quarta-feira, 24 de outubro de 2018

* * * * * 1ª Caminhada Extraordinária . Época 2018 / 2019 * * * * "Os Trilhos do Infante na Lacóbriga" . Dias 19, 20 21 de Outubro




Álbuns de Fotografias
Luis Martins
Dores Alves
Acilina Couto
Data do Evento: 19, 20 e 21 de Outubro
Local: Lagos
Percurso: “Os Trilhos do Infante na Lacóbriga”
Distância: 9 kms
Caminhantes: (52) Acilina Caneco; Amaro Raposo; Amílcar Queiroz; Ana Cristina Umbelino; Ana Leão; Anabela Coutinho; Angelina Martins; António Clemente; Arlindo Dias; Carlos Evangelista; Carmen Firme; Chico Pires; Clara Ferreira; Conceição Raposo; Cristina Archer; Dores Alves; Estela Garcia; Eunice Dias; Fernando Bernardino; Fortunato de Sousa; Hélia Jorge, João Figueiredo; Josefa Carrasco; José Clara; Juan Ambrósio; Júlia Costa; Lídia Albuquerque; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Rasteiro; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Nuno Barbosa; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Rita Barbosa; Rita Valadares; Rogério Matias; São Corga; Socorro Bernardino; Tomáz Passanha; Virgílio Vargas; Vítor Gonçalves;
Participantes que não caminharam: (6) António Pires; Cidália Marta; Fernando Couto; Kinita de Sousa; Tina Rita; Virgílio Vargas.
Participantes Infantis (3): Bianca Barbosa; Diogo Barbosa; Gil Rasteiro.
Organizadores: Acilina Caneco, Manuel Barbosa e Vítor Gonçalves.
Próxima Caminhada: Dia 7 de Novembro (organizam: Fortunato de Sousa e Gilberto Santos)
Reportagem:
A ideia já vinha de longe… levar os Caminhadeiros a Lagos. Eu gostava de partilhar convosco as belas paisagens da costa de Lagos, tantas praias, tão diferentes, um longo mar azul tranquilo, cheio de barcos no verão, a história e o papel de Lagos nos Descobrimentos…
Sophia de Mello Breyner Andresen (SMBA) que sendo do Porto, adoptou Lagos a partir de 1960 como sua residência de inspiração, escreveu: “Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar”.
O maior obstáculo a ultrapassar, o alojamento, ficou resolvido numa bela tarde de Agosto de 2018, em que eu e o Fernando Couto confraternizámos com a Lurdes e o Manuel Barbosa, na esplanada do café da Messe Militar de Lagos. No dia seguinte, ao caminharmos ao longo da Meia-Praia, apanhando freneticamente conchinhas, fiquei a saber que a Messe aceitava alojar os Caminhadeiros, na época baixa e a um preço muito favorável, desde que convidados pelo Sr. Coronel Manuel Carneiro Barbosa.
Proposta a ideia, foi prontamente aceite pelos Caminhadeiros-Mor.
Com o intuito de aproveitar simultaneamente o bom tempo de fim de verão e o preço da época baixa, ficou agendada a 1ª Caminhada Extraordinária para o fim-de-semana de 19 a 21 de Outubro de 2018. Que me desculpem as manas Fialho, o Manuel Reis e outros que ainda se encontram em modo “férias grandes”. Mas se adiássemos, diminuíam as probabilidades de usufruir do tempo veranil. Talvez um dia se repita…
Sexta-feira, 19 de Outubro
Como habitualmente, o autocarro contratado recolheu quase todos os participantes (49) nos locais do costume, Tires, Carnaxide, Benfica, Campo Grande e Encarnação. Às 18:40h estávamos a atravessar a ponte Vasco da Gama, conduzidos pelo Sr. Leonel e pelas 20:20h jantávamos no Canal Caveira com o subsídio de refeição distribuído pelo Luís Fernandes, que desta vez inverteu as suas habituais funções. O repasto, escolhido por cada um, constou de cozido, ensopado de borrego, ou sopa e bifanas. Alguns deslocaram-se em viatura própria. Antes de chegarmos a Lagos, já tínhamos sido avisados pelo Luís Martins, que os quartos tinham cama! Qual Cinderela, chegámos antes da meia-noite. Fomos recebidos pelo Nuno, filho do Manuel Barbosa, que distribuiu envelopes com o número e a chave do quarto, um telecomando de TV e um cartão para abrir o portão do Parque.
Sábado, 20 de Outubro
Iniciámos o dia a tomar o pequeno-almoço no café do Parque Militar de Lagos, com uma vista magnífica sobre a baía de Lagos, e um prometedor dia claro e luminoso.
Cerca das 9:30h já estávamos a caminhar nos novíssimos passadiços que partem da Praia do Porto de Mós até à Ponta da Piedade. Um belíssimo trajecto com o mar imenso do nosso lado direito e os campos de golfe, ténis e futebol do Cascade Resort, do lado esquerdo. Iniciámos a caminhada junto da Praia do Canavial e passámos pela Praia do Barranco do Martinho.
Gostei tanto do desenho que o António Palma fez para os pins, que o usei numa bandeirinha e numa T-shirt que usei, levando à letra o meu papel. Vesti mesmo a camisola desta caminhada!
Durante alguns minutos usufruímos da paisagem azul e verde do céu e mar bordejado pelo rendilhado das rochas douradas. Um mar profundo que se avista até Sagres. Mas calmo e convidativo. Percebe-se o enleio de Sophia:

“Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho.
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.” (SMBA)

