sábado, 12 de outubro de 2013

3ª Caminhada da Época 2013 / 2014 *** Trilho das Melgas *** Dia 09 de Outubro




Álbuns de Fotos:
Miguel Cardoso 
Dores Alves 
Luis Martins 
Carlos Evangelista
Data do Encontro: 09/10/2013
Local: Sacavém/Trancão – Trilho das Melgas (por sugestão de muitos caminhadeiros)
Percurso: 14,500 Km; 03:00 Horas
Caminhantes: (32) Angelina Martins; António Palma; Armando Lourenço; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Dores Alves; Fernando Pedroso; Gil Furtado; Graça Penedo; Graça Sena; João Duarte; Joaquim Monteiro; José Albuquerque; José Clara; Lina Fernandes; Lurdes Clara; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Penedo; Luísa Gonçalves; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Pedro Antunes; Teresa Palma: Victor Gonçalves;
Organizador: Manuel Reis
Almoço: Restaurante ‘Outra Loiça’ (Tel.219 410 815).
Próxima Caminhada: 23/10/2013 – (Graça Sena)
Reportagem:
Se a convocatória já tinha sido sui generis, sem título nem percurso, a caminhada em si foi um bocado atribulada.
Começou logo mal porque uns caminhadeiros ficaram retidos no trânsito da 2ª circular e só arrancamos lá pelas 10 e picos. Enquanto esperávamos, o tempo foi aproveitado para despejar repelente contra insectos nas zonas de pele a descoberto dos caminhadeiros, incluindo as carecas.
Depois das fotos da praxe, atravessamos a ponte de Sacavém e viramos à esquerda para um trilho de terra batida na margem esquerda do Trancão que faz parte do caminho de Fátima e do caminho de Santiago.
Devia estar abençoado, mas estava era cheio de melgas e outros insectos que se marimbaram para o repelente e atacaram os caminhadeiros em voo picado de alta intensidade.
Seguimos até ao ponto de paragem a meio do percurso, onde chegamos todos vivos, uns mais picados que outros e aparentando boa forma física, acho eu. Uma cavalariça abandonada tinha sombra e lugares sentados para o devido descanso, reabastecimento e refrescamento.
No caminho de volta pelo mesmo percurso, paramos uns metros mais à frente onde o Víctor Gonçalves, que conhece a região como a palma das mãos, deu uma breve panorâmica histórico/geográfica do Trancão e da paisagem que se avistava daquele ponto, com relevo para a sua mansão de Montemor. Eu sei que ele tinha muito mais para dizer e eu não deixei para não nos atrasarmos, mas em compensação fica aqui um link para a wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Tranc%C3%A3o) onde podem ficar a saber mais umas coisas sobre o assunto, sendo que tenho a certeza que o Víctor vos tirará qualquer dúvida na próxima caminhada.
Depois é que foi o pior. O calor começou a apertar, e ai que são muitos quilómetros, ai que a paisagem não presta, ai que isto está cheio de melgas, ai que o Trancão cheira mal, ai mas que raio de ideia tiveste oh Manel, etc, etc. Isto fui ouvindo eu porque as minhas orelhas ficaram a arder do muito mais que não devo ter apanhado mas espero ver nos comentários da reportagem.
Já na parte final tiveram que entrar em acção  2 safety-cars para ir buscar alguns caminhadeiros com mais dificuldades.
Seguiu-se o almoço e a parte cultural constou de visita guiada à exposição sobre a vida do fotógrafo Eduardo Gageiro, natural de Sacavém, no já nosso conhecido Museu de Cerâmica de Sacavém.
E com o chá habitual deu-se por encerrada a jornada caminhadeira que pode ser sintetizada numa frase: Trancão jamais!
Saudações Caminhadeiras,

Manel Reis


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Convocatória - 3ª Caminhada da época 2013 / 2014 * * * * * Dia 09 de Outubro - Sem Título (como as obras primas)

Estão todos os Caminhadeiros convocados para a 3ª caminhada da época a realizar na zona do Tejo/Trancão, mas com percurso ainda indefinido (esta é uma novidade absoluta!), embora possa desde já dizer-se que será de cerca de 12 kms e de dificuldade média ou média/baixa.
Seguir-se-á um lauto almoço, parte cultural e chá 'comme d'habitude'. 
O local de concentração, será em Sacavém, Rua da Fábrica de Loiça de Sacavém, na Urbanização Real Forte, perto do Museu de Cerâmica, às 09:30.
Organizem os transportes como de costume e confirmem a vossa presença até ao meio dia da próxima segunda-feira 07/10, de preferência nos comentários a este blog ou então por email ou telefone.

