quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

* * * *Convocatória . 11ª Caminhada da Época 2018 / 2019* * * ______"Mádin Portugal" em Ambiente Carnavalesco_______ * * * * * * * * * Torres Vedras . Dia 20 de Fevereiro * * * * * * * * *



Eu, "Rogério Matias", convido  o universo caminhadeiro a participar em mais uma emocionante e excêntrica caminhada de Carnaval. 
A cidade de Torres Vedras, que bem já conhecemos destas andanças, é de novo o local onde irá acontecer o programa folião, que se espera vir a ser bastante participado.
Venham, portanto, as inscrições através dos comentários desta convocatória, até às 24h00 do próximo Domingo dia 17.
Percurso A : 8 Km nível médio
Programa:
09h00 - Concentração na Expotorres (mesmo local do ano passado)
09h30 - Início da caminhada
13h10 - Almoço no Restaurante o “Mezza”
15h00 -  Visita ao Monumento do Carnaval 2019
Visita ao centro de interpretação  da comunidade Judaica
17h10 - Chá no café Cheirinho (junto ao Choupal)
Como chegar:
A8
Saída Sul
Na Rotunda dos Cavalos, tomar a direcção Santa Cruz, passando o Supermercado ALDI e  percorrendo 150 metros chegará ao destino 
Não esquecer levar:
Disposição  e bom  humor - (fundamentais)
Telefone ou máquina fotográfica para registar o passeio
Capa para chuva
Bastão
Água
Nota: Já é  Carnaval em Torres Vedras por isso seja surpreendente na sua fantasia  ou fetiche;
Podem tomar o café da manhã no local da concentração. 
Saudações Caminhadeiras em passada foliona,

Rogério Matias 

P.S. - O seguro de accidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.         

sábado, 9 de fevereiro de 2019

* * * * * * * *10ª Caminhada da Época 2018 / 2019* * * * * * * * ______A Chocalhar por Alcáçovas . Dia 6 de Fevereiro______




Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Raul Almeida
Luis Martins
Dores Alves
Luz Fialho
Acilina Couto
Data do Encontro: 6 Fevereiro 2019
Local: Alcáçovas
Percurso: Da vila ao Convento e volta
Distância: 10 kms
Caminhantes: (43) Acilina Caneco; Ana Bela Fernandes; Ana Cristina Umbelino; Angelina Martins; António Bernardino;  António Clemente; António Palma; Carlos Penedo;  Carmen Firme; Céu Esteves; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Duarte; João Mendes; Júlia Costa; Leonardo Fernandes; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Galvão; Margarida Lopes; Maria da Luz Fialho;  Octávio Firme; Odete Vicente;  Quinita Sousa; Raul Almeida; Rogério Matias; Socorro Bernardino; Teresa Palma Duarte; Teresa Viras; Vítor Gonçalves.
Não caminhantes: (2) Helena Meleiro e Virgílio Vargas.
Organizadores: Virgílio Vargas e Céu Fialho
Almoço: Restaurante das Piscinas, Alcáçovas
Próxima caminhada: 20 Fevereiro 2019 (organiza: Rogério Matias)
Reportagem:
Reunidas as hostes à hora combinada, tirou-se a fotografia da praxe, desta vez à frente do coreto do jardim público, e pusemo-nos a andar.
A acompanhar-nos estava o sr. João Mendes, do Projecto Alcáçovas Outdoor Trails, que iria ser o nosso guia. (Convém referir que, no fim de semana anterior, este grupo tinha promovido uma operação de limpeza no percurso que iríamos fazer).
Na quase primeira curva do percurso, já nos esperava uma surpresa – a D. Maria Rosa, residente em Alcáçovas e amiga da Margarida Galvão, sabendo que iríamos passar, saíu-nos ao caminho com um cesto de laranjas. Inquirida sobre o preço, respondeu simpaticamente que “em Alcáçovas é tudo de graça”. E assim se serviram os Caminhadeiros, agradecendo tanta gentileza.
O caminho fez-se bem, mas infelizmente a tal subida prolongada (que não muito inclinada) apresentou-se no fim da primeira metade do caminho, quando já toda a gente só pensava na merenda. Pelo que, quando parámos na Ermida do Senhor da Pedra, já havia muitos que queriam assentar arraiais. Foi só mais um esforçozinho até ao alto da colina onde se encontra o Convento de N. Sra. Esperança.
Aí, sim, descansámos, reforçámos energias e observámos a bonita paisagem, que brilhava ao sol do magnífico dia com que mais uma vez S. Pedro nos brindara. Não pudemos visitar o Convento, que é propriedade privada e só abre uma vez por ano…
Mais (outras muitas) fotos e iniciámos o caminho de regresso, que felizmente, agora, era a descer. Embora lá mais para diante nos esperasse outra subida das mansas mas extensas, de que não nos tínhamos apercebido, durante o caminho de ida. Tão confiantes íamos na facilidade do percurso, que descurámos um grupo mais isolado. Lá foi a correr o amigo João Mendes, repor no caminho certo as ovelhas tresmalhadas (sem ofensa!).
Junto ao Restaurante das Piscinas já nos aguardavam a Helena Meleiro e o Virgílio, co-organizador da jornada. O almoço correu como de costume – boa comida, boa bebida, brindes e mais brindes, xiripitis…
Mesmo assim, conseguimos cumprir o horário de chegada aos Chocalhos Pardalinho. Aparentemente, a declaração de Património Imaterial em Risco já está a produzir os seus frutos, pois foi um jovem operário que, na empresa, nos explicou as diversas fases de fabrico dos chocalhos.
Seguiu-se a fase comercial da visita, durante a qual numerosos Caminhadeiros se abasteceram de sonoros produtos da arte chocalheira, nas mais variadas formas.
Na mesma rua da fábrica, situam-se uma doçaria que fabrica afamados bolos, e uma rouparia disponibilizando queijos locais, pelo que os Caminhadeiros se viram numa azáfama para recolher todas as especialidades locais.
O convívio do lanche foi abruptamente abreviado, por via dum certo jogo de futebol, que provocou uma prematura debandada…
Os menos apressados, foram brindados com um crepúsculo alentejano que lhes ficará na memória.
Saudações Caminhadeiras, em passada alcaçovense,

