segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

9ª Caminhada 2011 / 2012 - Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro - 25.01.2012



Albuns de Fotos
Luís Martins
Manuel Reis
F. Sousa
Carlos Evangelista
Dores Alves
Rui Pedro Mestre
Data do Encontro: 25/01/2012
Local: Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro
Percurso: 10, 600 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: António Henriques; António José Clemente; Luísa Clemente; António Palma; Antonieta Faria; António Pires; Armando Lourenço; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Fernando Bernardino; Fortunato de Sousa; Francisco Pires; Gil Furtado; Gilberto Santos; João Costa; Nela Costa; João Duarte; Teresa Palma Duarte; José Clara; Lurdes Clara; Lúcio Costa; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Reis; Margarida Graça; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rui Pedro Mestre; Vítor Gonçalves e Luísa Gonçalves. (Total: 34);
Ao almoço: Os mesmos e também o Dr. José Pereira, o Dores Alves, o Rogério Matias e o Vítor Trigo
Organizador: Gil Furtado
Restaurante: ‘O Baile’, de Adolfo Henriques, na Maçussa (Tel. 243.719.620 / 919.474.476). Preço per capita: 35 euros.
Próxima Caminhada: 08/02/2012 – (Organizadores: A. Henriques e V. Gonçalves)
Fundo de Reserva: € 399,53
Reportagem:
Tal como mais que uma vez eu aqui já mencionei, uma reportagem deve ser efectuada e publicada logo a seguir ao acontecimento que lhe deu origem, e de preferência no dia seguinte. Se assim não fôr, o seu efeito já não é o mesmo. Perde oportunidade, alguns pormenores são esquecidos, quer pelo autor quer por quem a lê e nela participou, e o que era mais relevante já não tem a mesma piada nem o mesmo sabor. Enfim, é como se fôssemos ler o jornal de hoje na semana seguinte ou comer hoje umas deliciosas sardinhas, que saíram do mar e foram assadas 3 ou 4 dias antes.
De qualquer modo, reconheço que não é fácil disponibilisar tempo e espírito de repórter para pôr em prática esta minha teoria. É como fazer outra caminhada no dia seguinte, com a diferença de que neste caso só um é que caminha, subindo e descendo narrando os factos com curvas e contra curvas, enquanto os outros participantes esperam com alguma ansiedade pelas notícias e pelas imagens do que se passou, e que o blog nos vai servindo mal ou bem em cada 2 semanas.
E agora, que vos posso eu dizer do evento caminhante organizado pelo senador, matreiro, sábio e sabedor, experiente caminhadeiro e também nosso amigo Gil Furtado na passada 4ª-feira em Vila Nova de São Pedro:
Que em dia frio mas solarengo compareceram à partida 33 Caminhadeiros, a que se juntou o Lúcio Costa, presidente da junta de freguesia da terra que deu nome à caminhada. Foi ele que mui amavelmente nos guiou durante os quase 11 kms e as 3 horas do percurso, e nos elucidou dos pontos mais importantes que fomos encontrando pelo caminho. De entre todos, o de maior importância foi o Castro de V.N. de São Pedro, onde mais uma vez tivemos o privilégio de escutar a douta sabedoria histórica da voz do Dr. José Pereira. O mesmo que semanas antes nos tinha elucidado da presença relevante de Cristóvão Colombo por estas terras ribatejanas.
Agora notem bem: O tal matreiro, sábio e sabedor Gil Furtado, deixou o Dr. José Pereira e o Lúcio Costa explanarem toda a importante carga histórica que levou o ‘IGESPAR’ a classificar mui justamente este pré-histórico Castro de ‘Património Nacional’, para a seguir entrar ele em cena. Com toda a naturalidade que o caracteriza, com a sua elevada retórica, em voz alta e bem colocada, contou-nos uma história ou lenda local de uma madrinha astuta que conseguiu casar a sua afilhada com um iniciado proprietário amanhador de terras chamado António Ferreira, sob a condição prévia dos 6 hectatres de terreno por ele cobiçados incluirem o desposamento da donzela. Concretisado o sonho e o interesse mútuo dos noivos, como acontece em todas as histórias bem sucedidas, foi o casal muito feliz pela vida fora, dando início a uma linhagem familiar bem conhecida em V. N. De São Pedro por atitudes e acções de obras valorosas prestadas à população. Não fôra a inconfidência do presidente da junta Lúcio Costa, e ainda agora não saberiamos que o nosso amigo Gil é um dos netos do sr. António Ferreira, herdeiro e proprietário desta pequena parcela de ‘Património Nacional’. Talvez um dia se possa erguer aqui a sede social dos Caminhadeiros, sugeriu alguém com muita oportunidade.
Já eram quase 2 horas da tarde quando entrámos na sala de ‘Baile’ da Maçussa, onde o Dores Alves, o Rogério Matias e o Vitor Trigo esperavam por nós. Aqui, mais uma vez os passes de dança foram variados, todos soberbamente ensaiados pelo mestre Adolfo Henriques.
O ano passado estava melhor; Que não, diziam outros, mas vamos lá ver o preço e só depois posso ajuizar. Deixa lá, para a próxima aceitamos o convite do Lúcio Costa e almoçamos em V. N. De São Pedro a preço de conveniência. Bem, se tivermos em conta as entradas, prato de cabrito, caminhada com guia incluído, 2 convidados e mais o chá, até pode não estar caro dizia um caminhadeiro em ar conciliador.
O Caminhadeiro Mor Vitor Gonçalves, que no início da caminhada deu indicações e solicitou aos caminhadeiros presentes a necessidade de caminharmos em ritmo mais lento e mais compacto, foi bem entendido por todos e é neste ritmo que vamos passar a andar. Quanto ao planeamento das caminhadas futuras, é que o Vitor não teve a colaboração que se desejava, mas com um pouco mais de insistência havemos de conseguir os objectivos. Para já ficou decidido que só haverá mais 2 caminhadas extraordinárias: A do Minho a organizar pelo Carlos Penedo e a das cerejas no Fundão em que a Bina e o Carlos Sales irão repetir o sucesso do evento por eles realizado em Junho de 2010.
O sucesso literário da obra ‘O que Caminhei e Não’, ficou confirmado com o sucesso de vendas obtido neste dia. Estão de parabens o casal editor, tal como o António Palma com a continuação da entrega de ‘Pin’s’ por ele produzidos e os certificados de presença dos caminhadeiros nos eventos.
Tivemos ainda oportunidade de brindar ao casal Firme e ao João Figueiredo, que por razões diversas mas conhecidas de todos não poderam estar presentes no evento caminhante.Uma saudação também especial para a Margarida Graça e para o Rui Pedro Mestre (filho do Carlos Evangelista) que pela 1ª vez partilharam com o grupo esta sui generis modalidade desportiva e não só.
E agora perguntam vocês: Qual a razão porque foi o Balão de Sousa a fazer a reportagem e não o Gil Furtado?

