sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
7ª Caminhada época 2011 / 2012 - Na Rota de Colombo - Dia 7 de Dezembro
Percurso: 11, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Henriques; A. Palma; Antonieta; Armando; Bernardino; Armando; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; Fortunato de Sousa; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Teresa Palma; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Odete Vicente; Inês Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves;
Não caminhantes: Dr. José Pereira; Graça Penedo; Luís Penedo; Santos e Silva; Vitor Hugo;
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Almoço: Oficina de Sabores (Tel. 263 478 153)
Próxima Caminhada: 11/01/2012 – (Organiza: João Martins)
Fundo de Reserva: € 276,53
Reportagem:Amanheceu um dia radioso neste quase Inverno, ainda por cima com uma temperatura primaveril, de tal forma que o organizador, com alguma jactância, se atreveu a dizer que o que lhe tinha dado mais trabalho tinha sido negociar o estado do tempo com o S. Pedro.
O cronista, ou escrevinhador, como lhe queiram chamar, que não é crente, nunca tem dúvidas e raramente se engana, (já ouvi isto nalgum lado, não me lembro bem onde…) pensou logo : lá está o tipo com tretas a armar-se em importante…; o que é certo, é que ao ver o tempo no dia seguinte, o escrevinhador oscilou nas suas convicções e ficou a pensar se não haveria algo de verdade nas afirmações do organizador.
Adiante, que a caminhada é grande.
Reunimos 34 caminhadeiros dos 36 previstos, pois, por impedimentos de última hora, nem a Luísa Gonçalves nem a Ilda Marques puderam estar presentes. Começámos por saudar a presença de duas novas caminhadeiras – a Antonieta Palma e a Inês Garcia - e lá nos pusemos ao caminho, não sem antes o organizador ter informado que iríamos passar por 4 freguesias, 2 concelhos e 2 distritos, É obra!
Da caminhada, propriamente dita, não há muito a dizer; foi bonita porque o tempo também ajudou, incorporou algumas subidas, não muito longas, o percurso era agradável e tinha umas vistas soberbas sobre a serra de Montejunto, o que decerto fez a felicidade dos nossos excelentes fotógrafos. Apenas ouvimos alguns protestos, não muito intensos, dos suspeitos do costume: os caminhadeiros Bernardino e João Duarte. Falta apenas mencionar um pequeno engano no percurso, aliás de imediato corrigido, mas que a companheira do organizador e os mais íntimos, leia-se casal Clemente, aproveitaram logo para dizer que não há nenhum passeio por ele organizado que não inclua uma entrada num beco sem saída.
O almoço foi uma oportunidade para a maioria dos caminhadeiros saborearem um prato típico da cozinha ribatejana que não conheciam – o torricado. No dizer do organizador este torricado tinha pouco a ver com o antigo e autêntico que estava documentado nas fotografias existentes na antecâmara da sala prandiante. O longo tempo de execução deste prato feito pelos métodos tradicionais e a própria ASAE inviabilizam que as boas tradições gastronómicas se mantenham. O almoço agradou sem deslumbrar e teve um preço simpático. Ao fazer esta apreciação o cronista recuou mais de 40 anos e veio-lhe à memória o que tinha de escrever quando estava de Oficial de Dia (e de noite) no quartel e, no que diz respeito à prova do rancho, rezava assim: “tinha bom aspecto e paladar, agradou dum modo geral a quem a utilizou, era em quantidade suficiente e os géneros pareciam em bom estado”.
A parte cultural foi brilhantemente preenchida pelas palestras proferidas na igreja de Vale do Paraíso e na casa de Colombo, pelo Dr José Pereira, historiador, investigador e director do Museu da Azambuja. Foi explicada a reunião tida por Cristóvão Colombo com o Rei D João II (a qual deu o nome à presente caminhada) que, muitos de nós, talvez influenciados pelos filmes com temas da guerra fria, atribuíamos a espionagem e contra-espionagem; afinal não passava de uns prosaicos rabos de saias...
Já com o Sol abaixo do horizonte dirigimo-nos para a última etapa da jornada caminhadeira - o chá e bolinhos - que, desta vez, foi em casa do organizador. O Caminhadeiro-Mor e o Presidente da Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado – Luís Penedo - aproveitaram para comunicar a intenção da Academia aceitar “os Caminhadeiros” como sócios colectivos da Academia, o que dará a possibilidade de qualquer Caminhadeiro assistir aos eventos da Academia a preço de Sócio. Foi com muito agrado que os caminhadeiros tomaram conhecimento deste projecto. É ainda de referir as ofertas feitas pele Teresa, Bina e Cármen de, respectivamente, frasquinhos de perfume, pulseiras e flores às senhoras caminhadeiras. Finalmente, e para terminar, resta- me deixar aqui expressa uma pergunta que é simultaneamente um protesto: Porque será que as prendas são sempre para as senhoras e nunca para os homens? Eis um tema para debater na próxima caminhada….
Bom Natal para todos, Boas caminhadas em 2012, porque as restantes perspectivas não são nada animadoras.
Um grande abraço para todos do caminhadeiro
Octávio Firme
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Almoço: Oficina de Sabores (Tel. 263 478 153)
Próxima Caminhada: 11/01/2012 – (Organiza: João Martins)
Fundo de Reserva: € 276,53
Reportagem:Amanheceu um dia radioso neste quase Inverno, ainda por cima com uma temperatura primaveril, de tal forma que o organizador, com alguma jactância, se atreveu a dizer que o que lhe tinha dado mais trabalho tinha sido negociar o estado do tempo com o S. Pedro.