Virgílio Vargas e Céu Fialho

Nota: no blog do Alcáçovas Outdoor e no site da Junta de Freguesia de Alcáçovas podem recolher mais histórias e informação sobre a vila.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

* * * *Convocatória . 10ª Caminhada da Época 2018 / 2019* * * ______A Chocalhar por Alcáçovas . Dia 6 de Fevereiro______


Convocam-se todos os Caminhadeiros para uma jornada que terá lugar no próximo dia 6 de Fevereiro, na vila alentejana de Alcáçovas.
O percurso - da vila ao Convento de N. Sra. da Esperança e volta, num total que ronda os 9 km - pode considerar-se fácil, uma vez que a inclinação das duas subidas existentes é mitigada pela sua extensão.
Almoçaremos no Restaurante das Piscinas de Alcáçovas.
De tarde visitaremos a fábrica de chocalhos Pardalinho. A visita terá duas partes, uma para visitar a fábrica propriamente dita, e outra para quem desejar adquirir chocalhos, sinos e outras coisas aqui fabricadas.
(Quem quiser, pode rever os argumentos da Unesco, para justificar a classificação da arte chocalheira como património imaterial da humanidade.)
Após o que regressaremos ao Restaurante das Piscinas, para o chá.
Notas práticas:
Encontro marcado às 9h30, no jardim público de Alcáçovas, junto ao portão do estádio do Alcaçovense.
GPS: 38º 23' 32" N, -8º 9' 23" W (38.392222,-8.156389)
O quiosque do jardim público tem café. Para outras necessidades, é necessário andar mais um pouco.
Restaurante das Piscinas de Alcáçovas
Loteamento Chão do Mocho
R. D. Afonso V
7090-099 Alcáçovas
GPS: 38º 23' 26" N, -8º 8' 55" W (38.390556,-8.148611)
Chocalhos Pardalinho
Zona Industrial de Alcáçovas
Rua dos Saberes e Sabores, 12
7090-020 Alcáçovas
GPS: 38º 23' 4" N, -8º 8' 57" W (38.3844444,-8.149167)
Há várias maneiras de chegar a Alcáçovas, aconselhando-se o seguinte percurso:

  • sair de Lisboa pela Ponte 25 de Abril e tomar a A2;
  • sair da A2 para Alcácer do Sal;
  • na rotunda à entrada de Alcácer, virar a 270 graus, e depois tomar a direcção de Santa Susana (N 253);
  • após cerca de 7 km, virar à direita, para a CM 1071, na direcção de Santa Catarina;
  • em Santa Catarina, virar à esquerda, na direcção de Alcáçovas.