É só para te dar trabalho. Será que podes tu fazer a reportagem?

É que eu estou a sentir-me no papel do pai da noiva que gaba a noiva. É tudo muito pessoal: a minha freguesia, o presidente dela, o «meu» castro, os meus avós, o restaurante do meu amigo...

Se tiveres mais essa pachorra, agradecia-te muito.

Além disso, tenho que ir amanhã de manhã para a minha aldeia, sem computador.

Este foi o ‘email’ que recebi ontem do meu amigo Gil Furtado, o tal senador, matreiro, sábio e sabedor e velho experiente Caminhadeiro. Com este paleio tão criativo e apelativo não lhe podia dizer que não. Foi o que fiz com espírito de caminhadeiro solidário e colaborante.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Convocatória - 9ª Caminhada 2011 / 2012 - Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro - 25.01.2012

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª-feira dia 25:
Local de encontro: Rua Pedro Jaleco, Vila Nova de São Pedro, no parque de estacionamento em frente da Colectividade Recreativa, à entrada da aldeia para quem vem do Cartaxo, quase à saída para quem vem de Manique.
Coordenadas: 39 12 33 N 8 50 36 W
Hora da concentração: 9:30
Início da caminhada: Logo que estejamos todos
Distância a percorrer: Cerca de 10 km
Grau de dificuldade: Médio-baixo
Ressalva: Se os trilhos estiverem muito enlameados, dado que os barros locais são pesados e aglutinantes, poderemos optar pelas areias de Manique do Intendente.
Restaurante para o repasto: O Baile, de Adolfo Henriques, na Maçussa.
Prato de sustância: cabrito no forno.
Como chegar ao local de concentração:
Hipótese 1 – Após sair na portagem de Aveiras, seguir em frente na N366 e imediatamente após Alcoentre – onde não se entra – atenção à placa indicativa e virar à direita para Manique do Intendente, seguindo até Vila Nova de São Pedro. É o caminho clássico e menos sujeito a enganos, mas até Alcoentre tem trânsito intenso e lento de pesados nos dois sentidos.
Hipótese 2 - Após sair na portagem de Aveiras, virar imediatamente à direita em direcção ao Cartaxo e proceder como quem vai para a Maçussa. À saída da Maçussa, atenção a uma placa indicativa de Vila Nova de São Pedro que está do lado esquerdo da estrada e que mal se vê. Se derem por ela, muito bem; se não, não se preocupem: sigam até Manique, que já conhecem, e lá, em frente do grande palácio em ruínas, virem para a direita e irão dar a Vila Nova.
Hipótese 3 – Sair da A1 no Carregado, passar Azambuja e à entrada do Cartaxo procurar o caminho para VNSP. Não o aconselho, pois é o mais demorado.
Há outras hipóteses, mas vou dispensar-me de escrever todas, já que, apesar de tudo, estas são as menos más.
Como de costume, devem confirmar as vossas presenças até ao final do dia da próxima 2ª-feira dia 23.
Boa viagem, e lá vos espero, se não for o último a chegar.
Gil Furtado

