segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Convocatória - 11ª Caminhada 2011/2012 – Quinta da Cardiga – Entroncamento/Golegã em 22-02-2012.

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª feira dia 22. Agradecemos a confirmação das vossas presenças até DOMINGO especificando se desejam lampreia, sável ou outros pratos
Local de Encontro: Parque de estacionamento do Cemitério do Entroncamento. Coordenadas 39º 27' 02,43” N 8º 28' 33,18” O
Hora: 09.45H.
Percurso: Entroncamento → Quinta da Cardiga → São Caetano → Entroncamento
Distancia a percorrer: Aprox. 9 Kms
Grau de Dificuldade: Baixo/ Muito fácil
Almoço: Cerca das 13H no restaurante STOP na aldeia da ATALAIA
Ementa: Lampreia, Sável ou outros a escolher do menú do dia, vinho, águas, sobremesa e café – preço estimado por pessoa inferior a € 25,00.
Como chegar: O cemitério localiza-se na parte Sul do Entroncamento e a sua direcção assinalada dentro da cidade. Para maior facilidade, devem dirigir-se à rua da Estação da CP e seguir paralelos às linhas do comboio direcção Sul e tomarem atenção à placa indicadora do caminho, de qualquer modo, ao fim da rua mencionada (Rua D. Afonso Henriques) existe uma rotunda , a partir da qual, à sua esquerda, é visível o cemitério.
Visita: Agendada e reservada à Casa Museu de Carlos Relvas – Golegã, com inicio às 16:00 h

Ao dispor
Gilberto, João e Nela Costa

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Convite aos "Caminhadeiros"

Vamos ao Teatro
FdC – Fatias de Cá
24-03-2012
Destilaria da Brogueira - Torres Novas

l'Odeur
Carlos Carvalheiro
Inicio: 18h18m
Duração: 3h33m
Preço: 33,33 € (refeição incluída)

Transporte ida e volta em autocarro, com paragem nos locais habituais
(preço em função de nº convivas)
Carlos Evangelista