Há sempre indicações.
Pede-se aos interessados em participar que, como de costume, se inscrevam na caixa de comentários do blog relativa a este post.
Saudações caminhadeiras, em passada chocalheira.

Virgílio Vargas e Céu Fialho

Obs: esta prosa foi escrita segundo a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

P.S. - O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

domingo, 27 de janeiro de 2019

* * * * * * * * 9ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * _Rota dos Frades (PR5) . Serra de Santo António . Dia 23 / 01_




Álbuns de Fotografias
Raul Almeida
Luis Martins
Acilina Couto
Luz Fialho
Dores Alves
Data do Encontro: 23-01-2019
Local: Santo António – Minde
Percurso: Rota dos Frades 
Distância: 8,500  Km 
Guia: Nuno Santos
Caminhantes: (40) Acilina Caneco; Amilcar Queiroz; Ana Bela Fernandes; Ana Umbelino; Angelina Martins; António Bernardino;  Carlos Penedo;  Carmen Firme; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio;  Fortunato Sousa;   João Duarte; Júlia Costa; Kinita de Sousa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente;   Luísa Gonçalves; Luís Santos; Luz Fialho; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu;  Octávio Firme; Odete Vicente;  Raúl de Almeida; Rogério Matias; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara; Zélia Santos.
Só ao Almoço (4): António Clemente; Gilberto Santos; Helena Meleiro; Virgílio Vargas
Organizadores: Carlos Penedo / Rogério Matias
Almoço: Restaurante Cantinho dos Sabores 
Próxima Caminhada: Alcáçovas (Organizam: Céu Fialho e Virgílio Vargas)
Reportagem:
No local acordado e à hora combinada, apresentaram-se prontos a caminhar 40 caminhadeiros.  Presentes ainda mais 4, que não puderam caminhar, mas que almoçaram e  nos acompanharam até final do programa. O percurso, que veio a ser de 9 km, iniciou-se sem chuva, mas pouco tempo passado, surpreendeu-nos e manteve-se teimosamente  até ao final do dia.
Subimos a Serra de St. António, por estrada de terra batida, trilhos enlameados, com ramos e mais ramos sobre o trilho, e a descida dificultada por pedras soltas escorregadias. Ajudou-nos a companhia do experiente guia Nuno Santos, sempre amável, cuidadoso e simpático. O vento zunia e abanava-nos, quais arbustos  ou árvores a enfeitar a Serra, concedendo-lhe adicionais coloridos intrometidos pelos verdadeiros  tons naturais.  O som das vozes contrastando com os vários espaços de silêncio humano, a concentração no trilho de pedras soltas e alguma lama, colocar o pé de lado ou na erva, ou escolher a pedra para dar o passo, mais uma abanadela do vento, que nos soprou ao ouvido, absorve-nos. Devemos estar concentrados, aí, paramos , levantamos o olhar e as paisagens são água pura lavando os nossos olhos.
Contemplámos e bebemos muito da Natureza de perto e ao longe, vencemos terreno,  surpreendemos-nos a nós próprios, quiçá, e ganhámos paz de espírito nessa comunhão.
No final da descida, reunimos-nos no parque de merendas, onde havia um baloiço, que por momentos nos transportou à nossa  infância e onde algumas de nós aproveitámos para aliviar os pés. Reconfortámos o estômago e prosseguimos. Pelas 13h saboreámos o almoço da D. Zélia até à hora da visita ao Museu Roque Gameiro e também a uma fábrica artesanal de têxteis de  Minde . A Mafalda, mostrou-nos a loja e o processo de tecelagem, assim como toda a preparaçao da lã para  fazer as mantas de Minde. 
Obrigada à Mafalda, boa parceira do Museu Roque Gameiro,  no qual fomos conduzidos pelo Luís, que de tanta paixão e verdadeiro entusiasmo nos transportou  ao interior do artista e sua obra/arte, como se estivesse-mos em perfeita convivência  com os mesmos durante a sua vivência.
Voltámos ao local de almoço para o chá com bolinhos, e daí regressámos às nossas casas. Alguns dirão que mais saudáveis,  emocional , mental e culturalmente; Outros dirão, que  a amizade e camaradagem, deste modo continua renovada de caminhada em caminhada.  Penso que todos agradecerão a simpatia de convívio e profissional, às vezes com paixão. 
 Só não se manteve o tratado com o nosso querido S. Pedro que pela 1ª vez falhou este ano caminhadeiro, mas, estando no Inverno, o que deveríamos esperar?
Saudações Caminhadeiras em passada minderica,

