quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

* * * *Convocatória . 10ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * __Pelos Trilhos das "Termas do Cartaxo" . Dia 5 de Fevereiro__


Convocam-se todos os “caminhadeiros” para a 10ª caminhada da época 2019/2020 a realizar na próxima 4ª feira, 5 de Fevereiro, nos arredores do Cartaxo.
Programa do evento:
09.30 – Concentração dos caminhadeiros participantes no parque de estacionamento das traseiras do restaurante
              “ O Kasarão ”  Coordenadas :  N 39º10'18"  W 8º46'43"
                                                               39.171614  -8.778650
10.00 – Início da caminhada (com grau de dificuldade O.F:) e cerca de 9,5 Kms (Ficheiro GPX)
12.45 – Chegada ao parque e troca de roupa
13.00 – Almoço no restaurante “ O Kasarão” em regime de Buffet, acompanhado com àguas das
             Termas
15.00 – Saída para Almoster (10Km) onde terá lugar a visita cultural à Igreja do antigo Convento
              das monjas de Cister (Século XIII)
              Coordenadas do estacionamento em Almoster:  N 39º19'20"    W 8º47'32"
                                                                                           39.238889    -8.792222
16.45 – Saída para o restaurante “ O Kasarão “ onde tomaremos o tradicional chá e bolinhos de despedida até à próxima caminhada.
Embora o percurso seja, em parte por caminhos rurais e, em parte, por estradas de reduzido movimento, recomenda-se que levem os coletes de sinalização. Não sendo estritamente necessário o uso de bastão, fica o seu uso ao critério de cada participante.
Desejamos a todos um dia bem passado nas “ Termas do Cartaxo “
Como sempre, aceitam-se inscrições até ao fim do dia 2 de Fevereiro (domingo).
Agradecemos a colaboração dos casais Maria do Céu e Manuel Pedro e Luísa e Vítor Gonçalves

Saudações caminhadeiras

Cármen e Octávio

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

* * * * * * * 9ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * _____Entre Vila Franca e o Tejo . Dia 22 de Janeiro_____




Álbuns de Fotografias
Raul Almeida
Luis Martins
Dores Alves
Luz Fialho
Data do Encontro: 22/01/2020
Local do Encontro: Vila Franca de Xira
Percurso: Vila Franca de Xira – Alhandra - Vila Franca de Xira
Distância: 11 km – 3:00 horas
Participantes: (38) Ana Cristina Umbelino, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António Palma, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carmen Firme, Céu Fialho, Céu Esteves, Cidália Marta, Dores Alves, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, João Costa, José Clara, José Luis Iglésias, Luís Santos, Lúcio Libânio, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Manuel Barbosa, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Maria da Luz Fialho, Nela Costa, Octávio Firme, Quinita Sousa, Raúl Almeida, Rogério Matias , Socorro Bernardino, Teresa Palma, Vítor Gonçalves, Zélia Santos.
Organizadores: Luísa e Vítor Gonçalves
Próxima Caminhada: Organizam Carmen e Octávio Firme
Reportagem:
Uns com barrete de campino, outros (a maioria) sem ele, foram-se os Caminhadeiros concentrando para a faena do dia.
Feito o briefing pelo organizador (ele gosta de falar ao microfone, mas hoje estava mais endiabrado do que nunca!), começou a malta a dar à bota.
A costumeira foto de grupo foi feita junto a um grupo escultórico (sempre) de toada tauromáquica, que nos perdoe o PAN…
O percurso desenrolava-se no nosso já conhecido Caminho Ribeirinho entre Vila Franca de Xira e Alhandra. Sentindo-se os Caminhadeiros em terreno urbano e sem grandes segredos de orientação, fragmentou-se o grupo em variadíssimos subgrupos, de ainda mais diversa passada. Houve até quem fosse visto no Boia bar do cais de Alhandra, sentado à mesa para tomar café!
O pior ainda estava para vir, uma esforçada ascensão até à Igreja matriz de Alhandra, compensada pela magnífica vista sobre o Tejo. (Por esta altura, o tempo ainda se apresentava razoavelmente limpo).
Atingido que tinha sido o cume da passeata, o resto foi simétrico – descemos do “miradouro” e fizemos o Caminho Ribeirinho em sentido contrário. Para arredondar os quilómetros, ainda demos uma volta à roda do Jardim Municipal Constantino Palha.
Após câmbio de tércio, digo de toilette, nos carros de apoio, dirigimo-nos para o restaurante, no passo mais vagaroso possível, já que estávamos adiantados em relação ao horário da marcação.
Mas, simpaticamente, o “Varinaice” abriu-nos as portas, mesmo antes da hora.
E foi durante o repasto que se começou a ouvir tocar violino – eram a Luísa e o Vítor, a cantar a canção do bandido à escriba-voluntária-à-força. E ela a pensar, com os seus botões: que demónio, porquê, se há aqui tanta gente que sabe ler e escrever?!!! Enfim, cada um é “pró” que nasce…
Quando saímos, bem comidos e bem bebidos, o tempo tinha piorado, já tivemos que aguentar uns pinguitos de chuva.
Em direcção do Celeiro da Patriarcal, o grupo fez caminho pelo Mercado Municipal, para apreciar, sobretudo, o património azulejar.
O programa da tarde era, pois, visitar a exposição “Cheias de 67”, a segunda maior catástrofe natural jamais ocorrida em Portugal e, seguramente, um dos acontecimentos mais dramáticos da história do século XX português.
A intenção da Câmara Municipal de V. F. Xira, ao promover esta exposição, foi a de, simultaneamente, homenagear as vítimas e documentar, sobretudo para os mais novos, o que foi esse momento trágico.
No nosso grupo já somos todos suficientemente “crescidos” para termos memória, mais próxima ou mais longínqua, desse Novembro de 1967. Assim, penso que foi com alguma emoção que, guiados pelos técnicos da CMVFX Susana Neto e Nuno Dionísio, percorremos a exposição. A mesma é composta de ampla documentação fotográfica, reprodução de imprensa da época e de numerosos testemunhos audiovisuais.
Num deles, Joaquim Letria - curador da exposição – lê um texto de Pedro Alvim, seu colega de reportagem, publicado na altura no “Diário de Lisboa”.
Regressámos ao “Varinaice” para o habitual chá com bolinhos, ao que se seguiu a debandada.
Saudações Caminhadeiras,
Céu Fialho