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

10ª Caminhada 2011/2012 - Rota do Atlântico-08-02-2012




Álbuns de Fotos:
Luis Martins
Carlos Evangelista
Fortunato de Sousa
Dores Alves
Data do Encontro: 08/02/2012
Local: Rota do Atlântico - Santa Cruz - Torres Vedras.
Percurso: 11, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Henriques; Isabel Henriques; A. Pires; Armando; A.Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Bernardino; Bia; Carlos Penedo; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; Fortunato de Sousa; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; João Duarte; João Costa; Nela Costa; José Clara; Lurdes Clara; Manuel Reis; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Garcia; Margarida Graça; Odete Vicente; Octávio Firme; Carmen Firme; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves. Presença só nas visitas culturais; Luis Martins.
Organizador: António Henriques / Vitor Gonçalves. Colaboração: Isabel Henriques, Luisa Gonçalves.
Almoço: Restaurante Pizzaria 'La Fontana' (Tel. 261.933.500)
Próxima Caminhada: 22/02/2012 – (Organiza: Gilberto)
Fundo de Reserva: 489,53
Agradecimentos: Paulo Inácio e à sua equipa - La Fontana.
Marta Fortuna - Azenha Stª Cruz (CMTV)
Arq. Jorge Martins - (CMTV) e mano Luis Martins. Excelente folheto sobre a Azenha.
Filipa Oliveira - Gonçalo Piteira - Victor Figueiredo - Aeródromo de Stª Cruz-ACTV.
Reportagem: E num ápice a vila de Stª Cruz ficou em polvorosa com a invasão de 37 Caminhadeiros devoradores de léguas. O Sol abriu o silencio foi-se a roda da azenha começou a andar, enfim um verdadeiro quinze de Agosto destas bandas. Na auto-estrada uns saíram na porta 7 outros na porta 9 mas ninguém se perdeu e à hora combinada lá estavam todos para mais uma jornada caminhadeira. Ficámos todos satisfeitos com a presença do casal Sales. Na convocatória manteve o grupo na expectativa quanto à sua presença. Havia muitos rumores, uns diziam que tinha abandonado o grupo, tinha amuado por não ser o primeiro a inscrever-se, outros diziam que tinha ido apitar o Sporting outros ainda que tinha ido comprar um apito mas, que alívio, inscreveu-se. Antes do apito inicial tivemos de convencer o Octávio Firme que ainda era cedo para ele fazer a caminhada, tal era a vontade dele. O Vitor foi mostrar-lhe um ponto estratégico onde poderia supervisionar o percurso. Mais tarde o grupo decidiu atribuir-lhe os 11 Kms percorridos para efeito de estatística. Certamente para a próxima teremos a Angelina e fazemos as reservas do grupo ao qual chamamos "Grupo do Perónio" um nome bem escolhido pela Céu.
Ás 10.10H já o grupo estava a rolar junto ao aeródromo em direcção à urb. Praia Azul passámos no domínio das perdizes mas estavam a dormir só duas mais madrugadoras foram avistadas. Entretanto para os lados do Alto da Vela o trio Vitor, Carmen e A. Clemente tinham perdido o Sul, coisa estranha porque normalmente perde-se o Norte, talvez porque a luz não chegava? Lá mais à frente e já na urb. Praia Azul o grupo discutiu, de uma forma bem acesa, a maneira de repescar o trio atrasado. O bom senso imperou e em vez de se accionar o carro vassoura o grupo foi solidário e deixou o trio recolar. Obrigado grupo.
Agora com o grupo completo fomos em direcção das arribas bem ventosas mas onde há vista privilegiada sobre a foz do Sizandro, Praia Azul e Atlântico até conseguimos ver as Berlengas. Já no Alto da Vela temos uma bela vista, Boavista é mais acima, das praias de Stª Cruz. Breve passagem pela capelinha de Stª Helena. Curiosamente a partir daqui ninguém se queixou com dores nas pernas, seria milagre? Praia Formosa à vista e lá fomos em direcção à Azenha onde alguns "incautos" teimaram em passar num atalho-rampa fora do trilho em vez de passarem pela frente da azenha, coisas de caminhadeiros, estava a ver que o grupo do perónio ficava com mais elementos. A cerca de 3 Kms do final as lebres alegraram-se com a possibilidade de se esticarem na ciclo-via.
13H almoço à vista o Paulo Inácio já tinha as mesas preparadas para a reposição de energias. É sempre difícil agradar a todos mas de um modo geral esteve bem com um serviço impecável.
Durante o almoço o Gil pediu para completarem os autógrafos no seu livro dos Caminhadeiros que como já foi divulgado é uma excelente compilação de reportagens do nosso amigo Carlos Evangelista. O Gil tem um grande carinho por todos, a prova, para além de pedir autógrafos foi o material médico que ofereceu para fazer parte do pack dos primeiros socorros; azeite virgem, segundo diz ele, e SOS cardíaco. O António Palma entregou os pins e os diplomas da ultima caminhada "Caminhos pré-históricos da Vila Nova de S. Pedro" Também definiu as regras para os pins. O Vitor Gonçalves disse-nos a agenda das actividades a curto e médio prazo.
Depois de almoço cerca das 15.15H demos início à actividade cultural e fomos visitar a Azenha de Sta Cruz onde nos esperavam o caminhadeiro Luis Martins, Arq. Jorge Martins e a nossa fantástica e paciente guia Marta Fortuna que nos fez excelente e elucidativa descrição da Azenha construída no século XVI que teve uma importância vital para as gentes daquela zona. Os seus tipos são de propulsão superior (azenha de copos, capoeira ou de queda) e de propulsão inferior ou média (de palhetas de rio ou de corrente) Rodando esta em sentido contrário ao da superior. In booklet.
Durante a explicação todos ouviram um "cláck" Foi o nosso amigo Bernardino a querer uma demonstração mais prática dos engenhos.
De salientar a visão da antiga proprietária da Azenha, Dona Luísa, já falecida. A Azenha era alugada na época balnear para rentabilizar a sua propriedade. Se a senhora ainda fosse viva seria o braço direito do nosso actual ministro da economia.
Já passava das 16.30H quando fomos para outro ponto da actividade cultural, o Aeródromo de Sta Cruz. Para alguns caminhadeiros foi uma alegria este reencontro com as aeronaves. Quando chegámos a nossa instrutora Filipa Oliveira estava em voo. Aproveitámos, depois de autorizados, a ver as aeronaves e a descobrir quantos cilindros tinha aquele motor que estava em exposição. O Bernardino acertou, 18 cilindros. Ficou tão contente que foi de imediato investigar onde estava o radar do AlfaJet ali estacionado, já encontrei gritou ele. Coisas de caminhadeiros. Quando a Filipa Oliveira chegou ofereceu-nos uma excelente descrição do Aeródromo de Sta Cruz-ACTV que foi inaugurado em 1946 e a respectiva evolução até aos dias de hoje. O caminhadeiro mor Fortunato Sousa aproveitou a ocasião para oferecer uma placa-troféu dos Caminhadeiros, personalizada para o Aeródromo. Também transmitiu os nossos agradecimentos à Filipa Oliveira e pediu para passar ao Victor Figueiredo pela excelente sugestão para esta visita. Nesta altura já um grupo de três aventureiros estavam a preparar uma viagem pelo céu de Sta Cruz, é verdade, quem diria, o Gil o João Duarte e a Isabel. Aproveitaram a deixa e lá foram, quais Ícaros, levados pelo piloto Gonçalo Piteira na aeronave CS-AQX Cessna 172. Ao que rezam as crónicas de bordo a viagem não podia ter sido melhor mesmo quando a co-piloto Isabel Henriques tomou conta dos comandos.
O dia já estava longo, tal esta crónica, o frio estava a apertar o sol estava a desaparecer era o momento do chá das seis. Fomos para casa do casal Gonçalves, ali bem perto, onde simpaticamente nos receberam e brindaram com excelente chá e bolos. Agradecemos à Luísa Gonçalves e ao Vitor Gonçalves este agradável momento de convívio.
Pelas 20H o grupo de Benfica aterrou na Estrada Poço do Chão.

