quinta-feira, 7 de junho de 2012

Convocatória - 17ª Caminhada - Época 2011 / 2012 - Na Rota dos Moinhos - Serra do Louro - Palmela . 13 de Junho

Estão convocados todos os Caminhadeiros para a 17ª e penúltima caminhada da época.
O percurso a efectuar, terá lugar na Serra do Louro junto à bonita vila de Palmela.
Desta vez, coincide o dia da caminhada com o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, feliz coincidência que permitirá aos trabalhadores no activo participar também neste evento. A sardinhada ao almoço é mais que razão justificativa para que ninguém deixe de marcar presença.
A concentração será às 09:30 junto ao restaurante onde vamos almoçar, cuja localização é a seguinte: Rua Dr. Bernardo Teixeira Botelho - Palmela. N38º34'13" W8º54'26".
Partindo do Aeroporto pode optar pelas pontes 25 de Abril ou Vasco da Gama.
Boa viagem.
Também como de costume, devem os interessados em marcar presença neste evento, fazê-lo através dos comentários desta mensagem, até à data limite do final do dia da próxima Segunda-Feira dia 11.
Saudações Caminhadeiras em passada de marchas de Stº António,

Fortunato de Sousa

2ª Caminhada Extraordinária 2011/2012 ROTA DA CEREJA, Fundão (Cova da Beira) Dias 01, 02 e 03 de Junho de 2012

Estadia: Fundão (Hotel Alambique de Ouro)
Percursos: 1º - Dia 02 - 12,000 Kms; 03H10M
                   2º - Dia 03 –  3,800 Kms; 01H00M
Constituição do GRUPO “Os Caminhadeiros”:
Este evento foi levado a efeito com a presença de 53 Caminhadeiros, em que tivemos duas formas de transporte. Um grupo de 39 Caminhadeiros, optou pelo transporte do tipo excurcionista, num Auto Bus da Empresa Barraqueiro, tendo os restantes 14, ido em transportes próprios.
Caminhadeiros: Dia 02 – Rui Afonso, Irene Afonso, Pedro Albuquerque, Isabel Albuquerque, José Clara, António Clemente, Luísa Clemente, João Costa, Nela Costa, Teresa Duarte, Carlos Evangelista, Tina Evangelista, Luís Fernandes, Lina Fernandes, Octávio Firme, Carmen Firme, Manuel Floxo, Manuel Garcia, Estela Garcia, Vitor Gonçalves, Luísa Gonçalves, Rui Graça, Margarida Graça, António Henriques, Isabel Henriques, Tomaz Jorge, Hélia Jorge, Armando Lourenço, Lizete Lourenço, Luís Martins, Rogério Matias, Alice Miranda, António Palma, Antonieta Faria, Manuel Pedro, Maria do Céu Pedro, Carlos Penedo, Luís Penedo, Graça Penedo, Manuel Reis, Helena Reis, Filipe Ribeiro, Carlos Sales, Bina Sales, Gilberto Santos, Teresa Santos, Fortunato Sousa, Kinita Sousa e Odete Vicente. (Total: 49)
Não responderam a esta Chamada: (falta de treino e aquecimento, recuperação, etc)
Lurdes Clara, João Duarte, Angelina Martins e Alda Ribeiro.
Caminhadeiros: Dia 03 – Rui Afonso, Irene Afonso, Pedro Albuquerque, Isabel Albuquerque, José Clara, Lurdes Clara, António Clemente, Luísa Clemente, João Costa, Nela Costa, João Duarte, Teresa Duarte, Carlos Evangelista, Tina Evangelista, Luís Fernandes, Lina Fernandes, Octávio Firme, Carmen Firme, Manuel Floxo, Manuel Garcia, Estela Garcia, Vitor Gonçalves, Luísa Gonçalves, António Henriques, Isabel Henriques, Tomaz Jorge, Hélia Jorge, Armando Lourenço, Lizete Lourenço, Luís Martins, Rogério Matias, Alice Miranda, António Palma, Antonieta Faria, Manuel Pedro, Maria do Céu Pedro, Carlos Penedo, Luís Penedo, Graça Penedo, Manuel Reis, Helena Reis, Filipe Ribeiro, Carlos Sales, Bina Sales, Gilberto Santos, Teresa Santos, Fortunato Sousa, Kinita Sousa e Odete Vicente. (Total: 49)
Não responderam a esta Chamada: (falta de treino e recuperação).
Angelina Martins e Alda Ribeiro, assim como o Rui Graça e a Margarida Graça, que tiveram que deixar o nosso convívio para poderem estar presentes num outro evento de muita importância também, o jantar de finalista do filho, parabéns à Família Graça.
Organizadores: Carlos Sales e Bina Sales.
Grande Colaboração: Luís Fernandes e o seu GPS, sem os quais não seria possível termos um resultado, tão conseguido, nos percursos efectuados, (Obrigado Luís).
Refeições dos Caminhadeiros:
Jantar de dia 01 e Almoço de dia 02 de Junho: Restaurante “O Pierrot” (Fundão)
Jantar de dia 02 e Almoço de dia 03 de Junho: Restaurante “O Cerejal” (Alpedrinha).
Próxima Caminhada: 13/06/2012 (Organiza: Fortunato Sousa e Vitor Gonçalves).
Fundo de Reserva: Como não foram dadas nenhumas condições para que algo fosse alterado, queremos informar que as condições comunicadas na última reportagem, se irão manter.