O cronista, ou escrevinhador, como lhe queiram chamar, que não é crente, nunca tem dúvidas e raramente se engana, (já ouvi isto nalgum lado, não me lembro bem onde…) pensou logo : lá está o tipo com tretas a armar-se em importante…; o que é certo, é que ao ver o tempo no dia seguinte, o escrevinhador oscilou nas suas convicções e ficou a pensar se não haveria algo de verdade nas afirmações do organizador.
Adiante, que a caminhada é grande.
Reunimos 34 caminhadeiros dos 36 previstos, pois, por impedimentos de última hora, nem a Luísa Gonçalves nem a Ilda Marques puderam estar presentes. Começámos por saudar a presença de duas novas caminhadeiras – a Antonieta Palma e a Inês Garcia - e lá nos pusemos ao caminho, não sem antes o organizador ter informado que iríamos passar por 4 freguesias, 2 concelhos e 2 distritos, É obra!
Da caminhada, propriamente dita, não há muito a dizer; foi bonita porque o tempo também ajudou, incorporou algumas subidas, não muito longas, o percurso era agradável e tinha umas vistas soberbas sobre a serra de Montejunto, o que decerto fez a felicidade dos nossos excelentes fotógrafos. Apenas ouvimos alguns protestos, não muito intensos, dos suspeitos do costume: os caminhadeiros Bernardino e João Duarte. Falta apenas mencionar um pequeno engano no percurso, aliás de imediato corrigido, mas que a companheira do organizador e os mais íntimos, leia-se casal Clemente, aproveitaram logo para dizer que não há nenhum passeio por ele organizado que não inclua uma entrada num beco sem saída.
O almoço foi uma oportunidade para a maioria dos caminhadeiros saborearem um prato típico da cozinha ribatejana que não conheciam – o torricado. No dizer do organizador este torricado tinha pouco a ver com o antigo e autêntico que estava documentado nas fotografias existentes na antecâmara da sala prandiante. O longo tempo de execução deste prato feito pelos métodos tradicionais e a própria ASAE inviabilizam que as boas tradições gastronómicas se mantenham. O almoço agradou sem deslumbrar e teve um preço simpático. Ao fazer esta apreciação o cronista recuou mais de 40 anos e veio-lhe à memória o que tinha de escrever quando estava de Oficial de Dia (e de noite) no quartel e, no que diz respeito à prova do rancho, rezava assim: “tinha bom aspecto e paladar, agradou dum modo geral a quem a utilizou, era em quantidade suficiente e os géneros pareciam em bom estado”.
A parte cultural foi brilhantemente preenchida pelas palestras proferidas na igreja de Vale do Paraíso e na casa de Colombo, pelo Dr José Pereira, historiador, investigador e director do Museu da Azambuja. Foi explicada a reunião tida por Cristóvão Colombo com o Rei D João II (a qual deu o nome à presente caminhada) que, muitos de nós, talvez influenciados pelos filmes com temas da guerra fria, atribuíamos a espionagem e contra-espionagem; afinal não passava de uns prosaicos rabos de saias...
Já com o Sol abaixo do horizonte dirigimo-nos para a última etapa da jornada caminhadeira - o chá e bolinhos - que, desta vez, foi em casa do organizador. O Caminhadeiro-Mor e o Presidente da Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado – Luís Penedo - aproveitaram para comunicar a intenção da Academia aceitar “os Caminhadeiros” como sócios colectivos da Academia, o que dará a possibilidade de qualquer Caminhadeiro assistir aos eventos da Academia a preço de Sócio. Foi com muito agrado que os caminhadeiros tomaram conhecimento deste projecto. É ainda de referir as ofertas feitas pele Teresa, Bina e Cármen de, respectivamente, frasquinhos de perfume, pulseiras e flores às senhoras caminhadeiras. Finalmente, e para terminar, resta- me deixar aqui expressa uma pergunta que é simultaneamente um protesto: Porque será que as prendas são sempre para as senhoras e nunca para os homens? Eis um tema para debater na próxima caminhada….
Bom Natal para todos, Boas caminhadas em 2012, porque as restantes perspectivas não são nada animadoras.
Um grande abraço para todos do caminhadeiro
Octávio Firme
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Convocatória - 7ª Caminhada época 2011 / 2012 - Na Rota de Colombo - Dia 7 de Dezembro
Estão convocados todos os caminhadeiros para marcar presença naquela que será a última caminhada organizada pelo grupo 'Os Caminhadeiros' no ano de 2011.
Desta vez os organizadores são a Carmen e o Octávio Firme, que já têem devidamente planeado todo o programa para esse dia.
A concentração será no parque de estacionamento do restaurante 'Oficina de Sabores' em Aveiras de Cima às 09:30 horas.
Como já vem sendo hábito, devem os interessados em participar neste grandioso evento, confirmar a sua presença através dos comentários desta mensagem até à data limite do final do dia da próxima 2ª-feira dia 05 de Dezembro.
