quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

* * * *Convocatória . 11ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * ________Rota do Bonito . Atalaia . Dia 7 de Março________


Estão desde já convidados todos os caminhadeiros, para mais uma jornada, que desta vez irá ter lugar na zona do Entroncamento.

Programa do Dia:

09:15 horas - Concentração no Parque de estacionamento do Restaurante Quinta das 3 Ribeiras (Ponte da Pedra - Atalaia)

Localização GPS: 
Graus Decimais: N 39º 28.002 - W 8º 27.656
Graus Minutos e Segundos: N 39º 28' 00" - W 8º 27' 39"

09:30 horas - Foto de grupo.

09:45 horas - Início da caminhada.

13:00 horas - Almoço

15:00 horas - Início da visita ao Museu Ferroviário.

17:30 horas - Chá de final de jornada.

O percurso terá uma distância de cerca de 10 Kms com um grau de dificuldade médio/baixo.

Aconselha-se o uso de colete reflector.

NOTA:  No local da concentração à chegada não haverá café.

Os interessados em participar nesta caminhada, deverão, como de costume, inscrever-se através dos comentários desta convocatória até ao final do próximo Domingo dia 4 de Março.

Saudações Caminhadeiras
Lurdes e Zé Clara   

domingo, 25 de fevereiro de 2018

* * * * * * * * 10ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * __________ Os Caminhadeiros vão à Nazaré __________ __Rotinha nas Dunas da Praia do Norte . Dia 21 de Fevereiro__




Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Dores Alves
Acilina Couto
Luis Martins
Carlos Evangelista
Luz Fialho
Data do Evento: 21 de Fevereiro de 2018
Local: Nazaré / Sítio
Percurso: Rotinha das Dunas na Praia do Norte
Distância:  8,000  kms
Caminhantes (44): Acilina Couto, Amílcar Queiroz, Ana Bela Fernandes, Ana Cristina Umbelino, António Clemente, António Palma, Carlos Evangelista, Carlos Penedo, Carmen Firme, Céu Fialho, Cidália Marta, Clara Maia, Dores Alves, Estela Garcia, Fátima Libânio, Fortunato Sousa, Gabriela Bentes, Graça Sena, Hélia Jorge, João Duarte, João Figueiredo, José Clara, Júlia Costa,  Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luis Fernandes, Luis Martins, Luísa Clemente, Luísa Gonçalves, Lurdes Clara, Luz Fialho, Manuel Barbosa, Manel Floxo,  Manuel Reis, Margarida Graça, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, Octávio Firme, Pedro Albuquerque, Rogério Matias, Rosa Silva, Rui Graça, Teresa Palma e Vítor Gonçalves.
Só ao almoço: Manuel Garcia, Angelina Martins e Helena Meleiro
Organizadores: Lúcio Libânio e Luís Martins
Local de Almoço e lanche: Restaurante Fonte Mar
Próxima Caminhada: 07 de Março de 2018  (organizam a Lurdes e o Zé Clara)
Reportagem
Mais um dia de caminhada em que tudo nos foi totalmente propício: um sol lindo, um céu azul e uma temperatura que não nos deixou arrefecer.
Começámos, como de costume, fazendo a foto de grupo, que tinha como fundo a fachada do Santuário, e, também, por fornecer algumas informações que, noutra ocasião, seria mais difícil de fazer chegar a todos. E isto tinha a ver, sobretudo, com a parte cultural. Pois. Porque havia dois locais imprescindíveis a visitar, mas que se encontram distantes um do outro: o grupo Forte/Farol e o grupo Museu/Santuário/Panoramas.
Assim, perante toda a importância disponível junto desses grupos, decidiu-se que teríamos de coordenar as visitas de modo a não perdermos tudo isso não causando perturbações à estrutura do dia caminhadeiro. E resolvemos fazê-lo em duas etapas: de manhã e incluído na visitar o Museu, pois a dimensão do nosso grupo dificultaria o proveito a tirar a essa visita.
Antes tínhamos contactado as entidades que nos poderiam ajudar – a Câmara Municipal da Nazaré e o Museu Dr. Joaquim Manso – e, delas obtivemos todo o apoio necessário bem como algumas sugestões úteis para o decorrer das visitas. Para a visita ao Forte/Farol tivemos a presença do Dr. Mário Bulhões, que nos cativou com todo o seu conhecimento histórico sobre a Nazaré e sobre este Forte, inclusive sobre o seu papel aquando das guerras peninsulares. Também nos falou um pouco sobre a famosa ‘onda’ e das condições geológicas que possibilitam a sua formação. Na visita ao Museu tivemos a mostrá-lo a Dra. Dóris Santos que nos mostrou a Nazaré nos seus aspectos históricos, económicos e etnográficos. Ambas as visitas nos deixaram o desejo de lá regressarmos para, ‘in loco’, sentirmos melhor uma população que tantas vezes só conhecemos de nome.  
Muito agradecemos a ambos as suas presenças e toda a compreensão que tiveram connosco.
E, claro, agradecemos também à Câmara Municipal da Nazaré e ao Museu Dr. Joaquim Manso.
A caminhada propriamente dita foi um pouco mais dura e demolidora para os tornozelos e pernas do que era habitual para alguns dos caminhadeiros. O traçado não era nada complicado nem cansativo, mas o piso era demasiado macio para muita gente. E agora perguntamos: há alguma coisa que seja sempre do agrado de toda a gente? Haveria outras alternativas, mas a visita ao Forte também condicionou a escolha do percurso.
Quanto às restantes partes da estrutura da jornada caminhadeira, podemos dizer que o almoço, embora o ‘cozido à Portuguesa’ tenha sido servido pela primeira vez naquele restaurante, não destoou e foi razoavelmente honesto. Pensamos que não será a última vez que o tenham feito. Para se tentar fugir às sugestões iniciais do restaurante, para refeições desta natureza – muita gente com gostos diversos - teve que haver muitas conversações, trocando muitas ideias e sugestões de modo a encontrar um prato que fosse normalmente do agrado de toda a gente. E isso era fundamental para que o dia fosse todo preenchido no Sítio, não havendo deslocações a meio dele. E no Sítio era difícil encontrar um espaço que pudesse servir um almoço para tanta gente. Cremos que, apesar de tudo, o resultado foi positivo.       
O chá de despedida veio mesmo a propósito e foi bem recebido; ajudou a repor a temperatura do corpo que já se estava a ressentir do arrefecimento que ia surgindo.
Com saudações Caminhadeiras.