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

* * * Convocatória . . 9ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * . * * Entre Vila Franca e o Tejo * * Dia 22 de Janeiro de 2020 * *


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Convoca-se "Os Caminhadeiros" para a 9ª caminhada desta época de 2019/2020 a realizar na próxima quarta-feira dia 22, no Ribatejo, mais precisamente na cidade de Vila Franca de Xira.

Para este evento temos por base o seguinte programa:

09H00 – Concentração dos Caminhadeiros participantes no parque de estacionamento junto à Praça de Touros Palha Blanco do lado de V.F. de Xira, 38º57’01”N ; 8º59’26”W.

09H30 – Início da caminhada com baixo nível de dificuldade e 9 Km de percurso. (Ficheiro GPX)

12H15 – Chegada ao parque de estacionamento para trocas.

12H45 - Almoço no restaurante Varinaice.

15H15 – Visita à exposição “Cheias de 1967” no Celeiro da Patriarcal. ( 100 mt do restaurante )

17H00 – CHÁ. Tomaremos o tradicional chá de despedida no restaurante onde almoçámos.                

Espero que o programa seja do agrado de todos e desejo que seja mais um dia de descontração e convívio.
                
As inscrições terminam às 24 horas de domingo dia 19/1.           

  Aproveito para enviar um ficheiro com um exercício que será realizado por todos nós na caminhada do Carnaval. Cada um deve escolher o lado do madeiro em que quer ficar, esquerdo ou direito e avisar o Rogério.

Saudações Caminhadeiras
Vítor Gonçalves


Aviso importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada um dos participantes

domingo, 12 de janeiro de 2020

* * * * * * * *8ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * * Dos Moinhos de S. Mamede à Ervideira, passando pelos Fortes das Linhas de Torres * * * Dia 08 de Janeiro_____________

Álbuns de Fotografias:
Raul Almeida
Céu Fialho
Luis Martins
Acilina Couto
Luz Fialho
Dores Alves
Data do Encontro: 08/01/2020
Local do Encontro: Ervideira, Enxara do Bispo, Mafra
Percurso: Dos Moinhos de S.Mamede à Ervideira
Distância: 8 km – 3h00
Participantes: (45) Acilina Couto, Amélia Pontes, Amílcar Queirós, Ana Bela Fernandes, Ana Cristina Umbelino, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António Palma, Carlos Evangelista, Carmen Firme, Céu Fialho, Cidália Marta, , Clara Maia, Dores Alves, Estela Garcia, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, João Costa, João Duarte, José Clara, José Luis Iglésias, Júlia Costa, Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luis Fernandes, Luís Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Lopes, Maria do Céu, Nela Costa, Octávio Firme, Raúl Almeida, Rosário Mendes, Socorro Bernardino, Teresa Palma, Vítor Gonçalves.
Só ao almoço: (1) Rogério Matias
Organizadores: Angelina e Luis Martins
Próxima Caminhada: (???)
Reportagem:
Às 9 horas menos qualquer coisa começaram a chegar os primeiros dos quarenta e cinco caminhadeiros prontos para mais uma caminhada cujo grau de dificuldade era média-baixa. Aqui entre nós que ninguém nos ouve a caminhada foi tão ‘facelíssima’ quanto ‘dificelíssimo’ é escrever estas palavras ‘correctissimamente’. Mas também não foi assim tão má. Até porque uma ou outra surpresa só viriam avivar um pouco mais um percurso tão monótono: se não fossem algumas mini-subidas e umas máxi-descidas e uns curtíssimos lamaçais o que é que ficaria para contar desta caminhada? Na verdade a classificação da caminhada deveria ser fácil-média-baixa: fácil nos planos e nas descidas, média nas subidas e baixa nos lamaçais onde tivemos de descer para terrenos abaixo deles pois estavam mais secos e sem lama. Até algum nevoeiro matinal veio criar um certo ‘suspense’ sobre se havia ou não aerogeradores ou moinhos eólicos que davam o título à caminhada: que eles lá estavam, estavam, mas ninguém os viu quando perto deles passámos. Mais tarde vimo-los quando o sol deixou de brincar com o nevoeiro. Mas pouco mais vimos de todo o panorama que nos era oferecido do alto daqueles pequenos montes (mar, Berlengas, Vimeiro, Montejunto, Alqueidão etc.). Mas penso que no fim não foi tão difícil como receei ao prepará-la, sobretudo se houvesse possibilidade de chuva.
Quando chegámos ao fim da caminhada pareceu-me estarmos prontos para fazer mais uns quantos quilómetros mas não depois do almoço pois agora o peso já era bastante maior. E até a pequena caminhada que nos levou do restaurante até aos carros foi custosa. A propósito: espero que o almoço no Portal do Moinho, da responsabilidade da nossa amiga D.Elsa, tenha agradado a todos pois os pratos foram escolhidos por nós com o máximo cuidado no desejo de agradar tanto quanto possível. Os pratos mais raros produzidos na sua cozinha, tais como bacalhau à casa, cabrito ou pernil, ficarão para uma oportunidade em que pudermos lá voltar com tempo. Não esquecer a época da carne fornecida pela Tapada de Mafra em que o javali e o veado estarão presentes à nossa espera. É uma cozinha a não perder. Elsa, muito obrigados pela simpatia com que nos recebeu e pelos excelentes pratos que nos ofereceu.
A moagem de cereais foi o tema da nossa visita cultural e realizámo-la visitando a ‘Farinhas Firmos – Moagem de Cereais, Lda’ situada na Mugideira e dedicando exclusivamente à moagem de trigo. É um tema que tem os seus próprios fãs, como sempre. Foi uma visita que permitiu comparar tecnologias de hoje com as do passado e permitiu igualmente esclarecer muitas dúvidas quanto a coisas que ouvimos todos os dias referir em relação às farinhas mas que não percebemos bem o que significam. Agradecemos à Eng. Carla Firmo a pronta resposta positiva ao meu pedido de visita e toda a informação com que o Eng. José Roque nos brindou. Agradecemos igualmente toda a simpatia com que nos receberam. Bem-hajam.

