terça-feira, 7 de junho de 2011

Convocatória . 6ª Caminhada Extraordinária: PICOS DA EUROPA - 10, 11, 12 e 13 de Junho

A convocatória desta 6ª Caminhada Extraordinária, serve apenas para formalizar o que já está préviamente anunciado a todos os Caminhadeiros, e acordado com os que vão estar presentes nos Picos da Europa.
Todavia, quiseram os organizadores deixar o 'programa detalhado' desta aliciante aventura, assim como a previsão das 'condições meteorológicas' referentes aos dias em que lá vamos permanecer.

A hora da partida em S. Domingos de Rana está marcada para as 06:30 Horas, e o autocarro que nos transportará em viagem de ida e volta será de 54 lugares e não um de 38 como inicialmente estava previsto (sem alteração do preço).

Saudações Caminhadeiras em passada pico-europeia estilo cantábrico,

Fortunato de Sousa

quinta-feira, 2 de junho de 2011

15ª Caminhada da época de 2010-2011 – “Circuito do Orégão” - 01 de Junho



Album de Fotos (Armando)
Album de Fotos (F. Sousa)
Album de Fotos (L. Martins)
Album de Fotos (M. Reis)
Album de Fotos (G. Furtado)
Album de Fotos (C. Evangelista)
Album de Fotos (C. Sales)
Data da Encontro: 01/06/2011
Local: Leceia
Percurso: 10,500 Kms; 02:00 Horas
Caminhantes: A. Pires; Armando; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; F. Sousa; Guilherme da Fonseca; Octávio Firme; Carmem Firme; Gil Furtado; Gilberto; Henriques; João Figueiredo; João Martins; Manuel Reis; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Teresa Palma; Joaquim Monteiro; Manuel Flôxo; Maria do Céu; Manuel Pedro; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizadores: Maria do Céu e Manuel Pedro
Almoço: Em casa dos Organizadores
Próxima Caminhada: 10,11, 12 e 13/06/2011 (Organizam Gilberto e Manuel Pedro)
Fundo de Reserva: € 523,04
Reportagem:Foi uma caminhada porreira pá! E tudo o que complementou o evento caminhadeiro ainda foi melhor pá! Este poderia ser um início de conversa perfeitamente normal entre 2 ou mais dos intervenientes que marcaram presença ontem em Leceia, para qualificar tudo o que se passou em terras dos organizadores e nossos amigos Caminhadeiros Maria do Céu e Manuel Pedro.
‘Circuito do Oregão’ foi a popular denominação atribuída à jornada caminhante, que motivou a presença de 29 Caminhadeiros. À última hora o casal Clemente e o Rogério não poderam comparecer por razões de saúde, que se espera sejam passageiras. Também o Dores Alves com um problema num ‘calcante’, não se atreveu a correr o risco de agravar a lesão, tendo optado por colaborar nos preparativos do almoço acompanhando o Zé Teixeira, que nesta arte de caminhar não alinha.
A 1ª parte do percurso mais fazia lembrar uma floresta tropical, repleta de mato verdejante e muito compacto, onde a nossa presença só era descortinada pelo som dos comentários ou pela visibilidade camuflada das nossas cabeças. Só um excelente trabalho de desmatação por parte da equipa organizadora, tornou possível a passagem pedonal nesta área de terreno. Um cartaz muito criativo com a indicação: ‘Torres Gémeas de Leceia’, chamava a atenção para este sui generis monumento arquitectónico local, ao mesmo tempo que assinalava o final deste tipo de terreno mais acidentado. Um miradouro com vista panorâmica privilegiada e a recolha por parte de alguns caminhadeiros da famosa erva aromática local, complementaram o ‘Circuito do Orégão.
Depois apostou forte o casal anfitrião no modo como nos brindou com o almoço. 29 Caminhadeiros exaustos pelo 11 kms percorridos e pelo calor, eram uma ameaça forte à capacidade e generosidade de bem acolher do Manuel Pedro e da Maria do Céu. Se a regra diz que quantidade e qualidade são difíceis de coabitar em simultâneo, pois aqui ficou desmistificada. O difícil era qualificar qual a melhor iguaria, tantos em termos de confecção como de apresentação. Tudo muito bem regado com liquídos de qualidade, onde um tal ‘Plexus’ branco geladinho teve lugar de destaque.
Seguiu-se uma interessante visita ao ‘Povoado pré-histórico de Leceia’ e à exposição monográfica com o mesmo nome na Fábrica da Pólvora de Barcarena. Também aqui, o relacionamento privilegiado dos organizadores com o Centro de Estudos Arqueológicos da C.M. de Oeiras foi importante. À Dra. Conceição André que aqui representou a instituição, o nosso obrigado pela disponibilidade e amabilidade com que nos recebeu e nos permitiu obter conhecimentos detalhados acerca deste importante povoado pré-histórico.