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

8ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Fim da Europa - dia 11 de Janeiro


Albuns de Fotos:
Data do Encontro: 11/01/2012
Local: Cabo da Roca – Trilhos do Fim da Europa
Percurso: 10, 200 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Andreia Faria; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Fortunato de Sousa; João Figueiredo; João Martins; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; José Clara; Lurdes Clara; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Flôxo; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Pedro Antunes; Pedro Albuquerque; Lídia Albuquerque; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves.
Organizador: João Martins
Almoço: Refúgio da Roca (Tel. 219.291.752 / 939.280.005)
Próxima Caminhada: 25/01/2012 – (Organiza: Gil Furtado)
Fundo de Reserva: € 321,53
Reportagem:
Ao organizador do evento caminhante da passada 4ª-feira e meu estimado amigo João Martins, ouvi certo dia dizer o seguinte: Uma coisa é conhecer o país de carro ou através de outro qualquer meio de transporte, e outra coisa completamente diferente é conhecer o país a pé. Se dúvidas ainda poderia haver acerca desta opinião do João, ficaram ontem desfeitas e esclarecidas, com as vantagens a pender claramente para os que optam por conhecer o país a andar a pé ou caminhando. Como alguém dizia durante o percurso, a serra de Sintra encerra qualquer coisa de misterioso e deslumbrante, que não se consegue explicar de ânimo leve. Em dias como o de ontem com céu aberto e temperatura amena, caminhar por entre a floresta densa e variada desde a Azoia até à Peninha é uma experiência que não se esquece facilmente. É preciso ir lá, experimentar, e depois, se dúvidas houver então falamos. Ou falem com qualquer um dos 32 elementos do grupo ‘Os Caminhadeiros’ que ontem tiveram a feliz oportunidade de usufruir das maravilhas que a natureza se encarrega de nos oferecer (por enquanto sem custos e tributação adicional indexada).

Chegados ao Santuário da Peninha, ponto mais alto do percurso e um dos mais elevados da serra de Sintra, vivemos nós também aqui em frente à ermida de S. Saturnino, um dos pontos mais altos da nossa vida de Caminhadeiros. Nada mais nada menos que a concretização do projecto a que a Tina e Carlos Evangelista se propuseram., e que consistiu na edição em livro de todas as reportagens, comentários e algumas imagens incluídas no blog ‘Caminhadeiros’ desde que este foi criado, até à última caminhada da época de 2010 / 2011 realizada no monte do Chico Pires em Lavre. Intitulado ‘O que Caminhei e Não’, quis o Carlos, após uma breve descrição do seu projecto, fazer a entrega do primeiro exemplar à sua madrinha Caminhadeira Maria do Céu, simbolizando deste modo o seu agrado pelo excelente ambiente que encontrou dentro do grupo Caminhadeiro. Outros exemplares do livro foram ainda entregues a outros Caminhadeiros, num critério por ele definido e justificado.

Com a panorâmica do guincho e do Cabo Raso mesmo de fronte, iniciámos a descida pelo lado oposto da serra já com metade do percurso e a parte mais difícil cumpridos. Para comprovar que descer não é mais fácil que subir, eis que o caminhadeiro Octávio Firme, ao colocar mal o pé direito em cima de um cascalho, sofreu uma queda que o impossibilitou de terminar o percurso pelos seus próprios meios. Só as vastas e mui competentes aptidões de socorrista postas em prática pelo caminhadeiro Gil Furtado, aliviaram a dôr ao Octávio e permitiu a este recuperar a marcha em ritmo lento até ao transporte que o levou à Azoia. Se tivessemos azeite virgem no kit de 1ºs socorros, de certeza que eu tinha posto o Firme a andar pelo seu próprio pé, afirmava categoricamente o improvisado curandeiro de serviço. E disse isto com um ar tão convincente, que logo todos os presentes se prontificaram a abastecer as mochilas com azeite virgem, como medida preventiva para o que o futuro nos reservasse. Que não, não e não... O verdadeiro azeite virgem vocacionado para estas e outras maleitas do género, só o que tenho lá em casa. Esse é que tem virtudes e efeitos milagrosos, e para a próxima caminhada não vai faltar concerteza, garantíu o Gil.