Saudações do Caminhadeiro,

Manel Reis

PS - para quem usa GPS as coordenadas do ponto de concentração são: 
longitude: 9º 6' 3" latitude: 38º 47' 36". As previsões meteorológicas a 
esta distancia são de sol radioso mas é melhor ir acompanhando o site do 
IPMA 

sábado, 28 de setembro de 2013

2ª Caminhada da Época 2013 / 2014 *** Trilhos da Ereira *** Dia 25 de Setembro




Álbuns de Fotos:
Lúcio Libânio
Carlos Evangelista
Miguel Cardoso
Luis Martins
Dores Alves
Fortunato De Sousa
Data do Encontro: 25/09/2013
Local: Ereira Cartaxo – Trilhos da Ereira
Percurso: 12, 600 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: (35) Angelina Martins; António Clemente; António Palma; António Pires; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Chico Pires; Dores Alves; Elvira Batista; Fátima Libânio; Fernando Pedroso; Fortunato Sousa; Gil Furtado; Inês Garcia; João Duarte; José Albuquerque; José Clara; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Lurdes Clara; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Margarida Graça; Margarida Serôdio; Manuel Garcia; Miguel Cardoso; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Pedro Antunes; Rogério Matias; Teresa Palma: Victor Gonçalves;
Organizadores: António Clemente e Luísa Clemente
Almoço: Restaurante ‘A Cernelha’ (Tel.-243.770.970)
Próxima Caminhada: 09/10/2013 – (Manuel Reis)
Reportagem:
Como que por encanto na hora aprazada, se encontraram os Caminhadeiro, junto à Fonte de S.António na Ereira. Dia de temperatura amena e de pouco sol, que antevia o que a meio do percurso aconteceu – chuva – miudinha é certo, e não constante, o que para os menos prevenidos evitou uma molha das antigas.
Através da aldeia, passada que foi a Igreja, seguimos por entre terras de cultivo de vinhas até ao caminho que delimita os concelhos do Cartaxo e de Azambuja, melhor dizendo os distritos de Santarém e de Lisboa.
Pretendeu-se com a caminhada aliar as vertentes históricas e cultural, neste último caso com a visita a uma pequena oficina de fabrico artesanal de chocalhos; na vertente histórica convém lembrar que parte destes trilhos terão feito parte da grande via romana que ligava Ulissipo a Barcara Augusta e que por aqui terão andado, desde o início da nacionalidade, as mesnadas de D.Afonso Henriques e de D. Nuno Alvares Pereira, mais recentemente as tropas Napoleónicas e Anglo-Lusas.
Nova paragem num local privilegiado onde nos foi dada oportunidade de ter a noção do perímetro da Quinta da Torre Bela, a maior propriedade murada do país. Prosseguindo, picando uva aqui uva acolá, chegamos à aldeia da Lapa, passando perto da fonte árabe da Boca da Lapa e pelas ruínas de uma, possivelmente Mala Posta ou estalagem, designada por “Bicho Feio”, terminando o caminho na Fonte de S.António.
Caminhada cumprida havia que cumprir o almoço…que parece ter sido do agrado de todos, começando pelo já oficial vinho dos Caminhadeiros – o Plexus da Adega Cooperativa do Cartaxo.
A tarde cultural cumpriu-se com a visita ao Museu Rural e do Vinho do Cartaxo onde se guardam as memórias da vivência própria das gentes destas terras ribatejanas.
A jornada caminhadeira terminou em casa dos organizadores com o indispensável chá e frutas do Outono que permitiu mais uns bons momentos de são e alegre convívio, facto que foi um motivo de grande satisfação para os mesmos.
Não queremos concluir sem salientar o apoio do Octávio e da Cármen na programação. Seria ainda imperdoável não referir os sempre úteis conselhos e ajudas dadas pelos Caminhadeiros Mor, sem os quais nada disto seria possível.

Saudações Caminhadeiras,

Maria Luísa e António Clemente

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Convocatória ---- 2ª Caminhada da Época --- 2013 / 2014 *** Trilhos da Ereira *** Dia 25 de Setembro

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a 2ª caminhada da época, a realizar na Ereira, Cartaxo.
A concentração será na Rua da Fonte, Ereira, junto ao lavadouro público às 9H00M, local onde se iniciará e terminará a caminhada. 
( N 39º10'32" W 8º51'55"),     (39,175653 -8,865444 Google)
Pelos campos e vinhas da Ereira e da Lapa, apreciaremos as excelentes paisagens campestres, passaremos junto ao muro da Torre Bela, num percurso de bom piso e praticamente plano.
O almoço será no restaurante “A Cernelha”, perto do local da costumada visita cultural.
Pedimos aos Caminhadeiros que se inscrevam até ao próximo Domingo 22.
Saudações Caminhadeiras em passada fandangueira.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