O habitual chá de final de tarde que também constava no programa voltou a ter lugar no mesmo local do almoço para desgraça dos anfitriões. Desta vez o chá ficou para 2º plano, tal a alargada variedade de escolha de outras bebidas mais sugestivas, mas talvez menos aconselhadas.
Por unanimidade, quis o grupo presente compensar a atitude altruista da família que tão bem nos recebeu, contribuindo com o valor médio do pagamento dos almoços para a organização ‘Save the Children’. O Caminhadeiro Gil Furtado, dotado de relevantes dotes oratórios, foi o porta voz do grupo em mais uma eloquente e emocionante mensagem dirigida à família anfitriã.
Numa atitude parcial, mas bem aceite por todos, quis a Maria do Céu pôr à prova a nossa capacidade de conhecimentos, com um questionário de nomes ciêntificos da flora local. Claro que só o Gil estava preparado para responder, mas o Bernardino não lhe perdôa tamanha cilada.
Para terminar, quero em nome do colectivo, agradecer à Maria do Céu e ao Manuel Pedro o excelente modo como fomos recebidos e dizer que desta maneira também será difícil não repetirmos o ‘Circuito do Orégão’. Orégão com que cada um de nós regressou a casa acompanhado por um molho, oferecido pelos donos da casa.
Fortunato de Sousa

P.S. – Tivemos ontem a triste notícia de que o Estrela Alves, que algumas vezes nos acompanhou nas lides caminhadeiras, faleceu após doença prolongada. Em nome do grupo ‘Os Caminhadeiros’, PAZ À SUA ALMA.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Convocatória - 15ª Caminhada da época de 2010-2011 – “Circuito do Orégão” - 01 de Junho

Por esta via, ficam convocados todos os caminhadeiros - e ai de quem não aparecer – para mais uma heróica caminhada, desta vez por terras do interior do Concelho de Oeiras.
A dita, de nome “Circuito do Orégão”, desenvolve-se em torno do vale da Ribeira de Barcarena, em certos troços também denominada Ribeira das Jardas e Ribeira dos Ossos.
Data da caminhada: 01/06/2011
Local da concentração: Rua 7 de Junho, nº 77,


Hora da concentração: 09:15 horas
Hora da Partida: 09:30 horas
Extensão: 10 km, mal medidos
Seguem-se os tradicionais comes e bebes, o enriquecedor momento cultural e o tradicional chá das cinco (mais coisa menos coisa)
Em querendo todos nós, pelas 18:oo tocará a destroçar.
As inscrições deverão ser feitas de preferência no blog, até ao fim de Domingo, 29/05, no limite, até Segunda.
Abraços e beijos, conforme o género e o gosto
Manuel Pedro