Lúcio e Luís.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

* * * *Convocatória - 10ª caminhada da Época 2017 / 2018* * * * __________Os Caminhadeiros vão à Nazaré____________ __Rotinha nas Dunas da Praia do Norte . Dia 21 de Fevereiro__


Esta cidade, já bastante conhecida da maioria dos portugueses que admiram as suas praias e os seus locais dignos de serem visitados, encontra-se em rota de colisão com os Caminhadeiros.
Muitos dos que a conhecem sentem, com certeza, alguma curiosidade quando ao seu nome se acrescenta ‘a maior onda do mundo’, ‘Forte de S. Miguel Arcanjo’, ‘a história das sete saias’, ‘galeões’ ou ‘secagem de peixe’.
Vamos tentar responder a todas estas questões no próximo dia 21 de Fevereiro aquando da realização da 10ª Caminhada que será em terras da Nazaré, mais concretamente com início no Sítio.
O programa terá, mais ou menos, esta programação:
Das 09h00 às 09h30 – Chegada ao Largo da Fonte Velha – Sítio – N 39º 36’ 24 W 09º 04’ 33
Das 09h31 às 09h45 – Caminhada até ao farol da Nazaré
Das 09h46 às 10h05 – Visita ao dito farol, que também é o Forte de S.Miguel Arcanjo (imagem 1)
Das 10h06 às 12h29 ou 12h55 – Caminhada de extensão provável de 8 km pelas dunas da Praia do Norte e volta ao Largo da Fonte Velha
Das 13h00 às 14h45 – Almoceco no Restaurante Fonte Mar. Não vai ser o que esperam, nem de longe.
15h30 – Visita guiada ao Museu Dr. Joaquim Manso situado junto ao Santuário. Devido ao número de visitantes e ao tamanho das suas salas poderá ser necessário organizar a visita em dois grupos. Se isso acontecer enquanto um grupo visita o Museu os restantes caminhadeiros poderão visitar o Santuário (imagem 2).
17h00 – Chá de despedida no Restaurante Fonte Mar
Convém tomar atenção ao facto de uma boa parte do percurso ser em terrenos arenosos (areia da praia ou de pinhal). Talvez o bastão possa ajudar…