Vimos a clássica formação rochosa da Ponta da Piedade, donde partem, no verão, pequenos barcos para visitar as inúmeras grutas nas rochas.
Já em caminho de terra batida, por trilhos junto à costa, passámos pela Praia da Balança e pela Praia dos Pinheiros, (só visíveis a partir do mar), até chegarmos à Praia do Camilo com os seus duzentos degraus, que não descemos. Vale a pena fazer snorkeling por aqui, há muito para ver por baixo da superfície destas águas. Do lado esquerdo avistámos mais um belo trecho de costa, os 5 km de Meia-Praia, a ria de Alvor, a praia dos 3 irmãos e a Praia da Rocha, com a serra de Monchique em fundo.
Caminhámos por estrada até à Praia da D. Ana. Subimos por escadas até à arriba e caminhámos por trilhos de terra junto à Praia do Pinhão.
Daí dirigimo-nos de novo à Estrada 125, e chegámos a um pequeno miradouro sobre a Praia dos Estudantes e Praia da Batata.
Passámos pela estátua de S. Gonçalo de Lagos, de que é padroeiro. Foi beatificado em 1798 e o seu dia, 27 de Outubro, é feriado municipal em Lagos. Filho de pescadores nasceu em Lagos (1360) e faleceu em Torres Vedras (1422). Prosseguimos pela Avenida dos Descobrimentos. Anteriormente ocupada pelo mar, posteriormente assoreada, foi inaugurada como avenida em 7 de Agosto de 1960, integrada nas comemorações do 5º centenário da morte do Infante D. Henrique.
Passámos pelo Forte Ponta da Bandeira e pela Praça da República onde se encontra a estátua ao Infante D. Henrique.
Passámos pelo antigo Mercado Municipal, construído em 1924 e remodelado entre 2002 e 2004. No seu interior, foi inscrito em 27 de Outubro 2004, um excerto do texto “O Caminho da Manhã” da Sophia de Mello Breyner Andresen.
Foi fácil a caminhada no largo passeio da Avenida, ladeando a ribeira de Bensafrim. Vimos a Caravela Boa Esperança que é uma réplica das caravelas dos Descobrimentos. Construída em madeira, ostenta nas velas o símbolo da Cruz de Cristo. Destina-se à formação na arte de bem velejar, participação em provas e outros eventos náuticos, e à investigação do comportamento e manobra das antigas caravelas. O navio tem 22 beliches, três casas de banho e uma cozinha com capacidade de congelação. Tem uma autonomia de 5 a 6 dias no mar, em termos de alimentação, combustível e água. Com uma tripulação mínima de 17 pessoas, já visitou portos do Norte da Europa e do Mediterrâneo, e recebe um programa regular de visitas escolares.
Atravessámos a ponte levadiça da marina que se abre para deixar passar barcos com mastros mais altos.
“Maria… ficava na borda do cais de onde já não partia mais que alguma corveta de vigilância da costa. Na Marina, via os veleiros e outros demais barcos, quebrar em duas a ponte e rumarem a sul…” – texto da amiga escritora, ilustradora e professora de química, lacobrigense, Maria de Fátima Santos.
Chegados à Meia Praia, muitos descalçaram as botas e refrescaram-se na água caminhando na areia molhada.
Estava levante. Realmente o passeio de barco do dia seguinte estava comprometido.
Mas a água a 20,5º convidava a um banhito. Ao fim de 1km de caminhada na areia e enquanto esperávamos por outros, alguns de nós aventurámo-nos nas salsas ondas. Valeu bem a pena!
O autocarro conduziu-nos até ao Restaurante Adega da Marina, onde almoçamos.
De tarde tivemos uma visita guiada pelo historiador, técnico principal da Câmara de Lagos, Dr. José António Martins, sobre a Heráldica de Lagos.
Encontrámo-nos na Praça do Infante, junto à estátua do Infante D. Henrique (1960) no largo da Igreja de Santa Maria (1498). Observámos as Pedras de Armas (vulgo Brasões) da rainha D. Maria I, Conde de Avintes e a Pedra de Armas do Município de Lagos nos antigos Paços do Concelho e Hospital Militar e na antiga Alfândega de Lagos/Edifício do Mercado de Escravos. Vimos o Armazém Regimental datado de 1665 destinado ao armazenamento de produtos trazidos pelas naus que aportavam a Lagos, que ostenta na sua fachada, sobre cada uma das portas, um escudo de Armas do Reino do Algarve e, entre eles, a chancela do Conde de Avintes, Governador e Capitão General do Reino do Algarve. Observámos o Brasão de Lagos, situado no Jardim da Constituição, constituído por um pano de muralha com duas torres, encimadas pelas Armas do Infante D. Henrique. Passámos a ponte levadiça e vimos a lápida da Fortaleza Ponta da Bandeira, onde entrámos. Ouvimos a interpretação das lápidas comemorativas existentes na Messe Militar de Lagos/Castelo dos Governadores. No Armazém do Espingardeiro vimos a Pedra de Armas com a coroa régia do Conde de Avintes, com a devida explicação porque se encontra na esquina do edifício. Por fim vimos as Pedras de Armas das Famílias Pereiras, Barradas, Almeidas e Zuzartes (Heráldica de Domínio Senhorial) na fachada do Centro Cultural de Lagos.
Pouco tempo sobrou para nos prepararmos para jantar, o que ocorreu no Restaurante Atalaia. Aí foram oferecidos uns miminhos: barco ou ancora para as senhoras e aguardente de medronho para os homens, todos com o logo dos Caminhadeiros. Cantou-se os parabéns à Kinita que aqui festejou as suas 64 primaveras e outros cantes alentejanos.
Domingo, 21 de Outubro
O dia amanheceu com um sol e temperatura radiosos, embora as gotas de chuva nas folhas dos arbustos denunciassem o mau tempo da noite, que pelos vistos se desvaneceu na nossa presença.
“…
Na precisa claridade de Lagos é-me mais difícil
Aceitar o confuso o disforme a ocultação