segunda-feira, 23 de maio de 2011

14ª caminhada da época 2010/2011: Alfange (Santarém). 18 de Maio



Album de Fotos (F. Sousa)
Album de Fotos (C. Evangelista)
Album de Fotos (L. Martins)
Album de Fotos (M. Reis)
Album de Fotos (C. Sales)
Data do encontro: 18/05/2011
Local: Alfange (Santarém), Lezíria ribatejana entre o Tejo e a vala de Palhais
Distância percorrida e duração: 9,600 km em 01h:50m
Caminhantes: (21) Angelina Martins, Bina Sales, Cármen Firme, Maria do Céu, Maria Luísa Clemente, António Bernardino, António Clemente, António Henriques, António Pires, Carlos Evangelista, Carlos Sales, Fortunato de Sousa, Luís Fernandes, Luís Martins, Manuel Flôxo, Manuel Pedro, Manuel Reis, Octávio Firme, Rogério Matias, Vítor Gonçalves e o organizador
Organizador: Gil Furtado
Restaurante: Taverna Miratejo, de Adriano Simplício, Rua dos Pescadores, Alfange (Santarém), Telefones: 936468767 e 243103322. Preço: 20,00€
Próxima caminhada: 01/06/2011 – Manuel Pedro
Fundo de Reserva: 523,04€
Reportagem: Foi talvez milagre de Santa Iria, mas toda a gente chegou ao local de encontro antes da hora combinada. (Toda a gente excepto os que não puderam comparecer, e cuja ausência sentida sempre se lamenta.) E isto apesar do inóspito do local, do mau estado do tempo e de ser tão matutina a hora marcada para o ajuntamento! Ainda houve algumas hesitações, como a dos que viraram para trás à procura de caminho alternativo quando já estavam na Ribeira de Santarém a dois passos da Rua dos Pescadores, nosso destino, e bastava passar por baixo da ponte de D. Luís, ou a dos que não acreditando na veracidade de uma placa que na Rua Primeiro de Dezembro indicava a proximidade do restaurante que demandávamos deram volta muito maior, mas ninguém se perdeu. Não obstante, o organizador ainda começou a ser criticado por ter posto no blogue coordenadas erradas, mas rapidamente ficou esclarecido que não era verdade.
O organizador voltaria a ser criticado por não ter dado sinal de partida para a caminhada nos ajustados cinco minutos após estarmos todos juntos, mas a verdade é que, além de a chuva que já caia não convidar nem prenunciar nada de bom, havia caminhadeiros com o pequeno almoço em atraso tratando de aproveitar os rissóis de carne e o vinhinho branco da Taverna Miratejo, enquanto outros, aliás todos, felizes pelo reencontro, se cumprimentavam demorada e efusivamente, abraçando-se e beijando-se. Após isso, lá metemos pés ao caminho.
Nem dois minutos eram decorridos e procedemos à primeira paragem, junto dos pilares da ponte de D. Luís: o organizador acabara de receber a terceira crítica do dia por se ter esquecido da fotografia de grupo. Efectuado o sacramental disparo pelo notável émulo do vizinho Carlos Relvas, e já a ficarmos bem molhados, lá seguimos.
A segunda paragem deu-se junto da Ponte de Palhais, menos de cinco minutos após a primeira, sob pretexto de se proceder a uma recontagem dos participantes e onde o organizador confessou só conhecer o caminho até ali – como é seu costume, aliás. E lá veio nova crítica, dupla, por o organizador não saber quem éramos nem para onde íamos.
Não aceite pelo caminhadeiro Carlos Evangelista a nomeação ad-hoc para alferes do pelotão, cargo que lhe assentava que nem luva dado o seu passado de cavalgadas militares pela lezíria, não teve o organizador mais remédio que meter-se à aventura, lezíria adentro, entre o vaidoso Tejo e o humilde Palhais. E escolheu tão bem ou tão mal o caminho, enlameado de barro pesado que se agarrava às botas, que poucos minutos depois choviam mais críticas, desta vez em coro.
Arrepiado caminho para um duríssimo alcatrão, pôs-se o organizador à frente das hostes, qual Afonso Henriques em 1147, mas em sentido contrário ao deste. E em vez de vozes de ataque aos mouros ia alertando para árvores velhinhas, viçosas vinhas e outras culturas fresquinhas. Porém não voltou a tardar muito para que as críticas chovessem, desta vez por ser tanta a chuva que caía. Como se a culpa fosse do organizador que, chuva por chuva, prefere a que molha à que avermelha as orelhas.
Democraticamente a maioria venceu e, contra a vontade do organizador, que estava disposto a levar o grupo a fazer 15 ou mesmo 20 quilómetros, voltou-se para trás. E aqui é justo dizer que o organizador vislumbrou um ar de desolação nos olhos pelo menos da caminhadeira que a gente sabe.
Já bem encharcados, e já perto, novamente, da ponte de Palhais, por onde tínhamos entrado na ensopada lezíria, eis que o caminhadeiro Bernardino topa um grande areeiro industrial em plena laboração e desafia o grupo a ir até lá. “ – Para acabares de atestar a cabeça?” – houve logo quem lhe perguntasse – mas a verdade é que foi seguido por quase todos. Conclusão: não era só o Bernardino a precisar de areia para a sua camioneta. E mais uma vez, o organizador, que não tinha metido prego nem estopa, viria a ser criticado por não ter ido à areia. Curiosamente, dois – ou três? – outros caminhadeiros que também não tinham ido recarregar, escaparam às críticas…
Chegados ao restaurante encharcados que nem pintos, houve uma natural e demorada confusão de troca de roupas molhadas por enxutas: e o organizador foi criticado por não ter posto rapidamente toda a gente à mesa.