1ª Caminhada da Época 2013 / 2014 - Trilhos da Mata Pequena - 11 de Setembro





Álbuns de Fotos:
Luis Martins
Carlos Evangelista
Miguel Cardoso
Data do Encontro: 11/09/2013
Local: Mata Pequena (Igreja Nova-Mafra)
Percurso: Trilhos da Mata Pequena – 9,200 kms – 02:10 horas
Caminhantes (35): André Martins, Angelina Martins, António Clemente, António Palma, António Silva, Carlos Evangelista, Carmen Firme, Cláudia Viveiros (só caminhou), Fátima Libânio, Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Gonçalo Garcia, Graça Sena, Hugo Martins (só caminhou), Isabel Forte, João Costa, João Duarte, Joaquim Monteiro, Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luis Fernandes, Luis Martins, Luisa Clemente, Luisa Gonçalves, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Margarida Serôdio, Miguel Cardoso, Octávio Firme, Odete Vicente, Rogério Matias, Teresa Palma, Tomás Martins  e Vítor Gonçalves    
Ao almoço e à tarde: Maria do Céu
Organizador: Angelina e Luis Martins
Almoço e Chá: Tasquinha do Gil (912460848)
Próxima Caminhada: 25/09/2013 – Luisa e António Clemente
Reportagem:
Vivam os recomeços! Uma nova época caminhadeira dá-nos sempre uma genica especial. As nossas intenções e perspectivas são renovadas, quer a nível pessoal quer social: vamos estar mais com os nossos amigos e vamos divertirmo-nos mais, estes bons projectos poder-se-ão perfeitamente aliar às nossas actividades quinzenais caminhadeiras. Depois de dois meses de ausência e de algumas actividades mais sedentárias eis-nos novamente reunidos, prontos para novas aventuras caminhadeiras e novos desafios. Por falar em desafios, nada melhor que iniciarmos esta nova época num local que é todo ele um desafio de ideias e de vontades. Estamos a falar da Aldeia da Mata Pequena. Este é um pitoresco projecto urbanístico que alia a tradição, a ruralidade, o bom ambiente e o bom gosto a um sentido de preservação e qualidade admiráveis. Este foi um grande desafio do Diogo Batalha e família, e quem o ouviu e viu as casinhas e percorreu a aldeia, não ficou de certo indiferente e talvez até tenha ficado um pouco enciumado por não ter tido a oportunidade de fazer algo semelhante: reconstruir das ruínas, criar muitas vezes do zero, lutar por um ideal - são armas a que só alguns privilegiados e teimosos têm acessos. Mas basta de filosofias e vamos lá tratar da suposta reportagem!
A caminhada propriamente dita não foi difícil, embora nestas paragens sejam inevitáveis algumas subidas e descidas, o que originou um pequeno desconforto nalguns caminhadeiros menos preparados fisicamente. Mas foi talvez o calor que se tem feito sentir, e que neste dia não foi excepção, que não permitiu que esta caminhada não passasse dum simples passeio pelo campo, com apanha de amoras, de figos e uvas e de nos regalarmos com o verde tão fresco dos agriões, já com o almoço na mira directa. Pois o almoço, servido no terraço da Tasquinha do Gil, na mesma Aldeia Mata Pequena, tentou ser o mais tradicional possível, com a limonada fresquinha e o caldo verde quentinho para afugentar o calor. Os grelhados “au moment” e a saladinha bem temperada, regados com um tinto suave ou um branco frutado, acabaram por tornar todos mais animados. O arroz doce e o café de saco à moda da avó saloia fecharam a sessão “almoço”.
Em seguimento do programa iniciaram-se as actividades previstas: torneios de sueca, dominó e malha. Todas elas muito concorridas e animadas, especialmente esta última, que de quando em quando era saudada por palmas e grandes manifestações de entusiasmo. Já com o sol a tombar para oeste e depois da visita acompanhada à aldeia, terminámos o dia, como é hábito, com o nosso chá feito com ervinhas frescas dos quintais e com uns deliciosos bolos, ainda quentinhos, acabados de fazer pela nossa anfitriã, D. Cristina.
Não queremos deixar de salientar a entrega do Bastão de Bronze ao caminhadeiro Manuel Garcia – Benvindo ao Clube dos Bronzes – e dar as boas vindas a três novos caminhadeiros: André, Cláudia e Hugo.
Animados, reconfortados e alegres procedemos às despedidas, já cheios de genica para a próxima.
Saudações Caminhadeiras, desta vez ao ritmo do “Fandango”.