Os interessados em participar nesta caminhada Nazarena, deverão, como de costume, inscrever-se através dos Comentários a esta Convocatória, até ao final do próximo domingo dia 18 de Fevereiro.
Saudações

Lúcio Libânio e Luis Martins

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

* * * * * * * * 9ª Caminhada da Época 2017 / 2018 * * * * * * * * ____Um Olhar Sobre a Cidade em Passada Carnavalesca____ __________Torres Vedras . Dia 7 de Fevereiro__________




Álbuns de Fotografias
Céu Fialho
Dores Alves
"Margarota Fontanario"
Acilina Couto
Raul Almeida
Luz Fialho
Luis Martins
Data do Evento: 07 de Fevereiro
Local: Torres Vedras
Percurso: “Um Olhar Sobre a Cidade em Passada Carnavalesca”
Distância: 9 kms
Caminhantes: (39) Acilina Caneco; Ana Bela Fernandes; Ana Cristina Umbelino; António Clemente; Carlos Penedo; Carmen Firme; Cidália Marta; Clara Maia; Dores Alves; Estela Garcia; Fátima Libânio; Fortunato Sousa; Gilberto Santos; Graça Sena; João Duarte; Jorge Manarte; Júlia Costa; Luís Fernandes; Luís Martins; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lucio Libânio; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Lopes; Maria do Céu; Maria do Céu Fialho; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Raúl Almeida; Rogério Matias; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara.
Convidado: Alberto Oliveira
Só ao Almoço: António Miranda
Organizador: Rogério Matias
Local do Almoço: Restaurante “O Voluntário”
Próxima Caminhada: 21/02/2018 (Organiza: Lúcio Libânio e Luís Martins)
Reportagem:
Aos sete dias do mês de Fevereiro de 2018 realizou-se a caminhada mais portuguesa de Portugal do grupo os “Caminhadeiros” em Torres Vedras com o nome “um olhar sobre a cidade com passada carnavalesca”. A caminhada foi pensada de modo a contemplar todos os participantes uma vez que tinha subidas e descidas. Foi organizada pelo caminhadeiro  Rogério Matias,  contou com a presença de 41 participantes e teve o seguinte o programa:
9h Concentração na Expotorres (mesmo local do ano passado)
9h40h Início da caminhada
13h05 Almoço no Restaurante O “Voluntário”
15h00 Visita ao Monumento Carnavalesco
15h30 visita à exposição “Entre trapos e Farrapos”
16h Conversa com alguns dirigentes da Associação Carnavalesca as “Marias Cachuchas”
17h30 Chá. Café “Ceirinho”
Iniciamos a nossa caminhada na hora prevista, apesar de não ter sido possível tomar o café da manha em virtude da cafetaria não ter aberto ao contrário do que estava programado  .Estava uma manhã fria, mas com uma claridade deslumbrante e com um leve toque a Primavera  . Percorremos 9Km com um grau de dificuldade médio onde nos foi possível no moinho do Gaio ter  um olhar  magnifico sobre a cidade de Torres Vedras de 360 º. Mais uma vez S. Pedro esteve connosco assim como tem estado em todas as caminhadas organizadas por mim. Obrigado S. Pedro por seres generoso comigo.
Chegou a hora do repasto, no restaurante “O Voluntário” que apresentou um serviço  eficiente e simpático, cujo” menú” agradou a quase todos.  
Após o almoço, fomos agraciados com a companhia do nosso já conhecido  guia cultural Paulo Ferreira  que nos levou a visitar  o monumento Ex libris do Carnaval de Torres Vedras( o mais português de Portugal) situado na praça do Império, este ano  com o tema “Mares e Oceanos”  onde foi feita uma foto de grupo.
De seguida visitamos nos paços do Conselho a exposição “Entre Trapos e Farrapos” da Confraria real do Carnaval.
Seguidamente recebemos a Associação Carnavalesca as “Marias Cachuchas” onde nos falaram  das suas actividades, culturais  e sociais .
 Depois veio o nosso tradicional chá no café “Cheirinho”, chá simples (como eu gosto) mas muito do agrado de todos os presentes . Parabéns à Gerência pela simpatia.
Enquanto se aguardava  a hora do chá, procedemos à eleição da melhor fantasia caminhadeira carnavalesca , uma escolha difícil devido a que todas mereciam ficar em 1º lugar, mas o regulamento não permitiu . Todos os foliões desfilaram à vez, e os caminhadeiros  democráticamente através do seu voto secreto escolheram as suas fantasias preferidas, tendo sido atribuído o 1º lugar a “Tio Zé das Couves” na pessoa de Manuel Garcia , 2º lugar para o Marinheiro da “Concórdia” Rogério Matias  prémio este que foi oferecido pelo próprio para ser leiloado pelos presentes a reverter para o “fundo de Maneio” do grupo cujo valor foi de 25 euros ,bem bom não foi? e o 3ºlugar para o “Guerreiro” Carlos Penedo. Parabéns aos vencedores e a todas as folionas e foliões pela participação.  Todos os presentes notaram a falta da nossa querida “Consolete”
Assim terminou mais um   dia de convívio, de partilha e de alegria e todos os caminhadeiros  regressaram às suas casas felizes e contentes e  com a sensação de um dia bem passado..
Vive o melhor de ti

Saudações caminhadeiras
Bem haja a todos
Rogério Matias

Agradecimentos:

CMTorres Vedras na pessoa da Drª Ana Umbelino vereadora do pelouro da cultura
Paulo Ferreira Guia Turistico da CMTV

Associação Carnavalesca as “Marias Cachuchas” pela disponibilidade

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

* * * *Convocatória - 9ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * ____Um Olhar sobre a Cidade em Passada Carnavalesca____ __________Torres Vedras . Dia 07 de Fevereiro__________



Eu, de nome próprio Rogério e de apelido Matias, organizador experiente e experimentado neste tipo de eventos, tenho o enorme prazer de voltar a organizar a "Caminhada do Entrudo" em Torres Vedras. 
Já agora, gostaria de contar com a presença das minhas amigas e dos meus amigos Caminhadeiros, para de novo em ambiente folião, voltarmos a reviver mais um dia muito feliz na minha cidade de Torres Vedras.
Vamos lá então participar na próxima Quarta-Feira, com o traje que vos pareça mais adequado à melhor e maior festa carnavalesca do oeste e do país. 
E já agora, se não me levarem a mal, façam as vossas inscrições através dos comentários desta convocatória, até ao fim do dia do próximo Domingo dia 4 de Fevereiro. 

E a dita festa vai então ser assim:
Percurso A : nível (todos) com 12.918 passos
Percurso B : nível 5 com 12.918 passos
Ritmo: 13,38min/Km
Últimos 800 m ao ritmo 10,43 min
4º Km: ritmo 12,50 min
Total de energia despendida: = 0.6Kcal
Devem fazer a sua opção.

Programa:
Nota: Podem tomar o café da manhã no local da concntração
·       9h00 Concentração na Expotorres (mesmo local do ano passado)
·       9h30h Início da caminhada
·       13h10 Almoço no Restaurante o “Voluntário” (frente ao Tribunal)
·       15h00  Visita ao Monumento do carnaval 2018
·       Conversa com a(s) dirigentes da Associação Carnavalesca “As Marias Cachuchas”
·       17h10 Chá no café Cheirinho (junto ao Choupal)
Como chegar:
·       A8
·       Saída Sul
·       Na Rotunda dos Cavalos, tomar a direcção Santa Cruz, passando o Supermercado ALDI e  percorrendo 150 metros chegará ao destino


Não esquecer levar:

             ·       bastão

·        Disposição  e bom  humor- fundamentais

·       Pequeno Kit de primeiros socorros
·       Protector solar
·       Repelente
·       Óculos escuros
·       Telefone ou máquina fotográfica para registar o passeio
·       Capa pra chuva
·       Água

Saudações Caminhadeiras em passada disfarçada,

Rogério Matias

Nota: Já é  Carnaval em Torres Vedras por isso seja surpreendente na sua fantasia  ou fetiche




segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

* * * * * * * *8ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * * * * * ____Salinas do Samouco - Alcochete - Dia 24 de Janeiro____




Álbuns de Fotografias
Dores Alves
Acilina Couto
Luis Martins
Raul Almeida
Luz Fialho
Ilda Poças
Data do Evento: 24 de Janeiro
Local: Samouco
Percurso: “Salinas do Samouco e sua Biodiversidade”
Distância: 5 kms
Caminhantes: (46) Acilina Caneco; Ana Bela Fernandes; António Palma; Antónia Sena; António Clemente; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carmen Firme; Cidália Marta; Dores Alves; Estela Garcia; Fortunato Sousa; Gabriela Bentes; Gilberto Santos; Gonçalo Garcia; Ilda Poças; João Duarte; João Figueiredo; Jorge Manarte; Josefa Carrasco; Lídia Albuquerque; Lina Fernandes; Luís Fernandes; Luís Martins; Luís Santos; Luísa Clemente; Luísa Gonçalves; Lurdes Clara; Manuel Barbosa; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Manuel Reis; Margarida Serôdio; Maria do Céu; Maria da Luz Fialho; Octávio Firme; Pedro Albuquerque; Raúl Almeida; Rogério Matias; Samuel Coias; Teresa Palma; Vítor Gonçalves; Zé Clara.
Guia: André Baptista
Caminhadeirito em carrinho de bébé: Alexandre Morgado (neto da Lídia e do Pedro Albuquerque)
Organizadores: Carlos Penedo e Luís Santos
Local do Almoço: Restaurante Barrete Verde (Alcochete)
Próxima Caminhada: 07 de Fevereiro (Organiza: Rogério Matias)
Reportagem:
O dia nasceu com forte nevoeiro, que nos acompanhou durante quase toda a jornada. Apesar disso, no local da concentração inicial compareceram à hora aprazada, 46 dos 48 inscritos, que não foram parar ao Samouco por via do dito. Por motivos de força maior, duas caminhadeiras não puderam mesmo comparecer. Também devido a acidentes ocorridos na margem sul, duas viaturas foram obrigadas a chegar mais tarde, o que fez com que o rabejador ficasse à espera dos envolvidos por mais algum tempo, mas em breve o grupo estava completo.
Depois das autoapresentações dos organizadores (forcado da cara e rabejador), apresentámos a todos os caminhadeiros o Sr. André Batista, reputado Educador Ambiental da “Fundação para a Protecção da Gestão Ambiental das Salinas do Samouco”, que seria o nosso guia/interprete durante a caminhada. Seguiu-se um breve resumo do que seria a actividade daquele dia, após o que o Sr. André Batista, tomando as rédeas dos acontecimentos, começou por fazer uma apresentação histórica e factual das Salinas do Samouco, dentro de um pequeno centro interpretativo ali existente.
Após os xixis do costume, o grupo iniciou a marcha, que, se desenvolveu ao longo das salinas e respectivos tanques, tendo sido avistadas, apesar do nevoeiro, algumas aves que por ali andavam. Para além de tanques, existe nas salinas um intrincado sistema de valas, que abastecem os tanques com a água proveniente do rio. O abandono e degradação de algumas salinas proporcionou a invasão de vegetação alófita, que se encontra sujeita às marés, dando origem a manchas de sapal.
As salinas do Samouco constituem, no seu conjunto, uma parte importante dos habitats disponíveis para as populações de avifauna nesta região. A grande maioria da avifauna que ocorre no estuário do Tejo, utiliza as salinas como local de repouso durante a preia-mar, quando escasseiam as zonas não alagadas. É nesta altura que se podem observar grandes bandos mistos de limícolas e gaivotas.
Foram detectadas até à presente data 170 espécies de aves, das quais, e apesar do nevoeiro, foi possível avistar algumas, incluindo um grupo de flamingos.
Durante o Inverno, podem ser observadas com regularidade mais de 15.000 aves. Entre as limícolas mais abundantes figuram o maçarico-de-bico-direito, o pilrito-comum, pernilongo, o alfaiate, a tarambola-cinzenta e o perna-vermelha. No que respeita aos anatídeos, os mais comuns são o pato-real, o trombeteiro e a marrequinha.
Depois de alguns quilómetros, chegámos a uma zona onde os caminhadeiros se puderam regozijar com alguns exemplares de burros de raça mirandesa que ali se encontram, ao abrigo de um projeto de conservação, sendo aquela a única espécie certificada de burros portugueses.
Tempo de brincadeira com os bichos, foi ali mesmo que o grupo se reuniu para a tradicional foto de grupo. Mais á frente, entrámos nas salinas propriamente ditas, passando por cima de um barachão, que é a designação dada às divisórias existentes entre os tanques salineiros. Depois de mais uma intervenção do Sr. André Batista, onde foram explicadas as diversas facetas da exploração da única salina actualmente em funcionamento no rio Tejo, o grupo deslocou-se até às serras de sal ali existentes, onde entre outros foi explicado como distinguir a flor de sal autêntica.
O sal está presente, desde os tempos antigos, na história da humanidade. Começou por ser explorado e usado no início do Período Neolítico, há cerca de 10 mil anos, quando surge a agricultura, a pecuária e as primeiras comunidades rurais.
De regresso á recepcão da Fundação, ali se deu o final da caminhada, e na loja, os caminhadeiros tiveram oportunidade de comprar alguns artigos, nomeadamente sal, flor de sal e sabonetes de leite de burra, este famoso por ter capacidades de embelezar a pele. A hora do almoço aproximava-se, e estando o restaurante Barrete Verde em Alcochete a cerca de 4 km, foi necessário prosseguir em bicha pirilau com os carros, até ao estacionamento perto do restaurante. Aí chegados, todos tomaram lugar no mesmo, para o devido repasto. Não havendo menu pré-estabelecido, cada um escolheu à lista o que lhe apeteceu, e mesmo assim a demora não foi muita, para apaziguamento dos estômagos mais esfomeados.
Quase no final da actividade, e com inicio na Igreja Matriz de Alcochete, onde nos aguardava a guia para a parte cultural, Drª Paula Machado, o grupo deu  uma visita pelos pontos mais emblemáticos da vila.
Pelas 17h15m  dirigimo-nos ao restaurante Alternativa, perto da Igreja Matriz, já nosso conhecido de uma actividade anterior, onde foi servido com a qualidade habitual, o chá e bolinhos secos da praxe.
Em resumo, tratou-se de uma actividade diversificada, algo prejudicada pelo nevoeiro intenso que se fez sentir durante a visita ás salinas, mas rica nos ensinamentos  recolhidos, nomeadamente pelo Sr. André Batista. De salientar o agradável convívio estabelecido entre todos, como é habitual, e sobretudo a colaboração dos caminhadeiros para com a organização, que muito contribuíram para que a actividade decorresse de forma organizada, e dentro dos horários previstos.

Luis Santos e Carlos Penedo

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

* * * *Convocatória . 8ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * ____Salinas do Samouco - Alcochete - Dia 24 de Janeiro____

Convocam-se os caros caminhadeiros para a 8ª Caminhada da época 2017/2018, a realizar no dia 24 de Janeiro próximo e que terá por tema:

            “Salinas do Samouco e sua biodiversidade”

As salinas do Samouco constituem, no seu conjunto, uma parte importante dos habitats disponíveis para as populações de avifauna nesta região. (http://www.salinasdosamouco.pt/biodiversidade/4.htm).
Em 1994 o Estado Português expropriou 360 ha das salinas do Samouco com o objectivo de aqui criar uma área protegida de conservação da natureza.
Tendo em vista promover a conservação e a manutenção das salinas do Samouco, o Estado instituiu uma fundação que denominou “Fundação para a Protecção de Gestão Ambiental das Salinas do Samouco”.
A Fundação é uma instituição de direito privado e de utilidade pública. Tem o direito de usufruto por 30 anos, concedido pelo Estado, sobre os imóveis expropriados no complexo das salinas do Samouco.
A grande maioria da avifauna que ocorre no estuário do Tejo, utiliza as salinas como local de repouso durante a preia-mar, quando escasseiam as zonas não alagadas. É nesta altura que se podem observar grandes bandos mistos de limícolas e gaivotas.
Durante o Inverno podem ser observadas com regularidade mais de 15.000 aves. Incluindo as limícolas, aquáticas, rapinas e passeriformes, nas salinas ocorrem mais de 90 espécies de aves. Entre as limícolas mais abundantes figuram o maçarico-de-bico-direito, o pilrito-comum, pernilongo, o alfaiate, a tarambola-cinzenta e o perna-vermelha. No que respeita aos anatídeos, os mais comuns são o pato-real, o trombeteiro e a marrequinha.
Ao longo do ano, mas especialmente no inverno, os flamingos são presença habitual nestas paragens.
O programa desta atividade será o seguinte:
09:00 – Concentração no parque de estacionamento da recepção da Fundação para a Protecção de Gestão Ambiental das Salinas do Samouco, que dista cerca de 4 km da vila de Alcochete.
Coordenadas GPS: 38.74351º, -8.98125º
09:20 – Foto de Grupo e Informações sobre a actividade;
09:30 – Início da Caminhada/Visita Guiada (com a colaboração do técnico da Fundação Sr. André Batista);
13:00 – Almoço no restaurante Barrete Verde em Alcochete;
15:30 – Visita cultural em Alcochete, a cargo da Câmara Municipal;
17:30 – Chá das 5:30, num local a designar;
O percurso terá uma distância de aproximadamente 6 Km, com índice de dificuldade baixo, dado que se desenvolve em terreno totalmente plano. A caminhada está adaptada a visita guiada com as paragens julgadas mais adequadas para o efeito. Durante o percurso, além da visita á única salina existente actualmente no rio Tejo, poder-se-ão apreciar jumentos de raça mirandesa criados pela Fundação, além de inúmeras espécies de aves que por ali nidificam.
Notas:
No local da concentração inicial não há café, pelo que se sugere a quem quiser, que o tome em Alcochete (mas não se atrasem para o inicio da actividade…);
     Recomenda-se a utilização de binóculos;                                                                   
   No final, poder-se-ão adquirir sal, flor de sal, sabonetes de leite de burra e outros produtos, pelo que se recomenda levar dinheiro trocado. (http://www.salinasdosamouco.pt/produtos/155.htm)
Os interessados em participar nesta caminhada, devem como de costume, efectuar as respectivas inscrições através dos comentários desta convocatória, até ao final do dia do próximo Domingo dia 21 de Janeiro.

Saudações caminhadeiras,

Luis Santos e Carlos Penedo

domingo, 14 de janeiro de 2018

* * * * * * * *7ª Caminhada da Época 2017 / 2018* * * * * * * * __Herdade da Barrosinha - Alcácer do Sal - Dia 10 de Janeiro__




Álbuns de Fotografias:
Raul Almeida
Dores Alves
Céu Fialho
Carlos Evangelista
Acilina Couto
Luz Fialho
Luis Martins
Data do encontro: 10/01/2018
Local: Herdade da Barrosinha (Alcácer do Sal)
Percurso: Da vinha
Distância: 10,5 Kms; 03,00h
Caminhantes: (40) Acilina Couto, Amílcar Queiroz, Ana Bela Fernandes, Ana Cristina Umbelino, Ana Leão, Angelina Martins, Antónia Sena, Carlos Penedo, Carmen Firme, Céu Fialho, Cidália Marta, Clara Maia, Dores Alves, Estela Garcia, Fátima Libânio, Fortunato de Sousa, Gilberto Santos, Graça Sena, Hélia Jorge, Isabel Forte, Lina Fernandes, Lúcio Libânio, Luís Fernandes, Luís Martins, Luís Santos, Lurdes Clara, Manuel Barbosa, Manuel Garcia, Manuel Reis, Margarida Graça, Margarida Lopes, Margarida Serôdio, Maria do Céu Esteves, Maria da Luz Fialho, Octávio Firme, Pedro Albuquerque, Raul Almeida, Rogério Matias, Vítor Gonçalves, Zé Clara
Só ao almoço: (6)  António Palma, Carlos Evangelista, Helena Meleiro, Kinita de Sousa, Rosa Silva, Virgílio Vargas
Organizadores: Carlos Penedo, Manuel Reis
Almoço: Restaurante do Hotel Rural da Barrosinha
Próxima Caminhada: 24/01/2018 (Organizam Luís Santos e Carlos Penedo)
Reportagem:
De 53 inscritos lá se conseguiu que a gripe permitisse que 46 fossem até à Barrosinha para a caminhada, tendo o Hotel Rural da Barrosinha tido a gentileza de oferecer um cafezinho e uma fatia de bolo aos participantes antes da fotografia da praxe. Desses 46 ainda houve 6 que por motivos diversos não se meteram ao caminho. Quer dizer, a Rosa Silva ainda fez quase 3 kms mas teve uma quebra de tensão seguida de desmaio, sendo prontamente assistida pelos inúmeros médicos presentes e pela Margarida Graça que mostrou ter imenso jeito para enfermeira. O Carlos Penedo forneceu uma manta térmica, apareceu um pacote de açúcar, a solidariedade caminhadeira funcionou, mas cá para mim é sempre melhor não a pôr à prova, evitem adoecer nas caminhadas... Uma carrinha da herdade guiada pelo senhor Padeirinha fez de ambulância e transportou a doente para o hotel onde recuperou e ao almoço nos deu já o prazer da sua companhia. Aqui ficam os votos de melhoras para todos e que vão treinando para regressarem em forma.
Os 40 que resistiram à gripe e outras maleitas fizeram os 10 kms e picos com uma perna às costas e a outra num terreno na sua maioria arenoso e confortável, tirando um pequeno troço de argila pegajosa e escorregadia por via da chuvada do dia anterior. O senhor Padeirinha, guarda-florestal, foi-nos acompanhando de longe e abrindo as várias cancelas que servem para manter o gado dentro da herdade. O Luís Fernandes foi um guia impecável com a ajuda tecnológica do seu wikiloc e não
há registo de ter havido dúvidas em qualquer cruzamento.
O almoço foi servido no restaurante do Hotel e o barulho dos brindes abafou qualquer eventual reclamação, pelo que se pode dizer que foi do agrado geral.
O ponto alto da caminhada foi quanto a mim o chamado ‘apontamento cultural’. Dispostos em leque no espaço da Taberna os 40 e tal caminhadeiros ouviram, no meu caso pela primeira vez, falar dum animal chamado ‘ratinho de cabrera’, espécie endémica da Península Ibérica protegida na herdade, e sobre a técnica de comunicação de um tipo de rãs, as relas, no seu ritual de acasalamento. A exposição esteve a cargo da Catarina Moreira, bióloga de formação e actual enóloga da herdade, que para além de ter que lutar com um projector de slides pouco colaborativo, ainda respondeu a muitas perguntas/dúvidas de um público interessado. Para finalizar falou-nos da sua actividade actual e das várias fases da produção do vinho, e aí já se notou o forte know how que o grupo tem adquirido nas várias visitas a adegas que constam do nosso currículo (já nos faltam poucas…).
O chá das 5 foi quase às 6 e a fome era tanta que eu já não fui a tempo de provar o bolo-rei. Mas disseram-me que estava bom. Alguns ainda foram comprar umas garrafas ou BIB de tinto e branco da Herdade da Barrosinha antes de regressar a penates.
Um agradecimento à Herdade da Barrosinha que tão bem nos recebeu nesta que foi a 2ª visita dos Caminhadeiros, em especial ao sr. Roberto Agostinho, ao engº João Pedro e à engº Catarina Moreira que muito contribuíram para que esta jornada fosse um sucesso.

Manuel Reis