Saudações caminhadeiras
António Henriques.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Convocatória - 10ª Caminhada 2011/2012 - Rota do Atlântico. 08-02-2012.

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª feira dia 8. Agradecemos a confirmação das vossas presenças até 2ª FEIRA.
Local de Encontro: Pateo de entrada da Pizzaria La Fontana. Edifício Santa Helena - Stª Cruz Sul.
Hora: 09.45H.
Trilho: Rota do Atlântico (PR2 TVD) adaptada.
Distancia a percorrer: Aprox. 11 Kms
Grau de Dificuldade: Baixo/Fácil
Almoço: Cerca das 13H no restaurante pizzaria La Fontana.
Ementa: Entradas (com pizza esp. da casa) Arroz de Tamboril, doce da casa, bebidas e café.
Como chegar: Parque de estacionamento a 200m do Aeródromo de Santa Cruz perto do local de encontro. Na localidade Boavista o cruzamento com a praia Azul, tem semáforos de controle velocidade, continuam em frente e 900m depois viram à esquerda para Sta, Cruz Sul, Aeródromo, Parque de Estacionamento.
O estacionamento fica ao lado de uma fonte e em frente ao parque de jogos.

Quem sai de Lisboa deve apanhar a A8 e sai na Saida 7 - Torres Vedras Sul. Contorna a rotunda da portagem e segue direcção Torres Vedras, passam os stands de automóveis e na primeira rotunda viram à esquerda e seguem sempre em frente nas rotundas seguintes SEMPRE NA DIRECÇÃO STA CRUZ. Apanham a N9 e na rotunda a seguir às bombas da BP, em Casalinhos, viram à direita para apanhar a N247 direcção Stª Cruz.

Ao dispor
Ahenriques

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

9ª Caminhada 2011 / 2012 - Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro - 25.01.2012



