terça-feira, 29 de janeiro de 2013

*** Convocatória - 11ª Caminhada da Época 2012 / 2013 *** *** Trilhos da Archeira . Dia 06 de Fevereiro

Estão todos os Caminhadeiros convocados, para aquela que será a 11ª caminhada da época.
Desta vez, os organizadores Angelina e Luís Martins, escolheram a bonita região do Oeste - próximo de Torres Vedras - para efectuar o percurso pedestre, que terá um índice de dificuldade 'médio', sendo o  uso do bastão  aconselhável para este tipo de caminhada.

A concentração será às 09:30 horas no Campo de Futebol do Furadouro   N - 39º01'33"   W - 09º12'43",  e o início da caminhada terá lugar às 10:00 horas.

Furadouro está a 5,4 Kms da "saída 6" da "A8"  

Como de costume, devem confirmar as vossas  presenças no evento Caminhadeiro, até ao final do dia da próxima Segunda-Feira dia 04.

Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

10ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Rotas do Sorraia - Dia 23 de Janeiro




Albuns de Fotografias
Luis Martins
Carlos Evangelista
Fortunato de Sousa
Manuel Reis
Data do Encontro: 23/01/2013
Local: Coruche – Rotas do Sorraia
Percurso: 12, 500 kms - 02: 45 Horas
Caminhantes: (30) Angelina Martins; António Palma; António Pires; Carlos  Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Dores Alves; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Penedo; João Duarte; João Figueiredo; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Penedo; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves.
Organizador: Fortunato de Sousa / Vitor Gonçalves
Almoço: Restaurante ‘O Farnel’ (Tel: 242.675.436)
Próxima Caminhada: 06/ 02 / 2013 – (Angelina Martins / Luís Martins)

Reportagem: Foi a primeira caminhada realizada pelo grupo ‘Os Caminhadeiros’, no subúrbio da bonita  vila de Coruche. Muito feliz a escolha deste local pelo meu parceiro organizador Vitor Gonçalves, com a primeira parte do percurso a ser percorrida ao longo das margens do rio Sorraia, nome este que deriva da junção das ribeiras de Sôr e de Raia. O rio, forma-se  perto da vila do Couço e desagua no rio Tejo, num local denominado Ponta da Erva, próximo de Alcochete. Ao longo dos seus mais de 150 kms serpenteados pela lezíria, vai fertilizando as terras do Vale do Sorraia, polo de desenvolvimento económico dos agricultores ribatejanos, e embelezado pelas várias pontes que sobre ele passam. Duas delas, foram por nós atravessadas nesta caminhada, sendo a primeira, a ‘Ponte do Açude’, exclusivamente destinada a trânsito pedonal. Nela foi recolhida desta vez a fotografia de grupo.

Quanto à enorme expectativa criada à volta das condições atmosféricas para o período da manhã de Quarta-Feira, tudo aconteceu como já vem sendo habitual nos últimos tempos. Previsão de chuva para o local onde vamos caminhar, mas eis que chegam os ‘Caminhadeiros’, e as nuvens que carregam a água e a deviam fazer caír na zona e  hora previstas, vão cumprir a sua missão de fazer chover para outras regiões. Uns dizem, que São Pedro nos protege e essa é a razão do milagre; Outros argumentam, que poderes desta natureza, nos tempos que correm, só estão ao nível e à dimensão de uma Troika. Essa mesmo que nos intervencionou, tudo avalia, tudo pensa e tudo decide no nosso país. Até mesmo a escolha do local onde a água da chuva deve ou não caír. São estes os novos poderes dos imperadores dos tempos modernos.
Só que cuidado, a próxima caminhada vai ser organizada pela Angelina e pelo Luís Martins, e aí é que os poderes do santo ou da instituição com poderes sobrenaturais vão ser postos à prova. É que o casal Martins, sempre que organiza um evento caminhadeiro, é sinal de chuva à hora da caminhada. Quem não se lembra do dilúvio ocorrido na Serra do Socorro no dia 26 de Outubro de 2011, quando o Luís e a Angelina organizaram o seu primeiro evento.