Este pequeno acidente e incidente sem consequências graves, dispersou um bocado a disciplina dos gupos de caminhantes, no que respeita ao cumprimento do percurso planeado até final da caminhada. Mas como diria o Chico Pires se estivesse presente: coisas de caminhadeiros.

O almoço teve lugar no restaurante ‘Refúgio da Roca’, cujo proprietário é primo do grande Américo Patrício, natural da Azoia e companheiro de luta da maior parte dos presentes neste evento. Com ele, alguns de nós tivemos oportunidade de partilhar dos melhores momentos da nossa vida profissional e privada. E como consequência do parentesco ou não, deliciou-nos o Carlos Gomes com umas deliciosas ‘Lulas na Telha’, seguidas de uma ‘Espetada Mista’ muito bem confecionada. O vinho branco e tinto produzido com uvas da aldeia estiveram à altura das iguarias.

Durante o repasto, aproveitando o intervalo entre o prato de peixe, o da carne e as sobremesas, ocorreram alguns factos dignos de nota que passo mencionar:

• O Caminhadeiro Carlos Sales, numa atitude deveras interessante e que nada tem a vêr com represálias, igualdade de género ou xenofobia, ofereceu a cada caminhadeiro um brinde surprêsa, deixando as caminhadeiras de boca aberta, pela falta de educação e ternura que isto representa para com o sexo oposto;

• O Américo Patrício agradeceu e retribuíu o convite para o almoço, oferecendo ao grupo ‘Os Caminhadeiros’ um certificado passado pela C.M. de Sintra, onde se comprova que estivemos presentes no ponto mais ocidental da Europa;

• O Caminhadeiro Carlos Evangelista entregou mais alguns livros ‘O que Caminhei e Não’, tendo ainda recebido encomendas de outros caminhadeiros que manifestaram interesse em adquirir a obra a preço reduzido.

• O ainda novel Caminhadeiro António Palma, afilhado Caminhadeiro do Carlos Evangelista, quis simbolizar o privilégio de fazer parte do grupo, oferecendo ao padrinho e aos fundadores do colectivo um porta chaves personalizado com o logotipo dos Caminhadeiros; Para todos os que estiveram presentes na caminhada ‘Na Rota de Colombo’, ofereceu também o nosso amigo António Palma um ‘pin’ da sua autoria, em que naquele pequeno círculo, conseguiu representar todo o programa do evento organizado pelo casal Firme. O nosso obrigado ao António pela sua capacidade criativa e pela sua generosidade para com os Caminhadeiros.

• O Caminhadeiro Vitor Gonçalves, informou os caminhadeiros presentes, que fará a gestão das futuras caminhadas ordinárias e extraordinárias a realizar até ao fim da época, tendo para tal que receber dos voluntários a informação adequada.

• O caminhadeiro Fortunato de Sousa, representando o Caminhadeiro Manuel Pedro (que por razões de ordem particular não pôde estar presente no almoço), leu uma carta endereçada ao nosso grupo pela ‘CERCIOEIRAS’, agradecendo a generosidade e o espírito de solidariedade demonstrado pelos vários elementos do grupo ‘Caminhadeiros’, que no dia 4 de Outubro de 2011 estiveram presentes numa acção de voluntariado naquela instituição em Barcarena. Diplomas para o grupo Caminhadeiros e para cada um dos voluntários, foram entregues pelo Fortunato de Sousa em nome da ‘CERCIOEIRAS’.

A Caminhadeira Luísa Gonçalves pediu também o uso da palavra para solicitar ao João Martins mais moderação no indíce de dificuldade nas caminhadas por ele organizadas. O João, com a simpatia que o caracterisa, não deixará de ter em conta este pedido da Luísa.

Antes do almoço terminar e do Luís Fernandes efectuar a recolha do guito, contactámos por telemóvel a nossa amiga Caminhadeira Teresa Palma, ausente por motivos de saúde e que neste dia cumpria mais um aniversário. Dificuldades na comunicação, impediram que os parabens a você cantado em côro muito afinado chegassem ao destino. Também o João Duarte, o Rogério Matias e o Dores Alves não marcaram presença na caminhada por motivos de saúde. A todos eles os votos de francas melhoras e rápida recuperação.
A visita cultural foi desta vez efectuada ao Farol deste cabo, com a mais valia de termos connosco a servir de guia o nosso amigo Américo Patrício. Para surpresa de todos, ficámos a saber que ele deve ser o cidadão mais ocidental da Europa, pois segundo a sua versão foi gerado nas Berlengas e nascido nas casas residenciais do Cabo da Roca.

