domingo, 25 de março de 2012

Convocatória - 14ª caminhada 2011/2012 "Em busca das orquídeas pelos trilhos dos pastores" em 4/4/2012

Convocam-se todos os caminhadeiros a estarem presentes na caminhada a que demos o nome de : Em busca das orquídeas pelos trilhos dos pastores que terá lugar no próximo dia 4 de Abril, na Serra dos Candeeiros, perto de Rio Maior. O percurso será efectuado com guia local e durante o mesmo serão dadas informações sobre a fauna e a flora do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
Dificuldade do Percurso: Média:
Local de reunião:
Cooperativa "Terra Chã"
Largo do Centro Cultural de Chãos 1
2040-018  Alcobertas  Rio Maior
Hora de concentração: 09.30
Extensão do percurso: 8Km
Como chegar:
AE 1 até Aveiras de Cima
Continuar pelo IC2 até Rio Maior
Em Rio Maior seguir as placas com indicação Salinas
Em Salinas continuar pela estrada em direcção a Alcobertas durante cerca de 6 Kms
Aí e sobre a esquerda encontrará um desvio com a indicação de Chãos
No fim da aldeia, à esquerda, encontra-se o Local de Reunião
Para mais informações e consultar as coordenadas GPS consultar o 'site' http://www.cooperativaterracha.pt/
A  parte cultural terá lugar em Alcobertas e nas Salinas e o almoço (típico serrano) será servido nas instalações da cooperativa.
Como sempre, agradecemos que as inscrições sejam feitas até ao fim da manhã de segunda-feira, dia 2.
Desejamos a todos uma excelente caminhada em passada serrana

Luisa e A. Clemente 

Convocatória - Rota do Sável - Viana do Castelo - 13, 14 e 15 de Abril

Convocam-se todos os Caminhadeiros para estarem presentes no evento caminhadeiro a realizar em Viana do Castelo nos próximos dias 14 e 15 de Abril. Devem os interessados confirmar as vossas presenças até ao próximo dia 28 de Março.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa

quinta-feira, 22 de março de 2012

13ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos e Sabores do Alentejo - Vimieiro - 21.03.2012