Quanto à caminhada, os mais de 12 quilómetros foram percorridos na sua grande parte em pista de ciclóvia, e a outra restante em caminhos de terra batida em zona rural. A meio da jornada caminhante, tivemos a habitual paragem para repôr energias através das tradicionais barritas de cereais e peças de fruta para os caminhadeiros que optam por uma dieta mais frugal. Por sugestão do Manuel Reis, foi recolhido um registo fotográfico muito original, onde só podiam fazer parte os figurantes cuja cabeça estivesse coberta por gôrro, boné ou outro qualquer acessório adequado à protecção do frio e da chuva. Os últimos quilómetros, foram percorridos em sentido inverso também pela ciclóvia, com os vários mini grupos a entrar pelas ruas principais do centro da vila de Coruche em direcção ao restaurante ‘O Farnel’.

Aqui chegados, após quase 3 horas de exercício caminhadeiro, nada melhor que um cozido à portuguesa para cumprir a segunda parte do programa do dia. A preceder o prato principal, foram servidas entradas típicas da região, e antes de servido o café, vários tipos de sobremesa à escolha do freguês. Os semblantes alegres e brincalhões dos presentes, eram o sinal mais que evidente, de que a escolha do restaurante tinha sido acertada, e por certo fruto da larga experiência dos organizadores neste tipo de actividade.

Agora já sob uma chuva miudinha, lá seguimos em direcção ao Museu Municipal de Coruche. Porque o número de Caminhadeiros visitantes era elevado, teve o grupo de ser dividido em dois, para deste modo podermos facilitar a vida aos guias e nós tirarmos melhor partido da informação recebida. ‘A evolução do homem na terra através dos tempos’, desde a sua origem, ‘O homem e o trabalho – a magia da mão’, e a visita ao Núcleo Tauromáquico de Coruche para visitar a exposição: 'Tauromaquia de Coruche - História, Arte e Tradição', complementaram o boião cultural do dia. Em nome do grupo ‘Os Caminhadeiros’, o nosso agradecimento à Dra. Helena Claro, ao Dr. Anibal Mendes e ainda à Dra. Ana Correia, pela excelente contribuição prestada, de modo a que os visitantes tivessem ficado a conhecer melhor esta região e as suas gentes.

‘Del Rio’ dá nome ao Café Esplanada localizado em frente ao Rio Sorraia, onde o chá de final de dia de caminhada foi tomado. Uns bolinhos para acompanhar o chá e a simpatia de gentis empregadas de mesa, deram por terminada mais uma jornada caminhadeira, desta vez realizada em terras ribatejanas.

Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa

P.S. - No dia 23 de Janeiro de 2013 (dia da caminhada), foi pomposamente anunciado aos portugueses, que Portugal tinha regressado aos mercados financeiros. Para que do nosso lado, possa também ficar assinalado este dia, aqui vos deixo um registo, fruto da inspiração de um poeta português, de seu nome Manuel Alegre:


RESGATE


Há qualquer coisa aqui de que não gostam
da terra das pessoas ou talvez
deles próprios
cortam isto e aquilo e sobretudo
cortam em nós
culpados sem sabermos de quê
transformados em números estatísticas
défices de vida e de sonho
dívida pública dívida
de alma
há qualquer coisa em nós de que não gostam
talvez o riso esse
desperdício.
Trazem palavras de outra língua
e quando falam a boca não tem lábios
trazem sermões e regras e dias sem futuro
nós pecadores do Sul nos confessamos
amamos a terra o vinho o sol o mar
amamos o amor e não pedimos desculpa.

Por isso podem cortar
punir
tirar a música às vogais
recrutar quem vos sirva
não podem cortar o verão
nem o azul que mora
aqui
não podem cortar quem somos.


Águeda 23/12/2012
Manuel Alegre

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

**** Convocatória - 10ª Caminhada da época 2012/2013 **** **** Rotas do Sorraia - dia 23 de Janeiro



Convocam-se todos os Caminhadeiros para a 10ª caminhada da presente época.
O local escolhido para realizar a caminhada, foi a bonita vila de Coruche. Previsão meteorológica
A  concentração será  às  9H30M,  no  parque de estacionamento, -   (N 38º 57' 21,7"  W 8º 31' 47,2") - entre o rio Sorraia e a estação de serviço Galp, perto do restaurante 'O Farnel'.
A caminhada terá inicio às 10H00M.
O percurso, começará em direcção à nova ponte-açude a montante da linha férrea, e seguirá na margem esquerda do Sorraia em direcção à ciclovia na estrada da Erra, Bairro Novo, Bairro da Areia e regresso ao ponto de partida.
Poderemos contemplar os campos de arroz, a paisagem ribatejana com o cavalo, o gado ovino e bovino, a cegonha, o milhafre e a águia em destaque.
As confirmações de presença no evento caminhante deverão ser efectuadas através dos comentários desta mensagem até ao final do próximo domingo dia 20.