Na nitidez de Lagos onde o visível
Tem o recorte simples e claro de um projecto
O meu amor da geometria e do concreto
Rejeita o balofo oco da degradação

Na luz de Lagos matinal e aberta
Na praça quadrada tão concisa e grega
Na brancura da cal tão veemente e directa
O meu país se invoca e se projecta” (SMBA)

Por causa do sueste e das ondas por ele causadas, não houve o planeado passeio de Catamarã. Mas como a montanha também tem os seus encantos, rumámos à Serra de Monchique. Passámos por estradas em que era evidente a passagem do fogo no passado mês de Agosto. O vento devia ter sido forte e a passagem do fogo muito rápida, pois havia árvores parcialmente queimadas como se apenas tivesse sido lambida de fugida por uma rápida labareda. Algumas estradas negras dum lado e verdes do outro. Muitos eucaliptos já cheios de rebentos verdes e muito viçosos. Chegámos à Foia, o ponto mais alto do Algarve, com 902 metros. Algumas nuvens negras formavam um tecto sobre a larga paisagem. Lojinhas de artesanato foram visitadas.
Descemos para a vila de Monchique. Visita rápida que alguns aproveitaram para comprar os bons enchidos, mel e medronho.
Descemos um pouco mais e nas Caldas de Monchique fomos almoçar no Restaurante O Castelo. Tudo muito bom, quer o polvo, quer as bochechas, para não falar nas entradas com os excelentes enchidos de Monchique e o Xarém temperado com mel e canela.
Durante o percurso de regresso a Lisboa ainda foi distribuído um bolinho do Algarve a cada viajante. Chamado pelos algarvios de doce fino. Trata-se de massapão (massa de amêndoa) moldada. Querem a receita? Muito simples: Junta-se 500gr de amêndoa ralada com 500gr de açúcar e amassa-se com 2 claras de ovo até obter uma pasta moldável. Deixa-se em repouso por algum tempo (pode ser de um dia para o outro) e finalmente moldam-se as figurinhas que desejamos utilizando corantes de pastelaria para colorir a gosto as nossas doces peças artísticas: cenouras, laranjas, melancias, figos…
Não confundir com os D. Rodrigos: Fazem-se pequenas bolas de fios de ovos com uma pequena cavidade em que se coloca uma porção equivalente a uma colher de sopa de ovos-moles. Prepara-se uma calda de açúcar em ponto de fio na qual, enquanto ferve, se colocam os Dom Rodrigo para que alourem, ficando levemente tostados. Retiram-se do lume, deixam-se arrefecer, pode-se acrescentar um pouco de amêndoa ralada, polvilham-se com açúcar e canela e envolvem-se em papel prateado.
Chegámos a Lisboa cerca das 19:30h.

“Há muito que deixei aquela praia
De grandes areais e grandes vagas
Mas sou eu ainda quem na brisa respira
E é por mim que espera cintilando a maré vaza" (SMBA)

Acilina Caneco

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Convocatória . 1ª Caminhada Extraordinária . Época 2018/2019 Os Trilhos do Infante na Lacóbriga . Dias 19, 20 e 21 de Outubro

Esta convocatória tem apenas como finalidade formalizar a sua publicação.
As inscrições foram efectuadas através de outra via e já se encontram encerradas.
Saudações Caminhadeiras em passada extraordinária,

Fortunato de Sousa

Informação Importante: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

domingo, 14 de outubro de 2018

* * * * * * * * 3ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * ______________"Caminhos na Lezíria" ______________ ____ Azambuja - Quinta do Alqueidão - Dia 10 de Outubro ___