Kinita de Sousa

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

* * * * Convocatória . 9ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * Rota dos Frades (PR5) . Serra de Santo António . Dia 23 / 01


Estão os Caminhadeiros convocados para a próxima caminhada da época, que se vai realizar na localidade: "Serra de Santo António" (perto de Minde).
O programa do dia será o seguinte:
9h00: concentração Junto à Igreja da Serra de Santo António.
(Podem tomar pequeno almoço no café Santo António)
Coordenadas: 
39.51307 N
8.72983 W
9h30: Inicio da caminhada (8 kms com nível de dificuldade médio / levar bastão)
13h00: Almoço no restaurante Cantinho dos Sabores (em Minde)
Av. José António de Carvalho nº 1.107 (tel:249.841.200)
Coordenadas:
39. 51458 N
8. 68703 W
Visita guiada ao Museu Roque Gameiro
Largo Justino Guedes
Coordenadas:
39. 51320 N
8. 68732 W
Chá no restaurante Cantinho dos Sabores
Como chegar: 
1. A1
2. Saida 7 direcção Alcanena
3. Após 800 metros, sair para Alcanena / Minde
4. Tomar a sua direita para Alcanena e na rotunda tome a direcção  Minde
5. Depois de passar por Moitas Venda vire à  esquerda direcção Alcanena, virar  depois à direita para Serra S. António
6. Siga 5Km e na rotunda tome a 3 saída em direcção à Serra Sto. António até  à Igreja  com o mesmo nome, procure estacionar.
Coordenadas do Estacionamento( Igreja Sto. Antonio) 
39.51307 N
8. 72983W
Vive o melhor de Ti.
Os organizadores,

Rogério / C. Penedo

P.S. - O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

* * * * * * * * 8ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * De Paço de Arcos a Carcavelos, com o Bugio à Vista-9 de Janeiro