Saudações Caminhadeiras,

Vítor Gonçalves

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

9ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Rota dos Fortes da Linha - Dia 9 de Janeiro




Albuns de Fotografias
Luís Martins
Carlos Evangelista
Fortunato de Sousa
Dores Alves
Data do Encontro: 09/01/2013
Local: Caxias – Rota dos Fortes da Linha
Percurso: 12, 000 kms - 02: 40 Horas
Caminhantes: (35) Angelina Martins; António Bernardino; António Clemente; António Palma; Carlos  Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Dores Alves; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Guilherme Fonseca-Statter; Greta Statter; Inês Garcia; João Costa; José Clara; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luke Beranek; Lurdes Clara; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Margarida Graça; Miguel Cardoso; Nela Costa; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves.
Só Almoçantes: (2) Helia Jorge; Tomáz Pessanha
Organizador: Gilberto Santos
Almoço: Restaurante ‘Mercearia do Peixe’ (Tel:214420678)
Próxima Caminhada: 23/ 01 / 2013 – (Fortunato de Sousa e Victor Gonçalves)

Reportagem: Como sempre tem acontecido, ultimamente, ainda antes da hora de partida, já os caminhadeiros se encontravam prontos para mais uma jornada, apesar das notícias menos auspiciosas do recém-baptizado Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Após a fotografia da praxe e antes da hora prevista, foi dada a partida junto ao antigo restaurante Mónaco, referência de juventude que, certamente, despertou alguma nostalgia em alguns dos participantes e que agora se encontra abandonado e altamente vandalizado.

Uma vez em marcha, atravessamos a marginal para o lado mais próximo da praia – usando a passadeira de peões – e caminhámos ao longo da margem direita do Tejo, sempre fabuloso na sua desembocadura pelo Atlântico dentro, com o Forte de São Bruno à nossa ilharga esquerda e deixando antever o Forte da Giribita lá mais adiante, na célebre curva dos pinheiros à entrada de Paço D’Arcos. A visibilidade apresentou-se estupenda, apesar da situação meteorológica apresentar cúmulos-nimbos à distância e, ameaçando a qualquer momento, deixar cair o seu conteúdo sobre as cabeças pensantes dos valentes caminhadeiros.

Após passar o Clube Náutico de Paço D’Arcos, os caminhadeiros dirigiram-se ao passeio marítimo de Oeiras, continuando a jornada até ao Forte de São Julião da Barra, contemplando a magnifica foz do Tejo e a Torre de São Lourenço (Bugio), o Forte de João das Maias e o de Catalazete, hoje em dia, transformado em Pousada de Juventude.
Chegados ao Forte de São Julião (Torre), procedemos a uma pequena pausa para a habitual merenda destinada a compensar o desgaste de meia caminhada. Restava-nos regressar pelo mesmo caminho mas com uma perspectiva paisagística diferente, enquadrada pela entrada na foz do Tejo com Lisboa ao longe, e vista monumental da ponte 25 de Abril.

Chegados a Caxias, logo nos dirigimos ao restaurante “Mercearia do Peixe”, onde nos serviram um almoço, que segundo as impressões recolhidas, foi de pleno agrado dos caminhadeiros.

Após ao almoço, tivemos oportunidade de visitar a Quinta Real de Caxias, com o seu deslumbrante jardim e uma visita guiada de modo superior pelo Professor Carlos Beloto que de forma brilhante e entusiástica, nos brindou com a história e mitologia relacionadas com a Quinta Real e, ainda, com os progressos na pesquisa, investigação, inventariação, recuperação e restauro das estátuas que, originalmente, faziam parte do jardim bem como da maravilhosa cascata com representação de uma cena mitológica dedicada à deusa Diana. Para terminar, foi-nos dada a oportunidade de ver a cascata em funcionamento, dando-nos a perceber que, quando completamente restaurada, irá ser um polo de atracção de futuros visitantes e cenário magnífico para espectáculos de Verão.