Esta caminhada foi comparada a uma outra efectuada nesta mesma região e que nos deixou muitas molhadas recordações: essa começámo-la a chover e acabámo-la a chover ainda mais. Até a senhora do restaurante se lembrava da figura ensopada de muitos de nós. Mas desta vez ficámos a ganhar pois as condições atmosféricas foram, de longe, melhores.

Espero que tenham gostado. Se houve alguém que não gostou ou gostou pouco terá de repetir para se ir habituando. Porque não foi por falta de esforço e trabalho.



Saudações Caminhadeiras,
Luis Martins

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

* * * *Convocatória . 8ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * Dos Moinhos de S. Mamede à Ervideira, passando pelos Fortes das Linhas de Torres *** Dia 08 de Janeiro______________


Convocam-se os Caminhadeiros para a 8ª Caminhada da Época 2019/2020 que se realizará na região da Serra do Socorro/Ervideira e que terá o seguinte programa:
09h00 – Concentração no parque de estacionamento junto ao Restaurante ‘O Portal do Moinho’ (coordenadas: N 38º 59’ 35.19’’  -  W 09º 12’ 36.91’’). Quem for pela A8, deve saír na saída 6 e depois da portagem virar à esquerda.
Quem precisar de tomar um cafezinho matinal terá de o fazer noutro local (o mais aproximado é Pero Negro).
09h30 – Início da caminhada com cerca de 8 km com índice de dificuldade média-baixa. Embora seja maioritariamente feita em caminho rural aconselha-se o colete reflector pois teremos de percorrer um ou dois troços de estrada municipal. Aconselha-se também o uso (pouco frequente) do bastão. Ficheiro GPX
12h30 – Almoço no já nosso conhecido Restaurante ‘O Portal do Moinho’.
15h30 – Visita às ‘Farinhas Firmos – Moagem de Cereais, Lda’ (Coordenadas N 39º 02’ 40.87 – W 09º 14’ 27.40’’)
17h00 – Fecho do dia com o tradicional Chá de despedida.
As inscrições terminam às 24 horas de domingo dia 05 de Janeiro.
Saudações caminhadeiras.

Luis Martins e Angelina

Aviso Importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

* * * * * * * *7ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * * * * __Sentir o Porto, atravessando o rio junto à serra do Pilar__ ____________Porto . Dia 11 de Dezembro____________