Angelina e LM


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Convocatória - 1ª Caminhada da Época 2013 / 2014 - Trilhos da Mata Pequena . Dia 11 de Setembro

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a 1ª caminhada da época, a realizar na 'Aldeia da Mata Pequena'. 
Localizado no concelho de Mafra, a 40 kms de Lisboa, este pequeno povoado rural, será o cenário onde o nosso grupo reiniciará o encontro com as maravilhas da natureza e não só.
A Angelina e o Luís Martins, organizadores do evento, planearam uma agenda bastante preenchida e aliciante para o recomeço das actividades Caminhadeiras.
O percurso de 10 kms, tem um índice de dificuldade 'médio', que para eliminar toxinas acumuladas durante o defeso é a distância ideal.
O local de concentração, terá lugar na 'Aldeia da Mata Pequena' às 09:00 horas.
As inscrições para participação no evento, devem ser efectuadas até à data limite da próxima 2ª-Feira dia 9 às 13:00 horas.
Saudações Caminhadeiras em passada vertiginosa de início de época,

Fortunato de Sousa

Aldeia de MATA PEQUENA – como chegar:

Para quem quiser usar a IC19:

Siga no IC 19 na direcção de Sintra.
• Tome a A16 na direcção Mafra – Ericeira.
• Sair na EN9 em direcção a Mafra - Ericeira.
• Contorne a rotunda e siga na direcção Mafra.
• Depois de passar Cheleiros, suba até à Igreja Nova e saia na primeira estrada à direita após as bombas de combustível, junto a um marco forrado com paineis de azulejo.
• Quando encontrar um cruzamento vire à direita na direcção de Mata Pequena, Penedo do Lexim,...
• A seguir a um moinho, vire novamente à direita na direcção Mata Pequena.
• Junto a um nicho com Santinha, vire à esquerda.
• 100 m à frente, numa bifurcação, tome a via da direita.
• A Aldeia da Mata Pequena fica 500 m mais adiante.


Para quem quiser usar a A8:

Siga na A8 até à saída Mafra – Malveira
• Siga na A21 e saia no nó de Mafra (Este) - Sintra.
• Na rotunda a seguir às portagens da A21, vire à direita.
• 300m mais adiante, encontra uma nova rotunda, vire à esquerda, na direcção de Sintra (E.N. 9).
• Vá com atenção, pois 1 Km mais adiante, deverá virar à esquerda e seguir na direcção da placa com a indicação Boavista.
• Quando encontrar um cruzamento siga em frente na direcção de Mata Pequena, Penedo do Lexim,...
• A seguir a um moinho, vire à direita na direcção Mata Pequena.
• Junto a um nicho com Santinha, vire à esquerda
• 100 m à frente, numa bifurcação, tome a via da direita.
• A Aldeia da Mata Pequena fica 500 m mais adiante.

Coordenadas GPS:

 N  38º 53' 43.63''
W 09º 19' 11.63" 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Caminhada de Encerramento de Época 2012 / 2013 - Rota de Mora - Dia 29 de Junho




Álbuns:
Manuel Canelas (Guia)
Dores Alves
Data do Encontro: 29/06/2013
Local: Mora
Percurso: Rota de Mora - 08, 000 kms - 02: 00 Horas
Caminhantes: (58) Alice Miranda; Angelina Martins; Antonieta Faria; António Clemente; António Dionísio; António Henriques; António Palma; António Pires; António Silva; Armando Lourenço; Carlos  Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Clara Ferreira; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fernanda Silva; Fortunato Sousa; Francisco Pires; Gil Furtado; Gonçalo Garcia; Greta Statter; Graça Sena; Guido Lopes; Guilherme Statter; Helena Gago; Hélia Jorge; Ilda Poças; Irene Afonso; Isabel Coelho; Isabel Henriques; João Figueiredo; José da Clara; José Dionísio; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Canelas; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Maria do Céu; Octávio Firme; Odete Vicente; Kinita de Sousa; Rogério Matias; Rui Afonso; Rui Graça; Teresa Viras; Tina Evangelista; Tomaz Pessanha; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves;
Só ao Almoço: (2) Marianita Dionísio; Sílvia Dionísio;
Só ao Jantar: (4) Caucha Zagalo; Fernando Zagalo; Graça Penedo; Luís Penedo;   
Ao Almoço e ao Jantar: (6) José Viras;  Lizete Lourenço; Manuel Flôxo; Manuela Pires; Maria Teresa; Margarida Graça;
Organizador: Fortunato de Sousa / Luís Fernandes / Vitor Gonçalves
Almoço e Jantar: Solar dos Lilases (Tel: 266.403.315)
Próxima Caminhada: 11/09/2013 – (Carlos Penedo)