Aqui queremos dar testemunho do nosso agradecimento ao Professor Carlos Beloto e Sra. Arquitecta Isabel Soromenho, Chefe da Divisão de Património Histórico e Museológico da C.M.O. pela disponibilidade e amabilidade para que pudéssemos efectuar esta visita guiada.

Terminada que foi a visita, dirigimo-nos ao Restaurante Esplanada “Baía dos Golfinhos”, junto ao forte de São Bruno, onde tomámos o habitual chá com que normalmente acabam as jornadas.
Cabe-nos ainda, darmos as boas vindas ao novo caminhadeiro Miguel Cardoso, a quem desejamos ver assiduamente nas nossas caminhadas futuras.

Saudações Caminhadeiras,

Gilberto Santos

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Convocatória - 9ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Rota dos Fortes da Linha - Dia 9 de Janeiro

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a 9ª caminhada da presente época e 1ª do ano 2013.
O local escolhido para realizar a caminhada, foi o percurso compreendido entre o 1º Forte da Linha -Caxias- até ao Forte da Torre, com regresso ao ponto de partida. Durante o percurso, poderemos contemplar a perspectiva da saída do Tejo, e na volta, a bonita paisagem da zona ribeirinha, com a cidade de Lisboa e a Ponte 25 de Abril como pano de fundo.
O local e a hora de concentração, será junto à estação do Caminho de Ferro de Caxias às 09:30 e o início da caminhada às 10:00.
As confirmações de presença no evento caminhante, deverão ser efectuadas através dos comentários desta mensagem até ao final do próximo dia 6 (Domingo de Reis).

Saudações Caminhadeiras,

Gilberto Santos

sábado, 22 de dezembro de 2012

BOAS FESTAS

A todo o universo Caminhadeiro, sinceros votos de Bom NatalFeliz Ano Novo

Os Caminhadeiros Mores,

Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Victor Gonçalves


P.S. - A árvore de Natal - cartão de Boas Festas - acima publicada, com as fotografias de 137 Caminhadeiros, foi obra da autoria do nosso amigo Carlos Evangelista. Para ele o nosso obrigado pela criatividade e contributo prestados.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

8ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Rota das Docas - (Cais do Sodré-Algés) - Dia 19 de Dezembro





Álbuns de Fotos:
Data do Encontro: 19/12/2012
Local: Cais do Sodré – Passeio das Docas
Percurso: 9, 500 kms - 02: 20 Horas
Caminhantes: (28)  Angelina Martins; António Bernardino; António Palma; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Francisco Reis; Gilberto Santos; João Reis; José Clara; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Manuel Fernandes; Gonçalo Garcia; Inês Garcia; Luke Beranek; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Margarida Graça; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Virgílio Vargas; Vítor Gonçalves.
Organizadores:  Luís Fernandes e Vítor Gonçalves
Almoço: Restaurante ‘Caravela d’Ouro’ (Tel: 214.118.350)
Próxima Caminhada: 9/ Jan / 2013
Reportagem: Antes da hora aprazada, já os caminhadeiros com 4 caras novas estavam no Cais do Sodré (Cais Sodré segundo o Bernardino) para iniciar a caminhada até Algés.
Como de costume as “lebres” tomaram a dianteira e os outros lá os foram seguindo, gozando todos a paisagem proporcionada quer pelas margens, aves e barcos do Tejo quer  pelas docas de Santo Amaro, Alcântara, Belém e Bom Sucesso, quer pela bem tratada relva, a Rosa dos Ventos com o seu mapa mundo indicando onde e quando os portugueses chegaram com as suas naus, Monumento aos Descobrimentos, Torre de Belém e Monumento aos Mortos nas Colónias erigido no Forte do Bom Sucesso. 
Desta vez os caminhadeiros Manuel Fernandes e Francisco Reis deram um caminhar diferente uma vez que mais correram e brincaram que caminharam enquanto tanto  o João Reis como o Gonçalo Garcia fizeram a caminhada como adultos.
O almoço, a distribuição da prenda da Céu para as senhoras presentes e a troca de prendas entre os caminhadeiros  correu de forma animada, com promessas da Carmen e da Luísa que receberam como prenda, boletins de euromilhões,  que no caso de ganhar o 1º prémio ofereceriam um cruzeiro para “Os Caminhadeiros”.
A visita ao antigo mas sempre actual Aquário Vasco da Gama foi para a maior parte dos caminhadeiros o recordar os tempos de criança, desta vez superiormente guiados pela bióloga  Dra. Manuela Marreiros que foi tirando quase todas as dúvidas por nós colocadas, tendo ficado para uma 2ª visita a confirmação ou não, se teria havido outra lula gigante em exposição.
Para o Chá voltámos à Caravela D’Ouro onde a D. Sónia foi com a sua simpatia e eficiência a continuação do que tinha sido o almoço com o serviço do Sr. Jorge Lopes.
Depois de apreciado o por do sol no Tejo, e quando já passava das 18H   despediram-se os caminhadeiros, com votos de FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO até ao dia 9/1/2013.