Álbuns de Fotografias:
Luis Martins
Raul Almeida
Dores Alves
António Palma
Data do Evento: 10 de Outubro de 2018
Local: Quinta do Alqueidão-Azambuja
Percurso: Distância: 12 kms
Caminhantes (38): Acilina;  Amilcar Queiroz;  Angelina Martins; António Bernardino; António Palma; Carlos Evangelista; Carmen Firme; Cristina Santos; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Hélia  Jorge; Isabelina; João Figueiredo; Josefa Carrasco: Leonardo;  Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luis Fernandes;  Luisa Clemente; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Maria do Céu Esteves; Octávio Firme; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Raul Almeida; Rogério Matias; Rui Graça;  Socorro; Teresa Viras; Vitor Gonçalves.
Não Caminharam (4): António Clemente; Cidália Marta; Kinita de Sousa e Luis Martins.
Organizador: António Palma.
Local do Almoço: Restaurante da Quinta do Alqueidão.
Próxima Caminhada: Dias 19, 20 e 21 de Outubro (Organizam: Acilina Caneco, Manuel Barbosa e Vítor Gonçalves)
Reportagem:
Na fresca manhã desta caminhada, reuniram-se na Quinta do Alqueidão 42 elementos deste nosso querido grupo, prontinhos para a festa. Após ficarmos cientes dos detalhes do percurso pelo António Palma caminhadeiro, galante, de trato cuidado, criativo e louco por aviões. Apresentou-se com 2 sacos donde iriam aparecer algumas surpresas. Dele todos recebemos aviões pequeninos em pano, próprios para enfeitar os nossos bustos. Ainda antes da partida, pelas 9 horas, foi pedido a todos, pelo Fortunato, que futuramente quem quiser caminhar deverá inscrever-se na mesma através de comentário,  atempadamente.
Enquanto o grupo fez a caminhada, cinco de nós em recuperação de maleitas, ficámos conversando, vendo fotos lindas de encher os olhos e o nosso coração, vimos muitas, produzidas pelo nosso fotógrafo Luis Martins. A Kinita e a Cidália, só se aventuraram a dar a volta à quinta, que se encontra por fora, pelo menos, um pouco degradada e sem acessos limpos, pouco convidativa . Não fora o bom repasto, a simpatia, os petiscos, que por acaso foram entradas e o facto do grupo estar completamente à vontade sem ninguém nos incomodar, e haver um campo de vôo no qual, quem ficou teve opurtunidade de assistir ao desfile de uns três ultra-ligeiros, giros e que deu aso a vermos futuramente, mais fotos lindas, pois o fotógrafo não perde pitada com a sua objetiva.
Ao meio-dia começaram a entrar na quinta, com sorrisos de orelha a orelha, e na boca as palavras, lindo e fácil. Pelas 13h iniciou-se o verdadeiro repasto com bacalhau assado desfiado e bem temperado acompanhado com um bom magusto. Como a Graça Sena não podia comer esse prato, foi substituido por carne estufada e batatas cozidas. A meio do almoço o inexcedível organizador, pediu que todos vissem se havia um determinado sinal no seu aviãozinho, quem o tivesse ganhava a surpresa/prenda, que será um baptismo de vôo em ultraleve com o António Palma em data a combinar. 
E... … os sortudos foram: Mª. Do Céu Esteves e Fátima Libânio, Luis Fernandes e Manuel Garcia.
Satisfizeram-se os mais e os menos gulosos, com torta de laranja, brigadeiro, fruta e queijo. Depois do café , o organizador ofereceu os digestivos ( bom abafado e aguardente envelhecida em casco de carvalho).
Obrigada, sr. José Matos, sr. Manuel e ajudante até sempre. E , ala, que se faz tarde, às 16horas temos a visita guiada ao Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo. Visita engraçada com guias Celestina e Ana Paula, sempre bem dispostas, que na adega  nos serviram vinho branco Bridão do Cartaxo. 
Terminada a visita, dirigimo-nos desordenadamente á Pastelaria Martinica onde tomámos o chá acompanhado de sandes, bolos sortidos e à fatia. Muito agradável, bom mesmo. Mais uma vez aqui o apoio do António foi indispensável.
Terminado o lanche chazado, seguiu cada um de nós aos seu destinos alegres e felizes por mais um dia de caminhada muito bem passado.
Com saudações Caminhadeiras, a atirar para o vôo,

Kinita

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

* * * *Convocatória . 3ª Caminhada da Época 2018 / 2019* * * * ______________"Caminhos na Lezíria"______________ ____Azambuja - Quinta do Alqueidão. Dia 10 de Outubro____



Estão todos os Caminhadeiros convidados para a 3ª caminhada da época.
A concentração terá lugar na “Quinta do Alqueidão - Azambuja.  (GPS:  39.068005, - 8.805591)
Programa das Festas:
08h00 – Concentração na “Quinta do Alqueidão” (com direito a fazer xixi, comer um bolinho e beber um café ou água a expensas de cada um).
08h30 – Início da caminhada (olhó calor!).
Percurso de aproximadamente 10 kms com indíce de dificuldade baixo.
Os últimos 3 kms serão percorridos em estrada nacional, pelo que se aconselha o uso de colete reflector e caminhar em “bicha de pirilau”!!!
12h45 – Almoço com surpresa no restaurante da “Quinta do Alqueidão”.
16h00 – Visita cultural guiada, ao “Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo”.
17h30 – Chá na “Pastelaria Martinica” no Cartaxo.
18h30 – Debandada geral .... Até à próxima!!!
Os interessados em participar no evento, deverão efectuar as suas inscrições até ao final de Domingo dia 7, através dos comentários desta convocatória.
Saudações Caminhadeiras em passada de surpresa,

António Palma

P.S. – O seguro de acidentes pessoais, é da responsabilidade de cada participante.

domingo, 30 de setembro de 2018

* * * * * * * * 2ª caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * _Pela Mata da Machada - Vale do Zebro - Dia 26 de Setembro_



Álbuns de Fotografias:
Data do Evento: 26 de Setembro de 2018
Local: Barreiro (Vale do Zebro)
Percurso: Pela Mata da Machada
Distância: 8.000  kms
Caminhantes (32): Acilina, Ana Bela Fernandes, Ana Cristina Umbelino, Angelina Martins; António Palma, Carlos Evangelista; Clara Maia, Estela Garcia, Fernando Bernardino; Fortunato Sousa, João Duarte, João Figueiredo, José Clara, Júlia Costa,  Lídia Albuquerque; Lina Fernandes, Luis Fernandes, Luis Martins, Luísa Gonçalves, Manuel Barbosa, Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, Maria do Céu Esteves; Odete Vicente; Pedro Albuquerque, Raúl de Almeida; Socorro Bernardino; Teresa Palma e Vítor Gonçalves.
Organizadores: Estela Garcia e Manuel Garcia
Local de Almoço: Restaurante da Associação de Fuzileiros (Barreiro)
Próxima Caminhada: 10 de Outubro (Organiza António Palma)
Reportagem: 
O “Casal Garcia” começou a organizar esta caminhada ainda o final da época anterior não tinha terminado. E digo isto, porque acompanhei a Estela e o Manuel em toda a evolução da logística associada ao evento.
Havia, portanto, uma expectativa muito grande da parte dos organizadores, para que tudo correresse bem e, também que o evento viesse a ter uma participação bastante elevada. Esperava o casal Garcia que estivessem no local de concentração entre 40 e 50 caminhadeiras e caminhadeiros. Era isto que o registo histórico dos últimos anos confirmava e, foi isto mesmo que o Manel Garcia pensou que ia acontecer, garantindo nas negociações do almoço e do lanche, uma presença dentro destes números com os interlocutores do restaurante e da pastelaria.
Ora, aconteceu que pela 1ª vez nestes últimos anos da nossa actividade caminhadeira, um conjunto de factores e de coincidências, levou a que muitos dos caminhadeiros que costumam marcar presença nos eventos, não pudessem comparecer pelas mais variadas razões. Todas elas no entanto, devidamente justificadas.
Imaginem o nosso amigo Manuel Garcia, com menos de 40 inscrições na data e hora limite para o fazerem, ter-se deparado com nada menos que 5 baixas de última hora na Terça-Feira à noite. Eu que servi de muro das lamentações ao organizador, reservo-me de vos contar o que dele ouvi nesses momentos de desespero.
Quanto ao programa devidamente e minuciosamente planeado e posto em prática pelo “Casal Garcia”, a Estela e Manel mais uma vez demonstraram que caminhada organizada por eles não é para brincadeiras. Lá estava mais uma vez a “Banquinha Gourmet – Manel / Estela”, recheada de acepipes variados que deliciaram os 32 participantes.
Feita a introdução pelo Vítor Gonçalves, de seguida o organizador usou da palavra, para nos dar a conhecer o programa do dia. Mais ainda, explicou em detalhe como através de um projecto especial da Câmara do Barreiro se está a fazer a gestão e o controle das árvores invasoras na Mata da Machada, local por onde iríamos caminhar de seguida e observar “in loco” este procedimento.
E foi assim que por caminhos de terra batida e sob um calor acima da média para esta época do ano, percorremos cerca de 8 quilómetros em circuito fechado.
Segui-se o almoço no restaurante da Associação de Fuzileiros, localizado no Barreiro. A ementa muito bem escolhida foi do agrado da maioria, se não mesmo da totalidade dos caminhadeiros presentes.
Pelas 3 da tarde tivemos o ponto alto do dia, que foi a visita ao “Museu dos Fuzileiros” em Vale do Zebro. Eu até diria que a visita foi ao guia cultural mais divertido e completo do planeta. Se o museu tem mesmo muito interesse em ser visitado, o Cabo Pinto, que nos acompanhou durante mais de uma hora que mais pareceram 5 minutos, soube prender a atenção dos visitante com uma graça indescritível, que não é vulgar encontrar em gente das forças armadas.
Voltamos de seguida ao Barreiro, para cumprir a última parte do programa. Chá, pãozinhos com fiambre e queijo, bolinhos deliciosos e o melhor pastel de nata do mundo, tomados numa esplanada muito bem decorada e em ambiente muito agradável, deram por terminada a 2ªa caminhada da época.

Estão de parabéns a Estela e o Manel, ou seja, o “Casal Garcia”.

Com saudações Caminhadeiras.

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

***** Convocatória - 2ª Caminhada da Época 2018 / 2019 ***** _ Pela Mata da Machada - Vale do Zebro - Dia 26 de Setembro _



Estão todos os Caminhadeiros convidados a passar o dia com o casal Garcia, na 2ª caminhada da época 2018/2019, que se vai realizar na Mata da Machada no dia 26-09-2018 com o seguinte programa:
08:45 horas - Concentração no parque de estacionamento da Mata da Machada, localizado em frente ao portão da Escola de Fuzileiros em Vale do Zebro.
Coordenadas: 38º 37’ 00.1” N, 9º 02’ 49.6 W
09:15 horas - Inicio da caminhada .O percurso é circular com cerca de 8 km, piso em terra batida e grau de dificuldade médio. Convém levar bastão. (ficheiro GPS/GPX)
13:00 horas – Almoço no restaurante Associação de Fuzileiros, no Barreiro, situado na Rua Miguel Pais, 25.
15:00 horas - Visita cultural ao Museu dos Fuzileiros em Vale do Zebro em frente à Mata da Machada (coordenadas – 38.6167870N, 9.0474130W)
17:00 horas – Chá em local a indicar no início da caminhada.
Os Caminhadeiros interessados em participar no evento, devem efectuar as inscrições até às 24:00 horas do dia 23/09 (Domingo), através dos comentários desta mensagem.
Saudações Caminhadeiras em passada fuzileira,

Estela/Manuel Garcia

domingo, 16 de setembro de 2018

* * * * * * * * 1ª Caminhada da Época 2018 / 2019 * * * * * * * * Do Passadiço da Politeira ao Palácio de Queluz.12 de Setembro



Álbuns de Fotos:
Dores Alves
Luis Martins
Raul Almeida
Acilina Couto
Data do Encontro: 12  de Setembro de 2018
Local: Freguesia de Barcarena
Percurso: 9,5kms
Caminhantes: (42) Acilina Couto; Ana Bela Fernandes; Ana Cristina Umbelino; Amílcar Queiroz;; Angelina Martins; António Bernardino; António Palma; Carlos Evangelista; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Francisco Henriques; Francisco Reis; Gilberto Santos; Gonçalo Henriques; Graça Sena; Hélia Jorge; Isabelina; João Reis; Júlia Costa; Quinita de Sousa; Lina Fernandes; Luís Santos; Lúcio Libânio; Luísa Gonçalves; Luís Fernandes; Luís Martins; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Odete Vicente; Pedro Albuquerque; Raul Almeida; Socorro Bernardino; Tomás Martins e Vítor Gonçalves.
Só ao almoço: (4) Gabriela Bentes, Helena Meleiro, Rosário Brazão e Virgílio Vargas.
Organizador: Maria do Céu Esteves
Próxima Caminhada: 26/09/2018, na Mata Nacional da Machada (organiza: Manuel Garcia)
Reportagem:
Chegada pontual ao ponto de encontro, frente ao restaurante O Muchacho, em Barcarena.
Às 09:15, depois da fotografia de regra, os caminhadeiros, em número de 42, mau grado as dores nas cruzes, a ciática, os joanetes, as hérnias discais, as arritmias e  outras mazelas próprias da idade, um ou outro ainda um pouco infetado pelo "vírus da letargia" depois de dois meses de inatividade, deitaram pés ao caminho, atravessando Barcarena, trepando, conformados, passadiço acima através do bairro social da Quinta da Politeira. (Um passadiço pobre e escalavrado, que de mal nascido não passa disso; os habitantes, pobres e desempregados, mas sendo do concelho, todos licenciados; ervas a esmo agora estioladas há muito pedindo para serem cortadas.) Depois, caminho da Fábrica da Pólvora de Barcarena, hoje pertença de bancos e construtores civis, que têm nomes que eu não digo, outrora pertença da própria Fábrica da Pólvora de Barcarena e de agricultores cujos nomes não vêm agora ao caso. E assim seguimos pela Urbanização da Fábrica da Pólvora, por campos de forragem, pelas traseiras da quinta da Arronchella, aldeia de Vila Fria, Marco Geodésico do Castelo, Miradouro Sem Nome ao longe, Pedreira do Faria, Quinta do Alemão, Quinta de Nossa Senhora da Conceição, também conhecida por Quinta do General Sinel de Cordes (Quinta do Cordes para mim e para os meus coevos companheiros da chinchada), hoje Oeiras International School, a quem devemos e agradecemos a gentileza de nos ter franqueado a passagem. Nove quilómetros e meio de inclemente e sofrida canícula!
Finalmente, a travessia da Ribeira de Barcarena pelo caminho das pedras e o porto de abrigo no Restaurante O Muchacho para a desejada e apreciada paparica. Entradas várias, bacalhau assado e posta, de que só ouvi encómios.
Depois, às 15:30, hora aprazada, chegámos ao Palácio Nacional e Jardins de Queluz,
onde o nosso guia, Dr. João Nunes, assumiu o comando das operações: a origem - Casa de Campo de Queluz, mandada erigir por D. Cristóvão de Moura -, as construções, reconstruções e restaurações do palácio e dos jardins, os seus autores e artistas, a realeza ocupante -  príncipes, rainhas e reis;  os estilos arquitetónicos e decorativos  - barroco, rococó e neoclássico para aqui, império para ali -,  as personagens da corte  e até o invasor Junot, que aí quereria levar Napoleão,  as Salas - do Lanternim, do Trono, do Despacho, das Merendas, dos Azulejos... -, num desfilar de informações, um nunca mais acabar de bem contadinhas histórias da História  e o muito que - adivinha-se que com visível pena do cicerone - ainda ficou por dizer. Foi seguramente, sem o querer mostrar, a figura desta jornada. Muito obrigada, Dr. João Nunes.
O chá, convivial e bem disposto como de costume, prolongou-se até ao pôr do sol.
Na convocatória, a organizadora interrogava-se: "vamos a ver como isto corre". Pelas expressões, pareceu-me ter interpretado a resposta: menos mal para início de época.
Saudações caminhadeiras,

Maria do Céu Esteves e Manuel Pedro

terça-feira, 4 de setembro de 2018

***** Convocatória. 1ª Caminhada da Época 2018/2019 ***** Do Passadiço da Politeira ao Palácio de Queluz.12 de Setembro


Convocam-se os Caminhadeiros para a 1ª. Caminhada da época 2018 / 2019, no dia 12 de Setembro, com o seguinte programa:

08:45 - Concentração junto ao Restaurante O Muchacho em Barcarena, 
Coordenadas: 38º 43´ 55´´N, 9º 16´ 37´´W (38.731944,-9.276944).
Estacionar nas redondezas.
 9.15h  - Início da caminhada.
O percurso, de aproximadamente 9 kms, tem um índice de dificuldade médio.
13:00 - Almoço no Restaurante O Muchacho
15:30 - Visita ao Palácio Nacional e Jardins de Queluz. 
Coordenadas: 38º 45' 01.3"N, 9º 15' 27.7"W (38.750358,-9.257691)


A  visita será guiada pelo professor João Nunes e está  previsto que dure 1:30/2:00 horas.
17:00 - Chá, servido  no Páteo “Vamos lá a ver como isto sai””,  na Rua 7 de Junho nº 77 em Leceia. 
Coordenadas: 38º 43'43"N, 9º 16' 56"W (38.728611,-9.282222)
Estacionar nas redondezas.

Como de costume, os interessados em participar neste evento devem fazê-lo através dos comentários a esta mensagem até às 24h00 de domingo, dia 9 de Setembro.