Álbuns de Fotografias
Local: Paço de Arcos
Percurso: Passeio Marítimo de Oeiras
Distância: 10 Kms
Caminhantes: (46) Acilina Couto, Ana Bela Fernandes, Angelina Martins, António Bernardino, António Dores Alves, António José Clemente, António Palma, Carlos Evangelista, Carmen Firme, Cidália Marta, Clara Maia, Estela Garcia,  Fernanda Silva, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, João Duarte, João Figueiredo, José Clara, Josefa Carrasco, Júlia Costa, Kinita Sousa, Lídia Albuquerque, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luísa Clemente, Luísa Goncalves, Lurdes Clara, Manuel Barbosa,  Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves, Maria do Céu Fialho, Octávio Firme, Odete Vicente, Pedro Albuquerque, Raul Almeida, Socorro Bernardino, Teresa Palma, Teresa Viras, Vítor Gonçalves.
Não Caminhantes: (1) Margarida Graça.
Organizadores: Maria do Céu Esteves e Manuel Pedro
Almoço: Restaurante Quitanda, Centro Náutico de Paço de Arcos
Próxima caminhada: 23/1/2019 (organiza: Carlos Penedo e Rogério Matias)
Reportagem: 
Mais minuto menos minuto os caminhadeiros foram chegando ao ponto de encontro junto ao Centro Náutico do Clube Desportivo de Paço de Arcos. Como prometido, lá estava o Passeio Marítimo de Oeiras e a Torre do Bugio (ou Forte de São Lourenço da Cabeça Seca), aquele, desde o século XX, este, à nossa espera desde o século XVII ou um pouco antes.
O dia, límpido e soalheiro embora frescote, convidava à caminhada, que, como prometido, foi canja: piso plano e limpo, areal e Tejo de um lado, jardins e muros decorados com arte urbana do outro; caminhantes, ciclistas e corredores de todas as idades durante todo o caminho. Várias casas de banho ao longo do percurso para acudir a apertos e aflições. E os quilómetros a voar, generosamente curtos. 
O almoço, pontual, no restaurante Quitanda, junto ao  Centro Náutico apresentou entradas comuns, um saboroso arroz de peixe com camarão, vinho leve e escorregadio, sobremesas despretensiosas e o cafezinho do costume. Exuberante mesmo foi a exibição de vistosos peixes de fazer crescer água na boca que, suspeito, levará muitos de nós a regressar ao local do crime.
A habitual profusão de brindes e mais brindes a isto e àquilo, a este a àquele, como sempre pretexto para mais um copo, compôs o ramalhete. 
Curiosa a casa de banho dos homens, limpa e provida de Guia de Utilizador: à altura dos olhos, sobre o urinol:  "é favor afinarem o instrumento para as notas não caírem no chão". (Por mim, juro, nem uma semifusa; no chão, porém, espraiava-se uma sinfonia completa.)
A visita cultural fez-se em dois grupos. Alternadamente, enquanto um grupo visitava os Fornos da Cal de Paço de Arcos - bem recuperados e bem documentados -, o outro fazia uma visita guiada ao Museu dos Faróis, onde os guias, Srs. Teixeira e Santa Neto, nos apresentaram o sistema de assinalamento de navegação, a sua história e os seus principais componentes: normas e procedimentos, convenções, tecnologias, instrumentos, combustíveis e infraestruturas. 
" A luz de cada farol é uma espécie de cartão de cidadão que o identifica univocamente...". Cor e períodos de luz e obscuridade que permitem distinguir um farol de outro....". "No princípio e durante vários séculos a iluminação sinalizadora era feita com fogueiras normalmente acendidas pelas esposas dos marinheiros..."
A história dos faróis, a sua utilidade ao longo dos tempos e até hoje, a evolução tecnológica - os mecanismos (relógios), os sistemas óticos de faces múltiplas os conceitos - intensidade luminosa, etc. Tudo, tudo ilustrado com exemplares de candeeiros a azeite ou óleo, petróleo, gás e finalmente eletricidade, sistema óticos determinantes da quantidade de relâmpagos e outras coisas que eu não sei dizer, merecedor de uma visita ainda por cima gratuita em alguns dias da semana.
Por fim o chá, desafetado, no bar do antiquíssimo recinto desportivo do Clube Desportivo de Paço de Arcos e as despedidas já com saudades. Ao fundo, a luz do farol do Bugio, vermelha, orientando-nos, indicando a esquerda (ou a direita?).
Foi mais uma caminhada (passeata, como sugeriu provocativamente a organizadora). Uns terão gostado mais e outros menos. Como sempre, se houve críticas, os elogios sobrelevaram-nas. (E é isso que nos distingue: parcimónia nas críticas, prodigalidade nos elogios, tolerância - apreço mesmo - para com a diferença, respeito pelas limitações dos outros, sobriedade na exibição dos méritos próprios... ai, se escutássemos melhor!)
Saudações caminhadeiras,
Manuel Pedro, e Maria do Céu Esteves

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

* * * * Convocatória. 8ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * De Paço de Arcos a Carcavelos, com o Bugio à vista. 9 de Janeiro

Convocam-se os Caminhadeiros para a 8ª. Caminhada da época 2018 / 2019, no dia 9 de Janeiro, com o seguinte programa:

09.00 - Concentração junto ao Restaurante Quitanda, Centro Náutico, Estrada Marginal, Paço de Arcos, coordenadas 38° 41' 32" / -9° 17' 38.05".
Nota 1: Existem em Paço de Arcos dois restaurantes com o nome de Quitanda. Utilizar as coordenadas fornecidas.
Nota 2: O acesso com automóvel ao Parque de Estacionamento é feito pela Estrada Marginal, no sentido Cascais Lisboa. (ver link.)
09.15 - Início da caminhada no calçadão isaltinado
O percurso, de aproximadamente 10 kms, com índice de dificuldade "mais fácil não podia ser, só ficando sentado no sofá".
13:00 - Almoço no Restaurante Quitanda 
15:00 - Visita ao  Museu dos Faróis em Paço de Arcos
16.46 - Chá  no café junto ao ringue no jardim de Paço de Arcos. 

Como de costume, os interessados em participar neste evento devem fazê-lo através dos comentários a esta mensagem, até às 24h00 de domingo, dia 6 de Janeiro.

Saudações caminhadeiras em passada  de ano novo.

Maria do Céu e Manuel Pedro

P.S. - O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

sábado, 22 de dezembro de 2018

* * * * * * 7ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * Caminhar no Parque da Bela Vista . Lisboa . Dia 19 de Dezembro



Álbuns de Fotos:
Data do encontro: 19/12/2018
Local: Lisboa
Percurso: Mata de Alvalade e Parque da Bela Vista
Distância: 9,500 Kms
Caminhantes: (39) Acilina Couto, Ana Cristina, Antonio Jose, Antonio Palma, Antonio Vaz, Carlos Silva, Carmen Firme, Ceu Fialho, Ceu Pedro, Clara Maia, Dores Alves, Estela Garcia, Fernanda Solposto, Francisco Reis, Gilberto Santos, João Figueiredo, João Reis, Julia Costa, Lidia Albuquerque, Luis Fernandes, Luis Martins, Luisa Clemente, Luisa Goncalves, Luz Fialho, Madalena Vaz, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Margarida Serodio, Mariana Batista, Miguel Batista, Otavio Firme, Pedro Albuquerque, Raul Almeida, Sofia Batista, Vitor Goncalves, Zé Clara.
Não Caminhantes: (7) Amilcar Queiroz, Angelina Martins, António Bernardino, Fátima Libânio, Fernando Couto, Lúcio Libânio, Socorro Bernardino.
Organizadores: Raul Almeida
Almoço: Tigela, Lisboa
Próxima caminhada: 9/1/2019 A definir
Reportagem: O dia da caminhada teve inicio numa bela manhã, própria de um dia de fim de outono onde o sol ia  espreitando entre as nuvens.
Após a resolução do problema de estacionamento dos automóveis, que causou 15min de atraso, foi tirada a respectiva fotografia de grupo na entrada do Lisboa Racket Center com 40 caminhantes a acelerar os motores.
A caminhada teve inicio às 9:45 pelo Mata de Alvalade (Parque José Gomes Ferreira). Atravessada a Av D. Rodrigo da Cunha e a Gago Coutinho, subimos em direcção à entrada do Rock in Rio (Parque da Bela Vista), na freguesia de Marvila. O passeio foi sempre seguindo a periferia em direção a Olaias, atravessando a Av. Mal. António Spinola.
A meio do percurso, com vista das Olaias para o Parque da Bela Vista fez-se a respectiva pausa para a peça de fruta e água. Na segunda metade do percurso foi o momento alto da caminhada, não só por termos subido ao cume do Parque mas principalmente pela vista que se tem, quer em direção à Ponte Vasco da Gama quer em direcção a Monsanto, S. João de Brito, Aeroporto, etc.
Seguimos o trajecto planeado pela parte superior da Mata de Alvalade e terminamos às 12:40. Não houve desistências nem lesões. Seguimos sempre pelos trilhos de asfalto e andamos cerca de 9.2Km +/- 10%. A ausência do Gilberto no plutão da frente estava justificada por dores resultantes de uma lesão num pé. 