Saudações Caminhadeiras em passada Natalícia,


Vítor Gonçalves

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Convocatória - 8ª Caminhada da Época 2012 /2013 - Rota das Docas - Dia 19 de Dezembro

Convocam-se todos os Caminhadeiros/as para a 8ª caminhada da época, e última do ano de 2012. O local escolhido desta vez para se realizar a caminhada, foi a zona ribeirinha compreendida entre o Cais do Sodré e Algés.

O local e a hora de concentração, será junto à estação do metropolitano do Cais da Sodré às 09: 30. O início da caminhada terá lugar às 10:00 horas.

Como habitualmente, devem os interessados em participar no  evento, confirmar a sua presença através dos comentários desta mensagem, até ao final do dia 17 de Dezembro, segunda-feira.

Saudações Caminhadeiras em passada de Pai Natal com a mochila das prendas vazia,

Fortunato de Sousa

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

7ª Caminhada da Época 2012 / 2013 - Trilhos do Cassapo (Charneca da Caparica) - Dia 5 de Dezembro




Albuns de Fotos:
Luis Martins
Carlos Evangelista
Fortunato de Sousa
Manuel Reis
Data do Encontro: 05/12/2012
Local: Charneca da Caparica – Trilhos do Cassapo
Percurso: 10, 500 kms - 02: 30 Horas
Caminhantes: (36) André Correia; Angelina Martins; António Bernardino; António Pires; Armando Lourenço; Carlos  Evangelista; Carlos Penedo; Dores Alves; Fortunato Sousa; Gil Furtado; Gilberto Santos; Graça Penedo; Graça Sena; João Duarte; José Clara; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Luís Penedo; Lurdes Clara; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Margarida Graça; Margarida Serôdio; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Pedro Antunes; Rogério Matias; Teresa Palma; Virgílio Vargas; Vitor Gonçalves.
Organizadores: Manuel Garcia
Almoço: Restaurante ‘Sabor Mineiro’ (Tel: 212.977.362)
Próxima Caminhada: 19/ 12 / 2012 – (Luís Fernandes e Victor Gonçalves)

Reportagem: O nosso amigo e já experiente caminhadeiro Manuel Garcia, apostou forte e levou muito a sério a organização desta caminhada. Era para ele a 1ª que organizava e, como em tudo na vida, a 1ª vez tráz sempre alguma ansiedade associada ao processo.  Digo isto, porque acompanhei com o Luís Fernandes e o Victor Gonçalves todo o entusiasmo com que o Manuel Garcia viveu a organização do evento durante os últimos 15 dias. Fizemos 2 vezes em semanas diferentes, o percurso de reconhecimento, e no dia da caminhada, os mais de 10 kms por todos palmilhados, foram uma escolha criteriosamente por ele efectuada, de modo a que o índice de dificuldade estivesse adaptado ao perfil genérico do grupo. O local do almoço, visita cultural e a pastelaria para tomar o chá no final do dia, mereceram também uma avaliação cuidada até à decisão final. Não quero com isto de modo nenhum desmerecer o trabalho, reconhecimento,  e a dedicação no planeamento dos eventos, em que outros caminhadeiros estiveram envolvidos e resultaram também em sucesso como foi o caso deste. Apenas o menciono, porque o vivi de perto com o organizador.

Os Trilhos do Cassapo, palmilhados pelos 36  caminhadeiros que responderam à convocatória, foram percorridos em dia de Sol radioso. Dizia uma amiga nossa, que esta trégua, a contrastar com o mau tempo ocorrido nas últimas semanas, foram o presente de Natal que o nosso estimado S. Pedro pôs na botinha dos caminhadeiros. Até pode haver outras explicações, mas tão bem fundamentada como esta é difícil de imaginar.