Saudações caminhadeiras em passada de início de época,

Maria do Céu

quarta-feira, 11 de julho de 2018

* * * * * Caminhadeiros Solidários . Época 2017 / 2018 * * * * *




Nos passados dias 25 e 26 de Junho, após longo e laborioso planeamento, executámos a primeira parte da nossa habitual ação solidária anual. A segunda parte constou de um donativo de € 500,00 (Quinhentos Euros) aos “Serviços de Cuidados Paliativos Domiciliários” do IPO de Lisboa.
Na Casa da Luz, da Fundação António Silva Leal (FASL), à semelhança do ano passado, fizemos algumas obras e pinturas em duas salas e numa escadaria.
Os participantes diretos na obra - já que indiretamente todos os Caminhadeiros contribuíram de algum modo - foram os seguintes: António Carvalho, António Dores Alves, Carlos Evangelista, Cidália Marta, Fortunato de Sousa, Joaquina de Sousa, José Rita Teixeira, Manuel Garcia, Manuel Pedro, Manuel Reis, Maria da Luz Fialho, Maria do Céu Esteves e Odete Vicente, que trabalharam no total  cerca de 90 horas.
Os materiais utilizados - tintas, pincéis, massas de reparação, plásticos de proteção, etc. - custaram € 121,00 a que se somam o valor de 90 horas de trabalho. Pobre talvez, mas esforçado e feliz. Agora é só fazer a conta.
Um abraço caminhadeiro
Manuel Pedro

domingo, 1 de julho de 2018

* * * * * *Caminhada de Final de Época - 2017 / 2018* * * * * * _____ São Pedro do Sul . Dias 22, 23 e 24 de Junho _____