Saudações Caminhadeiras em passada fandanguista,Fortunato de Sousa
Jantar Comemorativo do 4º aniversário do Blog - 25 de Novembro
Luis Martins
Reportagem:
Fado quer dizer destino, e quis o destino que o grupo ‘Os Caminhadeiros’ se juntasse no passado dia 25 aos membros da ‘Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado’, a convite do seu presidente Luís Penedo. Passadas pouco mais de 24 horas, a comunicação social anunciava ao mundo inteiro, mas principalmente ao mundo português, que em reunião do VI Comité Internacional da UNESCO, ‘O FADO’ tinha sido elevado à categoria de ‘Património Imaterial da Humanidade’. Parecendo estranho ou talvez não, também aqui se cumpriu o destino ou dito de outra maneira, se cumpriu o nosso fado. Para nós ‘Os Caminhadeiros’, que neste convívio comemorávamos o 4º aniversário do nosso blog, dificilmente outra marca tão forte poderia perpetuar o encontro com esta Academia.
O jantar convívio seguido de noite de fados juntou quase 80 pessoas, pertencendo a maior parte ao grupo convidado. Como sempre acontece nestas situações, muitos dos presentes já se conheciam de outras paragens ou de outros encontros, mas é sempre bom reviver tempos passados e encontrarmos gente que não esperávamos.
Tomados os aperitivos, quis o anfitrião Luís Penedo, (que em simultâneo é irmão do Carlos Penedo e ex colega de trabalho da maior parte dos elementos do grupo caminhadeiro) transmitir aos presentes o alinhamento da noite fadista que nos esperava e pela qual todos ansiávamos. Terminado o jantar, o porta voz do grupo ‘Os Caminhadeiros’ agradeceu o convite e entregou ao presidente da Academia um troféu personalizado como simbolo da nossa gratidão ou passada de caminhadeiro que por aqui passou. Um forte abraço entre o Fortunato de Sousa e o Luís Penedo, selado com um copo de ginja bem erguido e saudado por todos os presentes, serviu para brindar ao nosso 1º encontro convívio.
Depois pediu-se silêncio porque se ia cantar o fado. O que aconteceu a seguir, cada um terá que avaliar à sua maneira, mas para que se não perca na nossa memória o registo dos acontecimentos, aqui fica o riquíssimo painel de intervenientes:
Guitarra Portuguesa: Luís Penedo e Nuno SiqueiraViolas: João Machado e Professor José Maria NóbregaFadistas: Abel Coutinho, João Coelho Fernandes, Graça Penedo, Américo Almeida, Nuno Siqueira, Vitor Feiteira, Manuela Cavaco, Carlos Madureira, Eduardo Falcão e Nuno de Aguiar.Cada um destes fadistas interpretou e expressou à sua maneira as várias matises verbais e gestuais desta nobre arte de cantar e sentir o fado, mas sempre a um nível muito elevado.
Durante um breve intervalo regressámos ao ambiente caminhadeiro, para partir o bolo de aniversário do blog, tendo a caminhadeira Odete e este vosso servidor feito as honras da casa, soprando a vela e distribuindo pedaços do dito acompanhado de um copo de ginginha.
Antes de iniciada a 2ª parte do programa, fomos surpreendidos mais uma vez pelo Carlos Evangelista, através de uma atitude que demonstra bem a sensibilidade e a dedicação que ele e a Tina têem entregue à causa caminhadeira. Solicitou o Carlos para junto dele a presença dos 5 elementos do grupo aqui presentes (são 7, mas 2 não participaram no evento), que há 4 anos tiveram a feliz iniciativa de dar os primeiros passos nas caminhadas e em tudo o mais que complementou esta nossa inédita modalidade desportiva, social e cultural. Quis ele pessoalmente fazer a entrega a estes pioneiros, de uma compilação provisória de todo o conteúdo do blog, cujo resultado final será a breve prazo conhecido por todos.
Uma breve incursão fadista de um caminhadeiro desajeitado na arte de cantar o fado, interpretando um pseudo fado com letra de sua autoria a que deu o nome de ‘Guitarra Amante do Fado’, contribuíu para retribuir e agradecer ao seu jeito à Academia o excelente espectáculo aqui vivenciado. Por excessiva tolerancia e benevolência da assistência não foi apupado nem agredido como decerto merecia, mas sim em contrapartida acarinhado por todos.
Por tudo isto só posso terminar a reportagem com estas palavras:
‘O Fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer’.Foi assim com estes dois versos que o poeta Anibal Nazaré terminou a letra do fado: ‘Tudo isto é Fado’. E não é fácil encontrar em toda a vasta obra literária até hoje publicada sobre o tema, uma definição mais popular e simples acerca deste dolente e melancólico estilo musical português. Simples e popular como a noite do dia 25 de Novembro de 2011, aqui por nós partilhada e que certamente perdurará na nossa memória por muitos e longos anos.
Saudaçãoes fadistas e caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
P.S. – A pedido de alguns amigos, aqui vos deixo os versos de:
O jantar convívio seguido de noite de fados juntou quase 80 pessoas, pertencendo a maior parte ao grupo convidado. Como sempre acontece nestas situações, muitos dos presentes já se conheciam de outras paragens ou de outros encontros, mas é sempre bom reviver tempos passados e encontrarmos gente que não esperávamos.
Tomados os aperitivos, quis o anfitrião Luís Penedo, (que em simultâneo é irmão do Carlos Penedo e ex colega de trabalho da maior parte dos elementos do grupo caminhadeiro) transmitir aos presentes o alinhamento da noite fadista que nos esperava e pela qual todos ansiávamos. Terminado o jantar, o porta voz do grupo ‘Os Caminhadeiros’ agradeceu o convite e entregou ao presidente da Academia um troféu personalizado como simbolo da nossa gratidão ou passada de caminhadeiro que por aqui passou. Um forte abraço entre o Fortunato de Sousa e o Luís Penedo, selado com um copo de ginja bem erguido e saudado por todos os presentes, serviu para brindar ao nosso 1º encontro convívio.
Depois pediu-se silêncio porque se ia cantar o fado. O que aconteceu a seguir, cada um terá que avaliar à sua maneira, mas para que se não perca na nossa memória o registo dos acontecimentos, aqui fica o riquíssimo painel de intervenientes:
Guitarra Portuguesa: Luís Penedo e Nuno SiqueiraViolas: João Machado e Professor José Maria NóbregaFadistas: Abel Coutinho, João Coelho Fernandes, Graça Penedo, Américo Almeida, Nuno Siqueira, Vitor Feiteira, Manuela Cavaco, Carlos Madureira, Eduardo Falcão e Nuno de Aguiar.Cada um destes fadistas interpretou e expressou à sua maneira as várias matises verbais e gestuais desta nobre arte de cantar e sentir o fado, mas sempre a um nível muito elevado.
Durante um breve intervalo regressámos ao ambiente caminhadeiro, para partir o bolo de aniversário do blog, tendo a caminhadeira Odete e este vosso servidor feito as honras da casa, soprando a vela e distribuindo pedaços do dito acompanhado de um copo de ginginha.
Antes de iniciada a 2ª parte do programa, fomos surpreendidos mais uma vez pelo Carlos Evangelista, através de uma atitude que demonstra bem a sensibilidade e a dedicação que ele e a Tina têem entregue à causa caminhadeira. Solicitou o Carlos para junto dele a presença dos 5 elementos do grupo aqui presentes (são 7, mas 2 não participaram no evento), que há 4 anos tiveram a feliz iniciativa de dar os primeiros passos nas caminhadas e em tudo o mais que complementou esta nossa inédita modalidade desportiva, social e cultural. Quis ele pessoalmente fazer a entrega a estes pioneiros, de uma compilação provisória de todo o conteúdo do blog, cujo resultado final será a breve prazo conhecido por todos.
Uma breve incursão fadista de um caminhadeiro desajeitado na arte de cantar o fado, interpretando um pseudo fado com letra de sua autoria a que deu o nome de ‘Guitarra Amante do Fado’, contribuíu para retribuir e agradecer ao seu jeito à Academia o excelente espectáculo aqui vivenciado. Por excessiva tolerancia e benevolência da assistência não foi apupado nem agredido como decerto merecia, mas sim em contrapartida acarinhado por todos.
Por tudo isto só posso terminar a reportagem com estas palavras:
‘O Fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer’.Foi assim com estes dois versos que o poeta Anibal Nazaré terminou a letra do fado: ‘Tudo isto é Fado’. E não é fácil encontrar em toda a vasta obra literária até hoje publicada sobre o tema, uma definição mais popular e simples acerca deste dolente e melancólico estilo musical português. Simples e popular como a noite do dia 25 de Novembro de 2011, aqui por nós partilhada e que certamente perdurará na nossa memória por muitos e longos anos.
Saudaçãoes fadistas e caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
P.S. – A pedido de alguns amigos, aqui vos deixo os versos de:
‘Guitarra Amante do Fado’
Boa noite meus senhores
Profissionais e amadores
Da grande noite fadista
O que eu vos quero dizer
Não é difícil saber
Ajuda aí guitarrista
Profissionais e amadores
Da grande noite fadista
O que eu vos quero dizer
Não é difícil saber
Ajuda aí guitarrista
Após 4 anos passados
Decidimos vir aos fados
E aceitar a cortesia
Hoje aqui não faltou nada
Foi uma noite bem passada
Parabens à Academia
Esteve a guitarra e o fado
Conviveram lado a lado
Com a mochila e o bastão
Em perfeita sintonia
E numa grande harmonia
Como manda a tradição
E agora p’rá despedida
Desta noite bem vivida
Aqui vos deixo um recado
Podem crer tenho a certeza
Que a guitarra portuguesa
É a grande amante do fado
Fortunato de Sousa
Decidimos vir aos fados
E aceitar a cortesia
Hoje aqui não faltou nada
Foi uma noite bem passada
Parabens à Academia
Esteve a guitarra e o fado
Conviveram lado a lado
Com a mochila e o bastão
Em perfeita sintonia
E numa grande harmonia
Como manda a tradição
E agora p’rá despedida
Desta noite bem vivida
Aqui vos deixo um recado
Podem crer tenho a certeza
Que a guitarra portuguesa
É a grande amante do fado
Fortunato de Sousa
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
6ª Caminhada 2011 / 2012 - Parque das Nações . 23 de Novembro
Albuns de Fotos
Data do Encontro: 23/11/2011
Local: Parque das Nações
Percurso: 13,200 kms; 2:30 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Bernardino; F. Sousa; Vitor Gonçalves; Luis Fernandes; A. Pires; Gilberto; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Odete; Pedro Antunes; Dores Alves; Manuel Garcia;Luisa Gonçalves; Carlos Sales; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Bina; João Duarte; Rogério Matias; Ilda Marques; O. Firme; Carmen Firme; Luisa Clemente; Luis Martins; Angelina Martins; A. Clemente; Bia; Antonio Palma.
Organizador: Manuel Reis
Almoço: Restaurante Outra Loiça
Local: Parque das Nações
Percurso: 13,200 kms; 2:30 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Bernardino; F. Sousa; Vitor Gonçalves; Luis Fernandes; A. Pires; Gilberto; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Odete; Pedro Antunes; Dores Alves; Manuel Garcia;Luisa Gonçalves; Carlos Sales; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Bina; João Duarte; Rogério Matias; Ilda Marques; O. Firme; Carmen Firme; Luisa Clemente; Luis Martins; Angelina Martins; A. Clemente; Bia; Antonio Palma.