Quanto ao tal coelho, cassapo, caçapo, simplesmente sapo ou lá o que seja, esse nunca mais ninguém se lembrou de o procurar. E porquê? Apenas porque a paisagem à beira mar em manhã de Sol de Outono, com rochas sedimentares castanho avermelhadas e matas de pinheiros verdejantes em contraste com o azul marinho das águas atlânticas, faziam esquecer todas as preocupações relacionadas com os tais bicharocos que davam o nome à caminhada. O  Bernardino, com ar muito sério e bem ao seu estilo, dizia que era uma pena todo este espaço enorme de praia não poder ser aproveitado de outro modo mais estruturado. É assim este país, continuava ele, enquanto todos os que o acompanhavam, abanavam a cabeça em sinal de concordância com as palavras sábias do mestre.

Uma breve paragem junto ao bar ‘Cabana do Pescador’, e lá continuámos para a 2ª parte do percurso. As barritas de cereais, água e muita fruta, são a escolha preferida da generalidade dos caminhadeiros para repôr energias, enquanto que o nosso amigo Manuel Flôxo, continua fiel à sua insubstituível sandes de presunto. Em sua opinião, mais vale uma sandes de presunto ou queijo a meio da manhã, que 1000 barritas de cereais  durante um ano inteiro. Também mais uma vez constatámos, que o nosso renovado caminhadeiro Octávio Firme, não abdica nem por nada , de fazer parte do grupo de lebres que normalmente toma a dianteira do grupo caminhadeiro. Alguém dizia que esta alteração só pode ter ocorrido por uma de duas razões: Ou comprou por um valor significativo o alvará de ‘caminhadeiro lebre’ ao Gilberto, que agora vai sempre no grupo do meio, ou então, e esta talvez seja a hipótese mais coerente, é que este seu surpreendente desempenho, se deve ao facto de agora caminhar em escape livre, após um recente desarranjo da componente gastro intestinal. Só ele o poderá confirmar, mas se o Gilberto teimar em não integrar mais o grupo das lebres, fica confirmada a venda ou pelo menos o trespasse temporário do alvará. O resto dos Trilhos do Cassapo até ao ponto de chegada, que ao mesmo tempo fôra o de partida, foi percorrido em amenas cavaqueiras entre os vários mini grupos de caminhadeiros.

O almoço de ‘Rodízio Mineiro’, esteve de acordo com o que tinha sido acordado entre o organizador Manuel Garcia e a direcção do restaurante. E também desta vez, repetindo o que se vem tornando hábito, graças à simpatia e à generosidade de muitos caminhadeiros e caminhadeiras, quiseram os manos Odete e Manuel Garcia, surpreender os presentes com lembranças deveras interessantes, respectivamente pintadas e confeccionadas por eles. O Manuel, presenteou-nos com uma caixa de azeitonas da Charneca, produto da sua colheita particular, por ele embaladas, e onde nem sequer faltou a etiqueta personalizada com o logo dos caminhadeiros. A mana Odete, cuja faceta de dedicação à arte da pintura é de todos bem conhecida, trouxe-nos desta vez, uns lindíssimos azulejos em forma rectangular, todos diferentes uns dos outros e também com o logo dos caminhadeiros colado na parte de trás.