Albuns de Fotografias
Fortunato de Sousa

Luís Martins
Manuel Reis
Carlos Evangelista
Data do Encontro: 21/03/2012
Local: Vimieiro – Trilhos e Sabores do Alentejo
Percurso: 14, 000 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: António Henriques; António José Clemente; Luísa Clemente; António Palma; Antonieta Faria; Andreia Faria; António Pires; António Dionísio; Silvia Dionísio; Bia; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Carlos Penedo; Fernando Bernardino; Fortunato de Sousa; Quinita de Sousa; Francisco Pires; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Sena; Guido Lopes; Hugo Pires; João Costa; Nela Costa; João Duarte; José Clara; Lurdes Clara; José M. Dionísio; Luís Fernandes; Luís Martins; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Margarida Graça; Rui Graça; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Pedro Antunes; Rogério Matias; Rui Afonso; Irene Afonso; Vítor Gonçalves e Luísa Gonçalves. (Total: 47).
Ao almoço: Os mesmos e também Angelina Martins, Francisca da Rosa, Lina Fernandes, António Jorge Lopes e Mariano Pegacho.
Organizador: Fortunato de Sousa
Restaurante: Sala de Eventos do André Cotovio no Vimieiro (Tel. 965.002.430). Preço per capita: € 20,00.
Próxima Caminhada: 04/04/2012 – (Organizadores: Luísa Clemente e António José Clemente)
Fundo de Reserva: € 939,53
Reportagem:
O conhecido historiador de Arte Portuguesa Túlio Espanca (primo da poetisa Florbela Espanca), autor de um importante e exaustivo levantamento do património arquitectónico e artistico do distrito de Évora, descreveu numa das suas obras a bonita vila do Vimieiro como ‘Infanta da Planura’. A sua harmonia arquitectónica, como que adormecida na planície desde a sua fundação, certamente que o inspirou a dar-lhe este prestigiante título que muito honra o povo vimieirense.
Pois foi aqui na terra natal do organizador do evento, que o grupo ‘Os Caminhadeiros’ teve a maior adesão de participantes (47 caminhantes mais 6 presenças no almoço) até hoje registada nos seus quase 5 anos de existência. Como pioneiro deste inigualável grupo, não posso deixar de me sentir lisongeado por ter contribuído e atingido este marco histórico da nossa actividade caminhadeira.
Às 09:30 horas para cumprimento do horário, começaram a chegar ao largo da Igreja as viaturas com os caminhadeiros forasteiros, que se juntaram aos meus conterrâneos participantes locais. A Lurdes Clara não pensava vir a encontrar aqui o seu antigo colega de trabalho Guido Lopes, ficando assim mais uma vez demonstrado que a aldeia global existe mesmo. Após a fotografia de grupo que antecede o início da actividade caminhante, lá partiu o grupo pela rua de S. João abaixo. O Octávio Firme, que desde a descida da Peninha não experimentava o sabor de caminhar, quis testar o peróneo em percurso plano e, se não fosse a Carmen a acalmar-lhe o impeto aventureiro, não sabemos se a consolidação da lesão não teria sofrido outras consequências. Agora, esperamos ter a curto prazo a Angelina também restabelecida, de modo a que a enfermaria fique sem trabalho por mais uns longos tempos. Com o grupo desta vez mais disperso que o costume, lá fomos andando em passada moderada até ao Monte do Paço, desfrutando da belissíma paisagem alentejana em ambiente primaveril. Eram unânimes os comentários lamentando as graves consequências que a seca prolongada provoca não só na economia local como também no atrazo dos campos de flores que nesta altura do ano já deviam colorir a paisagem inconfundível do Alentejo na Primavera. Outros Caminhadeiros comentavam o erro de cálculo do organizador na dimensão do percurso, pois os 12 kms préviamente anunciados não correspondiam ao que já tinha sido percorrido e o que ainda faltava palmilhar. Em tom de reclamação ouvi alguem dizer: Os alentejanos é sempre a mesma coisa: é já ali..., é já ali.... e depois nunca mais chegamos ao destino. O Carlos Sales quis mesmo que o Fernandes confirmásse se os 500 metros da entrada do portão até ao monte, revelados pelo arrendatário da herdade, não corresponderiam a mais de 1 km. Com mais ou menos custo assim cumprimos 14 kms em solo alentejano vimieirense, desta vez com a Quinita a acusar o organizador da distância exagerada no percurso
O almoço de sabores alentejanos esteve dentro dos limites e por aqui me fico, mas ainda tivemos oportunidade de cantar os parabens aos aniversariantes do dia, que foram o João Figueiredo e o filho da Maria do Céu e do Manuel Pedro.
A componente cultural foi desta vez dividida em duas partes, uma ao ‘Centro Interpretativo do Mundo Rural’ e outra à ‘Igreja Matriz’. Na primeira, em visita guiada muito bem conduzida, tivemos oportunidade de constactar, que houve no passado recente por estas terras, gentes que podiam mui legitimamente ter reivindicado o estatuto de ‘geração à rasca’, tanto pela dureza das tarefas realizadas como pela carga horaria e compensações salariais recebidas. Quanto à visita à Igreja Matriz, o organizador do evento tentou dar a conhecer o passado e o presente da terra que o viu nascer, realçando a beleza arquitectónica do monumento mais nobre que a vila tem.
Quanto ao tradicional chá de fim de tarde desta vez um pouco acervejado, por razões óbvias limito-me a dizer que foi para a minha sogra, para a Quinita e para mim muito gratificante tê-los recebido com espírito caminhadeiro na nossa terra e em nossa casa.
A bolaria presente foi obra da Marianita, mulher do meu amigo António e proprietários da Confeitaria Dionísio.
Uma palavra final de agradecimento para os que pela 1ª vez experimentaram esta interessante aventura caminhadeira. Foram eles a Graça Sena, a Sílvia, e os meus conterrâneos e amigos Guido Lopes, Zé Manel e também aos que só poderam estar presentes ao almoço como o António Jorge, o Joaquim  Campanha e o Mariano. Não esquecendo ainda o Zé Domingues, que sem o seu contributo não teria havido chá quente e cerveja fresca.
Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa

P.S. – Aproveitando a comemoração da semana mundial da poesia, aqui vos deixo um lindo poema de Miguel Torga.

ALENTEJO

A lua que te ilumina,
Terra da côr dos olhos de quem olha!
A paz que se adivinha
Na tua solidão.
Que nenhuma mesquinha condição
Pode compreender e povoar!
O mistério da tua imensidão
Onde o tempo caminha
Sem chegar!.......

quarta-feira, 14 de março de 2012

Convocatória - 13ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos e Sabores do Alentejo - Vimieiro 21.03.2012

Convocam-se todos os Caminhadeiros/as para marcar presença na caminhada a que dei o nome de 'Trilhos e Sabores do Alentejo'. E não vos digo mais nada, pois com isto já vos disse tudo e cada um tire as ilações que quiser.

09:30 horas: Concentração no Largo Prof. José Caeiro da Mata em frente à 'Igreja Matriz'
09:45 horas: Início da Caminhada
O percurso de aproximadamente 12 kms tem um indíce de dificuldade 'baixo' ( 2 numa escala de 0 a 10)

Itinerário Lisboa / Vimieiro: Podem ir pela ponte 25 de Abril ou pela Vasco Gama; Importante é na A6 em Montemor, saír na saída 4 com a indicação: Montemor Arraiolos; Depois é seguir a parte final da indicação do 'Google Maps' 

Como de costume, devem confirmar as vossas intenções de participação no evento até às 12:00 horas da próxima 2ª-feira dia 19.

Saudações Caminhadeiras em passada lenta e sem pressas,

Fortunato de Sousa 

quinta-feira, 8 de março de 2012

12ª Caminhada 2011 / 2012 - Lezírias do Ribatejo - 07MAR2012



Albuns de Fotografias
Local: Companhia das Lezírias – Herdade da Baracha
Percurso: 9,9 kms; 02: 20 Horas
Caminhantes: A. Pires; Armando; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Andreia Faria; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; Fortunato de Sousa; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; Teresa Palma; João Duarte; João Costa; Nela Costa; João Figueiredo; José Clara; Lurdes Clara; Manuel Reis; Manuel Garcia; Margarida Graça; Odete Vicente; Cármen Firme; Rogério; Vítor Gonçalves; Luísa Gonçalves; Pedro Antunes; Manuel Flôxo; Luís Martins.
Organizador: Vítor Gonçalves
Almoço: Restaurante A Cudelaria – Companhia das Lezírias (Tel. 263654985)
Próxima Caminhada: 21/03/2012 – (Organiza: Fortunato de Sousa)
Fundo de Reserva: € 809,53
Reportagem: Às 10H, tal como marcado iniciou-se a caminhada com algumas dúvidas que acabaram por ser resolvidas, aceites e compreendidas com a melhor das boas vontades por parte dos caminhadeiros que lá foram caminhando ao longo da charneca ribatejana com cavalos éguas e potros que não ligaram nada aos intrusos.
Atravessámos depois a Herdade da Baracha, continuámos até à Herdade da Adema onde além de vacas e touros bravos avistámos uma lebre que não devia ser coxa tal a velocidade que corria. Como o piso era bom e o tempo estava óptimo para andar, os 10 Kms foram feitos sem esforço e rapidamente. O Gil Furtado a chocar uma gripe foi desta vez mais ligeiro para o carro.
No Restaurante “ A Cudelaria” tínhamos à nossa espera o O. Firme e um excelente “Buffet Campestre” preparado pelo Carlos Samora e bastante elogiado pelos convivas.
Depois de uma breve visita às boxes onde estão alguns cavalos de linhagem, fomos ajudados pelas explicações do ToZé Clemente que como bom ribatejano estava como peixe na água.
O Palácio do Infantado, a Igreja Matriz e o artesanato em Samora Correia foram visitados com as preciosas explicações da Dra. Carina do turismo da Câmara de Benavente.
Acabámos as actividades na Pastelaria O Forno com o habitual chá, bolos e alguns desvios para outros chás que com a chegada do calor se virão acentuar.
Com a noção de “ dever cumprido “ às 18H deixámos a bela cidade de Samora Correia com mais alguns conhecimentos que estas caminhadas nos proporcionam.

Saudações caminhadeiras.

Vítor Gonçalves

quinta-feira, 1 de março de 2012

Convocatória - 12ª Caminhada 2011/2012 - Lezírias do Ribatejo 07MAR2012


Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª feira dia 7. Agradecemos a confirmação das vossas presenças até 2ª feira.
Local de Encontro: 09H30M no Parque de estacionamento do restaurante “A Cudelaria” Monte Braço de Prata, Porto Alto..
Coordenadas N 38º 52' 45" W 8º 51' 46"
Partida: 09H45M
Percurso: Herdade da Baracha
Distancia a percorrer: Aprox. 10 Kms
Grau de Dificuldade: Baixo/ Muito fácil
Almoço: Cerca das 13H no restaurante “A Cudelaria”
Como chegar:
Percurso 1, pela Ponte Vasco da Gama seguir em direcção a Porto Alto, à entrada do Porto Alto virar a direita para Companhia das Lezírias.
Percurso 2 –Vila Franca, Porto Alto, na 2ª rotunda direção Alcochete a 2 Km virar à esquerda para Companhia das Lezirias.
Visita: Agendada e reservada ao Palácio do Infantado e Igreja Matriz de Samora Correia.
Chá: Pastelaria O Forno – Samora Correia
Ao dispor
Vítor Gonçalves

domingo, 26 de fevereiro de 2012

11ª Caminhada 2011/2012 - Quinta da Cardiga - Entroncamento/Golegã em 22-02-2012




Albuns de Fotos
Fortunato de Sousa
Dores Alves
Manuel Reis
Carlos Evangelista
Data do Encontro: 22/02/2012
Local: Quinta da Cardiga – Entroncamento / Golegã
Percurso: 8,8 kms; 02: 00 Horas
Caminhantes: A. Henriques; A. Pires; Armando; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Bernardino; Carlos Evangelista; Tina; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; Fortunato de Sousa; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; João Duarte; João Costa; Nela Costa; José Clara; Lurdes Clara; Manuel Reis; Manuel Garcia; Margarida Graça; Rui Graça; Odete Vicente; Carmen Firme; Rogério; Vitor Gonçalves; Manuel Flôxo.
Organizador: Gilberto Santos / Nela e João Costa
Almoço: Restaurante STOP - Atalaia (Tel. 249728183)
Próxima Caminhada: 07/03/2012 – (Organiza: Vitor Gonçalves)
Fundo de Reserva: € 599,53
Reportagem: À hora aprazada o parque de estacionamento do Cemitério do Entroncamento encheu-se de carros e de gente com ar desportivo e bem disposto, contrastando com a normalidade própria de quando o mesmo parque se enche de viaturas, o que me leva a especular sobre o que terão pensado os funcionários do dito “Campo Santo ” perante a algazarra e a ausência programada de recepção a novos inquilinos.  
Alguns minutos após a hora estimada de partida, demos início à caminhada rumo à Quinta da Cardiga, a qual, outrora, foi muito conhecida pelas suas produções agrícolas, com especial destaque para os azeites e vinhos vendidos em várias lojas que a quinta possuía de Lisboa, que ainda fazem parte das memórias do signatário, como referência apresentavam os seus produtos rotulados com a Cruz de Cristo dos Templários, que, segundo reza a história, aí estabelecerem um castelo que juntamente com Almourol eram pontos de vigia e defesa do Rio Tejo. À volta da torre principal do velho castelo, construído ainda antes da fundação da nação, encontra-se o palácio principal que, como toda a quinta, apresenta um abandono impossível de conceber considerando a localização geográfica privilegiada à beira do Tejo e com uma extensão de fértil planície a perder de vista ente a Golegã e a Barquinha. Rumamos ainda a São Caetano, antiga aldeia onde se alojavam parte dos empregados da quinta e que, felizmente, contrasta com o palácio, abegoarias, adegas, etc., quanto a conservação das casas e limpeza geral do lugar. Queremos aproveitar para agradecer ao CLAC do Entroncamento e especialmente ao Eng.º João Pimenta pela sua colaboração e companheirismo caminheiro.
Terminada a caminhada, seguimos para o Restaurante Stop na vizinha aldeia da Atalaia, onde previamente tínhamos encomendado os pratos típicos da época e da região para a maior parte dos caminhadeiros, arroz de lampreia e sável com açorda das respectivas ovas. A apreciação global foi genericamente boa com um pequeno senão para a açorda pobre em ovas e pouco consistente, contudo, o preço qualidade pareceu-nos razoável. Há que assinalar que no restaurante já nos esperava o Octávio Firme, em franca recuperação da sua fractura de perónio, juntamente com os seus primos da Golegã, Alda e Filipe.
Findo o repasto, a maior parte dos caminhadeiros teve oportunidade de visitar a Casa Estúdio Carlos Relvas, sita na Golegã, onde fomos recebidos pela simpática e eficiente equipa da Dra. Elsa Lourenço com especial destaque para a Dra. Cátia Fonseca, com quem agendamos a visita e que amavelmente serviu de guia a um dos grupos. Ficamos, assim, mais ricos culturalmente, com o conhecimento da excelente e pioneira obra de Carlos Relvas, do seu acervo, da magnífica Casa Estúdio e da apresentação holográfica que, manifestamente, nos leva a pensar e reflectir que a evolução tecnológica do registo de imagens só tem sido possível com a tenacidade e dedicação de pessoas, similar à de Carlos Relvas.
Após a visita, os elementos do grupo que ainda tinham disponibilidade para um pouco mais de tertúlia, dirigiram-se, a fim de tomarem o habitual chá antes do regresso aos seus lares, ao Café Central, ponto de encontro das gentes da Golegã e dos inúmeros forasteiros que por ali demandam na descoberta e nas comemorações típicas como o São Martinho ou Feira do Cavalo.
Ainda uma saudação especial ao Rui Graça, que pela 1ª vez experimentou o ambiente Caminhadeiro, e o convite para que continue a marcar presença nos próximos eventos se este não o desiludiu.
Saudações Caminhadeiras,
Gilberto Santos

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Convocatória - 11ª Caminhada 2011/2012 – Quinta da Cardiga – Entroncamento/Golegã em 22-02-2012.

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª feira dia 22. Agradecemos a confirmação das vossas presenças até DOMINGO especificando se desejam lampreia, sável ou outros pratos
Local de Encontro: Parque de estacionamento do Cemitério do Entroncamento. Coordenadas 39º 27' 02,43” N 8º 28' 33,18” O
Hora: 09.45H.
Percurso: Entroncamento → Quinta da Cardiga → São Caetano → Entroncamento
Distancia a percorrer: Aprox. 9 Kms
Grau de Dificuldade: Baixo/ Muito fácil
Almoço: Cerca das 13H no restaurante STOP na aldeia da ATALAIA
Ementa: Lampreia, Sável ou outros a escolher do menú do dia, vinho, águas, sobremesa e café – preço estimado por pessoa inferior a € 25,00.
Como chegar: O cemitério localiza-se na parte Sul do Entroncamento e a sua direcção assinalada dentro da cidade. Para maior facilidade, devem dirigir-se à rua da Estação da CP e seguir paralelos às linhas do comboio direcção Sul e tomarem atenção à placa indicadora do caminho, de qualquer modo, ao fim da rua mencionada (Rua D. Afonso Henriques) existe uma rotunda , a partir da qual, à sua esquerda, é visível o cemitério.
Visita: Agendada e reservada à Casa Museu de Carlos Relvas – Golegã, com inicio às 16:00 h

Ao dispor
Gilberto, João e Nela Costa

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Convite aos "Caminhadeiros"

Vamos ao Teatro
FdC – Fatias de Cá
24-03-2012
Destilaria da Brogueira - Torres Novas

l'Odeur
Carlos Carvalheiro
Inicio: 18h18m
Duração: 3h33m
Preço: 33,33 € (refeição incluída)

Transporte ida e volta em autocarro, com paragem nos locais habituais
(preço em função de nº convivas)
Carlos Evangelista

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

10ª Caminhada 2011/2012 - Rota do Atlântico-08-02-2012




Álbuns de Fotos:
Luis Martins
Carlos Evangelista
Fortunato de Sousa
Dores Alves
Data do Encontro: 08/02/2012
Local: Rota do Atlântico - Santa Cruz - Torres Vedras.
Percurso: 11, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Isabel Henriques; A. Pires; Armando; A.Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Bernardino; Bia; Carlos Penedo; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; Fortunato de Sousa; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; João Duarte; João Costa; Nela Costa; José Clara; Lurdes Clara; Manuel Reis; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Garcia; Margarida Graça; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves. Presença só nas visitas culturais; Luis Martins.
Organizador: António Henriques / Vitor Gonçalves. Colaboração: Isabel Henriques, Luisa Gonçalves.
Almoço: Restaurante Pizzaria 'La Fontana' (Tel. 261.933.500)
Próxima Caminhada: 22/02/2012 – (Organiza: Gilberto)
Fundo de Reserva: 489,53
Agradecimentos: Paulo Inácio e à sua equipa - La Fontana.
Marta Fortuna - Azenha Stª Cruz (CMTV)
Arq. Jorge Martins - (CMTV) e mano Luis Martins. Excelente folheto sobre a Azenha.
Filipa Oliveira - Gonçalo Piteira - Victor Figueiredo - Aeródromo de Stª Cruz-ACTV.
Reportagem: E num ápice a vila de Stª Cruz ficou em polvorosa com a invasão de 37 Caminhadeiros devoradores de léguas. O Sol abriu o silencio foi-se a roda da azenha começou a andar, enfim um verdadeiro quinze de Agosto destas bandas. Na auto-estrada uns saíram na porta 7 outros na porta 9 mas ninguém se perdeu e à hora combinada lá estavam todos para mais uma jornada caminhadeira. Ficámos todos satisfeitos com a presença do casal Sales. Na convocatória manteve o grupo na expectativa quanto à sua presença. Havia muitos rumores, uns diziam que tinha abandonado o grupo, tinha amuado por não ser o primeiro a inscrever-se, outros diziam que tinha ido apitar o Sporting outros ainda que tinha ido comprar um apito mas, que alívio, inscreveu-se. Antes do apito inicial tivemos de convencer o Octávio Firme que ainda era cedo para ele fazer a caminhada, tal era a vontade dele. O Vitor foi mostrar-lhe um ponto estratégico onde poderia supervisionar o percurso. Mais tarde o grupo decidiu atribuir-lhe os 11 Kms percorridos para efeito de estatística. Certamente para a próxima teremos a Angelina e fazemos as reservas do grupo ao qual chamamos "Grupo do Perónio" um nome bem escolhido pela Céu.
Ás 10.10H já o grupo estava a rolar junto ao aeródromo em direcção à urb. Praia Azul passámos no domínio das perdizes mas estavam a dormir só duas mais madrugadoras foram avistadas. Entretanto para os lados do Alto da Vela o trio Vitor, Carmen e A. Clemente tinham perdido o Sul, coisa estranha porque normalmente perde-se o Norte, talvez porque a luz não chegava? Lá mais à frente e já na urb. Praia Azul o grupo discutiu, de uma forma bem acesa, a maneira de repescar o trio atrasado. O bom senso imperou e em vez de se accionar o carro vassoura o grupo foi solidário e deixou o trio recolar. Obrigado grupo.
Agora com o grupo completo fomos em direcção das arribas bem ventosas mas onde há vista privilegiada sobre a foz do Sizandro, Praia Azul e Atlântico até conseguimos ver as Berlengas. Já no Alto da Vela temos uma bela vista, Boavista é mais acima, das praias de Stª Cruz. Breve passagem pela capelinha de Stª Helena. Curiosamente a partir daqui ninguém se queixou com dores nas pernas, seria milagre? Praia Formosa à vista e lá fomos em direcção à Azenha onde alguns "incautos" teimaram em passar num atalho-rampa fora do trilho em vez de passarem pela frente da azenha, coisas de caminhadeiros, estava a ver que o grupo do perónio ficava com mais elementos. A cerca de 3 Kms do final as lebres alegraram-se com a possibilidade de se esticarem na ciclo-via.