Albuns de Fotos
Luís Martins
Manuel Reis
F. Sousa
Carlos Evangelista
Dores Alves
Rui Pedro Mestre
Data do Encontro: 25/01/2012
Local: Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro
Percurso: 10, 600 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: António Henriques; António José Clemente; Luísa Clemente; António Palma; Antonieta Faria; António Pires; Armando Lourenço; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Fernando Bernardino; Fortunato de Sousa; Francisco Pires; Gil Furtado; Gilberto Santos; João Costa; Nela Costa; João Duarte; Teresa Palma Duarte; José Clara; Lurdes Clara; Lúcio Costa; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Reis; Margarida Graça; Odete Vicente; Pedro Antunes; Rui Pedro Mestre; Vítor Gonçalves e Luísa Gonçalves. (Total: 34);
Ao almoço: Os mesmos e também o Dr. José Pereira, o Dores Alves, o Rogério Matias e o Vítor Trigo
Organizador: Gil Furtado
Restaurante: ‘O Baile’, de Adolfo Henriques, na Maçussa (Tel. 243.719.620 / 919.474.476). Preço per capita: 35 euros.
Próxima Caminhada: 08/02/2012 – (Organizadores: A. Henriques e V. Gonçalves)
Fundo de Reserva: € 399,53
Reportagem:
Tal como mais que uma vez eu aqui já mencionei, uma reportagem deve ser efectuada e publicada logo a seguir ao acontecimento que lhe deu origem, e de preferência no dia seguinte. Se assim não fôr, o seu efeito já não é o mesmo. Perde oportunidade, alguns pormenores são esquecidos, quer pelo autor quer por quem a lê e nela participou, e o que era mais relevante já não tem a mesma piada nem o mesmo sabor. Enfim, é como se fôssemos ler o jornal de hoje na semana seguinte ou comer hoje umas deliciosas sardinhas, que saíram do mar e foram assadas 3 ou 4 dias antes.
De qualquer modo, reconheço que não é fácil disponibilisar tempo e espírito de repórter para pôr em prática esta minha teoria. É como fazer outra caminhada no dia seguinte, com a diferença de que neste caso só um é que caminha, subindo e descendo narrando os factos com curvas e contra curvas, enquanto os outros participantes esperam com alguma ansiedade pelas notícias e pelas imagens do que se passou, e que o blog nos vai servindo mal ou bem em cada 2 semanas.
E agora, que vos posso eu dizer do evento caminhante organizado pelo senador, matreiro, sábio e sabedor, experiente caminhadeiro e também nosso amigo Gil Furtado na passada 4ª-feira em Vila Nova de São Pedro:
Que em dia frio mas solarengo compareceram à partida 33 Caminhadeiros, a que se juntou o Lúcio Costa, presidente da junta de freguesia da terra que deu nome à caminhada. Foi ele que mui amavelmente nos guiou durante os quase 11 kms e as 3 horas do percurso, e nos elucidou dos pontos mais importantes que fomos encontrando pelo caminho. De entre todos, o de maior importância foi o Castro de V.N. de São Pedro, onde mais uma vez tivemos o privilégio de escutar a douta sabedoria histórica da voz do Dr. José Pereira. O mesmo que semanas antes nos tinha elucidado da presença relevante de Cristóvão Colombo por estas terras ribatejanas.
Agora notem bem: O tal matreiro, sábio e sabedor Gil Furtado, deixou o Dr. José Pereira e o Lúcio Costa explanarem toda a importante carga histórica que levou o ‘IGESPAR’ a classificar mui justamente este pré-histórico Castro de ‘Património Nacional’, para a seguir entrar ele em cena. Com toda a naturalidade que o caracteriza, com a sua elevada retórica, em voz alta e bem colocada, contou-nos uma história ou lenda local de uma madrinha astuta que conseguiu casar a sua afilhada com um iniciado proprietário amanhador de terras chamado António Ferreira, sob a condição prévia dos 6 hectatres de terreno por ele cobiçados incluirem o desposamento da donzela. Concretisado o sonho e o interesse mútuo dos noivos, como acontece em todas as histórias bem sucedidas, foi o casal muito feliz pela vida fora, dando início a uma linhagem familiar bem conhecida em V. N. De São Pedro por atitudes e acções de obras valorosas prestadas à população. Não fôra a inconfidência do presidente da junta Lúcio Costa, e ainda agora não saberiamos que o nosso amigo Gil é um dos netos do sr. António Ferreira, herdeiro e proprietário desta pequena parcela de ‘Património Nacional’. Talvez um dia se possa erguer aqui a sede social dos Caminhadeiros, sugeriu alguém com muita oportunidade.
Já eram quase 2 horas da tarde quando entrámos na sala de ‘Baile’ da Maçussa, onde o Dores Alves, o Rogério Matias e o Vitor Trigo esperavam por nós. Aqui, mais uma vez os passes de dança foram variados, todos soberbamente ensaiados pelo mestre Adolfo Henriques.
O ano passado estava melhor; Que não, diziam outros, mas vamos lá ver o preço e só depois posso ajuizar. Deixa lá, para a próxima aceitamos o convite do Lúcio Costa e almoçamos em V. N. De São Pedro a preço de conveniência. Bem, se tivermos em conta as entradas, prato de cabrito, caminhada com guia incluído, 2 convidados e mais o chá, até pode não estar caro dizia um caminhadeiro em ar conciliador.
O Caminhadeiro Mor Vitor Gonçalves, que no início da caminhada deu indicações e solicitou aos caminhadeiros presentes a necessidade de caminharmos em ritmo mais lento e mais compacto, foi bem entendido por todos e é neste ritmo que vamos passar a andar. Quanto ao planeamento das caminhadas futuras, é que o Vitor não teve a colaboração que se desejava, mas com um pouco mais de insistência havemos de conseguir os objectivos. Para já ficou decidido que só haverá mais 2 caminhadas extraordinárias: A do Minho a organizar pelo Carlos Penedo e a das cerejas no Fundão em que a Bina e o Carlos Sales irão repetir o sucesso do evento por eles realizado em Junho de 2010.
O sucesso literário da obra ‘O que Caminhei e Não’, ficou confirmado com o sucesso de vendas obtido neste dia. Estão de parabens o casal editor, tal como o António Palma com a continuação da entrega de ‘Pin’s’ por ele produzidos e os certificados de presença dos caminhadeiros nos eventos.
Tivemos ainda oportunidade de brindar ao casal Firme e ao João Figueiredo, que por razões diversas mas conhecidas de todos não poderam estar presentes no evento caminhante.Uma saudação também especial para a Margarida Graça e para o Rui Pedro Mestre (filho do Carlos Evangelista) que pela 1ª vez partilharam com o grupo esta sui generis modalidade desportiva e não só.
E agora perguntam vocês: Qual a razão porque foi o Balão de Sousa a fazer a reportagem e não o Gil Furtado?

É só para te dar trabalho. Será que podes tu fazer a reportagem?

É que eu estou a sentir-me no papel do pai da noiva que gaba a noiva. É tudo muito pessoal: a minha freguesia, o presidente dela, o «meu» castro, os meus avós, o restaurante do meu amigo...

Se tiveres mais essa pachorra, agradecia-te muito.

Além disso, tenho que ir amanhã de manhã para a minha aldeia, sem computador.