Desta vez o passeio cultural constou de uma visita muito interessante ao ‘Moinho de Marés de Corroios’. Muitos dos caminhadeiros presentes, decerto já tinham tido oportunidade de visitar este moinho, cuja fonte de energia para o pôr a funcionar reside na água da maré quando em baixa. No entanto, o que de diferente esta visita teve, para além de outras interessantes particularidades, foi o talento de um homem chamado José Meias, nada menos que o guia do moinho de há uns anos a esta parte. Possui uma vocação nata virada para a função que desempenha. O modo muito expressivo como explica todo o princípio de funcionamento do moinho, a alegria que demonstra e o saber acumulado associado à carga histórica deste tipo de construções, são prova mais que evidente de que o Sr. José Meias é o homem certo no lugar certo. Não posso deixar de mencionar duas passagens da visita guiada, que pela invulgaridade das mesmas deixaram o pessoal caminhadeiro surpreendido. A primeira, é o desempenho de uma ave denominada ‘maçarico de bico direito’, que percorre a distância entre Portugal e a Islândia em apenas dois dias; A segunda, consta de um tipo de ‘farinha de biscoito’ que aqui era produzida e, cujo nome biscoito em latim, deriva de bis: dois ou a dobrar e, coito: cozedura. Cada um tire as ilações que quiser acerca da segunda metade do vocábulo, mas esta poucos a sabiam ou, na melhor das hipóteses, apenas o senador Gil Furtado ou o compêndio ambulante António Bernardino poderão estar a este nível de conhecimento. E foi assim, que terminámos a visita ao moinho de marés, na dúvida se situados na mó de cima ou na de baixo. Isto, porque tivemos oportunidade de assistir a um invulgar espectáculo de dança ou de arte corporal, exibido por uma instituição de alunos com  um tipo de vida muito diferente daquilo a que estamos habituados a vêr, mas onde a solidariedade, a entrega a causas nobres e a felicidade daí resultante, são vividas do mesmo modo como se eles não existissem.

Agora só faltava o famoso chá de final de dia. E aqui, também tudo estava devidamente planeado. Os aniversariantes Lina Fernandes, Armando, Odete, Zé Clara e Manuel Reis, tiveram honras de bolo de aniversário e cantoria de parabéns a você pelo grupo presente em uníssono. Da América Latina, recebemos mesmo em cima do acontecimento, uma chamada telefónica do Daniel Clara, filho da Lurdes e do Zé, que sabendo do acontecimento, não quis, mesmo de longe, deixar de se associar à festa. E antes do abraço de despedida, confidenciou-me em surdina: As garrafas de espumante 'Raposeira' com que vão brindar, foram oferta minha e enviadas hoje mesmo aqui do Perú.

Lá fora, à porta da pastelaria, uma figura do Pai Natal com ar triste e desiludido, de bastão branco na mão e sem o tradicional saco das prendas, olhava em frente fixamente, tentando perceber porque é que neste Natal as pessoas andam também tão tristes. Alguns caminhadeiros e caminhadeiras ainda tentaram consolá-lo, posando ao seu lado para uma fotografia e pedindo-lhe ao menos um leve sorriso. Nem isso conseguiram..

Saudações Caminhadeiras em passada pré natalícia,

Fortunato de Sousa

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

5º Aniversário do Blog - Jantar Convívio com a Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado - Dia 30 de Novembro


Album de Fotos
 Luís Martins

O 5º aniversário do blog ‘Os Caminhadeiros’, foi mais uma vez comemorado num jantar convívio com a ‘Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado Tradicional’. Com uma assistência aproximada das oito dezenas de pessoas, partilhada metade por metade entre as duas agremiações, repetiu-se a ementa do ano anterior. Jantar típico da boa gastronomia portuguesa, onde o tradicional ‘caldo verde’ e o ‘bacalhau à minhota’ foram as figuras de destaque. A sobremesa e o café precederam a noite fadista, tendo o presidente da Academia, Luís Penedo, numa curta mas elucidativa intervenção, como é seu timbre, dado a conhecer os e as fadistas que iriam actuar, assim como a boa relação existente entre a Academia e o grupo convidado.

Excelentes execuções de viola e guitarra portuguesa para aquecimento das cordas e das mãos dos intérpretes das mesmas, precederam a actuação da grande intérprete do fado Manuela Cavaco. Seguiram-se outras vozes fadistas, femininas e masculinas, onde cada um ao seu estilo, quis deixar vincado o seu sentimento e amor à arte.

No intervalo da actuação fadista, o caminhadeiro Mor Victor Gonçalves agradeceu à Academia o convite que nos fizeram, e convidou todos os presentes a comer uma fatia de bolo e brindar com um copo de ginja o 5º aniversário do blog.

Já era quase madrugada, quando se deu por fim a mais um excelente convívio entre a ‘Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado’ e o grupo ‘Os Caminhadeiros’.  

Para finalizar, os nossos agradecimentos renovados ao Luís Penedo e à Graça Penedo, pelo convite que nos fizeram e, a informação de que continuamos disponíveis para futuros eventos desta natureza. Ainda para a nossa amiga fadista e caminhadeira Graça, o agradecimento especial pelas lindíssimas obras de cerâmica por ela transformadas em obras de arte através de pintura da sua autoria.

Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa