quarta-feira, 23 de maio de 2018

* * * *Convocatória . 16ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * ____ Pela Rota de Colombo II . Aveiras . Dia 30 de Maio ____

Convidam-se todos os Caminhadeiros para esta jornada que será semelhante a uma já efectuada em Dezembro de 2011. Desta vez o percurso será em sentido inverso, dado que a subida mais íngreme será efectuada logo no início e também a zona com menos sombras aparecerá por essa altura.
A reunião será no parque de estacionamento do restaurante: Oficina dos Sabores (GPS - N 39º 7' 53,59", W 08º 53' 41.36"),  em Aveiras de Cima, restaurante onde, além do almoço, também terá lugar o tradicional chá. A componente cultural será preenchida por uma visita ao Museu de Azambuja, onde seremos recebidos pelo nosso amigo, e já caminhadeiro honorário - Dr. José Pereira -, que nos brindará com uma perspectiva histórica sobre a Vila de Azambuja desde os tempos mais remotos.
Pede-se a todos os caminhadeiros um pequeno esforço na alvorada para que possamos sair cedo, antes de apertar a calmaria. Assim, propomos que a concentração se faça entre as 08.45 e as 09.15 horas, para que a essa hora, com a fotografia de grupo já tirada, se dê inicio à caminhada.
As inscrições, como sempre, deverão ser feitas até às 24.00 horas de Domingo.
O percurso terá cerca de 10 Kms e é recomendado o uso de bastão e coletes refletores.
Ainda sem garantia, vamos solicitar ao dono do restaurante que tenha lá alguém, logo de manhã, disponível para tirar uns cafèzinhos.
 Cá os esperamos.

Carmen e Octávio

Informação Adicional: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

* * Visita dos Caminhadeiros a Badajoz. Dias 23 e 24 de Maio * *


Álbum de Fotografias:
Céu Fialho
Luis Martins
Dores Alves
Data da visita: 23 e 24 de Maio
Local: Badajoz
Visitantes (22): Angelina Martins; António Clemente; Carlos Penedo; Carmen Firme; Dores Alves; Fernando Bernardino; Gilberto Santos; Graça Sena; Helena Meleiro; João Duarte; José Clara; Luis Martins; Luisa Clemente; Lurdes Clara; Manuel Reis; Manuel Pedro; Maria do Céu; Octávio Firme; Rogério Matias; Rosário Brasão; Teresa Duarte; Socorro Bernardino;
Visitantes - Só um dia (4): Céu Fialho; Luis Santos; Luz Fialho; Vitor Gonçalves
Organizador: Octávio Firme
Reportagem:
Esta não foi uma jornada caminhadeira como as outras, foi antes uma viagem ao passado!
Desde a visita dos caminhadeiros ao Museu Nacional Ferroviário que a ideia começou a germinar. Uns por nostalgia das longas viagens de comboio e outros ainda apenas pelo prazer de viajar, ver novos locais e, enfim, “comprar caramelos”. Assim, organizado e muito bem, pelo nosso amigo Octávio Firme, foi decidido realizar uma visita a Badajoz tendo como principal atractivo que toda a viagem fosse feita de comboio! À hora combinada, pelas 8,30, já 22 madrugadores se juntavam e foi sob as fantásticas palmeiras metálicas de Santiago Calatrava que começou a nossa odisseia. No entanto o número de passageiros desta viagem especial aumentou em Vila Franca com mais 5 amigos e no Entroncamento com a Helena Meleiro.
A primeira etapa era Lisboa – Entroncamento no Intercidades, um comboio moderno e confortável que, segundo o nosso especialista ferroviário, o Bernardino, podia atingir a bonita velocidade de 220 km/h. Cerca de uma hora depois estávamos no Entroncamento tendo sido encaminhados para a linha nº 8 onde a automotora que nos aguardava tinha apenas uma carruagem e era menina para mais de 60 anos, mas no decorrer da viagem houve troços em que atingiu os 104 Km/h. No meio da algazarra habitual e com o pequeno comboio quase por nossa conta lá nos preparámos para cerca de 3 horas naquela geringonça, esperando que ela não se avariasse pelo caminho. Constança, Abrantes, Ponte de Sor, Crato, Portalegre, Arronches, Elvas e mais alguns apeadeiros foram passando pelos nossos olhos maravilhados pela paisagem, primeiro ribatejana com o Rio Tejo em grande plano e, depois, por esse Alentejo fora onde os roxos e amarelos contrastavam com os verdes escuros dos sobreiros pontuados aqui e ali por um monte solitário. E para que nada faltasse houve “mesa a rigor“ para o almoço com diversas iguarias da Helena e os cafezinhos bem tirados do João. Já perto das 2 da tarde chegámos a Badajoz com um calor de trovoada que nos fez pensar no Verão que nunca mais chega. À saída da estação esperava-nos uma pequena caminhada de cerca de 2km até à parte antiga da cidade onde se localizava o hotel. Assim, descemos a avenida da estação até ao rio Guadiana, atravessámos ‘el Puente de Palmas’ e passámos junto a uma das portas mais bonitas e importantes da cidade, ‘las Puertas de Palma’. Quer a ponte quer a porta foram construídas em meados do século XV, sendo ambas muito importantes na defesa da cidade medieval e como principal entrada na mesma. Actualmente, a ponte, que está muito bem conservada, é apenas pedonal. O simpático hotel onde ficámos era bem situado, perto do rio e dum parque muito agradável. Como a tarde ainda estava no início, e depois de deixarmos as malas no hotel, resolvemos fazer um pequeno reconhecimento à cidade. Em grupos mais ou menos pequenos e munidos dum mapa, subimos à parte mais alta da cidade, a Alcáçova, onde pudemos desfrutar de belas vistas sobre o rio e suas ponte e onde esperávamos visitar o Museu Arqueológico que, para nossa tristeza, já estava encerrado; assim, sentámo-nos numa esplanada a beber ‘una caña’ e a desfrutar do relax que os espanhóis tanto apreciam após o almoço, e continuámos o passeio pela praça de Espanha, onde se situa a sua bonita catedral, a Catedral de S. João Baptista. Descemos as ruas das lojas, a espreitar aqui e ali. E voltámos ao hotel para descansar até ao jantar. O jantar foi agradável e proporcionou os sempre simpáticos momentos de conversa animada.
O dia de regresso amanheceu chuvoso mas era propício ao programa estipulado na véspera, isto é, visitar a Catedral e o Museu da Cidade. Voltámos a percorrer as ruas do “casco viejo”, como é conhecida a parte antiga da cidade. Ao passarmos pela Praça de Espanha verificámos que a Catedral se encontrava aberta para o serviço religioso diário e matinal e isso proporcionou-nos uma excelente visita grátis ao seu interior, onde se destaca um altar-mor com um retábulo barroco lindíssimo!
A visita ao museu, muito perto da Catedral, foi muito interessante pois faz uma viagem através da história a partir da fundação da cidade, dando relevo aos principais momentos da mesma. Como cidade fronteiriça sofreu muito com as guerras e escaramuças e isso influenciou a sua estrutura arquitetónica. A não perder são as salas das batalhas napoleónicas aquando das Guerras Peninsulares, com belíssimas representações em miniatura. Muito, muito interessante.
A cidade tem recantos muito agradáveis, como belos parques, bonitos edifícios restaurados que nos mostram a arquitectura característica da região, com muito ainda por restaurar, e pontos altos com belas vistas. E apesar da sua distância da capital parece não ser uma cidade adormecida. Esperemos que não!
A manhã passou num instante, já com os caramelos na bagagem, e aproveitando uns momentos de tréguas na chuva começámos a subida para a estação. Depois dum almoço de tapas que mais parecia um banquete, recomeçámos a viagem de regresso, agora bem mais calmos e já um bocadito cansaditos, mas com a agradável sensação de termos passado mais alguns momentos muito especiais à boa maneira Caminhadeira!
Angelina Martins

sexta-feira, 18 de maio de 2018

* * * * * * * . 15ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * _____________Entre Vinhas e Montados______________ * * * * * * * *Poceirão / Pinhal Novo . Dia 16 de Maio* * * * * * * *


Álbum de Fotografias:
Data do Encontro: 16 de Maio de 2018
Local: Fernão Pó
Percurso: 10,600 Kms; 2h30
Caminhantes (45): Acilina Couto, Ana Cristina Umbelino, Angelina Martins, António Dores Alves, António José Clemente, António Palma, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carmen Firme, Céu Esteves, Céu Fialho, Cidália Marta, Clara Maia, Cristina Bernardo, Estela Garcia, Fernando Bernardino, Francisco Pires, Gilberto Santos, Graça Sena, Isabel Fortes, João Duarte, João Figueiredo, Júlia Costa, Lina Fernandes, Luís Fernandes, Luís Martins, Luísa Clemente, Luísa Gonçalves, Manel Barbosa, Manel Garcia, Manel Pedro, Manel Reis, Margarida Graça, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, M. Luz Fialho, Octávio Firme, Odete Vicente, Raul Almeida, Rogério Matias, Rosa Silva, Rui Graça, Socorro Bernardino, Teresa Duarte, Vítor Gonçalves.
Organizadores: Maria da Luz Fialho e Maria do Céu Fialho
Próxima Caminhada: Aveiras - 30 de Maio. Octávio Firme
Reportagem:
Foi grande a agitação no pacato lugar de Fernão Pó, quando os Caminhadeiros se começaram a concentrar, com a habitual algazarra e boa disposição que estes reencontros sempre proporcionam.
Depois dos cafés e satisfeitas as necessidades fisiológicas, atravessámos a linha ferroviária, para nos pormos a jeito para a foto de grupo. Houve quem, à pose, quisesse acrescentar alguma ginástica, acabando escaqueirado no chão, felizmente sem consequências.
Aproveitando o facto de o terreno ser fácil, o andamento inicial foi bastante rápido, vindo depois gradualmente a esmorecer, à medida que os quilómetros se acumulavam, a sombra escasseava e a temperatura começava a subir.
Durante a pausa para reabastecimento, a caminhadeira Céu Esteves anunciou que na próxima jornada já trará os bicharocos da campanha do “Pirilampo Mágico” deste ano (e também os pins, canecas, t-shirts e sacos), pelo que solicita que os interessados lhe dirijam, por mail, daqui até lá, as suas encomendas.
Foi bom que na parte final tivesse voltado a haver sombras, pois o verão antecipado que se fez sentir, já estava a tornar-se muito pesado.
No tempo que mediou entre o fim da caminhada e o almoço, uns foram às compras às adegas próximas e outros refrescaram-se de muitas e desvairadas maneiras.
A D. Aurélia, concessionária do Bar da Sede da Associação Cultural e Recreativa de Fernão Pó, esmerou-se, com os seus poucos recursos, em servir, com inesperada rapidez, a sua comidinha caseira. Como diriam os franceses, modeste mais correcte.
Numa procissão um tanto entrecortada, pôs-se a comitiva a caminho do Museu da Música Mecânica. Com mais ou menos dificuldade, acabámos todos por ir lá dar.
A visita ao MMM, conduzida pelo próprio coleccionador, sr. Luís Cangueiro, produziu no grupo tal encantamento, que a ausência de ruído foi a maior de que a escriba alguma se recorda (excepção feita à inseminação, em Alter do Chão, claro! Mas esse foi um momento muito especial).
A jornada terminou com o tradicional chá, nas instalações do Museu.
Como muitos dos presentes manifestaram desejo de voltar, aqui fica o endereço do site do Museu, para se informarem