Álbuns de Fotografias:
Acilina Couto
Lina Fernandes
Luis Martins
Data do encontro: 11/12/2019
Local do encontro: Gare do Oriente, Lisboa
Percurso – 10km 
Participantes – (26): Acilina Caneco, Angelina Martins, Carlos Penedo, Céu Pedro, Clara Ferreira, Clara Maia, Cristina Umbelino, Fernando Bernardino, Gilberto Santos, Graça Hidalgo, Graça Sena, José Clara, Júlia Costa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luiza Gonçalves, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manuel Reis, Margarida Esteveira, Margarida Lopes, Rogério Matias, Socorro Bernardino, Vitor Gonçalves
Organizadora: Acilina Caneco
Próxima Caminhada: 08 de Janeiro (organiza ???) 
Reportagem:
Ainda mal  despertos, começámos a reunir-nos na Gare do Oriente, um pouco antes das 7h da manhã.
Às 7:09h em ponto, partiu o Alfa Pendular em direcção a Braga. Depois de sentados, o Luís Fernandes distribuiu os bilhetes. Poucos quilómetros depois, a Luz Fialho deu por falta do seu telemóvel. Procurou, procurou… em vão! Nos tempos que correm, é realmente uma perda terrível! Compreensivelmente inconformada e usando telemóveis emprestados foi avisando a família de tão nefasta notícia. O telefone emprestado pela Acilina revelou-se especialmente matreiro e escorregadio. Saltou-lhe das mãos e … escondeu-se… numa fresta estreita entre o banco e a janela. A Luz agarrou-o e rapidamente depositou-o nas mãos da Acilina, que estupefacta reparou que … o telefone não era o dela! Era o da Luz!!! Foi enorme a alegria do reencontro!!!
Pelas 9:45h saímos do comboio em Vila Nova de Gaia/Devesas.
Após alguns breves cafés iniciámos a caminhada, eram 10h. Seguimos pela Via Rosa Mota, tendo do nosso lado esquerdo numerosas Caves de Vinho do Porto e o Hotel Yeatman. Depois, pela Av. Da República, e subindo a Rampa do Infante Santo dirigimo-nos aos Claustros do Mosteiro da Serra do Pilar. As vistas panorâmicas a partir do Largo Aviz eram fabulosas, o dia estava magnífico, com um sol esplendoroso. Vimos ainda o Jardim do Morro mesmo em frente (Vila Nova de Gaia), o metro que passa sobre a ponte para o Porto e o rio Douro que se espraia para os dois lados. Aqui aproveitámos para fazer a habitual foto de grupo. O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos e a sua construção iniciou-se em 1537. Tem a particularidade de tanto os claustros como a igreja serem circulares. Em 1809 o espaço do mosteiro foi ocupado pelas tropas de Wellington, quando foi planeado o ataque do exército português à cidade do Porto, então ocupada pelas tropas de Napoleão. Visitámos o claustro do mosteiro e vimos o vídeo “Património a Norte” sobre o muito que vale a pena ver no Porto e arredores.
Lembrando o Porto Sentido, de Rui Veloso, passámos a Ponte D. Luís I, projectada pelo Eng.º Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel e inaugurada em 1886. “Quem vem e atravessa o rio/ Junto à serra do Pilar/ Vê um velho casario/ Que se estende até ao mar. Quem te vê ao vir da ponte/ És cascata, sãojoanina/ Erigida sobre um monte/ No meio da neblina.”
Nem neblina havia! Da ponte vimos o colorido casario dos Guindais, observámos a Muralha Fernandina, que fica praticamente colada à ponte e bem em frente o funicular dos Guindais.
A Muralha Fernandina veio substituir, no séc. XIV, a antiga cerca alto-medieval. A Muralha Primitiva, ou Cerca Velha, de origem romana, do século III, tinha um perímetro aproximado de 750 metros, de que apenas existe um pequeno trecho, junto da Sé, mostrava-se demasiado pequena face ao desenvolvimento do Porto. A Muralha Fernandina foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome.
Já do lado do Porto visitámos a Casa-Museu Guerra Junqueiro, que recria os ambientes da casa onde viveu o poeta e apresenta uma das mais notáveis coleções de artes decorativas da cidade do Porto, tais como mobiliário, ourivesaria, torêutica, têxteis, cerâmica e vidros, compreendidos entre os séculos XV e XIX. Estas coleções, bem como o edifício, resultam da doação feita pela filha do Poeta, Maria Isabel Guerra Junqueiro de Mesquita Carvalho, e pela mulher, Filomena Augusta Guerra Junqueiro, à Câmara Municipal do Porto. As coleções foram complementadas por aquisições feitas pelo município e por um depósito suplementar das doadoras. O Dr. Manuel Antunes fez-nos uma breve explicação dos conteúdos desta exposição.
Com o tempo já a escassear vimos, de fora, a Sé do Porto, onde D. João I se casou com D. Filipa de Lencastre em 1387.  Não tivemos tempo de entrar, mas teria sido interessante ver à esquerda da capela-mor,  um magnífico altar de prata, construído na segunda metade do século XVII por vários artistas portugueses, que foi salvo das tropas francesas em 1807 por meio de uma parede de gesso construída apressadamente. Ao lado da Sé, meio tapado por um carro mal estacionado, vimos o Chafariz do Anjo ou Chafariz de São Miguel.