Este foi o ‘email’ que recebi ontem do meu amigo Gil Furtado, o tal senador, matreiro, sábio e sabedor e velho experiente Caminhadeiro. Com este paleio tão criativo e apelativo não lhe podia dizer que não. Foi o que fiz com espírito de caminhadeiro solidário e colaborante.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Convocatória - 9ª Caminhada 2011 / 2012 - Caminhos pré-históricos de Vila Nova de São Pedro - 25.01.2012

Convocam-se todos os Caminhadeiros para a caminhada a realizar na próxima 4ª-feira dia 25:
Local de encontro: Rua Pedro Jaleco, Vila Nova de São Pedro, no parque de estacionamento em frente da Colectividade Recreativa, à entrada da aldeia para quem vem do Cartaxo, quase à saída para quem vem de Manique.
Coordenadas: 39 12 33 N 8 50 36 W
Hora da concentração: 9:30
Início da caminhada: Logo que estejamos todos
Distância a percorrer: Cerca de 10 km
Grau de dificuldade: Médio-baixo
Ressalva: Se os trilhos estiverem muito enlameados, dado que os barros locais são pesados e aglutinantes, poderemos optar pelas areias de Manique do Intendente.
Restaurante para o repasto: O Baile, de Adolfo Henriques, na Maçussa.
Prato de sustância: cabrito no forno.
Como chegar ao local de concentração:
Hipótese 1 – Após sair na portagem de Aveiras, seguir em frente na N366 e imediatamente após Alcoentre – onde não se entra – atenção à placa indicativa e virar à direita para Manique do Intendente, seguindo até Vila Nova de São Pedro. É o caminho clássico e menos sujeito a enganos, mas até Alcoentre tem trânsito intenso e lento de pesados nos dois sentidos.
Hipótese 2 - Após sair na portagem de Aveiras, virar imediatamente à direita em direcção ao Cartaxo e proceder como quem vai para a Maçussa. À saída da Maçussa, atenção a uma placa indicativa de Vila Nova de São Pedro que está do lado esquerdo da estrada e que mal se vê. Se derem por ela, muito bem; se não, não se preocupem: sigam até Manique, que já conhecem, e lá, em frente do grande palácio em ruínas, virem para a direita e irão dar a Vila Nova.
Hipótese 3 – Sair da A1 no Carregado, passar Azambuja e à entrada do Cartaxo procurar o caminho para VNSP. Não o aconselho, pois é o mais demorado.
Há outras hipóteses, mas vou dispensar-me de escrever todas, já que, apesar de tudo, estas são as menos más.
Como de costume, devem confirmar as vossas presenças até ao final do dia da próxima 2ª-feira dia 23.
Boa viagem, e lá vos espero, se não for o último a chegar.
Gil Furtado

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

8ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Fim da Europa - dia 11 de Janeiro


Albuns de Fotos:
Data do Encontro: 11/01/2012
Local: Cabo da Roca – Trilhos do Fim da Europa
Percurso: 10, 200 kms; 03: 00 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Palma; Antonieta Faria; Andreia Faria; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Fortunato de Sousa; João Figueiredo; João Martins; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; José Clara; Lurdes Clara; Luís Martins; Angelina Martins; Manuel Flôxo; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Pedro Antunes; Pedro Albuquerque; Lídia Albuquerque; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves.
Organizador: João Martins
Almoço: Refúgio da Roca (Tel. 219.291.752 / 939.280.005)
Próxima Caminhada: 25/01/2012 – (Organiza: Gil Furtado)
Fundo de Reserva: € 321,53
Reportagem:
Ao organizador do evento caminhante da passada 4ª-feira e meu estimado amigo João Martins, ouvi certo dia dizer o seguinte: Uma coisa é conhecer o país de carro ou através de outro qualquer meio de transporte, e outra coisa completamente diferente é conhecer o país a pé. Se dúvidas ainda poderia haver acerca desta opinião do João, ficaram ontem desfeitas e esclarecidas, com as vantagens a pender claramente para os que optam por conhecer o país a andar a pé ou caminhando. Como alguém dizia durante o percurso, a serra de Sintra encerra qualquer coisa de misterioso e deslumbrante, que não se consegue explicar de ânimo leve. Em dias como o de ontem com céu aberto e temperatura amena, caminhar por entre a floresta densa e variada desde a Azoia até à Peninha é uma experiência que não se esquece facilmente. É preciso ir lá, experimentar, e depois, se dúvidas houver então falamos. Ou falem com qualquer um dos 32 elementos do grupo ‘Os Caminhadeiros’ que ontem tiveram a feliz oportunidade de usufruir das maravilhas que a natureza se encarrega de nos oferecer (por enquanto sem custos e tributação adicional indexada).