Chegamos ao Restaurante A Tigela ainda antes das 13:00h onde o Sr. Sílvio já tinha tudo preparado para receber cerca de 50 pessoas. O almoço foi tipo "enfarta brutos", com entradas, sopa, bacalhau e grelhada mista. Durante a sobremesa e o café tivemos a agradável surpresa da Graça Sena que não aguentou a saudade e a caminhadeira Ana Maria que não pode participar por questões de geriatria, aproveitou a proximidade para rever os amigos, enquanto a Céu Pedro distribuiu lindos presentes feitos com cápsulas de café e as manas Fialho bombons com bandeirinha :-)

Depois do belo repasto, uma meia dúzia de caminhantes ainda tentou acelerar a digestão fazendo o percurso para o museu pela Av. do Brasil, em passada de caminhadeiro, reclamando mais 4 kilómetros, dois para cada lado :-)

Chegamos ao Palácio Pimenta/Museu de Lisboa com algum atraso. O grupo foi divido por dois guias, o Daniel Ferreira e a Jacinta Tavares que cerca das 15:30 deram inicio à visita e nos deliciaram com o seu saber durante duas horas. No exterior, mostraram-nos o Jardim do Bicho com obras de Bordalo Pinheiro e colocação da autoria de Joana Vasconcelos. No interior toda a história de Lisboa, antes e depois do terramoto.

Para tomar o chá das 5 foi só atravessar a rua para o Café Concerto, meio do Parque Mário Soares onde nos aguardavam com o bolinho e o chazinho.

Cumprimentos
Raul Almeida

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

* * * * Convocatória . 7ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * Caminhar no Parque da Bela Vista . Lisboa . Dia 19 de Dezembro


Convido todos os Caminhadeiros a participar na próxima caminhada, que será a última do ano 2018. 
O programa do dia será o seguinte:
09:00 horas - Encontro no Lisboa Racket Center - Coordenadas GPS 38.758285, -9.134824
Atenção ao acesso para o LRC. Ver mapa anexo.

Deixem o carro depois da cancela para não pagarem estacionamento.
O café do LRC abre às 9:00. Convém irem à casa de banho antes do início da caminhada porque no trajeto não há casas de banho.
09:30 horas - Inicio da caminhada pela Mata de Alvalade (Parque José Gomes Ferreira) até ao cruzamento da Rua Dom Rodrigo da Cunha com a Gago Coutinho. Depois contornamos o Parque da Bela Vista pelo passeio até à entrada principal. No Parque da Bela Vista seguimos em direcção às Olaias. No regresso vimos pela parte de cima onde se pode observar (se o tempo ajudar) por um lado, o panorama sobre a cidade (Monsanto, Estádio de Alvalade, Aeroporto, etc,) e por outro lado a ponte Vasco da Gama.
O trajeto planeado tem cerca de 9Km.
Convém levar calçado macio porque vamos pelos trilhos de asfalto.
12:30 horas - Almoço no Restaurante "A Tigela", na Rua Reinaldo Ferreira, a 260m do LRC - Coordenadas 38.758018, -9.137651. Dá para fazer "vaquinha". Há peixe e carne.
15:00 horas - Visita ao Museu da Cidade no Palácio Pimenta, Campo Grande - Coordenadas GPS 38.758612, -9.156436. Dá para ir a pé (25 minutos a andar) ou levar o carro e estacionar muito próximo do Museu. O estacionamento é zona verde e há sempre lugar no topo do jardim onde se pode inverter o sentido, ver desenho de localização.
17:00 horas - Chá no Café Concerto, no Jardim Mário Soares (Campo Grande) - Coordenadas GPS - 38.757864, -9.154886.
Devem agora as inscrições ser efectuadas até ao final do dia de Domingo, 16 de Dezembro.
Saudações Caminhadeiras em passada natalícia,

Raul de Almeida

P.S. - O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

domingo, 9 de dezembro de 2018

* * * * * * * * 6ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * Beringel - À Volta da Barragem do Pisão - Dia 5 de Dezembro