Seguimos pela Rua Chã, passando pela Fonte da Rua Chã, a Igreja da Ordem do Terço, o Real Teatro de São João, a Igreja de Santo Ildefonso (1739) na Praça da Batalha, a Rua de Santa Catarina, o Café Majestic, o Relógio animado do Edifício Palladium. Já passava das planeadas 12h, pelo que não pudemos ouvir o carrilhão, nem ver as figuras emblemáticas do Porto: S. João, o Infante D. Henrique, Almeida Garrett e Camilo Castelo Branco, que se movimentam no exterior do edifício, durante dois minutos.
Pelas 12.35h chegámos ao Restaurante Abadia, onde decorreu o almoço. A contento de todos, parece. Na entrada, os bolinhos de bacalhau morninhos e as tripas à moda do Porto, encantaram. Depois, o bacalhau com natas e o lombo de porco assado com castanhas, batatinhas assadas, arroz e legumes salteados, estavam muito bons. Sobremesas variadas. Eu degustei um toucinho do céu divinal.
Saímos do restaurante, seguimos pela Rua Passos Manuel e passámos pelo Teatro Rivoli. E o Rui Veloso volta a cantarolar na minha cabeça: “Mesmo sabendo que não gostavas, empenhei o meu anel de rubi, p'ra te levar ao concerto que havia no Rivoli … Contigo aprendi uma grande lição, não se ama alguém que não ouve a mesma canção.”
Fomos pela Av. dos Aliados, e na Praça da Liberdade a Estátua de D. Pedro IV nos contemplou do alto do seu cavalo. Do exterior, vimos o Palácio das Cardosas (séc. XIX), antigo Convento dos Lóios, onde agora funciona o hotel InterContinental. Subimos a Rua da Assunção até aos Clérigos. Mais uma obra de Nicolau Nasoni, que integra a Torre (1753), a Igreja (1749) e o Museu (1754-1758), que funciona na Casa da Irmandade.
Parando num dos vértices do Jardim da Cordoaria, foram colocadas aos caminhadeiros várias opções de visita ou passeio. Combinámos reencontrarmo-nos nesse mesmo local, pelas 16:30h.
A presente escriba optou pela exposição "Um século e tanto: 130 anos da National Geographic", a decorrer no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e deu o seu tempo por muito bem empregue. Durante cerca de 50 minutos vimos o fabuloso documentário da National Geographic, "The Lonely Dorymen", realizado em 1967 por George Sluizer, a bordo do imponente lugre-motor de 4 mastros "José Alberto", da praça da Figueira da Foz, um navio originalmente construído na Dinamarca com casco de aço décadas antes. Neste documentário podemos ver toda uma campanha bacalhoeira portuguesa, desde os preparativos em Portugal, ao drama da despedida, a viagem de ida para os Bancos e azáfama a bordo, passagem por São João da Terranova, as agruras da Groenlândia e a ânsia do regresso a Portugal. Mostra-nos também que o pescador bacalhoeiro passava os restantes seis meses na pesca costeira, normalmente na sua terra natal. Nenhuma outra nação bacalhoeira se nos equipara nesta riqueza histórica e de memória. Graças à persistência do aparelho das pescas do Estado em manter a pesca à linha com dóris, Portugal continuou no séc. XX a ser considerado uma nação de grandes homens do mar, mestres da vela e orientação à antiga. Quem não esteve lá, pode ver este vídeo aqui.
Entre muitas e excelentes fotografias com que nos brinda a National Geographic, vimos vários objectos: o "Padrão de Santo Agostinho", colocado por Diogo Cão em 1483 no Cabo de Santo Agostinho (atualmente Cabo de Santa Maria), a sul de Benguela (Angola); a curiosa cadeira de David Livingstone (não me importava nada de ter uma igual); o círculo astronómico de reflexão, usado durante a expedição portuguesa ao interior de África em 1877, propriedade do Museu da Marinha; um microcóptero com câmara embutida (drone) usado no final de 2010 por Mike Nichols para fotografar os leões do Serengeti; as gigantescas vigas/cristais de selenite na Gruta dos Cristais, no Deserto de Chihuahua, no México, etc …
Um segundo grupo, contornou o Jardim da Cordoaria, apreciou a bela vista panorâmica a partir do Parque das Virtudes, passou pelo Hospital de Sto António, Praça Carlos Manuel e Livraria Lello.
Outros, corajosos, ainda subiram os 225 degraus da Torre dos Clérigos.
Por volta das 16:45h reencontrámo-nos junto do Palácio das Cardosas.
Passando pela Igreja dos Congregados, rumámos para à Confeitaria Serrana, onde o lanche constou do habitual chá e bolos. Neste local, no início do século, funcionou a ourivesaria Cunha. Esta confeitaria é conhecida pelas suas famosas bolas de Berlim recheadas, mas é no primeiro piso que está a sua principal curiosidade. No tecto, por cima do varandim com gradeamento de ferro que dá a volta a todo o andar de cima, de estilo Arte Nova, está um quadro que ocupa quase toda a área, pintado por Acácio Lino. Na mezzanine estão ainda dois anjos esculpidos por José de Oliveira Ferreira. É este o “tesouro”, que de acordo com Mónica Oliveira, proprietária da Serrana, tem atraído muitos turistas que nos últimos anos aumentaram em número.
Atravessando a rua, estávamos na Gare de S. Bento, donde partimos num comboio urbano, para a Estação de Campanhã. Soube a pouco a caminhada, pelo que o Manuel Reis, a Clara Ferreira e a sua amiga Graça Hidalgo, resolveram fazer a pé o percurso. Chegaram a tempo e lá partimos pelas 18:48h, de Campanhã, rumo a Lisboa. Viagem normal, com uns a dormir, outros a ler ou conversar e outros ainda a degustar as últimas Bolas de Berlim do lanche. Às 21.30h chegámos à Gare do Oriente.

 Saudações caminhadeiras
Acilina Caneco

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

* * * * Convocatória . 7ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * ___Sentir o Porto, atravessando o rio junto à serra do Pilar___ _____________Porto . Dia 11 de Dezembro_____________

Esta convocatória tem também como finalidade, complementar as inscrições que já foram efectuadas por outra via. 
Eu, Acilina Caneco, tenho o prazer de levar os amigos caminhadeiros para uma caminhada não extraordinária, mas diferente, a caminhada e a visita cultural serão simultâneas.
Inspirada na canção “Porto sentido” de Rui Veloso, vamos atravessar a Ponte D. Luís I e percorrer algumas ruas da parte histórica do Porto, parando para apreciar alguns dos seus ícones.  
6:45h - Concentração na plataforma de partida do Alfa das 7:09h, da Gare do Oriente (GPS:38.767891|-9.099116,743). Há um parque de estacionamento junto à Gare do Oriente, onde o preço diário é reduzido, com a apresentação do bilhete de comboio.
7:09h - Partida no comboio Alfa Pendular nº 131.
9:45h - Saída do comboio em Vila Nova de Gaia/Devesas (são 2h36m de viagem)
10:00h - Início da caminhada. São 4,3km da parte da manhã. 
Visitas da manhã: Mosteiro da Serra do Pilar (GPS: 41.13821, -8.60814)  e Casa-Museu Guerra- Junqueiro (GPS: 41.142531, -8.610593). 
No caminho, poderemos ainda observar, de passagem, o Jardim do Morro, a Ponte D. Luís I, a Muralha Fernandina, o Chafariz do Anjo, a Sé do Porto, a Fonte da Rua Cham, a Igreja da Ordem Terceira, o Teatro de São João, o relógio animado no Edifício Palladium, o Café Majestic e a Igreja de Santo Ildefonso.
12:30h - Almoço no Restaurante A Abadia, Rua Ateneu Comercial do Porto, 22-24  4000-380 Porto. (GPS: 41.148032, -8.607842)
14:30h - Início da caminhada da tarde. São 3,3 km. 
Visitas da tarde: Exposição 130 Anos da National Geographic na Universidade do Porto (GPS: 41.146219, -8.615783), ou Museu Soares dos Reis (GPS: 41.147583, -8.621556).
No caminho, poderemos observar, de passagem, o Teatro Rivoli, Teatro Sá da Bandeira, Estátua D. Pedro IV,  Igreja de S. António dos Congregados, Palácio das Cardosas,  Igreja e Torre dos Clérigos, Jardim da Cordoaria, Museu Soares dos Reis, Universidade do Porto,  Livraria Lello, Confeitaria Serrana e Estação de S. Bento. 
17:00h - Lanche na Confeitaria a Serrana, Rua do Loureiro, 52, Porto (GPS: 41.145083, -8.610296 (junto à Estação de S. Bento).
18:00h - Saída para a Estação de S. Bento (GPS: 41.145550, -8.610617).
18:20h - Partida de comboio urbano de São Bento para a estação de Campanhã (São 4 min.)
18:40h - Em Campanhã apanhamos o Alfa Pendular nº 134, que chega à Gare do Oriente, em Lisboa, às 21:22h.
Saudações caminhadeiras em passada natalícia,

Acilina

P.S. Será conveniente o uso de roupa impermeável e quentinha. Não sei se o S. Pedro alinhará connosco.

Aviso Importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.


domingo, 1 de dezembro de 2019

* * * * * * * * 6ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * * Entre Braço de Prata e Sacavém (Trancão) . Dia 27 de Novembro





Álbuns de Fotografias
Raul Almeida
Luis Martins
Céu Fialho
Acilina Couto
Dores Alves
Luz Fialho
Data do Encontro – 27 / 11 / 2019
Local do Encontro – Cais da Matinha - Lisboa
Percurso - 12Km - Braço de Prata a Sacavém (Foz do Trancão) e regresso ao Teatro Camões (Parque das Nações)
Participantes - (33): Acilina Caneco, Amélia Pontes (convidada), Ana Almeida, Ana Paula Reis (convidada), Angelina Martins, Antônio Dores Alves, Carmen Firme, Céu Fialho, Céu Pedro, Cidália Marta, Clara Maia, Cristina Umbelino, Estela Garcia, Fernando Bernardino, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, João Duarte, José Clara, José Luis Iglésias, José Marques, Júlia Costa, Luís Martins, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Reis, Margarida Lopes, Nela Costa, Octávio Firme, Raul Almeida, Socorro Bernardino, Teresa Palma.
Cãominhadeira: A Jasmine, que apesar de ter feito o triplo dos kilómetros não está incluida.
Organizador – Raul Almeida
Próxima Caminhada – 11/12/2019, Porto (organiza Acilina)
Reportagem:
No cais da Matinha, próximo do Parque das Nações, fácil de identificar pelo paquete Funchal que ali está ancorado há já mais de 6 anos, começaram a chegar os caminhadeiros nos mais diferentes meios de transporte. A Nela Costa veio de Comboio até Braço de Prata. O Manuel Barbosa de autocarro. As meninas Torreenses apanharam o metro de Campo Grande até à Estação de Santa Apolónia onde seriam recolhidas pelo organizador até ao cais.
À medida que iam chegando, eram aliciados pelo Manuel Garcia para receberem a oferta de belas limas.
Pouco depois das 9h30, o Caminhadeiro Mor Fortunato Sousa alerta para o cumprimento do horário, pelo que tivemos que fazer pose para a habitual foto de grupo tirada pelo fotógrafo oficial Luis Martins.
Pelas 9h45, após o briefing do trajeto a percorrer e a divulgação da próxima caminhada, a Acilina teve oportunidade de esclarecer  algumas dúvidas. Iniciamos a caminhada em direcção sudoeste, para visitar as alterações na zona da fábrica de armamento de Braço de Prata. Foi uma boa oportunidade para o Gilberto, o Firme e o Bernardino recordarem velhos tempos enquanto o Manuel Garcia ficava de boca aberta com as alterações da R. Cintura do Porto que localisada no prolongamento da Av. Infante D. Henrique.
Visitado o projeto de luxo, em Marvila, da autoria do arquiteto Renzo Piano e o edifício onde funcionava a parte administrativa da fábrica, começamos a caminhar em direcção ao Trancão, mais junto ao rio até que chegarmos à Marina do Parque das Nações. Aqui chegados tivemos que trepar um muro gradeado, para continuarmos caminhando pelo passeio. O caminho foi prosseguindo até aos bancos por baixo da ponte Vasco da Gama, onde aproveitamos para merendar. Lá seguimos para o Trancão dentro do horário previsto, onde fomos surpreendidos ao cruzarmo-nos com os mais rápidos (entre os eles os habituais Gilberto e Céu Pedro) que já regressavam a toda a velocidade para o almoço.
No regresso, viemos pela parte mais interior do Jardim, Passeio dos Heróis do Mar, até à bilheteira do Teleférico. Juntamo-nos 23 caminhadeiros e viemos de Teleférico para podermos chegar às 12h55 ao Restaurante do Teatro Camões.
O almoço era do tipo buffet só para a carne e saladas. O chefe francês Stephane deixou o pitéu a gosto da grande maioria e no final brindou-nos com whisky e abafadinho para todos. A Filipa, esposa do chefe atendeu-nos com muita simpatia.
Terminada a degustação fomos entretidos das 15h30 até quase às 17h30 pela guia do "Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva" que, para além da sessão de formação sobre as nossa bactérias intestinais da exposição "PUM! A Vida Secreta dos Intestinos" nos conduziu à sala da Física para nos surpreender com algumas experiências curiosas. Alguns, como o Manuel Reis e a convidada Ana Paula Reis, ainda tiveram oportunidade de andar de bicicleta sobre uma corda! Também houve quem se deitasse em cama de pregos, tipo fakir.
Chegada a hora, dirijimo-nos outra vez ao Teatro Camões, para tomar o chá de diversas variedades, bolos e bolachas de frutos silvestres, caseiros e em quantidade suficiente para trazer e comer depois de jantar.
Com o estomago aconchegado, lá regressamos com mais um quilómetro a pé até ao carro ou até à estação da Gare do Oriente no caso das meninas torreenses.
Saudações Caminhadeiras,

Raúl de Almeida

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

* * * *Convocatória . 6ª Caminhada da Época 2019 / 2020* * * * Entre Braço de Prata e Sacavém (Trancão) . Dia 27 de Novembro


Eu, Raúl de Almeida, residente em Lisboa, tenho o prazer de convidar o universo caminhadeiro a participar na 6ª caminhada da época, da qual sou o organizador.
Será mais uma viagem pela cidade, à beira do Tejo, em substituição do ambiente do campo ou rural. Teremos desta vez oportunidade de observar as alterações de uma zona altamente industrial no passado (Braço de Prata), que incluía uma fábrica de material de guerra, agora transformada em zona residencial, com apartamentos com vista para o rio, com valores a rondar o milhão de Euros.
Todo o percurso de aproximadamente 10 kms, será percorrido em terreno plano (muito ao gosto do Bernardino e não só). Dependendo das condições atmosféricas, poderá ainda haver uma boa surpresa.
A caminhada termina no local onde iremos almoçar, a aproximadamente 1 km do local da partida onde ficaram os carros.
Vamos ao programa do dia:
09h00 – Concentração no Cais da Matinha, frente ao Paquete Funchal. 
Parque de estacionamento: 38.750291, -9.095649 ou 38º 45’ 01.1”N 9º 05’ 44.3”W
Caso queiram tomar café, existe do outro lado do armazém AS23 o Roullote Bar 115.
38.748822, -9.096217 ou 38º 44’ 56.0”N 9º 05’ 46.5”W
09h30 – Início da caminhada em direcção à Fábrica de Braço de Prata.
09h45 – Fábrica de Braço de Prata (esquina da rua Fernando Palha com a rua Fábrica de Material de Guerra), que fica a 8 minutos da Estação de Braço de Prata, servida pelas linhas de Sintra e da Azambuja, caso seja conveniente para quem venha de comboio.
13h00 – Almoço no Restaurante do Teatro Camões, onde teremos oportunidade de degustar as iguarias do “Chefe Stephane Gallou".
15h00 – Visita ao Pavilhão do Conhecimento (38.762754, -9.095523 ou 38º 45’ 45.9”N 9º 05’ 34.6”W), onde teremos oportunidade de visitar a exposição temporária inspirada no livro de Giulia e Jill Enders: “Avida Secreta dos Intestinos”.
17h00 – Chá de final de dia no mesmo local do almoço: Restaurante do Teatro Camões.
Saudações Caminhadeiras em passada à beira rio,

Raúl de Almeida

As inscrições devem ser efectuadas através dos comentários desta mensagem até às 24h00 do próximo Domingo dia 24.

Aviso Importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

* * * * * * * * 5ª Caminhada da Época 2019 / 2020 * * * * * * * * _______"No Oeste pela Ribaldeira e Quinta do Rossio:______ ____Entre Histórias e Memórias" . Dia 13 de Novembro_____




Álbuns de Fotos
Acilina
Luís Martins
Dores Alves
Maria da Luz
Data do Encontro: 13/11/2019
Local do Encontro: Ribaldeira – Quinta do Rossio
Percurso “No Oeste pela Ribaldeira e Quinta do Rossio: Entre Histórias e Memórias”
Distância: 10 km – 3h
Participantes: Acilina, Ana Cristina, Ana Leão, Angelina Martins, António Bernardino, António Dores Alves, António Palma, Carlos Penedo, Carmen Firme, Cidália Marta, Clara Maia, Estela Garcia, Fátima Libânio, Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, Ilda Poças, José Luis Iglésias, Júlia Costa, Kinita de Sousa, Lúcio Libânio, Luis Martins, Luis Santos, Luisa Clemente, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Reis, Margarida Lopes, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu, Octávio Firme, Samuel, Socorro Bernardino, e Zélia Santos.
Convidados: Ana Fernandes, Carminda Silvestre, Leonor Ramos, Natália Silva e Otilia Lourenço.
Só almoço: António José Clemente; Carlos Evangelista; Virgilio Vargas, Helena Meleiro, Rogério Matias e a convidada Carminda Silvestre.
Organizadoras: Júlia Costa, Clara Maia e Cidália Marta
Próxima caminhada: 27/11/2019 em Lisboa (organiza Raul de Almeida)
Reportagem:
Após os carros estacionados no interior da Quinta do Rossio, o cafézinho matinal no Café da Ribaldeira, feitas as apresentações dos convidados para esta caminhada e as boas vindas dos proprietários da Quinta -- Francisco Costa de Sousa e Cristina Máximo – o grupo partiu, às 9,30h em ponto, debaixo de um céu cinzento, a adivinhar chuva, rumo à aldeia da Caixaria, com uma Igreja pintada de fresco que serviu de moldura para a foto de grupo.
A chuva miudinha e a lama, natural nesta época nos terrenos oestinos, não atemorizaram os Caminhadeiros, ora vestindo ora despindo as capas de chuva quando o sol timidamente despontava, que, em passo lento, levaram a bom fim os 10 kms percorridos, rumo ao local de partida -- a Quinta do Rossio.
Aqui, às 13,00h, após roupa e calçado mudado os que caminharam e os apenas comensais, foram-se acomodando nas mesas bem decoradas onde se destacava o miminho para cada um – a miniatura do pastel de feijão embrulhada em papel celofane vermelho como lembrança deste dia.
Enquanto se aguardava pelo repasto, completamente a cargo dos proprietários da Quinta e o estômago se entretinha com as deliciosas entradas, o espírito foi alegrado com:

1-- ARTE
Uma exposição de 6 aguarelas ( formato A/4) da artista plástica – Filipa Soares , licenciada em Pintura pela ESAD (Escola Superior de Arte e Design) das Caldas da Rainha, que fez acompanhar o trabalho, a nós dedicado, com um texto, lido pela caminhadeira Graça Sena, e outras telas de formato grande da autoria de Dália Chambel.

2-- HISTÓRIA
A cargo da Investigadora na área da História Regional e Local, Mestre em História Moderna, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – Maria Natália da Silva – e Pedro Diniz, aluno de Mestrado em História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Alimentados estômago e mente, às 15,30h, rumámos à Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal, com 30 anos de vida, onde a Professora Marisa Marques nos aguardava juntamente com outras professoras e alunas que disponibilizaram a visita à Vinha, Picadeiro (com direito a uma aula ao vivo), Laboratórios, Estufa e Clínica Veterinária. Tempo ainda para uma prova de vinho produzido pelos alunos, em contexto de aula, apreciado por alguns dos caminhadeiros presentes.
Às 17,00, hora habitual do lanche, de novo na Quinta do Rossio, agora para uma curta visita aos aposentos de Turismo Rural, enquanto sandes, bolos e chás variados nos aguardavam, desta vez acompanhados pelas vozes de alguns caminhadeiros cantadores com versos em versão alentejana, dedicados aos proprietários e seu amor.
A  pouco e pouco a sala foi ficando mais vazia e a despedida se foi dando até à próxima caminhada.
Um agradecimento muito especial aos proprietários – Francisco Costa de Sousa e Cristina Máximo, à professora  – Marisa Marques, aos Investigadores --Maria Natália da Silva e Pedro Diniz e às Artistas Plásticas – Filipa Soares e Dália Chambel.

Saudações Caminhadeiras

Cidália Marta, Clara Maia e Júlia Costa