Chegados ao Santuário da Peninha, ponto mais alto do percurso e um dos mais elevados da serra de Sintra, vivemos nós também aqui em frente à ermida de S. Saturnino, um dos pontos mais altos da nossa vida de Caminhadeiros. Nada mais nada menos que a concretização do projecto a que a Tina e Carlos Evangelista se propuseram., e que consistiu na edição em livro de todas as reportagens, comentários e algumas imagens incluídas no blog ‘Caminhadeiros’ desde que este foi criado, até à última caminhada da época de 2010 / 2011 realizada no monte do Chico Pires em Lavre. Intitulado ‘O que Caminhei e Não’, quis o Carlos, após uma breve descrição do seu projecto, fazer a entrega do primeiro exemplar à sua madrinha Caminhadeira Maria do Céu, simbolizando deste modo o seu agrado pelo excelente ambiente que encontrou dentro do grupo Caminhadeiro. Outros exemplares do livro foram ainda entregues a outros Caminhadeiros, num critério por ele definido e justificado.

Com a panorâmica do guincho e do Cabo Raso mesmo de fronte, iniciámos a descida pelo lado oposto da serra já com metade do percurso e a parte mais difícil cumpridos. Para comprovar que descer não é mais fácil que subir, eis que o caminhadeiro Octávio Firme, ao colocar mal o pé direito em cima de um cascalho, sofreu uma queda que o impossibilitou de terminar o percurso pelos seus próprios meios. Só as vastas e mui competentes aptidões de socorrista postas em prática pelo caminhadeiro Gil Furtado, aliviaram a dôr ao Octávio e permitiu a este recuperar a marcha em ritmo lento até ao transporte que o levou à Azoia. Se tivessemos azeite virgem no kit de 1ºs socorros, de certeza que eu tinha posto o Firme a andar pelo seu próprio pé, afirmava categoricamente o improvisado curandeiro de serviço. E disse isto com um ar tão convincente, que logo todos os presentes se prontificaram a abastecer as mochilas com azeite virgem, como medida preventiva para o que o futuro nos reservasse. Que não, não e não... O verdadeiro azeite virgem vocacionado para estas e outras maleitas do género, só o que tenho lá em casa. Esse é que tem virtudes e efeitos milagrosos, e para a próxima caminhada não vai faltar concerteza, garantíu o Gil.

Este pequeno acidente e incidente sem consequências graves, dispersou um bocado a disciplina dos gupos de caminhantes, no que respeita ao cumprimento do percurso planeado até final da caminhada. Mas como diria o Chico Pires se estivesse presente: coisas de caminhadeiros.

O almoço teve lugar no restaurante ‘Refúgio da Roca’, cujo proprietário é primo do grande Américo Patrício, natural da Azoia e companheiro de luta da maior parte dos presentes neste evento. Com ele, alguns de nós tivemos oportunidade de partilhar dos melhores momentos da nossa vida profissional e privada. E como consequência do parentesco ou não, deliciou-nos o Carlos Gomes com umas deliciosas ‘Lulas na Telha’, seguidas de uma ‘Espetada Mista’ muito bem confecionada. O vinho branco e tinto produzido com uvas da aldeia estiveram à altura das iguarias.

Durante o repasto, aproveitando o intervalo entre o prato de peixe, o da carne e as sobremesas, ocorreram alguns factos dignos de nota que passo mencionar:

• O Caminhadeiro Carlos Sales, numa atitude deveras interessante e que nada tem a vêr com represálias, igualdade de género ou xenofobia, ofereceu a cada caminhadeiro um brinde surprêsa, deixando as caminhadeiras de boca aberta, pela falta de educação e ternura que isto representa para com o sexo oposto;

• O Américo Patrício agradeceu e retribuíu o convite para o almoço, oferecendo ao grupo ‘Os Caminhadeiros’ um certificado passado pela C.M. de Sintra, onde se comprova que estivemos presentes no ponto mais ocidental da Europa;

• O Caminhadeiro Carlos Evangelista entregou mais alguns livros ‘O que Caminhei e Não’, tendo ainda recebido encomendas de outros caminhadeiros que manifestaram interesse em adquirir a obra a preço reduzido.

• O ainda novel Caminhadeiro António Palma, afilhado Caminhadeiro do Carlos Evangelista, quis simbolizar o privilégio de fazer parte do grupo, oferecendo ao padrinho e aos fundadores do colectivo um porta chaves personalizado com o logotipo dos Caminhadeiros; Para todos os que estiveram presentes na caminhada ‘Na Rota de Colombo’, ofereceu também o nosso amigo António Palma um ‘pin’ da sua autoria, em que naquele pequeno círculo, conseguiu representar todo o programa do evento organizado pelo casal Firme. O nosso obrigado ao António pela sua capacidade criativa e pela sua generosidade para com os Caminhadeiros.

• O Caminhadeiro Vitor Gonçalves, informou os caminhadeiros presentes, que fará a gestão das futuras caminhadas ordinárias e extraordinárias a realizar até ao fim da época, tendo para tal que receber dos voluntários a informação adequada.