Saudações caminhadeiras em passada musical

Céu Fialho / Luz Fialho

quarta-feira, 9 de maio de 2018

* * * *Convocatória . 15ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * _____________Entre Vinhas e Montados______________ * * * * * * * *Poceirão / Pinhal Novo . Dia 16 de Maio* * * * * * * *

Estão todos os Caminhadeiros convidados para mais uma jornada de convívio, que terá lugar na zona do Poceirão e Pinhal Novo.
Local de encontro: Fernando Pó, junto à Associação Cultural e Recreativa.
Coordenadas 
GPS: 38⁰ 38’ 11” N,  8⁰ 41’ 33’’ W (38.636389,-8.692500)
Café e estacionamento assegurados
O percurso – com um pouco mais que 10 km – é todo em plano horizontal, feito quase sempre por estradões. Não há subidas, não há descidas.
O almoço decorrerá na Associação Cultural e Recreativa de Fernando Pó.
Não é um restaurante diferenciado, apenas o modesto restaurante duma colectividade local. Mas, para além de a oferta, na zona, ser escassa, achámos que a responsabilidade social do nosso grupo não precisa de se limitar às intervenções dos Caminhadeiros solidários.
De tarde, iremos até ao Pinhal Novo, onde visitaremos o Museu da Música Mecânica.
Rua dos Alegrias, Quinta do Rei - Arraiados, 1955-281 Pinhal Novo
Coordenadas GPS: 38⁰ 37' 18" N, 8⁰ 51' 40" W (38.621667,-8.861111)
Finda a visita, tomaremos chá no Museu.
Posto o que regressaremos a penates, esperamos que cheios de boas recordações
Sistematizando:
9h00: Concentração
9h15: Início da caminhada (Trilho Jardins_Vinhas.GPX)
13h – 15h: Almoço
15h45: Visita ao Museu da Música Mecânica
17h30: Chá
Informações úteis:
= De Lisboa a Fernando Pó são cerca de 50 minutos (exemplo para percurso a partir de Benfica, utilizando a Ponte Vasco da Gama)
= Não esquecer protector solar e muita água, já que na parte central da caminhada não há sombras.
= Não é indispensável levar bastão.
= Já o uso de colete reflector será conveniente, pois vamos atravessar e fazer cerca de 1 km bem perto de estrada.

Como de costume, os interessados em juntarem-se a nós deverão manifestar-se, até às 24h do próximo domingo, dia 13.
Saudações caminhadeiras, em passada vínico-corticeira,
Manas Fialho

O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

* * * * * * * 14ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * _________Trilho da Água . Lisboa . Dia 2 de Maio_______