Finalmente todos amesendados, o organizador, que estivera na cozinha a temperar a salada da tal maneira especial e que só provou duas rodelinhas dos enchidos das entradas porque mão caridosa lhas reservou, foi criticado por se ter atrasado a sentar-se e por ter deixado acabar tão rapidamente as entradas. Como se fosse ele o responsável pela fome marabúntica de cada a um. E cada vez mais o organizador fazia apelo à sua paciência de santo.
Foram-nos então servidas as iguarias: açorda de sável com as ovas da fêmea do dito, sável frito, enguias fritas, enguias de ensopado e espetadas de porco em vara de loureiro. O organizador, que até é tido e se tem na conta de esquisito – leia-se “um tanto exigente no que diz respeito a comidas e vinhos” – gostou de tudo. Muitos outros caminhadeiros também. O organizador destaca mesmo a qualidade do ensopado. Pois houve quem criticasse: que a fritura de sáveis e enguias estava exagerada, que a salada estava salgada, que a carne estava quase gelada…E quem foi o criticado? O organizador, como esperado.
Diga-se, em abono da verdade que o organizador tanto preza, que houve no serviço uma ou duas falhas: além de os diferentes pratos terem vindo para a mesa muito em cima uns dos outros, só havia uma empregada de mesa – é costume haver duas –, o seu jovem coadjutor era fracalhote para as funções, e o estalajadeiro ajudou menos do que é seu hábito. Ou seja: deixaram a empregada praticamente sozinha e, apesar de ela não ter dado parte de fraca, isso reflectiu-se no serviço: as sucessivas travessas ficavam preferencialmente na primeira metade da mesa do banquete – com evidente prejuízo de quem estava lá para o fundo, e um deles era o organizador – e as espetadas de porco em vara de loureiro por terem chegado cedo de mais já estavam quase frias quando foram comidas – pelo menos pelos tais mais afastados.
Devia ter-se seguido, após algum repouso propiciador da digestão – “depois de comer, nem ler”, dizia e praticava o pai do organizador – a sessão cultural. Não tendo sido possível contactar a Casa dos Patudos e não tendo o núcleo local do museu ferroviário motivos de suficiente interesse, optou o organizador por uma visita aos monumentos locais – de Alfange e da Ribeira de Santarém – que até não são nem poucos nem desinteressantes. Feliz ou infelizmente, o organizador, enquanto uns já se cultivavam à volta da mesa de snooker, em vez de arrastar o grupo imediatamente para a rua começou por ler uma introdução à visita. “Infelizmente”, diziam os caminhadeiros que tentavam manter-se acordados apesar da monotonia da leitura; “felizmente”, dizia o caminhadeiro Sales, e outros com ele, quando, leitura ainda não acabada, começa de desabar uma tal chuvada, tão pesada, tão forte e tão demorada que nos teria ensopado completamente – e já não havia mais roupas para mudar – se estivéssemos na rua. E que teve outra vantagem: interrompeu definitivamente a leitura da introdução à história e à monumentalidade de Santarém e seus arredores. (Mas não julguem que se livraram de vez: para que tanto trabalho de recolha não se perca, logo in loco prometi enviar a todos tão importante “boião de cultura”).
Com a tarde desorganizada pela abençoada chuva – que tanto cria como estraga – a sessão cultural avançou em regime de roda livre – quem quis jogou à sueca, enquanto outros olhavam as águas do Tejo a ficarem cada vez mais molhadas e os sáveis cada vez mais aflitos em risco de se afogarem, ou resolviam problemas de sudoku ou de palavras cruzadas ou simplesmente conversavam entre si e com os autóctones – e o chá foi eliminado ou, também para alguns, substituído por umas cervejolas que acompanharam uma caracoletas pedidas pelos que sempre reservam um buraquito para tapar com mais qualquer coisa (e digo isto sem segundas intenções, claro).
O organizador foi aqui mais uma vez criticado, e com toda a razão, por não ter avisado alto e bom som que as actividades do dia estavam terminadas. Pediu desculpa e não se tendo justificado então justifica-se agora: é que julgava ter toda a gente percebido “não haver mais nada para fazer ou para sonhar”.(“Adeus, tristeza, até depois…”)
Assim terminado o dia, desmobilizámos ordeiramente, como é apanágio deste grupo. Não sem que o organizador tivesse perguntado aos mais críticos se já estavam mais satisfeitos com a organização, ao que lhe foi respondido que há pessoas que não podem ouvir uma criticazinha sem acreditarem logo nela. O organizador ficou mais descansado. Cruzámo-nos então com a empregada de mesa que às mesas faltara e que sem nos conhecer percebeu quem éramos e nos desejou continuação de um bom dia, boa saúde e breve regresso.
Ora isto é o mesmo que, conhecendo-vos tão bem como vos quer – ou querendo-vos tão bem como vos conhece – vos deseja o organizador.
Agora, chovam no blogue os comentários; críticos, evidentemente, para que os erros possam ser corrigidos e o prazer destes encontros cada vez maior.
(E por falar em comentários: as falhas informáticas que atrapalharam o nosso blogue foram tão bem ou tão mal corrigidas pelo serviço diponibilizador que neste momento há comentários em duplicado.)
Saudações caminhadeiras em passada de fandanguista cansado mas que promete estar em forma para o próximo encontro. Com todo o prazer.