Reportagem:
Última caminhada da época no dia 29 de Junho do ano 2013, que no calendário litúrgico é o dia do nosso santo padroeiro São Pedro. Dizem que não há casualidades na vida, e se na verdade assim é, no ano em que fomos tão protegidos da chuva em dias de caminhada, que melhor homenagem poderiamos dedicar em honra daquele que se diz ter sido o 1º bispo de Roma, que realizar o evento de final de época neste dia.
Muitos dos participantes chegaram a Mora no dia anterior, de modo a poderem ambientar-se ao clima da região nesta época do ano. Outros, pelas mais diversas razões, só chegaram no próprio dia do evento.
O Bar da  Mata Nacional de Cabeção, foi o local de concentração escolhido pelos organizadores, para percorrermos o percurso de final de época, dado que as sombras dos pinheiros e a proximidade da ribeira de Raia ou de Cabeção, atenuavam a agressividade do calor do Sol alentejano. Portanto, a partir das 9  horas, foram chegando as viaturas que transportavam os vários grupos, rigorosa e coloridamente  equipados à boa maneira caminhadeira. Beijos e abraços, muita emoção e espírito caminhadeiro em evidência. Só mesmo o compromisso falhado por parte dos donos do bar, subtraíu alguma alegria aos que esperavam tomar aqui o café da manhã.
Depois da fotografia de grupo, o Caminhadeiro Carlos Evangelista pediu a palavra, e propôs um desafio às caminhadeiras presentes. Dado que não existem no blog fotografias recolhidas por Caminhadeiras, quis o Carlos testar a sensibilidade e capacidade técnica das senhoras, entregando várias máquinas fotográficas, de modo a que se organizassem em pequenos grupos, e no final do dia as entregassem com os melhores registos de imagens recolhidos. Segui-se uma breve descrição efectuada pelo Caminhadeiro Mor Victor Gonçalves e pelo guia Manuel Canelas, sobre o tipo de percurso que iriamos efectuar e das características desta Mata Nacional.
Dado o elevado número de participantes, não era fácil manter o grupo compacto, pelo que foram necessárias algumas paragens para reagrupamento. Também a beleza da paisagem alentejana, ia proporcionando aos fotógrafos de serviço e desta vez também às fotógrafas, motivos mais que justificados para retardar o andamento.
A planeada visita a uma unidade de produção de mirtilos e a transformação dos mesmos em licôr, foi cancelada no dia anterior. No entanto a capacidade e a experiência acumulada por parte do Caminhadeiro Victor Gonçalves em transformar situações críticas em facilidades, mais uma vez resultou. Não houve mirtilos nem licôr, mas houve mel e outros produtos produzidos pelas abelhas de um casal de apicultores local.
Terminada a caminhada já com o calor a fazer-se sentir, regressou o grupo ao Solar dos Lilases de bico aberto e a pedir água. Água? Tá bem tá..... Se eu me apanho com uma bejeca ou uma limonada nas mãos logo te digo. E a begeca, a limonada e a água chegaram, um pouco fora de tempo mas chegaram. E também umas espetadas de frutos frescos muito criativas e bem elaboradas pela Ana Pires, que fizeram as delícias dos mais exigentes. Outros, à falta de líquidos para matar a sede, mergulharam de cabeça na piscina, não se sabendo até agora, se se ficaram só pelo banho ou também beberam água do mesmo.
Enquanto estas peripécias aconteciam, um estranho Caminhadeiro, elegantemente equipado com o traje da próxima época e de bastão em punho enluvado, deixou os e as caminhadeiras presentes mais que surpreendidos.
Seguiu-se o almoço, que no programa estava anunciado acontecer no exterior junto à piscina. A elevada temperatura a esta hora do dia, levou a que na véspera se tivesse acordado entre as partes, servir o almoço no restaurante da cave, a que mui típicamente os donos denominam por: ‘A Cavalariça’.
As iguarias estavam muito boas, e a companhia do já famoso entre os caminhadeiros, ‘Vinho Plexus’ branco, tinto e rosé, só deslumbrou quem não o conhecia. Abençoado Caminhadeiro Octávio Firme, que o apresentou há já algum tempo na inesquecível caminhada dos oregãos em Leceia.
Tal como nos anos anteriores, a caminhada de final de época incluíu uma sessão solene, onde os organizadores pretendem celebrar com toda a dignidade possível tudo o que passou ao longo dos últimos meses. O Caminhadeiro Mor autor desta reportagem, abriu a sessão, depois de um desfile do universo Caminhadeiro ao som da sinfonia ‘Suite Alentejana’ do compositor Luís de Freitas Branco’. De salientar a emoção sentida por todos, quando foi recordado o desaparecimento prematuro do Carlos Sales.
Desta vez, apostámos forte e tínhamos um programa muito bem preparado para apresentar. Se fôssemos profissionais, diríamos que algumas coisas não nos correram bem, mas como não passamos de simples amadores com uma dedicação à causa muito forte, só podemos confirmar que a sessão solene de encerramento de época foi um sucesso. O óptimo é inimigo do bom, e a exigência em demasia por vezes é má conselheira. Como alguém dizia, a organização não foi perfeita, mas a desorganização quase que resultou em pleno.