Reportagem:
Os Caminhadeiros voltaram a encontrar-se numa caminhada extraordinária no Fundão, Cova da Beira, espaço este, já sobejamente conhecido de quase todos nós.
Vamos tentar fazer uma reportagem que se aproxime o mais possível da realidade, pois teremos que fazer algumas considerações e análises, porque este evento foi demasiado preenchido com muitas surpresas e não queremos que nos escape nenhuma delas.
O autocarro da empresa Barraqueiro, conduzido pelo Sr. António Videira, uma simpatia e sempre colaborante, fez a recolha dos 39 Caminhadeiros, nos quatro locais habituais, Tires (5), Mirafflores (8), Benfica (14) e Encarnação (12), sendo que os horários foram quase cumpridos, havendo a registar algum atraso por culpa, da eterna e sempre inconstante, 2ª circular. A hora da partida da última recolha deu-se às 18H15M.
Depois de uma conversa da Margarida Graça, num comentário à convocatória, começou por ser ponderada a hipótese de irmos jantar, quando chegássemos ao Fundão. Foi feito um levantamento no autocarro e dos 39 passageiros, por incrível que pareça, 32 deles decidiram que queriam ir jantar com a Margarida e o Rui Graça, assim como o Tomaz e a Hélia Jorge. Um telefonema feito durante a viagem, para o Restaurante Pierrot e a D. Paula, proprietária do mesmo, disse que nos poderia fornecer o jantar, composto por Entradas, Sopa, Carne de Porco à Alentejana, Sobremesa e Café. Como o Sr. Videira também decidiu jantar connosco, lá fomos para o Restaurante Pierrot, às 21H35M, onde para nossa surpresa, já estavam nas sobremesas e cafés o Rui e a Irene Afonso, o Octávio e a Carmen Firme, o António e a Luísa Clemente e o Fílipe e a Alda Ribeiro.
Pois muito bem, boa noite e até amanhã, que se faz tarde, já é quase meia-noite.
1ª Caminhada: Serra da Gardunha–Alcongosta: Convocatória feita para as 09H00M à porta do Hotel e quase que não se deu por algum atraso. Tomámos rumo em direcção a N 40º 7’ 56,89” e W 7º 30’ 43,84”, após cumprido um percurso de cerca de 5,2 Kms, lá estavamos no local da partida, para o percurso de 12 Kms que iriamos enfrentar.
O grau de dificuldade, médio baixo, só foi validado no final da caminhada e depois de ser feita a média, porque após os primeiros 4 Kms, tivemos algumas manifestações de que  muita gente não iria fazer os 8 Kms que faltavam, mas a paisagem e os trajectos a descer ou planos, que foram surgindo, alteraram muitos dos semblantes mais cépticos.
Ao cruzarmos Alcongosta, tentámos localizar o artesão cesteiro, onde tinhamos estado em 2010, mas como o GPS não estava por perto, usei o célebre GPS de Janela, neste caso o de Portão e lá fomos ter com o artesão Sr. António, onde foram adquiridos, alguns objectos por si produzidos.
Agradeço, desde já, ao pessoal do Departamento de Imagem, os quais vos irão deliciar com maravilhosas paisagens, das quais tivemos o previlégio de as desfrutar ao vivo.
Tenho que referir a estreia efectiva de 2 novos  Caminhadeiros, a Estela Garcia e o Luís Penedo.
Completado que estava o percurso de 12 Kms, chegámos ao local onde o Sr. Videira nos iria recolher para fazermos o retorno ao hotel e aí procedermos à limpeza rápida dos nossos corpos, para irmos almoçar ao Restaurante “O Pierrot”. Tinhamos uma ementa  variada e com os pedidos feitos na véspera, no final do jantar da chegada.
No decurso do almoço, a Bina fez a distribuição de fios e colares, claro que foram, como já é hábito, só para as damas, então eu tinha algo para oferecer aos moçoilos, mas para comprovar que somos diferentes, disse: Não é só para eles, será também para elas.
Entreguei uns porta-chaves, com a Torre Eifel, mas na realidade, não sei se os objectos, desta minha oferta, foram adquiridos em saldo ou em qualquer leilão de salvados de alguma Companhia de Seguros, pois alguns já vinham com defeito, do tipo Caminhadeiro, com pernas partidas.
A Graça Penedo ofereceu uma taça para fruta, em porcelana com cerejas pintadas à mão  por si, para para ser sorteada, coube em sorte ao nº 35 da Caminhadeira Alice Miranda. 
Parte Cultural: Para podermos tirar algum partido e usufruir das piscinas, apenas fiz referência à Loja de Artesanato Local “HUA XIA”, onde algumas das senhoras e cavalheiros, poderiam adquirir dos mais variados produtos, os quais não é muito fácil a sua aquisição, quase que arrisco dizer, que talvez nem na China os conseguiriam.
A piscinagem já era, logo que estavamos quase a acabar a digestão e nos preparávamos para a colocação do traje próprio para a actividade, então não é que começou a chover. 
Jantar e Sessão Noturna: Fomos ao Restaurante “O Cerejal”, com a ementa acordada em contactos feitos durante a semana transacta, entradas de enchidos, sopa, Bacalhau à Minhota, sobremesa e café. No final do jantar e como, previamente acordado com os proprietários do Restaurante, Sr. José Manuel e D. Luísa, iríamos ocupar um espaço da sala, o qual nos tinha sido concedido, para podermos fazer a apresentação a todos os Caminhadeiros, e não só, de alguns valores que existem neste grupo, os quais, não os queremos guardar e iremos fazer com que sejam devidamente divulgados.
A Maria do Céu fez entrega de um brinde, claro que uma vez mais só para as damas, era uma caixa que tinha no seu interior uma flor para as Flores Caminhadeiras.
Findo o jantar, deu-se início à preparação do espaço, de acordo com as necessidades, para o espectáculo de Caminhadeiros para Caminhadeiros.
Apesar de haver uma agenda para este espectáculo, fomos forçados a alterações de última hora, onde foi anulada a tão esperada sessão de Tango, com a promessa de que os artistas não poderiam descurar o treino e respectiva preparação, afim de os podermos ter em acção durante este evento caminhadeiro, em terras da Cova da Beira.
Foi dada a indicação de que iria ter início o espectáculo, para termos as tão conhecidas e afamadas sessões de FADO e CAVAQUINHO.
Começou a sessão de Fado, com uma alocução, sobre a História do Fado, do nosso Guitarrista por excelência, Luís Penedo. O Fado foi interpretado pelo Fortunato de Sousa, Nela Costa e Graça Penedo. A seguir, foi a caminhadeira Quinita agradecer as lembranças recebidas ao almoço e ao jantar, lendo com mestria e arte um poema de sua autoria.
Creio que havia mais candidatos, mas o tempo voava e então passámos à sessão dos Cavaquinhos com a participação dos catedráticos Rui Afonso, Irene Afonso, António Henriques, os quais foram acompanhados pelo, ainda Junior, Manuel Reis e o iniciado Carlos Sales. Este teve apenas estreia para o cavaquinho que apresentou, dado que já tinha tido a sua estreia, como tocador, em terras  de Viana do Castelo.
Esta sessão terminou de forma abrupta, porque o nosso amigo Videira não poderia estar em serviço activo, após as 24 Horas e lá viemos de regressso ao Alambique de Ouro.
2ª Caminhada: Serra da Gardunha – Quinta de São Macário: Como no dia anterior, às 09H00M foi feita a concentração dos 49 Caminhadeiros à porta do Hotel. Tomámos rumo em direcção a N 40º 7’ 18,93” e W 7º 27’ 26,21”, levados pelo Sr. Videira depois de percorridos 12,3 Kms. lá estavamos prontos para enfrentar uma caminhada com um percurso circular de 3,8 Kms. de grau de dificuldade médio/baixo, que foi efectuado em 50 minutos, o que prova a grande preparação física deste grupo, que continua a crescer.
Fizemos a caminhada por entre o cerejal, onde as cerejas nos iam aguçando o apetite.
Terminada a caminhada fomos ao encontro da nossa anfitriã, Ana Martins, que fez a demonstração do trabalho necessário para ser colocado no mercado o produto, depois de colhido e selecionado.
Conforme tinha prometido à Ana Martins, colaborei na comercialização dos produtos à disposição dos interessados e foram transferidos do Cerejal para o Autocarro, a módica quantia de 212 Kg de cerejas e 26 garrafas de Licor de Cereja.   
Entretanto, de volta ao hotel e após alguns mergulhos na piscina, duches rápidos e já com o check-out feito, carregar o Autocarro com todos os haveres, lá fomos em direcção ao Restaurante “O Cerejal“ em Alpedrinha para entrarmos na recta final, deste nosso evento caminhadeiro, por terras da Cova da Beira.
Antes da partida recebi uma chamada do Gil Furtado, desejando um resto de boa estadia e um bom regresso a casa.
Último Repasto dos Caminhadeiros neste evento no Fundão:   ´
A ementa, previamente acordada, com entradas de queijo e pastéis de bacalhau, também chamados bolinhos de bacalhau ou ainda pastéis de duas colheres, sopa de legumes, um prato típico da região, lombo de porco com molho de cerejas, várias sobremesas e café.
Mais um sorteio a ser realizado, de um brinde oferecido pelo António Palma e que coube em sorte ao nº 4, do Caminhadeiro António Clemente, o qual fez tudo para tentar deixar o prémio para trás, que era um urinol portátil.
Terminado o almoço e como era chegada a hora das despedidas, mais uma surpresa, foi feita uma exímia desmonstração de Tango, pelos nossos Caminhadeiros, Alice Miranda, Lina Fernandes, Odete Vicente e o Macho Latino, não Argentino, Luís Fernandes. A sessão de baile terminou com uma sevilhana soberbamente interpretada pela ‘guapíssima’ Carmen e seu primo António Clemente.
Alguém disse que esta acção foi encurtada por termos ainda pela nossa frente alguns Kms., mas creio que o problema principal, foi que o Luís estava só com aquele soberbo trio de executantes da arte de Bem Dançar a Toda a Sala.
Os organizadores agradecem a colaboração do Carlos Evangelista, em toda a sua acção na logistica do transporte e ao Luís Fernandes, pela boa gestão financeira levada a efeito em que não me apercebi de qualquer rumor de contestação. 
A caravana de 39 Caminhadeiros em Autocarro e os 12 em transporte próprio, partiu de regresso a casa, tendo a viagem de autocarro sido feita com uma aula intensiva de Cavaquinho, dada pelo Professor António Henriques.
Foram feitas as despedidas e com um até breve, até ao Santo António.
Bina e Carlos  Sales    

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Convocatória – 2ª Caminhada Extraordinária 2011/2012 ROTA DA CEREJA, Fundão (Cova da Beira) Dias 01, 02 e 03 de Junho de 2012

Esta convocatória é para mais um evento do nosso Grupo “OS CAMINHADEIROS”, com o retorno a uma zona, que é quase do conhecimento de todos nós.
Vamos ficar alojados no Hotel 'Alambique d’Ouro' e iremos tentar repetir a acção caminhadeira, da nossa última passagem por cá, em 2010.
Já contamos com 55 inscrições, em que à partida haverá transporte de Autocarro, com a excepção de 10 a 12 Caminhadeiros que se deslocarão em viaturas próprias.
O programa, previsto, é composto de uma Caminhada no sábado dia 2 na Serra da Gardunha, seguida de almoço no Restaurante O Pierrot. Após o digerir dos elementos, podemos fazer piscina durante a tarde e à noite vamos jantar ao Restaurante “O Cerejal” em Alpedrinha.
Espero que depois do regresso de Alpedrinha, possamos ter, já no hotel, alguns apontamentos de atracção artística, pela nossa prata da casa.
No domingo de manhã vamos tentar que possamos ser recebidos, pela D. Ana Martins, na Quinta de São Macário, para recolha das cerejas.
Estamos a aguardar informação sobre o possível local para o almoço.
Agora e para terminar, gostaríamos da vossa melhor colaboração com as indicações e confirmações da participação, até à terça-feira 29 de Maio, para podermos confirmar as reservas de hotel e marcações de refeições.
Saudações Caminhadeiras,
Bina e Carlos Sales 

terça-feira, 22 de maio de 2012

16ª Caminhada 2011/2012 - Rota da Água Alentejana – Mora – 16.05.2012



Albuns de Fotografias
Luís Martins
Fortunato de Sousa
Carlos Evangelista
António Palma
Dores Alves
Gil Furtado
Data do encontro: 16/05/2012
Local: Mora – Parque Ecológico do Gameiro
Percurso: 10,000 kms - 02:30 horas
Caminhantes: Ana Pires, Antonieta Faria, Bina Sales, Carmen Firme, Lina Fernandes, Luísa Clemente; Luísa Gonçalves, Margarida Graça, Maria do Céu, Nela Costa, Odete Vicente, António Clemente, António Palma, António Pires, Armando Lourenço, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carlos Sales, Dores Alves, Fernando Bernardino, Fortunato Sousa, Gil Furtado, Gilberto Santos, João Costa, João Figueiredo, José Clara, José Manuel Dionísio, José Ponte, Luís Fernandes, Luís Martins,  Manuel Flôxo, Manuel Garcia, Manuel Luís Canelas, Manuel Pedro, Manuel Reis, Octávio Firme, Pedro Antunes, Rogério Matias, Rui Graça, Vasco Palma e Vítor Gonçalves. (Total: 41)
Ao almoço: O nosso guia, Sr. Manuel Luís Canelas, não pôde estar presente, mas juntaram-se-nos mais 3 elementos caminhadeiros – Angelina Martins, Lurdes Clara e Vítor Neto – e escusado será dizer que tanto a anfitriã-caminhadeira Ana Pires como o seu marido anfitrião Jaime Pires nos deram o prazer da sua companhia à mesa. (Total: 44)
Organizadores: Fortunato de Sousa e Vitor Gonçalves
Almoço: Solar dos Lilases (Tel. 266 403 315)
Próxima caminhada: 02 e 03 / 06 / 2012 – (Organizam Bina e Carlos Sales)
Fundo de Reserva: (*)
Reportagem: Foi mais uma bela jornada, bem vivida, bem convivida, feliz! Já alguém disse que os povos felizes não têm história. Eu concordo, e acho que acontece o mesmo com as caminhadas. Assim sendo, e não lembrando agora qualquer perónio fracturado, como é que se encontra matéria para tantas reportagens de tão afortunados eventos?
Talvez puxando pela imaginação, o que não é nada fácil.
Comecemos por dizer que os simpáticos proprietários do Hotel Solar dos Lilases, Ana Pires e Jaime Pires, são amigos de longa data da maior parte dos elementos mais antigo dos Caminhadeiros, mormente dos fundadores do Grupo. Acrescente-se que a presença do guia Manuel Luís Canelas, funcionário da Câmara Municipal de Mora, foi uma bela ideia, provavelmente sugerida pela Ana e pelo Jaime Pires. O empenho dos três, aliado ao trabalho prévio dos dois organizadores desta caminhada – Fortunato de Sousa e Vítor Gonçalves – tiveram como resultado mais um dia em cheio.
Mas recuemos no tempo, dando um grande salto até ao dia 3 de Dezembro de 2008. Nesse dia realizou-se a 7ª caminhada da época 2008/2009. A respectiva reportagem pode ser lida no nosso Livro, nas páginas 85 a 88, ou no blogue, na entrada referente a essa data, onde também se podem ver as reportagens fotográficas e, antes, a convocatória e as inscrições.
O itinerário foi bastante diferente (Pavia), e os guias foram outros (Custódia Casanova e António Luís), mas o almoço foi no mesmo sítio e lá temos a amiga Ana Pires a colaborar na organização, que esteve a cargo do Manuel Pedro, provavelmente coadjuvado pela Céu, e do Vítor Gonçalves. O agrado deixado por essa jornada não foi menor que o da 4ª-feira passada.
Comparei os participantes de então com os actuais e verifiquei o seguinte:
Dos 13 caminhadeiros que então estiveram presentes – os supersticiosos que não se assustem, pois à mesa esteve mais gente – agora 11 bisaram (Maria do Céu, Odete Vicente, António Pires, Fernando Bernardino, Fortunato Sousa, Gilberto Santos, João Figueiredo, Luís Fernandes, Manuel Pedro, Manuel Reis e Vítor Gonçalves) e 2 faltaram (Chico Pires e Fernando Guerreiro). Portanto, todos os outros, e são muitos, são “sangue novo”, o que bem revela o grande crescimento deste grupo. (Uma ressalva à expressão “sangue novo”: Dores Alves e Manuel Flôxo, pelo menos, incontestavelmente jovens de sangue na guelra, merecem ser incluídos no conjunto dos mais antigos Caminhadeiros presentes nesta jornada.
Assinale-se, também, a presença, ao almoço, da actriz Maria Dulce, de seu nome completo Maria Dulce Andrade Ferreira Alves Machado Ribeiro, nascida em Lisboa a 11 de Outubro de 1936 e falecida em Loures a 24 de Agosto de 2010.
Da jornada desta última 4ª-feira, não tivesse havido um ou outro caminhadeiro com espírito mais anarquista, pouco ou nada haveria a dizer, para além de que tudo correu bem.
À hora marcada e no local combinado – um parque de estacionamento que só de si já dava gosto ver – lá estava toda a gente sob a atenção protectora da simpática estalajadeira e amiga Ana Pires e do eficiente guia Manuel Luís Canelas
A caminhada iniciou-se por um belo e longo passadiço de madeira ao longo da ribeira da Raia – que me pareceu um largo rio mais belo que o Tejo, mas não «mais belo que o rio que corre pela minha aldeia», porque a ribeira da Raia «não é o rio que corre pela minha aldeia».
Este passadiço colocou-nos acima da frondosa vegetação, a qual sem ele seria difícil de atravessar.
A esse respeito, ouvi um caminhadeiro perguntar a outro: «O caminho vai ser sempre assim, ou ainda tem terra?». Não ouvi a resposta, mas dado não haver muita intimidade entre ambos – aquilo em que em português popular se chama confiança – , presumo que a pergunta não foi mal interpretada e que a resposta terá sido muito educada.
Terminado o passadiço, atingimos uma grande área da margem da ribeira recentemente limpa de ervas. Será aqui que se vai realizar o 32º Campeonato do Mundo de Pesca de Clubes, nos dias 2 e 3 de Junho próximo, evento que atrairá 130 participantes mais as suas comitivas, pelo que são esperadas cerca de 500 pessoas, importante contributo para o desenvolvimento do turismo local.
Toda a primeira parte do percurso foi feita perto de água, embelezada por miríades de plantas viçosas e floridas e sonorizada pelo canto de diversíssimos pássaros. Em certa altura, alguns dos felizes caminhadeiros assistiram mesmo a um concerto entre aves e rãs, e acreditem que não estou a brincar: era evidente que cantavam e coaxavam de maneira concertada e com grande afinação. Pena que o grupo já nessa altura estivesse tão disperso, pois fiquei com a sensação que o nosso guia gostaria de nos ter explicado que espécies vegetais estávamos a ver e que espécies animais estávamos a ouvir
Na breve paragem efectuada na interessante vila de Cabeção – breve para os últimos a chegar, já que para os primeiros terá parecido longuíssima –, o guia Manuel Luís Canelas salientou a importância do património histórico e da Mata Nacional de Cabeção, mas um pequeno grupo de caminhadeiros procurou sítio onde se dessedentar – o meu termómetro de pulso chegou a marcar 42ºC -, o que provocou uma pequena perturbação no reagrupar – se é que se pode falar em reagrupamento.
Mais à frente, após um não propriamente muito longo mas, pelo menos para alguns caminhadeiros, penoso trecho feito em asfalto quente – e bem quente! – o mais atrasado dos caminhadeiros, quando já só via à sua frente dois outros companheiros e, mesmo esses, a grande distância, arranjou maneira de passar para a frente de todos como quem faz um passe de mágica. Acredito que a perturbação causada não terá sido muita, pois o fugitivo, logo que apanhou os da frente – coisa que não terá demorado muito mais que cinco ou seis minutos –, pediu que comunicassem aos de trás que não havia qualquer problema, mas como as comunicações não estavam muito boas a preocupação gerada ainda foi alguma. (No fim da caminhada, o indisciplinado pediu desculpa aos três companheiros que lhe pareceram ter ficado mais perturbados e, pelo que eu vi, as desculpas foram aceites).
Mas os pormenores positivos a destacar superam todas estas “malfeitorias”. E são eles, entre outros, uma fabulosa limonada que nos esperava, fresquíssima e oportuna, à sombra de uma antiga trepadeira do Solar dos Lilases, limonada que  além de nos ter sido servida por profissionais competentes ainda foi acompanhada pelo sorriso lindo da gentilíssima filha do casal anfitrião; uma refeição que agradou a todos, coadjuvada por vinhos brancos e tintos – incluindo um muito especial, da casa –; uma muito bem fornecida mesa de digestivos que acompanharam sobremesas e cafés e que continuaram à inteira disposição dos que preferiram ficar sentados a conversar – ou então já lhes custava levantarem-se –; a visita, guiada pelo Jaime Pires, ao próprio solar, muito belo; o chá, os bolos e os licores, delicada e saborosa obra artesanal da gentil Ana Pires; a soberba paisagem divisada de qualquer ponto do solar, etc, etc.
Mas de tudo isto, até para não alongar demasiado a reportagem, vou pedir aos caríssimos confrades que aproveitem os comentários para se pronunciarem. Eu não tenho memória para tudo, mas gostaria de ver, nos comentários, a descrição da ementa, as marcas dos vinhos e dos digestivos; algumas observações enológicas – ou pelo menos enófilas – sobre eles; a história da recuperação do solar e até a receita da limonada.
Para terminar, saliento a presença de mais dois novos caminhadeiros: o jovem Vasco Palma e o José Ponte – respectivamente o filho e um amigo do casal Palma – e a quem o Grupo unanimemente dá as boas-vindas e faz os melhores votos de boas caminhadas.
Como acto final de mais um dia inesquecível, e como forma de agradecimento pela forma como fomos acarinhados, o Grupo teve o prazer de oferecer dois exemplares do nosso livro “O que Caminhei e Não”, devidamente assinados pelos caminhadeiros-mores Fortunato de Sousa, Vítor Gonçalves e Luís Fernandes, um ao casal Ana e Jaime Pires e outro ao guia Manuel Luís Canelas.
E agora, a rogo dos organizadores, presumo que por não saberem ler, nem escrever, nem assinar – nem ao menos de cruz –, subscreve a reportagem o


Repórter Anonimus

* Nota do Ministério das Finanças do Grupo – A verba do fundo de maneio está a ser parcialmente utilizada para a oganização da caminhada de final de época. Em princípio, não será necessário recorrer a mais que 33% de um qualquer mês das vossas pensões.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Convocatória 16ª Caminhada 2011 /2012 - Rota da Água Alentejana - Mora . 16 de Maio

Estão todos os Caminhadeiros convocados para a 16ª Caminhada da época.
A concentração dos caminhadeiros será pelas 9H 30M no parque de estacionamento do Fluviário de Mora (N 38º 57' 21" w 8º 6" 24").
O percurso de aproximadamente 12 kms com indíce de dificuldade baixo, será percorrido entre o Fluviário de Mora e a vila de Cabeção, com regresso ao local de partida.
Todo o restante programa do dia já está planeado e pensamos que agradará ao universo caminhadeiro que decidir marcar presença.

Como de costume, devem os interessados em marcar presença, fazê-lo até à data limite do final do dia da próxima Segunda-Feira dia 14, através dos comentários da convocaória.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa / Vitor Gonçalves

domingo, 6 de maio de 2012

15ª Caminhada 2011 / 2012 – Pelo Arnal da Apostiça – 02.05.2012




Albuns de Fotografias
Luís Martins
Fortunato de Sousa
Carlos Evangelista
António Palma
Data do Encontro: 02/05/2012
Local: Graus Norte/Oeste etc. etc. ou seja o local de estacionamento de acesso à Lagoa da Albufeira
Percurso: 11, 500 kms - 02: 30 Horas
Caminhantes: António Henriques, António Palma, Antonieta Faria, António Pires, Bina Sales, Carlos  Evangelista, Carlos Penedo, Carlos Sales, Carmen Firme, Dores Alves, Fernando Bernardino, Fortunato Sousa, Gil Furtado, Gilberto Santos, João Costa, João Duarte, José  Clara, Luís Fernandes, Luís  Martins, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Manuel Floxo, Manuel Garcia, Manuel Reis, Margarida Graça, Nela Costa, Octávio Firme, Pedro Antunes, Rogério Matias, Teresa Palma, Vitor Gonçalves e um novo Caminhadeiro que já tinha estado connosco no evento  Fadista, o Fernando Pedroso: (Total: 32).             
Organizadores: Bina Sales e Carlos Sales
Almoço: Restaurante Toca do Grilo (Sr. António / Tel. 212 960 021)
Parte Cultural: Casa da Cerca em Almada (D. Carla / Tel. 212 724 950)
Hora do Chá: Restaurante “O António” em Almada Velha (Sr. António / Tel. 212 743 659)
Próxima Caminhada: 16 / 05 / 2012 – (Organiza Fortunato de Sousa e Vitor Gonçalves)
Fundo de Reserva: € 1.214,53
Reportagem: Vou tentar dar uma roupagem diferente ao conteúdo deste texto, muito em especial, por ter lido com alguma atenção, na reportagem da Caminhada anterior, o que foi expresso pelo seu autor, Fortunato de Sousa,  até ao segundo ponto final. Numa reunião da Comissão Organizadora, não houve consenso, pois um dizia que correu tudo mal, mas logo o outro contrariava, dizendo que não estava de acordo porque, ninguém se magoou, não houve feridos, não se deu conta de algum descontentamento, mas para ser diferente, vamos dizer  O MAL. Vejamos como foi e com uma exposição do tipo telegráfica: Os organizadores só não foram os últimos a chegar ao local do encontro porque a Carmen e o Octávio, fizeram questão de não quererem que alguém chegasse depois deles, as condições climatéricas foram do pior que se poderia imaginar, pois até houve um tornado na zona da Lagoa da Albufeira, local onde fizemos o ponto de viragem, os menos incautos, ou preparados, viram-se sujeitos a uma despesa extra para reposição do seu guarda-roupa, o organizador perdeu o seu dispositivo, para o registo de imagem, a saída para o almoço foi das mais descordenadas de que há memória, como já estávamos habituados à desorganização, o cortejo até ao local da acção cultural, que se previa em grupo, foi mais um desastre, pois das 12 viaturas em deslocação, creio que o grupo de maior dimensão, deverá ter sido de 3 e talvez um de 4, mas lá conseguimos chegar à Casa da Cerca onde apareceu a Lucrécia para nos acompanhar na visita, onde mais uma vez fomos obrigados a correr para a saída, dado que a chuva quase não permitiu que fosse feita uma foto, num anfiteatro de jardim, mas não vou deixar de referir que o chá foi, na minha opinião, a única acção do dia, sem dissabores.                                                                                 
Considero que em termos de reportagem cheguei ao fim e só temos que agradecer, a forma como nos ajudaram a ultrapassar alguns engulhos, que mais não são do que situações que, por norma acontecem, a quem faz alguma coisa.
Uma breve palavra de boas vindas ao Fernando Pedroso, que pela 1ª vez caminhou com o grupo em dia bem regado e que por certo nunca vai esquecer.
Saudações Caminhadeiras,

Bina e Carlos Sales

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Convocatória - 15ª Caminhada 2011 / 2012 - Pelo Arnal da Apostiça - 02 de Maio

Estão todos os Caminhadeiros convocados a participar na 15ª caminhada,  com percurso de aproximadamente 12 kns e sem piso duro.
Grau de dificuldade: Baixo na Ida e Médio/Baixo na Volta.
Hora e Local da Concentração: 09H30M  em  N38º33'17", W9º10'46" (clickar) 1,9 kms depois de .N38º34'35" W9º11'36"  Se houver dúvidas, ler abaixo.
Como Aceder: Para quem vai de, ou passa  por Lisboa, vai pela Ponte 25 de Abril e na 1ª saída segue em direcção à Costa da Caparica IC23. Quando termina uma ligeira subida aparece um viaduto, após o qual, devem sair e seguir pela A33 CHARNECA. Na A33 devem sair na saida "4",  a qual nesta data é a última saída em uso, para Charneca, Vale Figueira e Feijó. Seguir pela 1ª saída à direita, direcção Charneca, Cassapo e Centro de Saúde. Na próxima rotunda, sair a 270 graus, para Charneca e Fonte da Telha. Agora vamos olhar para o indicador/contador dos Kms da viatura, dado que a cerca de 2,6 Kms chegamos à rotunda da Marisol e ai continuamos em frente, mais uns 2,8 Kms temos do lado direito o acesso para a praia da Fonte da Telha, mas vamos em frente por mais 1,9 Kms e vemos à esquerda o espaço para o parqueamento. Como devemos considerar que podem sempre existir os ditos casos impensáveis,  caso alguém tenha dificuldades em chegar ao local, recomendamos que volte para Lisboa, siga para a Ponte 25 de Abril e quando aí estiver siga as instruções acima.
A parte Cultural e o Chá terão lugar na Mui Nobre e Nóvel Cidade de Almada.
Dado que temos o feriado do dia 01 de Maio, solicitamos que façam as inscrições até ao fim da manhã de 2ª feira, dia 30 de Abril.
Desejamos a Todos "OS CAMINHADEIROS" um excelente dia de caminhada.
Saudações Caminhadeiras