Para terminar o dia e eu a minha longa reportagem, só falta dizer que o chá de final de dia, foi tomado no restaurante com vista panorâmica para o oceano, onde o casal Clara e a Andreia Faria, que pela 1ª vez partilharam connosco esta invulgar filosofia de vida, não devem ter dado por mal empregue o tempo vivenciado com os Caminhadeiros.

Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Convocatória - 8ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Fim da Europa (Cabo da Roca) Dia 11 /01

Convocam-se todos os caminhadeiros para participar na 8ª caminhada da época, que também será a 1ª do novo ano de 2012.
O percurso de +/- 11 Kms com indíce de dificuldade médio, terá o ponto de partida na Azoia, subiremos pela serra de Sintra até ao Santuário da Peninha, e depois sempre a descer regressaremos ao ponto de partida onde terá lugar o almoço. O restante programa do dia também terá lugar no ponto mais ocidental da Europa, onde a terra acaba e o mar começa.
A concentração está marcada para as 09:00 horas, no parque de estacionamento do antigo restaurante 'Aldeia da Roca' que fica localizado logo à entrada da aldeia da Azoia, do lado direito de quem desce. Para quem tem GPS: N 38º 46' 24,5" W 9º 28' 43,7".
A previsão meteorológica para a próxima 4ª-feira dia 11 é de céu pouco nublado e temperatura à volta dos 10, 12º.
Como de costume, devem as confirmações de presença na caminhada, ser efectuadas através dos comentários no blog até às 12:00 horas da próxima 2ª-feira dia 9.
Saudações Caminhadeiras em passada de ano novo,
Fortunato de Sousa

P.S. - O atraso de 1 dia na publicação da convocatória, foi motivado pela deslocação do organizador João Martins e mais 3 camiinhadeiros ao local da caminhada para reconhecimento do percurso e planeamento do restante programa do dia.

sábado, 17 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS

A todos os caminhadeiros, família e amigos, desejos muito sinceros de:
"BOM NATAL E FELIZ ANO NOVO".
São estes os votos dos Caminhadeiros Mor,
Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vitor Gonçalves

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

7ª Caminhada época 2011 / 2012 - Na Rota de Colombo - Dia 7 de Dezembro



Albuns de Fotos
F. Sousa
Percurso: 11, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Henriques; A. Palma; Antonieta; Armando; Bernardino; Armando; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; Fortunato de Sousa; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Teresa Palma; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Odete Vicente; Inês Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves;
Não caminhantes: Dr. José Pereira; Graça Penedo; Luís Penedo; Santos e Silva; Vitor Hugo;
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Almoço: Oficina de Sabores (Tel. 263 478 153)
Próxima Caminhada: 11/01/2012 – (Organiza: João Martins)
Fundo de Reserva: € 276,53
Reportagem:Amanheceu um dia radioso neste quase Inverno, ainda por cima com uma temperatura primaveril, de tal forma que o organizador, com alguma jactância, se atreveu a dizer que o que lhe tinha dado mais trabalho tinha sido negociar o estado do tempo com o S. Pedro.
O cronista, ou escrevinhador, como lhe queiram chamar, que não é crente, nunca tem dúvidas e raramente se engana, (já ouvi isto nalgum lado, não me lembro bem onde…) pensou logo : lá está o tipo com tretas a armar-se em importante…; o que é certo, é que ao ver o tempo no dia seguinte, o escrevinhador oscilou nas suas convicções e ficou a pensar se não haveria algo de verdade nas afirmações do organizador.
Adiante, que a caminhada é grande.
Reunimos 34 caminhadeiros dos 36 previstos, pois, por impedimentos de última hora, nem a Luísa Gonçalves nem a Ilda Marques puderam estar presentes. Começámos por saudar a presença de duas novas caminhadeiras – a Antonieta Palma e a Inês Garcia - e lá nos pusemos ao caminho, não sem antes o organizador ter informado que iríamos passar por 4 freguesias, 2 concelhos e 2 distritos, É obra!
Da caminhada, propriamente dita, não há muito a dizer; foi bonita porque o tempo também ajudou, incorporou algumas subidas, não muito longas, o percurso era agradável e tinha umas vistas soberbas sobre a serra de Montejunto, o que decerto fez a felicidade dos nossos excelentes fotógrafos. Apenas ouvimos alguns protestos, não muito intensos, dos suspeitos do costume: os caminhadeiros Bernardino e João Duarte. Falta apenas mencionar um pequeno engano no percurso, aliás de imediato corrigido, mas que a companheira do organizador e os mais íntimos, leia-se casal Clemente, aproveitaram logo para dizer que não há nenhum passeio por ele organizado que não inclua uma entrada num beco sem saída.
O almoço foi uma oportunidade para a maioria dos caminhadeiros saborearem um prato típico da cozinha ribatejana que não conheciam – o torricado. No dizer do organizador este torricado tinha pouco a ver com o antigo e autêntico que estava documentado nas fotografias existentes na antecâmara da sala prandiante. O longo tempo de execução deste prato feito pelos métodos tradicionais e a própria ASAE inviabilizam que as boas tradições gastronómicas se mantenham. O almoço agradou sem deslumbrar e teve um preço simpático. Ao fazer esta apreciação o cronista recuou mais de 40 anos e veio-lhe à memória o que tinha de escrever quando estava de Oficial de Dia (e de noite) no quartel e, no que diz respeito à prova do rancho, rezava assim: “tinha bom aspecto e paladar, agradou dum modo geral a quem a utilizou, era em quantidade suficiente e os géneros pareciam em bom estado”.
A parte cultural foi brilhantemente preenchida pelas palestras proferidas na igreja de Vale do Paraíso e na casa de Colombo, pelo Dr José Pereira, historiador, investigador e director do Museu da Azambuja. Foi explicada a reunião tida por Cristóvão Colombo com o Rei D João II (a qual deu o nome à presente caminhada) que, muitos de nós, talvez influenciados pelos filmes com temas da guerra fria, atribuíamos a espionagem e contra-espionagem; afinal não passava de uns prosaicos rabos de saias...
Já com o Sol abaixo do horizonte dirigimo-nos para a última etapa da jornada caminhadeira - o chá e bolinhos - que, desta vez, foi em casa do organizador. O Caminhadeiro-Mor e o Presidente da Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado – Luís Penedo - aproveitaram para comunicar a intenção da Academia aceitar “os Caminhadeiros” como sócios colectivos da Academia, o que dará a possibilidade de qualquer Caminhadeiro assistir aos eventos da Academia a preço de Sócio. Foi com muito agrado que os caminhadeiros tomaram conhecimento deste projecto. É ainda de referir as ofertas feitas pele Teresa, Bina e Cármen de, respectivamente, frasquinhos de perfume, pulseiras e flores às senhoras caminhadeiras. Finalmente, e para terminar, resta- me deixar aqui expressa uma pergunta que é simultaneamente um protesto: Porque será que as prendas são sempre para as senhoras e nunca para os homens? Eis um tema para debater na próxima caminhada….
Bom Natal para todos, Boas caminhadas em 2012, porque as restantes perspectivas não são nada animadoras.
Um grande abraço para todos do caminhadeiro
Octávio Firme

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Convocatória - 7ª Caminhada época 2011 / 2012 - Na Rota de Colombo - Dia 7 de Dezembro

Estão convocados todos os caminhadeiros para marcar presença naquela que será a última caminhada organizada pelo grupo 'Os Caminhadeiros' no ano de 2011.

Desta vez os organizadores são a Carmen e o Octávio Firme, que já têem devidamente planeado todo o programa para esse dia.

A concentração será no parque de estacionamento do restaurante 'Oficina de Sabores' em Aveiras de Cima às 09:30 horas.

Como já vem sendo hábito, devem os interessados em participar neste grandioso evento, confirmar a sua presença através dos comentários desta mensagem até à data limite do final do dia da próxima 2ª-feira dia 05 de Dezembro.
Saudações Caminhadeiras em passada fandanguista,
Fortunato de Sousa