Álbuns de Fotos
Céu Fialho
Luz Fialho
Dores Alves (Video I)
Dores Alves (Video II)
Dores Alves
Luis Martins
Carlos Evangelista
Data do encontro - 05/12/2018
Local - Beringel
Percurso - À volta da Barragem do Pisão
Distância - 8,250 Kms + visita a Beringel de tarde:  10 Kms
Caminhantes - (30) Angelina Martins, António Dores Alves, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Cidália Marta, Estela Garcia, Fernanda Silva, Fortunato de Sousa, Graça Sena, João Duarte, João Figueiredo, Josefa Carrasco, Kinita de Sousa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Serôdio, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves, Maria do Céu Fialho, Odete Vicente, Rogério Matias, Teresa Palma, Teresa Viras, Vitor Gonçalves
Organizadores - Josefa Carrasco, Rogério Matias, António Dores Alves
Almoço - Tasca do Moleiro, Beringel
Próxima caminhada - 19/12/2018 (organiza Raul de Almeida)
Reportagem 
O local de concentração não foi fácil de encontrar talvez (ou com certeza! mea culpa, mea culpa) porque esta escriba tenha baralhado as coordenadas aquando da convocatória…
Mas tudo se resolveu com a prontidão e cuidado que caracterizam os outros dois organizadores. Esperava-nos a simpática surpresa do chá e biscoitos no Parque da Vila, proporcionados pela Junta de Freguesia de Beringel. 
Depois da fotografia de grupo, iniciámos o percurso pedestre, que decorreu à volta da Barragem do Pisão, construída em 2008. Esta barragem  faz parte da rede de canais do Alqueva e tem a finalidade de produzir energia eléctrica e possibilitar mais hectares de regadio.
Tanto no início como no final, palmilhámos troços de alcatrão, para evitar os trilhos mais próximos da albufeira, perigosos pelo seu piso escorregadio nesta altura do ano. O restante caminho efectuou-se em terra batida / estradão e barro (os célebres "barros de Beja", de cor escura, muito argilosos e de grande potencial agrícola. Tais solos foram e são também usados na olaria local).
No decurso do percurso, tivemos oportunidade de apreciar diversas aves no novo habitat que a recente reserva de água potencia.
A temperatura foi subindo ao longo do dia e contámos com um óptimo dia de sol, talvez um verão de S. Martinho retardado…
Ao almoço, na Tasca do Moleiro, esperavam-nos iguarias alentejanas que apreciámos devidamente, acompanhados de um "cheirinho" de música, proporcionada pelo Sr. Pedro Moleiro e pelos próprios caminhadeiros, alguns deles no seu "meio".
De tarde, tivemos visita guiada pela Vila de Beringel. Começámos por visitar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição (padroeira da freguesia, as suas festas ocorrem no segundo domingo de Setembro), erigida no séc. XVII com arquitectura religiosa, maneirista, barroca e neoclássica. De seguida, visitámos o Calvário das Pedras Negras ou Calvário de Santa Maria Madalena, pequena capela de planta circular e paredes rebocadas e caiadas, cravejadas de pedras graníticas irregulares (há mais duas capelas similares no país, uma em Ferreira do Alentejo e outra em Serpa). Continuámos a percorrer várias ruas da Vila, até chegarmos à Igreja Matriz de Santo Estêvão, de arquitectura religiosa, manuelina, maneirista e barroca. No seu interior, além dos retábulos de talha dourada e policromada, a nossa atenção prendeu-se à representação da árvore de Jessé, também em talha dourada e policromada.
Passámos ainda pelo Centro Cultural de Beringel, antigo mercado, e continuámos em direcção à única olaria ainda em laboração (em 1932 existiam mais de 50 oficinas em funcionamento). Observámos o Sr. António Mestre a trabalhar e apreciámos as suas obras. Destacamos os potes e  as talhas de vários tamanhos, alguns de grande dimensão, os vasos e as ânforas. Dirigimo-nos depois aos "Barros do Zuca", loja onde se comercializam peças de barro. Ainda houve tempo para se passar pela padaria, antes do regresso à Tasca do Moleiro para o merecido chá de encerramento. 
Terminou assim mais uma bela jornada caminhadeira.
Ao Sr. Vitor Besugo, à D. Alexandra, à D. Patrícia e ao Sr. Pedro Moleiro, agradecemos toda a colaboração prestada e a forma calorosa como fomos recebidos. 

Josefa Carrasco