Bina e Carlos Sales

quarta-feira, 18 de abril de 2012

1ª Caminhada Extraordinária 2011 / 2012 - Rota do Sável - Viana do Castelo . 13, 14 e 15 de Abril


Local: Viana do Castelo – (De Deão a Ponte de Lima / Passeio pela Viana Monumental).
Percursos: 13, 700 kms - 03: 00 Horas / 3, 700 kms - 01: 30 Horas 
Caminhantes (Sábado dia 14): Alice Miranda; A. Henriques; Isabel Henriques; A. Clemente; Luísa Clemente; António Guimarães; Carlos Penedo; Carlos Evangelista; Tina Rita; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; Evaristo Cunha; Fortunato de Sousa; Quinita de Sousa; Graça Sena; José Guimarães; Luís Fernandes; Lina Fernandes; Luís Martins; Gilberto; Teresa Santos; João Duarte; Teresa Palma; Manuel Reis; Helena Gago; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Garcia; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Rogério Matias; Rui Afonso; Irene Afonso; Tomáz Pessanha; Hélia Jorge;  Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Ao Almoço: Os mesmos e também Angelina Martins; Fátima Cunha; João Evangelista; Maria Gertrudes; Estela Garcia; Ricardo Vaz;
Ao Jantar: Os mesmos e também a Graça Penedo; Luís Penedo; Sebastião Penedo; Rosa Maria.
Caminhantes (Domingo dia 15): Alice Miranda; A. Henriques; Isabel Henriques; A. Clemente; Luísa Clemente; Carlos Penedo; Carlos Evangelista; Tina Rita; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; Fortunato de Sousa; Quinita de Sousa; Graça Sena; João Evangelista: Maria Gertrudes; Luís Fernandes; Lina Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; Gilberto; Teresa Santos; João Duarte; Teresa Palma; Manuel Reis; Helena Gago; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Garcia; Estela Garcia; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Rogério Matias; Rui Afonso; Irene Afonso; Tomáz Pessanha; Hélia Jorge;  Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Ao Almoço; Os mesmos e também Graça Penedo; Luís Penedo; Sebastião Penedo; Rosa Maria; Fátima Cunha; Evaristo Cunha; António Amorim; Fátima Amorim; Ricardo Vaz;
Organizadores: Irene Afonso, Rui Afonso e Carlos Penedo
Almoço de Sábado:  Restaurante Sabores do Lima (Tel. 258.931.121)
Jantar de Sábado: Quinta da Presa
Almoço de Domingo: Quinta da Presa II
Próxima Caminhada: 02 / 05 / 2012 – (Organiza o Carlos Sales)
Fundo de Reserva: € 1.189,53
Reportagem:
Todos os Caminhadeiros que já passaram pela grata experiência de organizar um evento caminhadeiro (seja ele normal ou extraordinário), sabe perfeitamente que o 1º percurso a efectuar nunca são os kms que andamos no dia da caminhada. Antes disso, há todo um trabalho de preparação que envolve o consumo de muitas horas no reconhecimento do local do percurso, escolha e negociação com os restaurantes onde vamos repôr as energias consumidas, alojamento, seleção do local da visita cultural, mais o chá, etc. etc. etc. Tudo isto para vos dizer, que o evento caminhadeiro organizado no passado fim de semana pela Irene, pelo Rui e pelo Carlos, certamente teve a sua passada inicial há algumas semanas atrás. Se assim não fôsse, não teriamos tido oportunidade de usufruir de todo um programa caminhadeiro tão intenso e tão bem preenchido, quase a roçar a utopia em termos de organização.
Desta vez o local de concentração foi o Hotel do Parque em Viana do Castelo, onde as várias dezenas de caminhadeiros que decidiram marcar presença na 1ª extraordinária da época, começaram a dar chegada na Sexta-Feira dia 13. ‘La pareja’ Carmen e Octávio Firme, acompanhados como sempre pelo casal Clemente, foram os 1ºs a chegar em viatura própria, o que lhes permitiu usufruir da companhia dos anfitriões na última refeição do dia. Já perto da meia noite, sem luar mas com chuva, chegou o autocarro com o grupo de Lisboa, depois de uma viagem confortável e como sempre em ambiente alegre. Música ao vivo interpretrada pelos ‘cavaquinhistas’ Henriques e Manuel Reis deram apoio às vozes do costume nas viagens de longo curso. A Hélia e o Tomáz, que também viajaram desde Lisboa em viatura própria, chegaram ao hotel ainda a tempo de compartilhar alguns momentos com o pessoal conhecido de longa data e ao mesmo tempo aperceberem-se do ambiente que caracteriza este inconfundível grupo de gente reinventada. No dia seguinte pela manhã, deram chegada vindos do Porto o António e o Zé Guimarães, e o meu velho amigo e nóvel caminhadeiro Evaristo Cunha que veio de Vila Nova de Cerveira.
As condições meteorológicas estavam de acordo com as previsões do dia anterior, pelo que o pessoal se apresentou equipado à prova de tempestade. Alguns e algumas caminhadeiros e caminhadeiras tiveram mesmo a ousadia de se apresentar com capas impermeáveis e chapéus de chuva, numa demonstração inequívoca do que é a precaução em ambiente redundante. Bem, o autocarro lá saíu defronte da porta do hotel à hora marcada, de modo a podermos dar início ao percurso pedestre desde Deão até Ponte Lima, sempre com a margem esquerda do rio com o mesmo nome também do nosso lado esquerdo. A meio do percurso e já com varias centenas senão milhares de fotografias recolhidas e devidamente justificadas pela beleza da área envolvente, eis senão quando, fomos surpreendidos pela 1ª armadilha preparada pelos organizadores: um bar tipo cabana à beira rio, localizado em Vitorino das Donas, onde teve lugar o reconfortante repôr de energias através de um delicioso pão recheado com presunto, chouriço e queijo desta região, devidamente acompanhado por cerveja e taças de vinho verde tinto e branco, tudo servido com a simpatia da D. Conceição e família. (Ver fotos e óh... amigo Manel Flôxo, que gripe mais desatempada te impossibiltou de estares aqui presente). Escusado será dizer, que este divinal reabastecimento foi um factor facilitador para percorrer o resto do percurso até ao destino em Ponte de Lima. No entanto, aqui chegados, algo não batia certo, pois o GPS do Luís Fernandes marcava 13, 700 kms percorridos e não os 12 préviamente anunciados. Calma aí! Emendou de pronto o Rui Afonso: São 12 mais IVA, portanto é só fazer as contas e ver se não está certo. Olha outro armado em Victor Gaspar, comentou alguém com ar de desprezo.
Sabores do Lima dá nome ao restaurante que os organizadores em boa hora selecionaram para nos servir o almoço. A D. Sofia e a sua equipa de empregados de cozinha e de mesa, preparam e serviram as iguarias e os vinhos de modo a enaltecer tudo o que se conta e define a gastronomia  regional das terras do Minho.
Para terminar o repasto com chave de ouro e em ambiente de festa, cantaram todos os presentes a uma só vóz, os parabens aos 2 caminhadeiros que nos dias 13 e 14 de Abril folhearam mais uma página da agenda que decorava a mesa do bolo de aniversário. Na página do lado esquerdo enfeitada com flôr vermelha e duas velas com o número 65, podia lêr-se: Parabéns Manuel, enquanto que na página do lado direito a decoração só alterava o número nas velas que era o 63 e podia lêr-se: Parabéns Luís.
A componente cultural do dia teve lugar no Convento da Ordem Terceira, onde o Sr. José Velho Dantas, consulor do Museu dos Terceiros nos guiou numa visita explicada ao detalhe.