Organizador: Manuel Reis
Almoço: Restaurante Outra Loiça
Próxima Caminhada: 07/12/2011 – (Organiza: Octávio Firme)
Fundo de Reserva: € 503,00
Reportagem:
Reportagem:
Se na 1ª caminhada no Parque das Nações, há cerca de 2 anos, participaram 12 caminhadeiros, desta vez foram 30 os que alinharam à partida, com bom tempo e temperatura amena como se pode ver pela foto do grupo com equipamento primaveril.
Sem subidas nem descidas o pelotão lá se foi alongando com as lebres à frente e as tartarugas cá atrás, tal como na fábula do La Fontaine. Só que a moral da fábula aqui perde-se porque as lebres ganham sempre e as tartarugas vão-se dispersando em grupos cada vez mais pequenos, desta vez apanhei até grupos de um. Quanto a mim é pena porque por um lado não dá motivação aos mais atrasados para manter uma marcha regular reconhecidamente benéfica e por outro empobrece a componente de convívio que é apanágio destes caminhadeiros a fazer 4 aninhos.
O percurso ‘oficial’ decorreu entre a Urbanização Real Forte em Sacavém e a marina do Parque das Nações para a maior parte de nós mas, segundo me contaram, as lebres fizeram mais uns 700 metros e só pararam junto a uma roulotte onde alguns fizeram o break com sandes de coirato e outras coisas levezinhas.
O percurso ‘oficial’ decorreu entre a Urbanização Real Forte em Sacavém e a marina do Parque das Nações para a maior parte de nós mas, segundo me contaram, as lebres fizeram mais uns 700 metros e só pararam junto a uma roulotte onde alguns fizeram o break com sandes de coirato e outras coisas levezinhas.
Na marina ainda se deu um certo reagrupamento mas depois foi sempre a ’abrir’ até que à chegada o pelotão chegou novamente esfrangalhado, como se dizia no ciclismo.
Mas deixem-me saudar a 1ª vez do amigo Palma, o reencontro com a Bia da noturna da Galé desta vez à luz do dia, a presença do Dores Alves que veio mesmo adoentado e para quem vão os votos de melhoras rápidas da faringite, a lembrança do Sales de que foi neste percurso que fez a 1ª caminhada connosco, a 1ª vez do Balão a inscrever-se com rima em sextilha (acho eu!). E penitenciar-me de não vos ter transmitido in loco um abraço e votos de bom almoço que recebi do Gil Furtado e do José Teixeira. Deve ter sido do stress…
O almoço desta vez foi pré contratado e o Sales não teve que exercer o seu papel de árbitro. E se forem ver a reportagem da caminhada anterior aqui vão verificar que baixamos o preço do almoço o que nos tempos que correm não é coisa pouca.
Seguiu-se a visita ao Museu de Cerâmica de Sacavém, guiados pelo sr. Carlos Pinheiro que depois de uma passagem pelo centro de documentação nos brindou com uma exposição muito completa e colorida da história da antiga Fábrica de Loiça de Sacavém na presença da maqueta das instalações. Houve ainda tempo, embora pouco, para apreciarmos um painel de azulejos feito para o antigo Diário de Lisboa, dar uma vista de olhos pela exposição temporária ‘ A Geometria das Cores’ e até falar do famoso estilo ‘cavalinho’. Finalizamos a visita entrando no forno ‘inglês’ que foi resguardado para dar testemunho quer da tecnologia da época quer da extrema dureza do trabalho dos operários que nele operavam. Fica aqui o link do Museu para despertar o apetite para novas visitas (gratuitas para reformados).
E terminamos com o nosso cházinho da tradição, já com o fresquinho da noite, numa cafetaria das proximidades que mostrou não ter ‘loiça’ para tantos caminhadeiros.
E agora ‘partam a loiça toda’ com os vossos comentários.
Saudações Caminhadeiras,
Manuel Reis
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Jantar Comemorativo do 4º aniversário do Blog - 25 de Novembro
Estimados Caminhadeiros,
De acordo com o préviamente anunciado, estão todos convocados para o 'Jantar de Fados' a realizar no próximo dia 25 de Novembro pelas 19H30M.
A organização do evento tem a chancela da 'Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado', cujo presidente, Luís Penedo, teve a amabilidade de nos convidar a estar presentes e com eles conviver momentos diferentes da nossa actividade caminhadeira.
A organização do evento tem a chancela da 'Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado', cujo presidente, Luís Penedo, teve a amabilidade de nos convidar a estar presentes e com eles conviver momentos diferentes da nossa actividade caminhadeira.
As vossas intenções em participar neste jantar fadista, deve ser efectuada através dos comentários desta mensagem, até ao final do dia da próxima 3ª-feira dia 22.
Saudações Caminhadeiras em passada fadista,
Fortunato de Sousa
Convocatória - 6ª Caminhada 2011/2012 - 23 de Novembro "Parque das Nações"
Estão todos os Caminhadeiros convocados para a 6ª caminhada da época a realizar na zona do Parque das Nações – Lisboa.
Há pouco mais de 2 anos uma dúzia de caminhadeiros já fez este percurso mas com o crescimento do grupo será novidade para alguns e sempre um prazer para quem gosta deste lindo Mar da Palha. O grau de dificuldade é do mais baixo que há, o bastão não fará grande falta e até os sapatos do Pires manterão o polimento habitual.
Seguir-se-á um lauto almoço, parte cultural e chá como é apanágio desta plêiade de caminhadeiros quase a completar o seu 4º aniversário.
Para quem quiser preparar a visita aqui vai um link útil sobre esta 'terra' recentemente construída a propósito da Expo 98: http://www.portaldasnacoes.pt/
O local de concentração, será em Sacavém (ver mais em pormenor), na Urbanização Real Forte, perto da estação dos comboios , às 10 horas.
Organizem os transportes como de costume e confirmem a vossa presença até ao meio dia da próxima segunda-feira 21 /11, de preferência nos comentários a este blog ou então por email ou telefone.
Saudações do Caminhadeiro,
Manel Reis
PS - para quem usa GPS o Carlos Penedo diz que as coordenadas do ponto de concentração são: longitude: 9º 6' 3" latitude: 38º 47' 36", mas não me perguntem mais nada.
E tenham calma que dizem os especialistas que amanhã não chove...
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
5ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Leitão . 9 de Novembro
Data do Encontro: 09/11/2011
Local: Negrais - Trilhos do leitão
Percurso: 10, 100 kms; 02: 15 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; Armando; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Fortunato de Sousa; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; João Figueiredo; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizadores: Fortunato de Sousa / Vitor Gonçalves
Almoço: O Caneira (Tel. 21.967.0905)
Próxima Caminhada: 23/11/2011 – (Organiza: Manuel Reis)
Fundo de Reserva: € 453,00
Reportagem:
Local: Negrais - Trilhos do leitão
Percurso: 10, 100 kms; 02: 15 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; Armando; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Fortunato de Sousa; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; João Figueiredo; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizadores: Fortunato de Sousa / Vitor Gonçalves
Almoço: O Caneira (Tel. 21.967.0905)
Próxima Caminhada: 23/11/2011 – (Organiza: Manuel Reis)
Fundo de Reserva: € 453,00
Reportagem:
Faça chuva Sol ou frio pouco interessa
Como eles não há igual
Uns caminham devagar outros depressa
Pelos campos de Portugal
Como eles não há igual
Uns caminham devagar outros depressa
Pelos campos de Portugal
Assim começa o ‘Hino dos Caminhadeiros’. E parece que o 1º verso desta simples quadra não agradou aos deuses que presidem aos fenómenos atmosféricos. Seja ele ‘Zeus’, Deus dos deuses na mitologia Grega, considerado na altura senhor do céu, Deus da chuva e ceifeiro das nuvens, que com a sua poderosa mão direita lançava chuva conforme a sua vontade e disposição. Ou mais recentemente no catolicismo em que S. Pedro, guardião das portas do céu também decidia a seu belo prazer quando, como e onde fazia caír chuva no planeta. Quiseram pôr-nos à prova ou testar a nossa capacidade de resistir às intempéries. Depois da resistência ao dilúvio 15 dias antes na serra do Socorro, esperava-se ontem outra valente chuvada para as bandas de Negrais . Afinal fomos protegidos pelos ditos deuses, pois durante o tempo que durou a caminhada, só chuveram meia dúzia de pingas de água, como que a comunicar que quem manda lá em cima é gente de outra dimensão. Enfim, para resumir toda esta complexidade nada melhor que ler os versos seguintes, fruto de um momento de inspiração filosófica de um poeta popular alentejano:
Desta máquina do mundo
Quem será o maquinista
E de onde parte o movimento
Que não alcança a tua vista
Quem será o maquinista
E de onde parte o movimento
Que não alcança a tua vista
Quanto à caminhada, das 28 presenças confirmadas nos comentários da convocatória, só 27 compareceram à hora marcada. Quem falta, quem não falta, ora deixa lá ver? 4 aqui, 5 além, os do Ribatejo já chegaram, mais os da zona sul. É pá !!!! Não pode ser !!!! Quem falta é o Bernardino? Não acredito, o Bernardino só falta às extraordinárias e esta é uma caminhada ordinária disse um dos caminhadeiros. Ordinária só se fôr porque o Bernardino não apareceu, corrigiu outro. Até que afinal os manos Chico e António Pires lá argumentaram em defesa do ingrato faltoso. Disseram eles em defesa da sua honra, que traziam uma missiva do nosso amigo Bernardino, justificando a falta pela simples razão de que o leitão de Negrais nada tem a vêr em termos de qualidade com o pequeno suíno da bairrada, e quanto ao preço do dito cujo que por aqui se pratica nem era bom falar. No final do almoço todos questionaram a sanidade mental do caminhadeiro desertor, pois tanto a qualidade da iguaria como o preço final estavam perfeitamente equilibrados. Talvez seja porque o Benfica não ganhou em Braga, atirou um caminhadeiro sportinguista com ar de provocação, levando de imediato com um olhar fulminante do João Duarte, onde se lia que as contas com os lagartos só serão feitas no próximo dia 26 no estádio da Luz. Enfim, coisas de caminhadeiros, à guisa do nosso amigo Chico Pires.
Com Sol meio risonho meio envergonhado, lá percorremos os 10 kms com mais ou menos dificuldade. Aquela subida um tanto ou quanto pronunciada a meio da caminhada é que não foi encarada por todos da mesma maneira, mas os organizadores não enganaram ninguém. Sempre disseram que para cima era sempre a subir e à vinda para baixo era sempre a descer. Há que aprender com quem sabe.