Gil Furtado

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Convocatória : 14ª Caminhada Época 2010 / 2011 . Alfange (Santarém) . 18 de Maio

Convocam-se todos os interessados em dar às gâmbias para mais uma caminhada na margem direita do Tejo, desta vez em Alfange, povoação ribeirinha entre a dominiosa Scalabis e o plácido Tejo que lhe banha o supedâneo (como diria Aquilino).
Data da caminhada: dia 18 de Maio próximo.
Hora limite da concentração: 10 horas TMG.
Local de concentração: Taverna Miratejo, Rua dos Pescadores, encostada à margem direita do Tejo e à linha (do Norte) do caminho de ferro.
Como atingir o ponto de encontro (Clique aqui): Ir para a Ribeira de Santarém. Quer de carro quer de comboio, vindo do norte ou vindo do sul, toda a gente sabe.(Ou não?) Uma vez aqui, usar o GPS de janela e perguntar onde é a Taberna Miratejo, do senhor Adriano Simplício. Não há cão nem gato que não conheça; pessoas, talvez. Com sorte, ser-vos-á dito para virardes a ocidente e que acompanheis o rio para jusante até que um indício seguro, como a placa com o nome do restaurante ou a presença de algum caminhadeiro mais madrugador, vos garanta terdes atingido o destino. É aí!
De qualquer modo, para os mais tecnolófilos, aqui ficam as coordenadas aproximadas, segundo o Google Earth: 39o 13’ 51’’N 8o 40’ 27´´O, alt. 23m. Não garanto que estejam certas, mas também não estarão muito erradas.
Hora de início da caminhada: 5 minutos depois de estarem reunidos todos os que se inscreverem.
Distância = Tempo x Velocidade.
Duração: Tanto maior quanto maior a distância e mais lenta a velocidade.
Grau de dificuldade: Para caminhadeiros como nós não há caminhadas difíceis.
Tradição: Ainda é como era: após o almoço haverá cultura e chá.
Aguardam-se as inscrições, que deverão ficar completas até à próxima 2ª-feira.
Notas finais: Motivos imprevistos poderão obrigar à alteração do programa, mas nada obviará ao amical convívio. Mais informações, a havê-las, serão oportunamente comunicadas. Esclarecimentos poderão ser solicitados pelas vias habituais.
Fraternais saudações caminhadeiras em passo de fandango.