A colaboração prévia do Carlos Evangelista e à última hora do Tomás Pessanha foram a cereja em cima do bolo. O Carlos por todo o acompanhamento na preparação do evento, enquanto que o Tomás brilhou na componente técnica na mesa de mistura de som.
Portanto, diplomas e bastões de bronze e de prata, foram entregues aos Caminhadeiros que percorreram 250 e 750 kms em serviço Caminhadeiro. Troféus de mérito entregues ao António Pires, ao Bernardino e ao Manuel Reis por terem percorrido 1.000 kms em serviço Caminhadeiro. ‘Troféu Inovação’ ao António Palma pela criatividade demonstrada ao longo do tempo aqui passado, e o  ‘Troféu Mimo Caminhadeiro’ pelos mimos com que a Maria do Céu nos vem tratando ao longo dos anos.
De seguida, foram os organizadores surpreendidos por um grupo de conjurados (António Palma, Carlos Evangelista, Carlos Penedo e Manuel Reis), que entregaram a cada um dos 3 Caminhadeiros Mores,  um lindíssimo troféu, que pelas palavras deles é o reconhecimento da nossa dedicação à causa Caminhadeira. Não havendo lágrimas, agradeceu a ‘troika’ com voz embargada e um abraço a cada um dos conjurados.
A caminhadeira Maria do Céu, indignada com a atitude de uma tal múmia paralítica no passado dia 10 de Junho, quis replicar ela com outra atitude mais nobre, entregando a cada participante do género masculino presente, a medalha da ‘Ordem da Carica Amolgada’. Em simultâneo, fez correr uma petição onde apenas as participantes, intituladas as ‘ao lado assinadas’, exigiam também elas ser condecoradas com ‘qualquer coisinha’.
Quanto ao Bastão de Bronze, que deveria ter sido entregue com pompa e circunstância ao Caminhadeiro Manuel Garcia e não foi, já nos penitenciámos pelo facto. Só erra quem faz ou toma decisões, e desta vez o infeliz contemplado pelo erro foi o nosso amigo ‘Manel’, a quem já justificámos a falta e ele com elevação compreendeu.
O encerramento da sessão solene, esteve a cargo do Victor Gonçalves, que para além de ter anunciado as alterações previstas para próxima época, informou, que o Caminhadeiro António Dores Alves, à semelhança do que fez no ano anterior, voltou a oferecer um quadro da sua autoria (acrílico sobre tela), cuja receita reverterá de novo para uma Instituição de solidariedade social a nomear pela comissão vigente.
O Victor, leu ainda o prefácio do livro ‘Poetas Caminhadeiros’, compilação efectuada pelo nóvel Caminhadeiro Miguel Cardoso, de todos os registos em forma de verso integrados nas reportagens e comentários do nosso ‘blog’.
No final da sessão e para fortalecer o espírito de grupo, cantámos o ‘Hino dos Caminhadeiros,’ acompanhados pelo Rui Afonso à viola e pelos cavaquinhos da Irene, do Manuel Reis, Da Angelina e do António Henriques.
Os novos polos para utilizar na próxima época, foram entregues a todos os Caminhadeiros presentes, que já tenham uma distância de kms percorrida e acumulada igual ou superior a 100 kms.
Um chapéu tipo 'panamá', foi entregue a todos os participantes desta sessão de encerramento de época.
Era agora a vez do Manuel Flôxo entrar em cena, com a famosa sinfonia ‘A Caracolada’. Nada menos que 10 quilos de moluscos gastrópodes tamanho pequeno, confecionados em perfeição pelo ‘Mestre Manel’. Ver os elementos da orquestra, todos de palitinho numa mão e a begeca na outra, ao mesmo tempo que o mestre (ou maestro) ia alimentando as estantes com travessas recheadas de conchinhas acastanhadas, foi deveras delirante.
Agora faltava o jantar.Ainda faltava o jantar é verdade!!!
Sopa de cação e migas de espargos e de coentros com bochechas de porco estufadas. E o tal ‘Plexus’ mais a sobremesa e o cafézinho. Uns com mais, outros com menos apetite, mas parece que ninguém se negou aos deveres.
Finalmente a diversão:
Primeiro o Tango, dançado em todas as suas versões abrangentes a esta maravilhosa expressão de arte, reflectida na música e na dança. O Luís Fernandes ia anunciando e esclarecendo a assistência, acerca dos passes que iam exímiamente executando, tendo ele e os seus parceiros e parceiras, realizado uma demonstração muito acima do que lhes era exigido.
Música popular portuguesa através do grupo de cavaquinhos, precederam uma curta exibição fadista a cargo deste vosso amigo e da linda voz da Graça Penedo. O Luís Penedo como é habito interpretou uma guitarrada com o acompanhamento à viola do Rui Afonso.
Por fim e porque esta é a última reportagem da época, quero agradecer a todos os que participaram durante estes meses para que o ambiente vivido dentro do grupo tivesse sido maravilhoso. Sem o contributo desinteressado de todos nós, não seria possível atingir os objectivos pretendidos e que são: 'Mente Sã em Corpo São'. 
E foi assim que terminou a festa de final de época Caminhadeira 2012 / 2013, e termino eu esta reportagem.