• O caminhadeiro Fortunato de Sousa, representando o Caminhadeiro Manuel Pedro (que por razões de ordem particular não pôde estar presente no almoço), leu uma carta endereçada ao nosso grupo pela ‘CERCIOEIRAS’, agradecendo a generosidade e o espírito de solidariedade demonstrado pelos vários elementos do grupo ‘Caminhadeiros’, que no dia 4 de Outubro de 2011 estiveram presentes numa acção de voluntariado naquela instituição em Barcarena. Diplomas para o grupo Caminhadeiros e para cada um dos voluntários, foram entregues pelo Fortunato de Sousa em nome da ‘CERCIOEIRAS’.

A Caminhadeira Luísa Gonçalves pediu também o uso da palavra para solicitar ao João Martins mais moderação no indíce de dificuldade nas caminhadas por ele organizadas. O João, com a simpatia que o caracterisa, não deixará de ter em conta este pedido da Luísa.

Antes do almoço terminar e do Luís Fernandes efectuar a recolha do guito, contactámos por telemóvel a nossa amiga Caminhadeira Teresa Palma, ausente por motivos de saúde e que neste dia cumpria mais um aniversário. Dificuldades na comunicação, impediram que os parabens a você cantado em côro muito afinado chegassem ao destino. Também o João Duarte, o Rogério Matias e o Dores Alves não marcaram presença na caminhada por motivos de saúde. A todos eles os votos de francas melhoras e rápida recuperação.
A visita cultural foi desta vez efectuada ao Farol deste cabo, com a mais valia de termos connosco a servir de guia o nosso amigo Américo Patrício. Para surpresa de todos, ficámos a saber que ele deve ser o cidadão mais ocidental da Europa, pois segundo a sua versão foi gerado nas Berlengas e nascido nas casas residenciais do Cabo da Roca.

Para terminar o dia e eu a minha longa reportagem, só falta dizer que o chá de final de dia, foi tomado no restaurante com vista panorâmica para o oceano, onde o casal Clara e a Andreia Faria, que pela 1ª vez partilharam connosco esta invulgar filosofia de vida, não devem ter dado por mal empregue o tempo vivenciado com os Caminhadeiros.

Saudações Caminhadeiras,

Fortunato de Sousa

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Convocatória - 8ª Caminhada 2011 / 2012 - Trilhos do Fim da Europa (Cabo da Roca) Dia 11 /01

Convocam-se todos os caminhadeiros para participar na 8ª caminhada da época, que também será a 1ª do novo ano de 2012.
O percurso de +/- 11 Kms com indíce de dificuldade médio, terá o ponto de partida na Azoia, subiremos pela serra de Sintra até ao Santuário da Peninha, e depois sempre a descer regressaremos ao ponto de partida onde terá lugar o almoço. O restante programa do dia também terá lugar no ponto mais ocidental da Europa, onde a terra acaba e o mar começa.
A concentração está marcada para as 09:00 horas, no parque de estacionamento do antigo restaurante 'Aldeia da Roca' que fica localizado logo à entrada da aldeia da Azoia, do lado direito de quem desce. Para quem tem GPS: N 38º 46' 24,5" W 9º 28' 43,7".
A previsão meteorológica para a próxima 4ª-feira dia 11 é de céu pouco nublado e temperatura à volta dos 10, 12º.
Como de costume, devem as confirmações de presença na caminhada, ser efectuadas através dos comentários no blog até às 12:00 horas da próxima 2ª-feira dia 9.
Saudações Caminhadeiras em passada de ano novo,
Fortunato de Sousa

P.S. - O atraso de 1 dia na publicação da convocatória, foi motivado pela deslocação do organizador João Martins e mais 3 camiinhadeiros ao local da caminhada para reconhecimento do percurso e planeamento do restante programa do dia.

sábado, 17 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS

A todos os caminhadeiros, família e amigos, desejos muito sinceros de:
"BOM NATAL E FELIZ ANO NOVO".
São estes os votos dos Caminhadeiros Mor,
Fortunato de Sousa, Luís Fernandes e Vitor Gonçalves