O almoço, que foi o principal estímuo para esta grande adesão de caminhadeiros (excepto o Bernardino, que como é hábito anda sempre contra corrente) esteve de acordo com as expectativas. O ‘Caminhadeiro Mor’ Fortunato de Sousa teve oportunidade de anunciar aos presentes o programa previsto para a comemoração do nosso 4º aniversário a realizar na próxima caminhada.
Uma visita à ‘Casa da Cultura da Malveira’ para visitarmos o ‘Museu Popular Beaatriz Costa’ foi a componete cultural do dia. Curioso museu este, onde o recheio é constituído por alguns objectos pessoais, recordações de viagens, coleções de bonecos e burrinhos, assim como uma parte documental com fotografias, recortes de imprensa e um visualização em video. Uma exposição de pintura intitulada ‘Contemplações’ com autoria da pintora Paula Teresa completou a visita.
Desta vez o tradicional chá de final de dia foi tomado aqui nesta famosa vila saloia da Malveira, acompanhado como não poderia deixar de ser pelo doce tradicional da terra, as famosas trouxas de ovos.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
Uma visita à ‘Casa da Cultura da Malveira’ para visitarmos o ‘Museu Popular Beaatriz Costa’ foi a componete cultural do dia. Curioso museu este, onde o recheio é constituído por alguns objectos pessoais, recordações de viagens, coleções de bonecos e burrinhos, assim como uma parte documental com fotografias, recortes de imprensa e um visualização em video. Uma exposição de pintura intitulada ‘Contemplações’ com autoria da pintora Paula Teresa completou a visita.
Desta vez o tradicional chá de final de dia foi tomado aqui nesta famosa vila saloia da Malveira, acompanhado como não poderia deixar de ser pelo doce tradicional da terra, as famosas trouxas de ovos.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
P.S. – O programa anunciado durante o almoço para celebração do nosso 4º aniversário sofreu pequenas alteraçãoes que irão ser comunicadas oportunamente via correio electrónico a todos os caminhadeiros.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Convocatória - 5ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Leitão . 9 de Novembro
Estão todos os Caminhadeiros/as convocados para a 5ª caminhada da época. O percurso a percorrer de aproximadamente 10 kms e com indíce de diculdade médio baixo, terá lugar na periferia de Negrais, terra do leitão.
A concentração terá lugar no parque de estacionamento do restaurante 'O Caneira' às 09:30 horas.
Como de costume, devem confirmar as vossas presenças em mais uma aventura caminhadeira através dos comentários desta mensagem até ao final do dia da próxima 2ª-feira dia 7.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
4ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos da Serra do Socorro - 26 de Outubro
Album de Fotos (F. Sousa)
Album de Fotos (C. Sales)
Data do Encontro: 26/10/2011
Local: Trilhos da Serra do Socorro
Percurso: 10, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Pires; Bernardino; A. Clemente; Luísa Clemente; Carlos Evangelista; Carlos sales; Bina Sales; Fortunato de Sousa; Henriques; O. Firme; Carmen Firme; Ilda Marques; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Vicente; Manuel Pedro; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizadores: Angelina Martins / Luís Martins
Almoço: Restaurante Portal do Moínho (Tel. 261.786.156)
Próxima Caminhada: 02/11/2011 – (Organiza: Fortunato de Sousa)
Fundo de Reserva: € 395,00
Reportagem:A vasta experiência acumulada aos longo destes já largos anos de actividade caminhadeira, permite-nos enfrentar de peito aberto e toda a naturalidade qualquer tipo de adversidade meteorológica. Se assim não fosse, ontem decerto não teria havido caminhada. E quando falo de experiência acumulada não o digo de ânimo leve, pois o percurso inicialmente previsto para ontem não era exatamente o que efectuámos. Acompanhei de perto com o casal organizador toda a preocupação que tiveram nos dias que antecederam o evento, de modo a arranjar alternativas para a eventualidade de chuva na parte da manhã. Sem estas mais valias caminhadeiras o resultado final das caminhadas não seria o mesmo. Uma vez mais os parabens à Angelina e ao Luís Martins pela excelente organização do evento caminhadeiro de ontem.
Iniciámos o percurso à hora prevista, após uma adequada mudança de roupa. Mais parecia um desfile de moda masculina e feminina de equipamento para caminhadas. Ele era impermiáveis com e sem mangas de várias côres, fatos completos de calça e casaco, outros mais afoitos só com proteção acima da cintura e o nosso amigo António Pires a lamentar-se que tinha trazido os sapatinhos novos em vez dos outros já mais batidos para este tipo de terreno. Não faz mal, ficas com 2 pares já preparados para as intempéries, respondeu o Sousa.
Depois à medida que aumentava o nº de kms percorridos, aumentava também a quantidade de chuva que caía em cima do elementos do grupo aventureiro. Os que melhor se adaptaram ao piso escorregadio e encharcado iam no grupo da frente, enquanto cá mais atrás ia a Ilda, o Manuel Pedro e o autor destas linhas a fechar o grupo. Desta vez faltou o Gilberto lá à frente e o Gil Furtado cá atrás ouvi algém dizer.