Saudações Caminhadeiras em passada calorosa em ambos os sentidos,

Fortunato de Sousa

P.S. –  As imagens em vídeo não apresentadas na sessão de encerramento, assim como as outras a que lá assistimos, estão já publicadas no blog, na secção intitulada: Videoteca

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Convocatória * * * Caminhada de Encerramento de Época 2012 / 2013 * * * Rota de Mora - Dia 29 de Junho

Convocam-se todos os Caminhadeiros, para a ultima caminhada da época. Desta vez o evento final terá lugar na 'Vila de Mora',.
A concentração será às 09:00 horas na Mata de Cabeção, junto ao Bar Do Pinhal, ( N 38º 57' 32" W 8º 05' 08" ) que estará aberto para nos receber.
Depois da caminhada seguiremos para o 'Solar dos Lilases' (N 38º 56' 34,67" - W 8º 10' 15,04").
Os participantes que já confirmaram a sua inscrição através de mensagem, não necessitam de o fazer de novo, mas fica ao critério de cada um repeti-lo por esta via. Para todos os outros que ainda não se inscreveram, deverão fazê-lo através dos comentários desta mensagem.
Devido ao elevado numero de inscrições e problemas logísticos, lamentamos informar, mas não podemos aceitar mais inscrições. 
Saudações Caminhadeiras,
Luís Fernandes

segunda-feira, 17 de junho de 2013

19ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Peniche . Rota da Sardinha - Dia 12 de Junho