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

7ª Caminhada época 2011 / 2012 - Na Rota de Colombo - Dia 7 de Dezembro



Albuns de Fotos
F. Sousa
Percurso: 11, 000 kms; 02: 30 Horas
Caminhantes: A. Pires; A. Clemente; Luísa Clemente; A. Henriques; A. Palma; Antonieta; Armando; Bernardino; Armando; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; Fortunato de Sousa; O. Firme; Carmen Firme; Luís Fernandes; Gilberto; Gil Furtado; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Teresa Palma; Manuel Flôxo; Manuel Garcia; Manuel Pedro; Maria do Céu; Manuel Reis; Odete Vicente; Inês Vicente; Pedro Antunes; Rogério; Vitor Gonçalves;
Não caminhantes: Dr. José Pereira; Graça Penedo; Luís Penedo; Santos e Silva; Vitor Hugo;
Organizadores: Carmen e Octávio Firme
Almoço: Oficina de Sabores (Tel. 263 478 153)
Próxima Caminhada: 11/01/2012 – (Organiza: João Martins)
Fundo de Reserva: € 276,53
Reportagem:Amanheceu um dia radioso neste quase Inverno, ainda por cima com uma temperatura primaveril, de tal forma que o organizador, com alguma jactância, se atreveu a dizer que o que lhe tinha dado mais trabalho tinha sido negociar o estado do tempo com o S. Pedro.
O cronista, ou escrevinhador, como lhe queiram chamar, que não é crente, nunca tem dúvidas e raramente se engana, (já ouvi isto nalgum lado, não me lembro bem onde…) pensou logo : lá está o tipo com tretas a armar-se em importante…; o que é certo, é que ao ver o tempo no dia seguinte, o escrevinhador oscilou nas suas convicções e ficou a pensar se não haveria algo de verdade nas afirmações do organizador.
Adiante, que a caminhada é grande.
Reunimos 34 caminhadeiros dos 36 previstos, pois, por impedimentos de última hora, nem a Luísa Gonçalves nem a Ilda Marques puderam estar presentes. Começámos por saudar a presença de duas novas caminhadeiras – a Antonieta Palma e a Inês Garcia - e lá nos pusemos ao caminho, não sem antes o organizador ter informado que iríamos passar por 4 freguesias, 2 concelhos e 2 distritos, É obra!
Da caminhada, propriamente dita, não há muito a dizer; foi bonita porque o tempo também ajudou, incorporou algumas subidas, não muito longas, o percurso era agradável e tinha umas vistas soberbas sobre a serra de Montejunto, o que decerto fez a felicidade dos nossos excelentes fotógrafos. Apenas ouvimos alguns protestos, não muito intensos, dos suspeitos do costume: os caminhadeiros Bernardino e João Duarte. Falta apenas mencionar um pequeno engano no percurso, aliás de imediato corrigido, mas que a companheira do organizador e os mais íntimos, leia-se casal Clemente, aproveitaram logo para dizer que não há nenhum passeio por ele organizado que não inclua uma entrada num beco sem saída.
O almoço foi uma oportunidade para a maioria dos caminhadeiros saborearem um prato típico da cozinha ribatejana que não conheciam – o torricado. No dizer do organizador este torricado tinha pouco a ver com o antigo e autêntico que estava documentado nas fotografias existentes na antecâmara da sala prandiante. O longo tempo de execução deste prato feito pelos métodos tradicionais e a própria ASAE inviabilizam que as boas tradições gastronómicas se mantenham. O almoço agradou sem deslumbrar e teve um preço simpático. Ao fazer esta apreciação o cronista recuou mais de 40 anos e veio-lhe à memória o que tinha de escrever quando estava de Oficial de Dia (e de noite) no quartel e, no que diz respeito à prova do rancho, rezava assim: “tinha bom aspecto e paladar, agradou dum modo geral a quem a utilizou, era em quantidade suficiente e os géneros pareciam em bom estado”.
A parte cultural foi brilhantemente preenchida pelas palestras proferidas na igreja de Vale do Paraíso e na casa de Colombo, pelo Dr José Pereira, historiador, investigador e director do Museu da Azambuja. Foi explicada a reunião tida por Cristóvão Colombo com o Rei D João II (a qual deu o nome à presente caminhada) que, muitos de nós, talvez influenciados pelos filmes com temas da guerra fria, atribuíamos a espionagem e contra-espionagem; afinal não passava de uns prosaicos rabos de saias...
Já com o Sol abaixo do horizonte dirigimo-nos para a última etapa da jornada caminhadeira - o chá e bolinhos - que, desta vez, foi em casa do organizador. O Caminhadeiro-Mor e o Presidente da Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado – Luís Penedo - aproveitaram para comunicar a intenção da Academia aceitar “os Caminhadeiros” como sócios colectivos da Academia, o que dará a possibilidade de qualquer Caminhadeiro assistir aos eventos da Academia a preço de Sócio. Foi com muito agrado que os caminhadeiros tomaram conhecimento deste projecto. É ainda de referir as ofertas feitas pele Teresa, Bina e Cármen de, respectivamente, frasquinhos de perfume, pulseiras e flores às senhoras caminhadeiras. Finalmente, e para terminar, resta- me deixar aqui expressa uma pergunta que é simultaneamente um protesto: Porque será que as prendas são sempre para as senhoras e nunca para os homens? Eis um tema para debater na próxima caminhada….
Bom Natal para todos, Boas caminhadas em 2012, porque as restantes perspectivas não são nada animadoras.
Um grande abraço para todos do caminhadeiro
Octávio Firme