Album de Fotografias:
Céu Fialho
Dores Alves
Raul Almeida
Luis Martins
Acilina Couto
Carlos Evangelista
Ilda Poças
Luz Fialho
Data do evento: 02 de Maio
Local: Lisboa
Percurso: Trilho da Água
Distância: 10,500 Kms
Caminhantes: (47) Acilina Couto: Angelina Martins; António Bernardino; António Clemente; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Céu Fialho; Cidália Marta; Clara Maia; Conceição Chagas; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; Helia Jorge; Ilda Poças; Isabelina Jorge;  João Duarte; Jorge Manarte; José Clara; Júlia Costa; Lina Fernandes; Luis Fernandes; Luis Martins; Luis Santos; Luisa Clemente; Lurdes Clara; Luz Fialho; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Graça; Maria do Céu; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Pedro Antunes; Raul Almeida; Rogério Matias; Rosário Brazão; Rui Graça; Samuel Coias; Socorro Bernardino; Sofia Brazão; Teresa Duarte; Vitor Gonçalves.
Organizadores: Pedro Antunes / Luis Fernandes  
Local do Almoço: Pateo Alfacinha
Próxima Caminhada: Fernando Pó - 16 de Maio. Organiza Céu Fialho e Luz Fialho
Reportagem:
E à 14ª caminhada da época 2017 / 2018, a dupla Luís Fernandes / Pedro Antunes voltou a entrar em cena, para nos brindar com o evento a que deram o bonito nome de : “Trilho da Água”. Eles, que me lembre, tinham feito parceria pela última vez na 4ª caminhada da época 2008 / 2009, quando organizarm uma extraordinária jornada caminhadeira na Tapada de Mafra, em cujo restaurante nos foi servido um opíparo almoço de javali. Já lá vão, portanto, nove anos, mas quando os acontecimentos ficam na nossa memória é porque algo de relevante aconteceu.
Vamos agora ao Trilho da Água,  evento que criou uma enorme expectativa  a todos os participantes. Era a oportunidade de conhecer e caminhar por um dos locais mais emblemáticos da cidade Lisboa, ou seja, o Aqueduto das Águas Livres (por coincidência ou não, mandado construir por D. João V, o mesmo monarca que mandou erguer o Convento e a Tapada de Mafra), com mais de 50 km de comprimento e possuidor do maior arco ogival do mundo na zona do vale de Alcantara.
A hora da concentração foi rigorosamente respeitada por todos os participantes inscritos, com excepção do João Figueiredo e do Manuel Flôxo, que no dia anterior tinham avisado que não iam estar presentes. Portanto, lá fomos andando até ao portão de acesso ao aqueduto, onde após uma curta espera nos foi aberta a porta do monumento. Entrada em fila indiana ou de pirilau, e a partir daqui até ao outro portão localizado na Calçada da Quintinha em Campolide, foi o deslumbramento total com as imagens da cidade Lisboa e margem Sul que daqui se observavam em dia acinzentado, mas de céu aberto. Ouvia-se de quando em vez a pergunta genuína e oportuna: seria por aqui que o tal facínora Diogo Alves andava e mandava desta para melhor os incautos passeantes deste maravilhoso passeio pedestre. Parece que sim e foi essa a razão que levou as autoridades vigentes a cancelar o acesso ao público.
Cumprida a parte histórica do percurso, subimos até ao parque florestal de Monsanto para completar a caminhada de 10, 500 kms, através de caminhos já conhecidos da maior parte de todos.
Seguiu-se o almoço no restaurante “O Pateo Alfacinha”, também ele palco de outra jornada caminhadeira, realizada já lá vão uns bons aninhos. Dessa vez a ementa foi constituída entre outras iguarias de umas valentes e saborosas sardinhas assadas. 
Também daqui, a vista sobre a cidade de Lisboa é maravilhosa.
Almoço bem servido e bem confeccionado, e também muito animado pelas interessantes tertúlias que os ocupantes das várias mesas iam debatendo. A meio do repasto brindamos aos organizadores e demos as boas vindas às convidadas Becas e Sofia. Seguiu-se um brinde muito especial com desejos de muitas felicidades e longa vida ao David, neto da Luísa e do Vítor Gonçalves que tinha nascido no passado dia 28 de Abril.
Como o Palácio Nacional da Ajuda encerra às Quartas-Feiras e para poupar mais esforços ao pessoal caminhadeiro sénior, decidiram muito bem os organizadores, realizar uma visita guiada às instalações do Pateo Alfacinha. Muito interessante e com intervenção do guia bastante positiva.
Foi ainda aqui que o tradicional chá de final de dia nos foi servido, e deste modo completamos mais uma jornada caminhadeira de sucesso. Estão de parabéns os organizadores e todos nós por termos participado com eles nesta deliciante primeira aventura do mês de Maio.
Saudações Caminhadeiras em passada alfacinha,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 25 de abril de 2018

* * * *Convocatória . 14ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * _________Trilho da Água . Lisboa . Dia 2 de Maio_______


Estão todos os caminhadeiros convidados, para mais uma jornada, que desta vez irá ter lugar na zona de Lisboa, com passagem pelo Aqueduto das Águas Livres.  Caso queiram podem descarregar para um GPS ou App tipo Wikiloc o ficheiro Trilho GPX
Programa:
08:30 horas - Concentração no Parque Recreativo do Alto da Serafina (Monsanto)
Coordenadas:
38°44'06.4"N 9°10'46.1"W
38.735098, -9.179483
09:00 horas - Início da caminhada (9 kms com grau de dificuldade médio baixo)
A partida será mesmo às 9:00 em ponto, para podemos entrar no Aqueduto (lado Monsanto) que abrirá a porta ás 9:30, exclusivamente para entrarmos e estará aberta no máximo durante 10 minutos. 
13:00 horas - Almoço no Restaurante “Pateo Alfacinha”.
Rua Guarda-Jóias 44, 1300-250 Lisboa
Coordenadas:
38°42'23.3"N 9°11'40.1"W
38.706470, -9.194483
15:30 horas - Visita guiada às instalações do Pateo Alfacinha.
17:00 horas - Chá no mesmo local
Nota: Informa-se que no local da concentração não há café.
Podem agora fazer as inscrições através dos comentários desta mensagem, até ao final do próximo Domingo, dia 29

Saudações Caminhadeiras em passada de água corrente,

 Pedro Antunes /Luís Fernandes

Informação: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

terça-feira, 24 de abril de 2018

* * * * 1ª Caminhada Extraordinária . Época 22017 / 2018 * * * * * * * * * * * * * * * * * Os Passadiços do Vez * * * * * * * * * * * * * _______Arcos de Valdevez . Dias 20, 21 e 22 de Abril_______


Álbuns de Fotografias:
Carlos Evangelista Videos Bus
Céu Fialho
Acilina Couto
Acilina Couto Video I (youtube)
Acilina Couto Video II (Youtube)
Acilina Couto Video III (Youtube)
Acilina Couto Video IV (Youtube)
Acilina Couto Video V (Youtube)
Acilina Couto Video VI (Youtube)
Acilina Couto Video VII (Youtube)
Manuel Barbosa Video 
Ilda Poças
Luis Martins I
Luis Martins II
Luis Martins III
Lurdes Barbosa
Manuel Reis
Luz Fialho
Data do Evento: 20, 21 e 22 de Abril
Local: Arcos de Valdevez
Percurso: “Os Passadiços do Vez”
Distância: 03 kms
Caminhantes: (49) Acilina Couto; Amílcar Queiroz; António Bernardino; António Clemente; Cidália Marta; Carlos Evangelista; Carmen Firme; Cidália Marta; Clara Maria; Cristina Archer; Cristina Umbelino; Estela Garcia; Fátima Libanio; Francisco Pires; Gabriela Bentes; Gil Furtado; Hélia Jorge, Ilda Poças; João Figueiredo; José Clara; Josefina Carrasco; Júlia Costa; Lúcio Libanio; Lidia Albuquerque; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Lurdes Barbosa; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme: Pedro Albuquerque; Rogerio Matias: Rosa Silva; Rui Graça: Samuel Coias; Socorro Bernardino; Teresa Palma; Tina Rita: Tomás Pessanha; Vítor Gonçalves;
Não Caminhantes: (10) Angelina Martins; António Miranda; António Pires; Fernando Couto; Helena Meleiro; João Duarte; Lina Fernandes; Luísa Gonçalves; Margarida Graça; Virgílio Vargas
Só ao Jantar de 6ª Feira: (2) Irene Afonso; Rui Afonso
Organizadores: Carmen Firme, Octávio Firme, Luís Fernandes e Vítor Gonçalves.
Local do Jantar de 6ª Feira e Almoço de Domingo: Manuel Padeiro (Ponte de Lima)
Local do Almoço e jantar de sábado: A Floresta (Arcos de Valdevez)
Próxima Caminhada:Trilho da Agua - 2 de Maio. Organiza Pedro Antunes e Luis Fernandes 
Reportagem:
E na sexta-feira lá partimos rumo a  Arcos de Valdevez ou, melhor dizendo, a Arcos do Vale do Vez, para mais uma caminhada extraordinária.
Depois de Santarém e já com todos os Caminhadeiros a bordo, foi distribuída a 1ª oferta da organização :  um Pin da autoria do António Palma, alusivo a este evento.
Para encurtar a longa viagem foi organizado um karaoke.
Houve vários candidatos ao palco mas este karaoke era mais do género IKEA, vinha aos bocados. Ou tinhamos as vozes, ou as letras, ou a música... tudo junto estava díficil. Enfim nada que intimidasse o pessoal que se atirou rapidamente para a versão "A capella".
Desde musica alentejana, fado, musica brasileira com o "receba as flores que eu lhe dei" do Roberto Carlos, a musica francesa com o "Tous les Garçons et les filles" de Françoise Hardy com as meninas a ensaiarem o seu falsete, à musica italiana,...estes caminhadeiros mostraram que além de dotados são de facto muti-lingua.
E entre canções e risadas lá chegámos a Ponte de Lima para o jantar no restaurante "Manuel Padeiro".
Á nossa espera ja estavam a Irene e o Rui que conseguiram mudar as suas actividades para se poderem juntar a nós.
O jantar foi farto, ou não estivéssemos no Minho, com  a vitela e os rojões,...
60 caminhadeiros com a barriga aconchegada e animados com a expectativa de um fim de semana juntos fizeram subir o ruído da sala a níveis indesejáveis. E depois falam das crianças...
Depois do jantar dirigimos-nos ao Hotel Luna Arcos Nature &; Spa para um merecido repouso.
No sábado de manhã a partida estava agendada para as 9:30 para a nossa caminhada.
A ideia era fazer uma caminhada de 10 km pelos Passadiços do Vez, mas tivemos um contratempo, que nos obrigou a encurtar o trajecto.
A culpa foi do GPS que nos levou por caminhos estreitos onde uma camioneta de 60 lugares tem dificuldade em movimentar-se. A certa altura ficámos numa situação que nem para a frente nem para trás.
O que nos valeu foi a perícia do nosso motorista, o Sr Nuno, e a super direção assistida do veículo, direcção assistida no sentido literal do termo e porque foi assistida por 60 voluntariosos caminhadeiros que saíram da camioneta e desataram a dar palpites.
"Ai que a ponte vem abaixo"
"Ele devia era andar para trás"
"Ele devia era seguir em frente"
"Ele devia era pedir ajuda"
Fez lembrar a história do "Velho, o Rapaz e o Burro".
Entretanto, íamos entupindo o transito...O que nos vale é que o pessoal minhoto não é dado a pressas e está sempre pronto a ajudar.
Uma das pessoas que nos ofereceu ajuda era um rapaz, o Miguel, que tocava acordeon e que, quando soube que eramos um grupo grande em passeio, ofereceu de imediato os seus préstimos para nos abrilhantar o jantar dessa noite.
E porque não se pode perder a oportunidade, o negócio fechou-se logo ali, primeiro era um artista, depois já eram dois a tocar acordeon e uma cantora para cantar à desgarrada.
A nossa camioneta entretanto foi-se contorcendo como uma cobra para trás e para a frente até que conseguiu entrar na estreita ponte, não sem antes terem sido utilizados uns métodos pouco ortodoxos para limpeza da via pública.
Acabámos a ser guiados por um motorista de taxi que nos levou até à estrada.
Já era tarde quando chegámos aos Passadiços do Vez e por isso tivemos que encurtar a caminhada para cerca de 3km.
O passeio é muito bonito, sempre ao longo do rio e ficou a saber a pouco.
Mas, contrariedades à parte, ficámos com uma história para contar aos netos e com a promessa de cá voltarmos.
O almoço foi em Arcos de Valdevez no restaurante "A Floresta".
Mais uma refeição de arrombar, muitas entradas e os tradicionais bacalhau e a carne cachena.
A tarde fez-se em passeio por Arcos de Valdevez e com a visita ao Sistelo.
O jantar voltou a ser no restaurante Floresta tendo duas particularidades a assinalar, uma é que tínhamos que levar pelos menos uma peça de roupa branca vísivel, a outra é que iamos ter os nossos novos amigos acordeonistas a animar a festa.
Ficou por desvendar o verdadeiro motivo do "jantar em branco" e o nível de branco da indumentária variava imenso. Havia quem estivesse a rigor, como os nossos organizadores mor Luis Fernandes e Vitor Gonçalves que estavam de branco da cabeça aos´pés. O Luis até o sapatinho era branco qual Al Capone, o Vitor só não tinha os sapatos brancos mas compensava com o cabelo. Depois havia apontamentos como as camisas, as blusas, as calças, as saias, as echarpes... Num outro extremo estava o amigo Manuel Reis que a unica peça visivel de branco que nos apresentou foi uma tímida golinha de padre.
Aconteceu então a 2ª oferta da organização: um chocolate com o logo dos Caminhadeiros. 
Apesar de não haver muita fome o pessoal atacou os salgadinhos, o queijo e a pasta de atum seguidos de filetes com arroz de grelos para uns e carne cachena para outros.
O prometido é devido e o duo acordeonista lá apareceu fazendo-se acompanhar de um terceiro elemento, uma senhora de rolinho na cabeça e bracinhos cruzados que cantava à desgarrada com a inconfundivel voz de cana rachada tão tipica das mulheres dos ranchos.
Alguns dos caminhadeiros mais afoitos foram ensaiando um misto de vira e fandango no pouco espaço disponível.
No meio desta confusão, ouve-se uma grande gritaria, era o segundo golo do Benfica já mesmo no fim do jogo que nos trouxe de volta o nosso caminhadeiro e fervoroso adepto João Duarte que até aí ainda não tinha comido nadinha.
Teve direito a versos de improviso dos nossos artistas que foram falando das vitórias do Benfica deixando o amigo João ainda mais ao rubro.
E para desmoer de tão opípara refeição regressámos ao Hotel a pé, atravessando a ponte numa noite que estava magífica.

No domingo fomos visitar o Paço da Giela que tem vista sobre o vale do Vez e é considerado monumento nacional desde 1910.
Antes de iniciarmos a visita ainda tivemos a oportunidade de ver uma exposição temporária de arte textil, a decorrer numa das salas do centro interpretativo do Paço de Giela.
A exposição era uma coleção de trabalhos de Ciça Mora e de outras artistas brasileiras com telas feitas apenas com tecidos a que, com propriedade, se designou de "Poesia Textil".
Tirámos a nossa foto da praxe na companhia de D. Afonso Henriques, do Alcaide do Paço e do Espanhol, assim designado apesar de ter nome.
A hostilidade com os vizinhos espanhois afinal não vem do tempo dos Filipes. O D. Afonso Henriques também não morria de amores pelo primo Afonso VII de Leão e Castela e até se travaram de razões nos célebres Reencontros de Valdevez em 1141.
Mas o Alcaide, que em rigor é um arqueólogo, em conversa conosco afiançou-nos que antes de sermos lusitanos somos galegos e antes disso muitas outras coisas. Por isso, Carmenzita, fica tranquila que somos todos irmãos.
Depois da visita fomos até ao Soajo ver os espigueiros.
O almoço fez-se em Ponte de Lima depois de um passeio à beira-rio onde estava a decorrer uma feira.
Houve quem enfeirasse a gastronomia local, queijos, enchidos vários, doces e pão. O Carlos e a Tina optaram por comprar uma cabeça dos célebres Gigantones de Ponte de Lima.
O Gigantone acabou por servir de brincadeira ao almoço. Tirar um foto com o gigantone custava 1 euro e a receita (€ 50,00) reverteu para o fundo "Caminhadeiro Solidário".
O almoço, de novo no Manuel Padeiro, voltou a dar-nos as iguarias gastronómicas minhotas com o bacalhau e as papas de Sarrabulho. Tudo coisas leves!
Na viagem de regresso estava tudo caladinho e a cabecear.
O amigo Rogério decidiu ir à frente fazer mais uma das suas "introduções" que são histórias previas às suas canções. Depois de um tal DVD, que não vou aqui comentar, o amigo Rogério revelou-se um românico, qual quê' que digo eu? Um autentico pinga-amor.
Na sua "introdução" revelou uma história de amor rocambolesca onde não faltou a história da namorada, a menina bonita por dentro e feia por fora, da discoteca da Reboleira...
O Gil, que tem andado ausente e de quem já tinhamos saudades, decidiu romper o silêncio e ir à frente dizer umas palavras.
E disse "No caminho até aqui vim a contar cabeças e há mais cabeças pendentes aqui que no tempo da revolução francesa".
E depois foi falando, na forma carinhosa como foi recebido, no bem que sabe estar entre amigos... hum a coisa estava a ficar muito direitinha... acabou na história "Farmaceutico está? Não, sobe!"
O Vitor aproveitou para agradecer aos caminhadeiros Octávio Firme e Carmen pela organização, que sabemos, conta sempre com o apoio dos organizadores mor e nesse sentido referiu a falta do Balão e da Kinita.
Durante o resto da viagem nem um pio e lá para o fim, quase a chegar a Lisboa, algumas das meninas decidem voltar às canções e a Socorro em particular desfiou de tal modo o reportório que por um pouco não saía na Encarnação.
É assim o entusiasmo dos caminhadeiros depois de um magnífico fim de semana.
Saudações Caminhadeiras em passada à moda do Vale do Vez,

Helia Jorge

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Convocatória . 1ª Caminhada Extraordinária . Época 2017/2018 * * * * * * * * * * * * Os Passadiços do Vez * * * * * * * * * * * * * * ______ Arcos de Valdevez . Dias 20, 21 e 22 de Abril _______


Esta convocatória tem apenas como finalidade formalizar a sua publicação no blog. 
As inscrições foram efectuadas através de outra via de comunicação, estando as mesmas já encerradas.
Saudações Caminhadeiras em passada de "vira minhoto",

Fortunato de Sousa

Informação: O seguro de acidentes pessoais é da responsabilidade de cada participante.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

* * * * * * * * 13ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * Avós e Netos de Mão Dada a Caminhar no Jamor . Dia 4 de Abril