Álbuns de Fotografias:
Dores Alves
Acilina Couto (Fotos/Video-YouTube)
Rosário Brasão
Graça Raposo
Maria do Céu
Céu Fialho
Teresa Palma
Luis Martins
Luz Fialho
Rogério Matias/Lúcio Libanio (Video - Insólitos 2018) 
Luis Martins - Apresentação I
Luis Martins - Apresentação II
Data do Encontro: 22, 23 e 24 de Junho
Local: Termas de S. Pedro do Sul
Percurso: De Sul ao Vale do Sul – 8,500 kms; 3h00
Caminhantes (51):Acilina Couto; Amaro Raposo; Ana Leão; Ana Bela Fernandes; Angelina Martins; António Pires; Carlos Evangelista; Carmen Firme; Céu Esteves; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fernando Bernardino; Fortunato Sousa; Francisco Pires; Gilberto Santos; Graça Raposo; João Duarte; João Figueiredo; José Nicolau; José Raposo; Josefa Carrasco; Júlia Costa; Lina Fernandes; Lúcio Libânio; Luís Fernandes; Luís Martins; Lurdes Barbosa; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Margarida Graça; Margarida Lopes; Margarida Serôdio;Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Odete Vicente; Rogério Matias; Rosa Silva; Rosário Brazão; Rui Graça; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Teresa Santos; Vítor Gonçalves; Fernando Zagalo; Zé Clara;
Não Caminhantes : (8) António Miranda, Gil Furtado; Helena Meleiro; Luísa Gonçalves, Kinita Sousa; Tina Evangelista, Virgílio Vargas; Zé Teixeira.
Organizadores: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves.
Próxima Caminhada: 12/09/2018 (Organiza: Céu Esteves e Manuel Pedro)
Sexta-feira, 22 de Junho
A viagem iniciou-se pelo já habitual roteiro de recolha de passageiros, desta vez enriquecido com uma paragem no Campo Grande.
Pelo caminho, foram distribuídos aos participantes “pins de peito ou de frigorífico”, mais uma criação do caminhadeiro António Palma, que foi muito apreciada.
À hora prevista, chegaram os passeantes às Termas de S. Pedro do Sul, indo instalar-se no Hotel do Parque, onde já se encontravam os casais Martins e Clara, que se tinham deslocado em transporte próprio.
Foi o tempo de proceder ao check-in e refrescar-se um pouco, e já estavam todos a conviver animadamente, à mesa do jantar.
O serão foi aproveitado para apanhar fresco, em deambulações pela simpática localidade.
Sábado, 23 de Junho
Bem cedo, concentraram-se os Caminhadeiros junto do autocarro que os havia de transportar ao início do percurso. Anunciavam-se temperaturas elevadas, pelo que se impunha começá-lo logo que possível.
Guiados pelo Sr. José Nicolau, gerente do hotel, atacaram os Caminhadeiros a acentuada subida inicial, que logo fraccionou o pelotão. Em pequenos grupos, uns mais depressa outros mais devagar, uns mais ágeis outros mais esbaforidos, lá foram devorando os quilómetros.
No ponto mais alto do percurso, junto ao “Cruzeiro da Independência”, esperava-os a surpresa de uma merenda preparada e servida pela D.Candida Rocha, responsável pela restauração do hotel – doces, salgados, refrescos e até vinho frisante foram devorados e souberam a glória, enquanto se admirava a magnífica paisagem.
Para baixo todos os santos ajudam, diz o ditado, mas por esta altura já o calor apertava. Valeu a travessia de um curso de água e, quase de seguida, a presença de uma improvisada fonte. E foi um alívio quando finalmente se atingiu o vale do rio sul e a aldeia de Sul, onde terminava a caminhada.
Não houve, contudo, grande tempo para cada qual se voltar a dessedentar, pois ainda iríamos em visita ao alto de S. Macário.
Conduzidos pelas mãos hábeis do Sr.Ricardo que fazia orelhas moucas aos dichotes de alguns, sempre a prever o aparecimento de alguma ponte intransponível, lá se guindou o autocarro e mai-los seus passageiros até ao alto da serrania. Seguiu-se a visita à capela de S. Macário, entalada entre dramáticos fraguedos, onde, mais uma vez, alguns (os do costume…) treparam, enquanto outros (idem…) se limitavam a observar.
E ala de regresso ao hotel para o almocinho, que a fome já apertava, e de que maneira!
Durante a tarde, sob uma temperatura de 35 graus, efectuou-se a visita guiada ao Balneário Rainha D. Amélia, enquanto os Mores já preparavam a sessão de encerramento.
O jovem guia falou das características e da história das termas locais (cujo aproveitamento remonta à época romana) e conduziu o grupo através do Museu das Termas, de momento sumariamente instalado no Balneário Rainha D. Amélia, mas com instalações mais condignas previstas no espaço das termas romanas, actualmente em recuperação.
Seguiu-se uma rápida visita ao actual e mais moderno Balneário Afonso D. Henriques.
A sessão de encerramento – que decorreu no auditório do Hotel do Parque - começou com a exposição, pelo Caminhadeiro Fortunato Sousa, das considerações dos Mores relativamente às características actuais das actividades do grupo e das propostas de alteração das mesmas.
Procedeu-se de seguida à distribuição dos troféus atribuídos pelos quilómetros acumulados nas andanças caminhadeiras:
Primeiro os “Troféus 1.000 kms”, entregues aos caminhadeiros: Luísa Gonçalves, Lurdes Clara e Zé Clara. A caminhadeira Luísa Clemente, como não estava presente, vai receber o troféu pelas mãos dos primos Carmen e Octávio Firme.
Os "Troféus Especiais", foram entregues neste final de época aos caminhadeiros Rogério Matias e Octávio Firme. Ao Rogério o “Troféu Caminhadeiro Disponível”, e ao Octávio o “Troféu Caminhadeiro Extraordinário”.
Os Bastões de Bronze, Prata e pela 1ª vez os de Ouro, foram entregues aos Caminhadeiros seguintes:
“Bastão de Bronze”: Ana Leão, Hélia Jorge e Rui Graça (A Hélia, porque não esteve presente, irá receber o Bastão no início da nova época)
Bastão de Prata: Fátima Libânio, Lúcio Libânio e a caminhadeira Graça Sena, que não marcou presença no evento, recebe-lo-à também no início da próxima época. 
Bastão de Ouro: Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves.
Seguiu-se o sorteio a reverter para a actividade dos Caminhadeiros solidários, para o qual tinham contribuído:
A Socorro, com um quadro por si pintado
A Fatima e o Lúcio, com uma biografia de Amália
A Lurdes Clara, com uma manta por ela confeccionada
A Acilina, também com um quadro da sua autoria
Contrariando as leis das probabilidades, quis a sorte que os dois quadros ficassem na mesma família, o que logo foi alvo de muitos comentários. São uns maledicentes!...
No alinhamento da sessão foram depois projectadas duas montagens audiovisuais, uma da autoria do Luís Martins e outra do Rogério Matias, em parceria com o Lúcio Libânio, em que desfilaram momentos da actual e de anteriores temporadas caminhadeiras.
Ainda houve uma venda ao desbarato de “restos de colecção” (bonés, polos, gorros…), sempre a favor da actividade solidária do grupo e a sessão foi depois encerrada pelo caminhadeiro Vítor Gonçalves, após o que se cantou o Hino dos Caminhadeiros.
De caminho para o jantar puderam ainda os Caminhadeiros escolher e comprar algumas fotos que o Luís Martins tinha em exposição. A receita desta venda também tinha como destino alimentar o "Fundo Caminhadeiro Solidário". 
Ao ocupar as mesas para o jantar, tiveram os caminhadeiros a grata surpresa de encontrar a 2ª oferta, desta vez um sabonete com o logo dos Caminhadeiros, uma excelente criação da caminhadeira Hélia Jorge. Passámos então à refeição onde houve a oportunidade de fazer as honras, entre outras iguarias, à vitela de Lafões, prato típico da região.
Antes da soneca, ainda houve oportunidade para alguns caminhadeiros e caminhadeiras mais afoitos e físicamente bem preparados, irem dar um pézinho de dança. Primeiro no salão do hotel com música ao vivo, e depois num largo da povoação em ambiente festivo de noite de S. João.
Domingo, 24 de Junho
Dia da partida.
Em grande parte do caminho sob nevoeiro, rumaram os Caminhadeiros a Aveiro.
À chegada, foi difícil que as hostes não se dispersassem, pois logo por coincidência, no ponto de desembarque havia uma feira de velharias…
No meio de alguma excitação, ocupou o grupo dois barcos moliceiros, onde foi feito um cruzeiro pelos canais da ria.
Findo o cruzeiro, o tempo livre que se seguiu foi aproveitado a gosto dos passeantes, na feira de velharias e não só.
De novo reunido no autocarro, seguiu o grupo até Portunho,Cantanhede onde, no restaurante “A Pedreira”, com o grupo ainda completo, decorreram os últimos momentos de convívio desta temporada.
No final voltou a cantar-se o Hino dos Caminhadeiros e houve quem dissesse que foi a melhor interpretação de sempre. Mas como a apreciação foi de um membro que se sentava na mesa considerada a mais ruidosa, se calhar o assunto é discutível…
A viagem de regresso foi entretida com as costumeiras cantorias (de uns) e sestas (de outros). Pelo caminho foi ficando quem não desceria em Lisboa, num roteiro, agora inverso, que se anunciava já de urgência de que chegue o mês de Setembro.
Saudações caminhadeiras, em passada de férias de verão,
M. Céu Fialho