exterior, vimos o Palácio das Cardosas (séc. XIX), antigo Convento dos Lóios, onde agora funciona o hotel InterContinental. Subimos a Rua da Assunção até aos Clérigos. Mais uma obra de Nicolau Nasoni, que integra a Torre (1753), a Igreja (1749) e o Museu (1754-1758), que funciona na Casa da Irmandade.
Parando num dos vértices do Jardim da Cordoaria, foram colocadas aos caminhadeiros várias opções de visita ou passeio. Combinámos reencontrarmo-nos nesse mesmo local, pelas 16:30h.
A presente escriba optou pela exposição "Um século e tanto: 130 anos da National Geographic", a decorrer no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e deu o seu tempo por muito bem empregue. Durante cerca de 50 minutos vimos o fabuloso documentário da National Geographic, "The Lonely Dorymen", realizado em 1967 por George Sluizer, a bordo do imponente lugre-motor de 4 mastros "José Alberto", da praça da Figueira da Foz, um navio originalmente construído na Dinamarca com casco de aço décadas antes. Neste documentário podemos ver toda uma campanha bacalhoeira portuguesa, desde os preparativos em Portugal, ao drama da despedida, a viagem de ida para os Bancos e azáfama a bordo, passagem por São João da Terranova, as agruras da Groenlândia e a ânsia do regresso a Portugal. Mostra-nos também que o pescador bacalhoeiro passava os restantes seis meses na pesca costeira, normalmente na sua terra natal. Nenhuma outra nação bacalhoeira se nos equipara nesta riqueza histórica e de memória. Graças à persistência do aparelho das pescas do Estado em manter a pesca à linha com dóris, Portugal continuou no séc. XX a ser considerado uma nação de grandes homens do mar, mestres da vela e orientação à antiga. Quem não esteve lá, pode ver este vídeo aqui.
Entre muitas e excelentes fotografias com que nos brinda a National Geographic, vimos vários objectos: o "Padrão de Santo Agostinho", colocado por Diogo Cão em 1483 no Cabo de Santo Agostinho (atualmente Cabo de Santa Maria), a sul de Benguela (Angola); a curiosa cadeira de David Livingstone (não me importava nada de ter uma igual); o círculo astronómico de reflexão, usado durante a expedição portuguesa ao interior de África em 1877, propriedade do Museu da Marinha; um microcóptero com câmara embutida (drone) usado no final de 2010 por Mike Nichols para fotografar os leões do Serengeti; as gigantescas vigas/cristais de selenite na Gruta dos Cristais, no Deserto de Chihuahua, no México, etc …
Um segundo grupo, contornou o Jardim da Cordoaria, apreciou a bela vista panorâmica a partir do Parque das Virtudes, passou pelo Hospital de Sto António, Praça Carlos Manuel e Livraria Lello.
Outros, corajosos, ainda subiram os 225 degraus da Torre dos Clérigos.
Por volta das 16:45h reencontrámo-nos junto do Palácio das Cardosas.
Passando pela Igreja dos Congregados, rumámos para à Confeitaria Serrana, onde o lanche constou do habitual chá e bolos. Neste local, no início do século, funcionou a ourivesaria Cunha. Esta confeitaria é conhecida pelas suas famosas bolas de Berlim recheadas, mas é no primeiro piso que está a sua principal curiosidade. No tecto, por cima do varandim com gradeamento de ferro que dá a volta a todo o andar de cima, de estilo Arte Nova, está um quadro que ocupa quase toda a área, pintado por Acácio Lino. Na mezzanine estão ainda dois anjos esculpidos por José de Oliveira Ferreira. É este o “tesouro”, que de acordo com Mónica Oliveira, proprietária da Serrana, tem atraído muitos turistas que nos últimos anos aumentaram em número.
Atravessando a rua, estávamos na Gare de S. Bento, donde partimos num comboio urbano, para a Estação de Campanhã. Soube a pouco a caminhada, pelo que o Manuel Reis, a Clara Ferreira e a sua amiga Graça Hidalgo, resolveram fazer a pé o percurso. Chegaram a tempo e lá partimos pelas 18:48h, de Campanhã, rumo a Lisboa. Viagem normal, com uns a dormir, outros a ler ou conversar e outros ainda a degustar as últimas Bolas de Berlim do lanche. Às 21.30h chegámos à Gare do Oriente.

 Saudações caminhadeiras
Acilina Caneco