Álbuns de Fotografias:
Céu Fialho
Dores Alves
Luz Fialho
Luis Martins
Data do Evento: 04 de Abril
Local: Parque Desportivo do Jamor
Percurso: “Avós e Netos de Mão Dada a Caminhar no Jamor”
Distância: 07 kms
Avós Caminhantes: (28) Ana Leão; Andreia Jota; Carlos Penedo; Cidália Marta; Dores Alves; Elsa Garcia; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Hélia Jorge, Isabelina Jorge; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Gonçalves; Lurdes Barbosa; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Maria Neves; Rosário Brazão; Sara Morais Pinto; Vítor Gonçalves;
Netos Caminhantes (28): António Santos; Benjy Gonçalves; Bia Barbosa; Bianca Moura; Daniel Santos; Diogo Barbosa; Caetana Garcia; Diogo Mateus; Domingas Garcia; Gonçalo Henriques; Jacinta Garcia; Joana; Joana Sousa; Manuel Fernandes; Manuel Gonçalves; Manuel Henriques; Martin Fernandes; Martin Santos; Matias Gonçalves; Miguel Reis; Pedro Sousa; Rita Nicolau; Santiago Cordeiro; Sara Mateus; Sofia Reis; Teresinha Garcia; Tiago Nicolau; Tomás Martins;
Só ao Almoço: (2) Angelina Martins; Graça Sena;
Organizadores: Fortunato de Sousa / Kinita de Sousa
Local do Almoço: Restaurante “A Canoagem”
Próxima Caminhada: 1ª Caminhada Extraordinária (Arcos de Valdevez)
Reportagem:
Mais uma vez realizamos a caminhada de avós e netos no Parque Desportivo do Jamor. Este é o local que podemos definir como “Tudo em Um”, já que aqui estão reunidos os requisitos necessários e adequados para caminhar, almoçar e praticar actividades desportivas polivalentes e adaptadas aos avós e aos netos. Muito importante ainda, são as condições de segurança, pois dentro do parque não circulam veículos motorizados.
Ainda antes das 9 horas da manhã começaram a chegar os participantes inscritos, seniores e júniores. Cumprimentos habituais e a pirralhada a apalpar terreno, à procura de parceiros e parceiras para a jornada caminhadeira do dia. Os avós, esses, sempre muito vigilantes e preocupados com o comportamento dos netos.
Já com a presença de todos os participantes inscritos, seguiu-se o momento da formatura habitual, com o organizador a debitar informação sobre o programa do dia e, de seguida, vieram as fotografias de grupo. Uma primeira com os avós e netos misturados e, depois, outra fotografia só com os netos.
Deu-se de seguida início à caminhada, onde um grupo de lebres jovens, supervisionadas pelo lebrão avô Gilberto, iam marcando um ritmo acelerado lá à frente. Cá mais atrás, o organizador ia tentando que o grupo se mantivesse unido, mas não foi fácil. A solução foi encontrada, através de várias paragens intercalares para reagrupamento da malta.
Percorridos mais ou menos 7 quilómetros, sem vento nem chuva que nos incomodasse, terminámos o percurso sem sinais de cansaço ou fadiga.
Seguiu-se o almoço no local habitual, basicammente com a mesma ementa dos anos anteriores, mas desta vez com um serviço de maior qualidade. Pelo menos foi esta a ideia com que ficou o organizador do evento.
Às 3 da tarde deu-se início ao programa mais aliciante do dia, que era a prática de canoagem e mini kart em pista de terra batida. O mini golf desta vez não estava operacional, por estarem a decorrer obras de manutenção neste espaço agradável, localizado entre as pistas de canoagem.
E aqui como de costume, os avós iam partilhando com os netos o entusiamo destas aventuras emocionantes, cuja prática se adequa em perfeição a todos os escalões etários.
A prova do sucesso e do agrado desta parte do programa ficou bem marcada, já que a pedido de vários juniores,  teve o organizador que pedir aos responsáveis pelo aluguer dos karts, que nos concedesse mais um tempinho extra. A boa vontade e simpatia do Nuno Azevedo, evitou reclamações e desagrado  por parte da pirralhada.
E foi assim, que, sem avós e netos acidentados e lesionados, regressámos à  esplanada do restaurante onde almoçámos, para que nos fosse servido o lanche com que haviamos de completar o programa do dia.
Terminada a merenda, fomos pouco a pouco abandonando as instalações do Parque Desportivo do Jamor, com a sensação de que o objectivo foi cumprido e, que para o ano, se Deus quiser cá estaremos de novo para mais uma jornada caminhadeira intergeracional.
Saudações Caminhadeiras em passada satisfatória,

Fortunato de Sousa

P.S. – Para os participantes juniores e seniores que pela 1ª vez estiveram connosco, esperamos que lhes tenha agradado o ambiente que aqui encontraram e vivenciaram.

quarta-feira, 28 de março de 2018

* * * *Convocatória . 13ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * Avós e Netos de Mão Dada a Caminhar no Jamor . Dia 4 de Abril

Para cumprir a tradição, vamos mais uma vez organizar a caminhada intergeracional das férias da Páscoa, intitulada de: "Avós e Netos de Mão Dada a Caminhar no Jamor". 
O parque desportivo deste bonito espaço junto à cidade de Lisboa, será também o local onde nos iremos encontrar e aí realizar todo o programa do dia.

Programa:
09:15 horas - Concentração no Parque de estacionamento da Canoagem (GPS - 38º 14' 14,8" N - 9º 15' 26,3).
09:45 horas - Inicio da Caminhada (percurso de aproximadamente 6 kms com índice de dificuldade baixo).
12:45 horas - Almoço no Restaurante "A Canoagem".
15:00 horas - Actividades desportivas abrangentes a todas as idades (canoagem, mini golfe e kart).
17:00 horas - Chá e pequeno lanche no mesmo local do almoço.

As inscrições devem como de costume, ser efectuadas através dos comentários desta mensagem, até ao final do dia do próximo Domingo, 1 de Abril. Também como habitualmente, devem os avós mencionar na inscrição, o nome e a idade dos netos ou acompanhantes juniores.

Saudações Caminhadeiras em passada saltitante e brincalhona,

Kinita e Fortunato de Sousa