Albuns de Fotos:
Luis Martins
Miguel Cardoso
Carlos Evangelista
Data do Encontro: 15/06/2013
Local: Peniche
Percurso: Rota da Sardinha - 12, 000 kms - 03: 00 Horas
Caminhantes: (40) Angelina Martins; Antonieta Faria; António Bernardino; António Clemente; António Palma; António Pires; António Silva; Carlos  Evangelista; Carlos Penedo; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Penedo; Helena Gago; Irene Afonso; João Figueiredo; Jorge Veiga; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Penedo; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Manuel Garcia; Manuel Flôxo; Manuel Pedro; Manuel Tomás; Manuel Reis; Margarida Graça; Maria do Céu; Miguel Cardoso; Odete Vicente; Kinita de Sousa; Rogério Matias; Rui Afonso; Rui Graça; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves;
Só ao Almoço: João Carlos Domingues
Organizadores: Fátima e Lúcio Libânio
Almoço: Restaurante ‘A Sardinha’(Tel: 262.781.820)
Próxima Caminhada: 29/06/2013 – (Fortunato de Sousa / Luís Fernandes / Victor Gonçalves)
 Reportagem:
40 caminhadeiros responderam à convocatória da ‘Rota da Sardinha’, para percorrerem os 12 kms que totalizam o perímetro da vila de Peniche. Pontuais como é seu timbre, às 09:00 horas lá estavam todos concentrados em frente à antiga Fortaleza, agora transformada em Museu. Pelo meio e ao longo da história, este mesmo imóvel foi servindo de ‘Praça Militar, abrigo de refugiados 'Boers' provenientes da África do Sul, residência de prisioneiros austríacos e alemães durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo, e de alojamento provisório a famílias portuguesas chegadas das antigas colónias a seguir ao 25 de Abril de 1974. Relevante a componente histórica deste edifício, cujo destino ou futuro ficará marcado pela qualidade e dimensão dos decisores políticos da nação. Por enquanto, em frente ao Museu e do outro lado do largo,  um antigo pescador ia arrumando a sua bancada de peixes secos salgados.
E foi assim, nesta manhã fresca de fim de Primavera ou de início de Verão envergonhado, que após a fotografia de grupo em frente à porta do antigo Forte, se deu início à caminhada. Em grupos de menor ou maior dimensão, lá fomos circundando a vila, com os porta bandeiras dos Caminhadeiros, Carlos Evangelista e Victor Gonçalves a  deixar bem identificada a nossa passagem pela vila, onde a qualidade do seu peixe e as rendas de bilros se destacam.
Sempre em bom ritmo, depressa alcançámos um dos pontos mais bonitos do percurso: O ‘Ilhéu da Papoa’. Localizado na costa norte da vila, assente em formação rochosa calcária, mas com uma flora lindíssima nesta época do ano, que deixaram a Luísa Clemente, a Angelina e outras Caminhadeiras deslumbradas. Também os fotógrafos de serviço se puderam regalar com as imagens que este maravilhoso local lhes proporcionou.
A manhã ia aquecendo e a beleza natural continuava diante da nossa vista. Sempre com a Ilha da Berlenga à nossa frente, fomos marginando o Atlântico até ao Cabo Carvoeiro, passando pela Ponta do Trovão, Santuário da Senhora dos Remédios, Varanda de Pilatos, etc. etc... No Santuário, de realçar a capela revestida de azulejos azuis e brancos muito bem conservados e de rara beleza.
Muito interessante ainda, a passagem pelo bairro dos pescadores, com casas de construção modesta e ruas estreitas, que caractrizam bem a diferença do escalão social de quem as habitou ou habita.
Depois, veio o merecido almoço no restaurante ‘O Sardinha’, sendo este certamente o motivo inspirador para o Lúcio e a Fátima Libânio darem nome à caminhada ou à rota com o mesmo nome. Entretanto, havia quem dissesse, que se o nome tivesse sido sopa de peixe, carapau ou caldeirada,  tinha-lhe assentado às mil maravilhas. Tudo isto, porque a qualidade das iguarias estava à altura da sardinha.
Tal como havia prometido, a nossa estimada amiga Caminhadeira Maria do Céu, foi acompanhada de um pequenino trono de Santo António. Porém, também de acordo com as suas expectativas e com a crise que atravessamos, o pobre do Santo não conseguiu mobilizar a faceta generosa dos participantes. Apenas umas escassas moedas castanho escuras a imitar o tostãozinho para o Santo António, e lá foi o Santo e a Maria do Céu carpir as mágoas para outra freguesia. 
No final do almoço, o Vitor Gonçalves teceu algumas considerações sobre o que virá a ser a última caminhada da época, e o António Palma distribuiu os seus já famosos PIN’s, desta vez alusivos à caminhada extraordinária de Loriga na Serra da Estrela.
A componente cultural selecionada pelos organizadores do evento, foi como não podia deixar de ser, uma visita ao Museu Municipal de Peniche. A funcionar desde o ano de 1984, está divido em três áreas. No entanto, aquela que mais prendeu a atenção dos elementos do grupo, foi a que está situada no 3º piso, denominada ‘Núcleo da Resistência Antifascista’. 
Terminámos como é hábito com o tradicional chá de final de festa, desta vez e também no restaurante ‘O Sardinha’. Bolinhos e chá de várias proveniências, mereceram o aval da maioria ou senão de todos os Caminhadeiros e Caminhadeiras.
Ao João Carlos Domingues, que só a partir do almoço se reuniu a nós, esperemos que o convite do seu amigo Carlos Evangelista não lhe tenha desagradado e possa aparecer mais vezes, caminhando ao apenas almoçando.
Umas breves palavras finais para os organizadores do evento. A Fátima e o Lúcio Libânio aderiram por sua iniciativa ao grupo, na caminhada dos ‘Trilhos da Archeira’ no passado mês de Fevereiro, certamente depois de uma cuidada radiografia ao grupo através do blog. Efectuado o diagnóstico, avaliaram a situação clínica e viram que também eles poderiam usufruir dos efeitos da terapia de grupo que  'Os Caminhadeiros ' transmitem aos que a ele aderem. Se assim foi e lhes agradou o ambiente aqui vivido depois de 4 meses em regime experimental, então estamos todos de parabéns, porque o objectivo de ambas as partes foi alcançado.
Saudações Caminhadeiras em passada lenta mas certamente compreendida e desculpada por todos os meus amigos Caminhadeiros,                                                                                              
Fortunato de Sousa

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Convocatória - 19ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Peniche . Rota da Sardinha - Dia 12 de Junho

Estão todos os Caminhadeiros convocados para a penúltima caminhada da época em curso. Os organizadores do evento, escolheram a bonita vila de Peniche e os seus subúrbios, para preencher o programa habitual das Quartas-Feiras Caminhadeiras.

O percurso terá uma duração de aproximadamente 4 horas, pelo que devemos concentrar-nos às 09: 00 horas em frente ao Forte/Museu de Peniche (N 39º 21' 16" - W 09º 22' 50"). Isto permitirá, segundo o organizador Lúcio Libânio, terminar a caminhada antes das sardinhas arrefecerem.

Como de costume, devem confirmar as vossas presenças através dos comentário desta mensagem, até ao final do dia do próximo Domingo dia 9.

Saudações Caminhadeiras em passada pré Santo Antonina,

Fortunato de Sousa