Jantar Comemorativo do 4º aniversário do Blog - 25 de Novembro

Album de Fotos:
Luis Martins
Reportagem:
Fado quer dizer destino, e quis o destino que o grupo ‘Os Caminhadeiros’ se juntasse no passado dia 25 aos membros da ‘Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado’, a convite do seu presidente Luís Penedo. Passadas pouco mais de 24 horas, a comunicação social anunciava ao mundo inteiro, mas principalmente ao mundo português, que em reunião do VI Comité Internacional da UNESCO, ‘O FADO’ tinha sido elevado à categoria de ‘Património Imaterial da Humanidade’. Parecendo estranho ou talvez não, também aqui se cumpriu o destino ou dito de outra maneira, se cumpriu o nosso fado. Para nós ‘Os Caminhadeiros’, que neste convívio comemorávamos o 4º aniversário do nosso blog, dificilmente outra marca tão forte poderia perpetuar o encontro com esta Academia.
O jantar convívio seguido de noite de fados juntou quase 80 pessoas, pertencendo a maior parte ao grupo convidado. Como sempre acontece nestas situações, muitos dos presentes já se conheciam de outras paragens ou de outros encontros, mas é sempre bom reviver tempos passados e encontrarmos gente que não esperávamos.
Tomados os aperitivos, quis o anfitrião Luís Penedo, (que em simultâneo é irmão do Carlos Penedo e ex colega de trabalho da maior parte dos elementos do grupo caminhadeiro) transmitir aos presentes o alinhamento da noite fadista que nos esperava e pela qual todos ansiávamos. Terminado o jantar, o porta voz do grupo ‘Os Caminhadeiros’ agradeceu o convite e entregou ao presidente da Academia um troféu personalizado como simbolo da nossa gratidão ou passada de caminhadeiro que por aqui passou. Um forte abraço entre o Fortunato de Sousa e o Luís Penedo, selado com um copo de ginja bem erguido e saudado por todos os presentes, serviu para brindar ao nosso 1º encontro convívio.
Depois pediu-se silêncio porque se ia cantar o fado. O que aconteceu a seguir, cada um terá que avaliar à sua maneira, mas para que se não perca na nossa memória o registo dos acontecimentos, aqui fica o riquíssimo painel de intervenientes:
Guitarra Portuguesa: Luís Penedo e Nuno SiqueiraViolas: João Machado e Professor José Maria NóbregaFadistas: Abel Coutinho, João Coelho Fernandes, Graça Penedo, Américo Almeida, Nuno Siqueira, Vitor Feiteira, Manuela Cavaco, Carlos Madureira, Eduardo Falcão e Nuno de Aguiar.Cada um destes fadistas interpretou e expressou à sua maneira as várias matises verbais e gestuais desta nobre arte de cantar e sentir o fado, mas sempre a um nível muito elevado.
Durante um breve intervalo regressámos ao ambiente caminhadeiro, para partir o bolo de aniversário do blog, tendo a caminhadeira Odete e este vosso servidor feito as honras da casa, soprando a vela e distribuindo pedaços do dito acompanhado de um copo de ginginha.
Antes de iniciada a 2ª parte do programa, fomos surpreendidos mais uma vez pelo Carlos Evangelista, através de uma atitude que demonstra bem a sensibilidade e a dedicação que ele e a Tina têem entregue à causa caminhadeira. Solicitou o Carlos para junto dele a presença dos 5 elementos do grupo aqui presentes (são 7, mas 2 não participaram no evento), que há 4 anos tiveram a feliz iniciativa de dar os primeiros passos nas caminhadas e em tudo o mais que complementou esta nossa inédita modalidade desportiva, social e cultural. Quis ele pessoalmente fazer a entrega a estes pioneiros, de uma compilação provisória de todo o conteúdo do blog, cujo resultado final será a breve prazo conhecido por todos.
Uma breve incursão fadista de um caminhadeiro desajeitado na arte de cantar o fado, interpretando um pseudo fado com letra de sua autoria a que deu o nome de ‘Guitarra Amante do Fado’, contribuíu para retribuir e agradecer ao seu jeito à Academia o excelente espectáculo aqui vivenciado. Por excessiva tolerancia e benevolência da assistência não foi apupado nem agredido como decerto merecia, mas sim em contrapartida acarinhado por todos.
Por tudo isto só posso terminar a reportagem com estas palavras:
‘O Fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer’.
Foi assim com estes dois versos que o poeta Anibal Nazaré terminou a letra do fado: ‘Tudo isto é Fado’. E não é fácil encontrar em toda a vasta obra literária até hoje publicada sobre o tema, uma definição mais popular e simples acerca deste dolente e melancólico estilo musical português. Simples e popular como a noite do dia 25 de Novembro de 2011, aqui por nós partilhada e que certamente perdurará na nossa memória por muitos e longos anos.
Saudaçãoes fadistas e caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
P.S. – A pedido de alguns amigos, aqui vos deixo os versos de:

‘Guitarra Amante do Fado’

Boa noite meus senhores
Profissionais e amadores
Da grande noite fadista
O que eu vos quero dizer
Não é difícil saber
Ajuda aí guitarrista

Após 4 anos passados
Decidimos vir aos fados
E aceitar a cortesia
Hoje aqui não faltou nada
Foi uma noite bem passada
Parabens à Academia

Esteve a guitarra e o fado
Conviveram lado a lado
Com a mochila e o bastão
Em perfeita sintonia
E numa grande harmonia
Como manda a tradição

E agora p’rá despedida
Desta noite bem vivida
Aqui vos deixo um recado
Podem crer tenho a certeza
Que a guitarra portuguesa
É a grande amante do fado