Depois foi o chá tomado no mesmo local do almoço, onde a amabilidade e a arte de bem receber foram mais uma vez postas em evidência pela proprietária do restaurante, ao não nos cobrar o chá que acompanhou os deliciosos bolinhos secos típicos da região que o Carlos Penedo trouxe.
Regresso ao hotel para banhos e preparação para o jantar e noite que se previa longa e bem preenchida.
O programa só anunciava jantar de sável na Quinta da Presa em Meadela. No entanto, comentava-se em surdina que alguma surprêsa devia estar preparada à semelhança do ano anterior em Caminha. Os organizadores são peritos neste tipo de programas e como tal não podiam deixar de nos surpreender mais uma vez. E foi assim mesmo que aconteceu: Desta vez foi a Ronda Típica da Meadela, composta por 3 dezenas de elementos  que nos presenteou com um excelente espectáculo de folclore minhoto. Numa atitude de franco e aberto relacionamento com a assistência, fomos convidados por vários elementos do grupo a participar na dança tipo baile mandado, que muito agradou a todos. De realçar ainda o baixo escalão etário de grande parte dos figurantes, o que garantirá a continuidade desta actividade cultural por mais uma ou duas gerações. O autor desta reportagem foi encarregado e teve o privilégio de entregar à lider do grupo folclórico um troféu dos Caminhadeiros de modo a perpetuar a nossa breve passagem por aqui.
Dada a presença do nosso amigo Luís Penedo, não podia o Fado e a Guitarra Portuguesa deixar de assumir protagonismo no evento. Assim, tiveram os presentes a feliz oportunidade de escutar uma excelente interpretção de guitarra através da execução exímia  do mestre, seguida das vozes fadistas da Graça Penedo, do João Evangelista e do aprendiz Fortunato de Sousa.
A noite que já ia longa findou com uma visita ao Santuário de Santa Luzía, experiência inédita para a maior parte dos caminhadeiros em viagem.
O 2º dia foi mais suave, dado o esforço dispendido no dia anterior. Pequeno almoço normal à hora normal e passeio monumental por Viana ou pela Viana Monumental.
Um ligeiro atraso do Técnico de Turismo Nuno Barbosa, que com ar comprometido nos justificou as razões  nobres do incumprimento, foram de imediato muito bem aceites e compreendidas por todos. Pela expressão revelada, pareceu-nos que esta nossa flexibilidade o deixou surpreendido. Tudo isto deu origem a uma alteração do programa do dia e obrigou a que a 1ª visita tivesse lugar no Museu do Traje. Seguiu-se então a visita pela zona histórica da cidade, muito bem conduzida pelo Nuno (mas com ar de quem estava mesmo em défice de repouso), que nos ocupou toda a parte da manhã.
O almoço na Quinta da Presa II terminava o programa do evento. Porque o dia anterior tinha deixado o pessoal exausto, a missão estava quase cumprida e ainda havia a longa viagem de regresso a Lisboa, esperava-se um tranquilo almoço e nada mais. Só que o Carlos, o Rui e a Irene são gente que gosta de manter o ritmo acelerado até ao lavar dos cestos. Portanto, ainda o almoço não tinha terminado e já o ‘Grupo de Cavaquinhos da Paróquia de N. Srª de Fátima entrava em acção, com o Rui e Irene nele integrados. Sob a batuta do Prf. João Sá, interpretaram um vasto reportório que deixou boqueaberta a assistência. De salientar aqui a intrusão expontânea de 4 caminhadeiros: foram eles o Henriques, o Manuel Reis, o Sales e João Duarte. Enquanto os dois primeiros cavaqueavam com desenvoltura, os dois últimos viram-se em palpos de aranha para entrosar o ritmo musical.  Mas no bombo, o nosso amigo João Duarte desenvensilhou-se muito bem. Como disse o Manuel Pedro, nunca falhou o bombo. Um ponto forte aconteceu quando cantaram várias quadras da sua autoria especialmente dedicadas ao grupo ‘Os Caminhadeiros’, como ‘A CAMINHADA – O Cavaquinho é Porreiro e os CAMINHADEIROS’. A Laura Dora Veiga do grupo de Cavaquinhos declamou um lindo poema intitulado ‘Lenda do Minho’ (autoria de Artur Santos Barbosa), tendo um acompanhamento à viola como música de fundo. Depois, a Quinita do Grupo ‘Os Caminhadeiros’, leu com muita mestria: ‘COISAS DE CAMINHADEIRO’, extraordinária obra de prosa rimada, fruto de um invulgar momento de inspiração do nosso amigo Chico Pires e que faz parte do conteúdo do livro ‘O que Caminhei e Não’. Também para deixar marcada a nossa peugada de caminhadeiros junto ao grupo de cavaquinhos, entregou o Caminhadeiro Mor Vitor Gonçalves o troféu do grupo ao Prof. João.
Durante os intervalos destes momentos mágicos aqui vividos, foi-nos servido o café em chávenas expressamente produzidas para o evento e para o grupo.
Também a Caminhadeira Maria do Céu, numa atitude de generosidade a que já nos habituou, quis oferecer às senhoras  aqui presentes um brinde muito especial que a todas agradou. Com esta atitude, deixou a Maria do Céu mais uma vez a igualdade de género posta em causa. Não fôra o autor destas linhas ter amainado os ânimos dos homens mais exaltados através de um improvisado sorteio que comtemplava senhoras e cavalheiros, e não sei como podia ter terminado a festa. Ah! Ah! Ah! Ah!!!!!!!!!!
Os 39 anos de casados do casal Afonso foram também aqui por todos nós celebrados, com o cantar em uníssuno dos parabens. Não constando do alinhamento do programa, foi também entregue aos 2 organizadores do evento caminhadeiro extraordinário,  exemplares do nosso troféu, como prova de que por obras valorosas não se vão eles dos Caminhadeiros libertando.
Nos tempos que correm, estamos a viver dias em que mais uma vez,  o poder dos sem razão se sobrepõe de modo prepotente à razão dos que não têem poder. A mediocridade impera pondo de parte muitas vezes o mérito e o esforço realizado. Portanto, meus amigos Caminhadeiros e amigos destes que connosco conviveram durante o passado fim de semana e saborearam o que é possível fazer com simplicidade e pouco dinheiro. Com esta gente a cadeia de valores é outra. Aqui cultiva-se a amizade, a solidariedade e a generosidade, procurando de modo sustentado que a mente permaneça sã em corpo são, caminhando sempre, porque o caminho faz-se a andar.
Umas breves palavras finais para a Hélia, ao Tomáz, ao Zé Guimarães e à Alice Miranda que pela primeira vez se juntaram a nós. Sei que gostaram e fica aberta a porta dos caminhadeiros que é o nosso blog,  para sempre que o entenderem responderem às convocatórias e aparecerem.
Também um agradecimento ao Ricardo Vaz (condutor do autocarro), alentejano de Baleizão, que com toda a calma e tranquilidade que tão bem caracreriza este nobre povo, nos conduziu durante estes quase três dias. Ao Carlos Evangelista que com ele lidou mais de perto, o nosso reconhecimento pelo excelente trabalho no que ao transporte se refere.
Ao Luís Fernandes, dedicado Ministro das Finanças, um renovado cumprimento pela excelente gestão financeira efectuada em conjunto com os organizadores.
Termino dizendo aos Caminhadeiros que por vários motivos não poderam desta vez marcar presença, que a sua ausência foi várias vezes notada e sempre pelas melhores razões.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Convite aos "Caminhadeiros"

O Grupo de cavaquinhos da Escola Clave&Som
Vai actuar na 6ª feira dia 20 de Abril na Casa da Comarca de Arganil na Rua da Fé, nº23

Será servido um jantar a 15€/pessoa
Entradas, sopa, carne assada, vinho e café

A chegada deve ser entre as 20:00H e as 20:30H

A rua da Fé é uma perpendicular da rua de S. José. Quem vem da Av. da Liberdade pela rua das Pretas, vira à esquerda na rua de S. José e vira na próxima à direita. Sobe a rua e do lado direito é o Nº 23.
O estacionamento pode ser na lateral da Av. Liberdade, grátis a partir das 20:00H, na Rodrigues Sampaio ou no Parque Restauradores (pago). 
Quem utilizar o metro, sair na estação da Avenida pelo lado sul para a Rua das Pretas.
   
Reservas até dia 18/4 pelo processo habitual ou contacto directo para o A. Henriques.
Saudações Caminhadeiras
A. Henriques

segunda-feira, 9 de abril de 2012

14ª caminhada: Em busca das orquídeas pelos trilhos dos pastores



Albuns de Fotografias
Luís Martins

Carlos Penedo
Manuel Reis
Fortunato de Sousa
António Palma
Carlos Evangelista
Data do Encontro: 04/04/2012
Local: Chãos – Em busca das Orquídeas pelos Trilhos dos Pastores
Percurso: 08, 100 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Armando; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; António Frazão; Bernardino; Carlos Penedo; Carlos Evangelista; Tina Rita; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Filipe Ribeiro; Fortunato de Sousa; Luís Fernandes; Luís Martins; Gilberto; Gil Furtado; Hugo Furtado; João Duarte; Teresa Palma; João Costa; Nela Costa; João Martins; Manuel Reis; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Garcia; Margarida Graça; Pedro Graça; Manuel Tomás; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Pedro Antunes; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Ao Almoço: Os mesmos e também Angelina Martins
Organizador: António José e  Luísa Clemente
Almoço:  Restaurante da Cooperativa Terra Chã (Tel.)
Próxima Caminhada: 13, 14 e 15 / 04 / 2012 – (Carlos Penedo)
Fundo de Reserva: € 1.069,53
Reportagem:
Com substancial número de participantes (38) deu-se início à caminhada, após as habituais fotos de grupo no ponto de encontro.
A saída foi feita através da aldeia de Chãos, guiados pelo senhor António Frazão, 'alma mater' da cooperativa de Chãos e técnico do ICN que se disponibilizou para esse fim. Passado o perímetro urbano onde nos foi explicado o sistema de recolha e captação de água em tempos remotos, começámos então a escalada da Serra por trilhos pedregosos, entre matos e arbustos, cujos nomes nos foram dados a conhecer pelo guia. Subimos até à cota de 400 metros de altitude e, após paragem para recolar os mais atrasados, prosseguiu-se, subindo embora, mas por melhores caminhos, até ao planalto, onde tivemos a oportunidade de observar as orquídeas e fomos acompanhados pelo rebanho comunitário. Seguimos através do parque eólico, com geradores de 10Mw em torres de 90 metros com pás de 45 metros. A partir daí aceleraram as 'lebres' começando as tartarugas a ficar para trás...
Todos chegaram a tempo ao ponto de reunião, onde já se encontravam o Filipe Ribeiro e o Octávio, que tinham feito um percurso mais aligeirado pelo estradão e a Angelina, já quase recuperada da sua fractura do peróneo.
Quer as entradas, quer o almoço, com excepção do bacalhau, foram confeccionados com produtos da zona, desde o chícharo da sopa às filhoses da sobremesa, passando pelo cabrito excelentemente temperado com as ervas da Serra. Do almoço, cada um terá a sua opinião, mas cremos que foi 'abundante e bem confeccionado e agradou dum modo geral' (deformação profissional !!!!).
A Angelina e o Luis  Martins tiveram a gentileza de fazer um obséquio às senhoras, e, para não haver 'ciumeiras' de discriminação masculina, houve também um frasquinho de abafado com rótulo caminhadeiro para os cavalheiros.
Saúdamos os novos caminhadeiros Filipe Ribeiro e Manuel Tomás (menos jóvens) e a presença da juventude, desta feita com o Pedro Graça e o Hugo  Furtado. Esperamos que tenham gostado da experiência e continuem....
Rumámos , já na componente cultural, para a visita à Igreja de Alcobertas, erigida a partir de um dolmen, descoberto no sèculo XIII, que passou a servir de altar do templo católico. De salientar um bom conjunto de azulejos do século XVII e ainda a existência de uma original pia baptismal em formato hexagonal.
De seguida, dirigimo-nos às salinas onde nos esperava a Drª Ada Marques que nos brindou com uma interessante lição sobre a orígem das mesmas e aspectos curiosos das vertentes económica e social para a região.
Em primeira mão, simpaticamente, foi dada ao grupo a notícia que o Vale Diapírico da Ponte da Bica -  ecomuseu das salinas, foi galardoado com o prémio 'Geoconservação 2012'.
Seguiu-se o chá com as tortas gentilmente oferecidas pela Teresa Palma e demos por terminada mais uma 'jornada caminhadeira', desejando uma boa Páscoa e  ' inté Biana'.
Saudações Caminhadeiras
Luisa e António José Clemente