13H almoço à vista o Paulo Inácio já tinha as mesas preparadas para a reposição de energias. É sempre difícil agradar a todos mas de um modo geral esteve bem com um serviço impecável.
Durante o almoço o Gil pediu para completarem os autógrafos no seu livro dos Caminhadeiros que como já foi divulgado é uma excelente compilação de reportagens do nosso amigo Carlos Evangelista. O Gil tem um grande carinho por todos, a prova, para além de pedir autógrafos foi o material médico que ofereceu para fazer parte do pack dos primeiros socorros; azeite virgem, segundo diz ele, e SOS cardíaco. O António Palma entregou os pins e os diplomas da ultima caminhada "Caminhos pré-históricos da Vila Nova de S. Pedro" Também definiu as regras para os pins. O Vitor Gonçalves disse-nos a agenda das actividades a curto e médio prazo.
Depois de almoço cerca das 15.15H demos início à actividade cultural e fomos visitar a Azenha de Sta Cruz onde nos esperavam o caminhadeiro Luis Martins, Arq. Jorge Martins e a nossa fantástica e paciente guia Marta Fortuna que nos fez excelente e elucidativa descrição da Azenha construída no século XVI que teve uma importância vital para as gentes daquela zona. Os seus tipos são de propulsão superior (azenha de copos, capoeira ou de queda) e de propulsão inferior ou média (de palhetas de rio ou de corrente) Rodando esta em sentido contrário ao da superior. In booklet.
Durante a explicação todos ouviram um "cláck" Foi o nosso amigo Bernardino a querer uma demonstração mais prática dos engenhos.
De salientar a visão da antiga proprietária da Azenha, Dona Luísa, já falecida. A Azenha era alugada na época balnear para rentabilizar a sua propriedade. Se a senhora ainda fosse viva seria o braço direito do nosso actual ministro da economia.
Já passava das 16.30H quando fomos para outro ponto da actividade cultural, o Aeródromo de Sta Cruz. Para alguns caminhadeiros foi uma alegria este reencontro com as aeronaves. Quando chegámos a nossa instrutora Filipa Oliveira estava em voo. Aproveitámos, depois de autorizados, a ver as aeronaves e a descobrir quantos cilindros tinha aquele motor que estava em exposição. O Bernardino acertou, 18 cilindros. Ficou tão contente que foi de imediato investigar onde estava o radar do AlfaJet ali estacionado, já encontrei gritou ele. Coisas de caminhadeiros. Quando a Filipa Oliveira chegou ofereceu-nos uma excelente descrição do Aeródromo de Sta Cruz-ACTV que foi inaugurado em 1946 e a respectiva evolução até aos dias de hoje. O caminhadeiro mor Fortunato Sousa aproveitou a ocasião para oferecer uma placa-troféu dos Caminhadeiros, personalizada para o Aeródromo. Também transmitiu os nossos agradecimentos à Filipa Oliveira e pediu para passar ao Victor Figueiredo pela excelente sugestão para esta visita. Nesta altura já um grupo de três aventureiros estavam a preparar uma viagem pelo céu de Sta Cruz, é verdade, quem diria, o Gil o João Duarte e a Isabel. Aproveitaram a deixa e lá foram, quais Ícaros, levados pelo piloto Gonçalo Piteira na aeronave CS-AQX Cessna 172. Ao que rezam as crónicas de bordo a viagem não podia ter sido melhor mesmo quando a co-piloto Isabel Henriques tomou conta dos comandos.
O dia já estava longo, tal esta crónica, o frio estava a apertar o sol estava a desaparecer era o momento do chá das seis. Fomos para casa do casal Gonçalves, ali bem perto, onde simpaticamente nos receberam e brindaram com excelente chá e bolos. Agradecemos à Luísa Gonçalves e ao Vitor Gonçalves este agradável momento de convívio.
Pelas 20H o grupo de Benfica aterrou na Estrada Poço do Chão.

Saudações caminhadeiras
António Henriques.