Fortunato de Sousa

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

6ª Caminhada 2011 / 2012 - Parque das Nações . 23 de Novembro

Albuns de Fotos
Data do Encontro: 23/11/2011
Local: Parque das Nações
Percurso: 13,200 kms; 2:30 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Bernardino; F. Sousa; Vitor Gonçalves; Luis Fernandes; A. Pires; Gilberto; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Odete; Pedro Antunes; Dores Alves; Manuel Garcia;Luisa  Gonçalves; Carlos Sales; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Bina; João Duarte; Rogério Matias; Ilda Marques; O. Firme; Carmen Firme; Luisa Clemente; Luis Martins; Angelina Martins; A. Clemente; Bia; Antonio Palma.
Organizador: Manuel Reis
Almoço: Restaurante Outra Loiça
Próxima Caminhada: 07/12/2011 – (Organiza: Octávio Firme)
Fundo de Reserva: € 503,00
Reportagem:
Se na 1ª caminhada no Parque das Nações, há cerca de 2 anos, participaram 12 caminhadeiros, desta vez foram 30 os que alinharam à partida, com bom tempo e temperatura amena como se pode ver pela foto do grupo com equipamento primaveril.

Sem subidas nem descidas o pelotão lá se foi alongando com as lebres à frente e as tartarugas cá atrás, tal como na fábula do La Fontaine. Só que a moral da fábula aqui perde-se porque as lebres ganham sempre e as tartarugas vão-se dispersando em grupos cada vez mais pequenos, desta vez apanhei até grupos de um. Quanto a mim é pena porque por um lado não dá motivação aos mais atrasados para manter uma marcha regular reconhecidamente benéfica e por outro empobrece a componente de convívio que é apanágio destes caminhadeiros a fazer 4 aninhos.
O percurso ‘oficial’ decorreu entre a Urbanização Real Forte em Sacavém e a marina do Parque das Nações para a maior parte de nós mas, segundo me contaram, as lebres fizeram mais uns 700 metros e só pararam junto a uma roulotte onde alguns fizeram o break com sandes de coirato e outras coisas levezinhas.

Na marina ainda se deu um certo reagrupamento mas depois foi sempre a ’abrir’ até que à chegada o pelotão chegou novamente esfrangalhado, como se dizia no ciclismo.

Mas deixem-me saudar a 1ª vez do amigo Palma, o reencontro com a Bia da noturna da Galé desta vez à luz do dia, a presença do Dores Alves que veio mesmo adoentado e para quem vão os votos de melhoras rápidas da faringite, a lembrança do Sales de que foi neste percurso que fez a 1ª caminhada connosco, a 1ª vez do Balão a inscrever-se com rima em sextilha (acho eu!). E penitenciar-me de não vos ter transmitido in loco um abraço e votos de bom almoço que recebi do Gil Furtado e do José Teixeira. Deve ter sido do stress…

O almoço desta vez foi pré contratado e o Sales não teve que exercer o seu papel de árbitro. E se forem ver a reportagem da caminhada anterior aqui vão verificar que baixamos o preço do almoço o que nos tempos que correm não é coisa pouca.

Seguiu-se a visita ao Museu de Cerâmica de Sacavém, guiados pelo sr. Carlos Pinheiro que depois de uma passagem pelo centro de documentação nos brindou com uma exposição muito completa e colorida da história da antiga Fábrica de Loiça de Sacavém na presença da maqueta das instalações. Houve ainda tempo, embora pouco, para apreciarmos um painel de azulejos feito para o antigo Diário de Lisboa, dar uma vista de olhos pela exposição temporária ‘ A Geometria das Cores’ e até falar do famoso estilo ‘cavalinho’. Finalizamos a visita entrando no forno ‘inglês’ que foi resguardado para dar testemunho quer da tecnologia da época quer da extrema dureza do trabalho dos operários que nele operavam. Fica aqui o link do Museu para despertar o apetite para novas visitas (gratuitas para reformados).

E terminamos com o nosso cházinho da tradição, já com o fresquinho da noite, numa cafetaria das proximidades que mostrou não ter ‘loiça’ para tantos caminhadeiros.

E agora ‘partam a loiça toda’ com os vossos comentários.

Saudações Caminhadeiras,

Manuel Reis

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Jantar Comemorativo do 4º aniversário do Blog - 25 de Novembro

Estimados Caminhadeiros,

De acordo com o préviamente anunciado, estão todos convocados para o 'Jantar de Fados' a realizar no próximo dia 25 de Novembro pelas 19H30M.
A organização do evento tem a chancela da 'Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado', cujo presidente, Luís Penedo, teve a amabilidade de nos convidar a estar presentes e com eles conviver momentos diferentes da nossa actividade caminhadeira.

As vossas intenções em participar neste jantar fadista, deve ser efectuada através dos comentários desta mensagem, até ao final do dia da próxima 3ª-feira dia 22.

Saudações Caminhadeiras em passada fadista,

Fortunato de Sousa