Caminhada terminada e mudança de roupa efectuada, só um confortável almoço poderia repôr as energias perdidas e relaxar o pessoal. Pois foi isto que aconteceu no ‘Portal do Moínho’, restaurante com serviço e cozinha adequados às exigências do grupo. As mesas muito bem decoradas, tinham junto de cada prato um ‘Olho de Medusa’, amuleto oferecido pelo Caminhadeiro Mor Luís Fernandes, recém chegado da Turquia e que atrvés dele nos quer livrar de maus olhados e proporcionar sorte na vida. No entanto, as ofertas surpresa não ficaram por aqui. O Caminhadeiro Carlos Evangelista, quis gentilmente brindar os Caminhadeiros até agora laureados com bastões de bronze e prata, com ‘pin’s’ ‘sui géneris’ onde constam as inscrições 250 e 750 kms. De salientar que os atrás mencionados 'pin's' foram concebidos pelo futuro caminhadeiro António Palma, amigo do Carlos, que através deste contributo desde já está integrado no grupo.
A componente cultural constou de uma visita à capela de ‘Nossa Senhora do Socorro’, onde o dr. Paulo Fernandes, licenciado em História da Arte, nos transmitiu informação detalhada acerca desta ermida construída no século XVI, e outra descrição mais breve sobre a importância que as ‘Linhas de Torres’ tiveram durante a ‘Guerra Peninsular’.
O tradicional chá de final de dia caminhadeiro, foi tomado nas bonitas instalações do hotel do ‘Clube de Golf Campo Real’, onde uma animada tertúlia animou as hostes e finalisou o evento.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
Percurso: 10, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Pires; Bernardino; A. Clemente; Luísa Clemente; Carlos Evangelista; Carlos sales; Bina Sales; Fortunato de Sousa; Henriques; O. Firme; Carmen Firme; Ilda Marques; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Vicente; Manuel Pedro; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizadores: Angelina Martins / Luís Martins
Almoço: Restaurante Portal do Moínho (Tel. 261.786.156)
Próxima Caminhada: 02/11/2011 – (Organiza: Fortunato de Sousa)
Fundo de Reserva: € 395,00
Reportagem:A vasta experiência acumulada aos longo destes já largos anos de actividade caminhadeira, permite-nos enfrentar de peito aberto e toda a naturalidade qualquer tipo de adversidade meteorológica. Se assim não fosse, ontem decerto não teria havido caminhada. E quando falo de experiência acumulada não o digo de ânimo leve, pois o percurso inicialmente previsto para ontem não era exatamente o que efectuámos. Acompanhei de perto com o casal organizador toda a preocupação que tiveram nos dias que antecederam o evento, de modo a arranjar alternativas para a eventualidade de chuva na parte da manhã. Sem estas mais valias caminhadeiras o resultado final das caminhadas não seria o mesmo. Uma vez mais os parabens à Angelina e ao Luís Martins pela excelente organização do evento caminhadeiro de ontem.
Iniciámos o percurso à hora prevista, após uma adequada mudança de roupa. Mais parecia um desfile de moda masculina e feminina de equipamento para caminhadas. Ele era impermiáveis com e sem mangas de várias côres, fatos completos de calça e casaco, outros mais afoitos só com proteção acima da cintura e o nosso amigo António Pires a lamentar-se que tinha trazido os sapatinhos novos em vez dos outros já mais batidos para este tipo de terreno. Não faz mal, ficas com 2 pares já preparados para as intempéries, respondeu o Sousa.
Depois à medida que aumentava o nº de kms percorridos, aumentava também a quantidade de chuva que caía em cima do elementos do grupo aventureiro. Os que melhor se adaptaram ao piso escorregadio e encharcado iam no grupo da frente, enquanto cá mais atrás ia a Ilda, o Manuel Pedro e o autor destas linhas a fechar o grupo. Desta vez faltou o Gilberto lá à frente e o Gil Furtado cá atrás ouvi algém dizer.
Caminhada terminada e mudança de roupa efectuada, só um confortável almoço poderia repôr as energias perdidas e relaxar o pessoal. Pois foi isto que aconteceu no ‘Portal do Moínho’, restaurante com serviço e cozinha adequados às exigências do grupo. As mesas muito bem decoradas, tinham junto de cada prato um ‘Olho de Medusa’, amuleto oferecido pelo Caminhadeiro Mor Luís Fernandes, recém chegado da Turquia e que atrvés dele nos quer livrar de maus olhados e proporcionar sorte na vida. No entanto, as ofertas surpresa não ficaram por aqui. O Caminhadeiro Carlos Evangelista, quis gentilmente brindar os Caminhadeiros até agora laureados com bastões de bronze e prata, com ‘pin’s’ ‘sui géneris’ onde constam as inscrições 250 e 750 kms. De salientar que os atrás mencionados 'pin's' foram concebidos pelo futuro caminhadeiro António Palma, amigo do Carlos, que através deste contributo desde já está integrado no grupo.
A componente cultural constou de uma visita à capela de ‘Nossa Senhora do Socorro’, onde o dr. Paulo Fernandes, licenciado em História da Arte, nos transmitiu informação detalhada acerca desta ermida construída no século XVI, e outra descrição mais breve sobre a importância que as ‘Linhas de Torres’ tiveram durante a ‘Guerra Peninsular’.
O tradicional chá de final de dia caminhadeiro, foi tomado nas bonitas instalações do hotel do ‘Clube de Golf Campo Real’, onde uma animada tertúlia animou as hostes e finalisou o evento.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa
P.S. - Durante o almoço da última caminhada foi anunciado por mim que o Gil Furtado seria o organizador do próximo evento caminhadeiro. Assim não vai acontecer, porque o Gil teve à última hora que assumir outros compromissos que o impedem de poder levar a cabo esta tão nobre tarefa. Portanto, a próxima caminhada será organizada por mim, ficando adiada para uma próxima oportunidade a caminhada da Maçussa com organização do nosso amigo Gil Furtado.
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