(Ass: O organizador Gil Furtado)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

13ª Caminhada Época 2010 / 2011 . Cais do Sodré - Algés . 4 de Maio de

Album de Fotos (Enviado pelo Gil Furtado, e fotos obtidas por outros operadores de câmara)
Album do Armando
Album do C. Evangelista

Album do Luís Martins
Album do M. Reis
Album do C. Sales 
Data da Encontro: 04/05/2011
Local: Lisboa – Cais do Sodré - Algés
Percurso: 10,000 Kms; 01:50 Horas
Caminhantes: A. Pires; Armando; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; F. Sousa; Octávio Firme; Carmem Firme; Gil Furtado; Henriques; João Figueiredo; Manuel Reis; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Joaquim Monteiro; Manuel Flôxo; Mariano Florentino; Odete Vicente; Rogério; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizador: Fortunato de Sousa
Almoço: Restaurante Caravela D’Ouro (Tel. 214.118.350) Preço: € 25,00
Próxima Caminhada: 18/05/2011 (Gil Furtado)
Fundo de Reserva: € 508,04
Reportagem:
Quis o organizador da 13ª caminhada da época, brindar o grupo com um percurso em que as reclamações tivessem lugar e legitimidade pelo lado da facilidade do percurso e não pelo oposto como tinha acontecido 4 semanas antes em Nisa. 25 Caminhadeiros saíram do Cais do Sodré à hora marcada, tendo-se deliciado desta vez com a maravilhosa paisagem que a zona ribeirinha do Tejo proporciona até Algés. O 26º, receoso mesmo assim do desgaste que os 10 kms a caminhar em terreno plano lhe podesse causar, decidiu supreender o grupo, tendo-se apresentado equipado de capacete e montado em velocípede simples. O mesmo que já nos tinha surpreendido em Nisa, em que escalou a serra de S. Miguel em transporte de certo equipado com motor auxiliar. Como é ele mesmo a organizar o próximo evento caminhante em Santarém, estou já a imaginá-lo montado num tractor e todos nós a palmilhar os kms a pé. (Oh Fernandes, vê lá como contabilisas os kms percorridos por este anarco-caminhadeiro).
Finalizada a caminhada dentro do horário previsto, demos início à reposição de energias. Boa confeção das iguarias acompanhadas com branco e tinto da Adega de Borba, ajudaram na animação do ambiente peculiar do nosso cada vez mais alargado grupo. Alguém perguntava o que motiva cada vez mais pessoas a aderir aos Caminhadeiros: os benefícios da actividade pedestre, os almoços ou o ambiente sui generis que aqui se respira em dias de caminhada?
Seguiu-se então mais um pequeno passeio pedestre até à recém criada ‘Fundação Champalimaud’. Aqui tivemos oportunidade de efectuar uma visita guiada muito alargada, e obter informação completa e detalhada nas áreas em que a Fundação se quer diferenciar no que respeita a investigação ciêntifica de ponta. Tudo isto aliado a infraestruturas técnicas e humanas dignas de realce.
Findámos o programa do dia com chá e outros líquidos, no bar 38º 41’ do Hotel Altis em plena zona ribeirinha, nas docas da cada vez mais bonita cidade Lisboa.
Podemos para finalizar dizer, que desta vez foi uma caminhada com cabeça, ‘troika’ e membros.
Saudações Caminhadeiras,
Fortunato de Sousa

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Convocatória-13ª Caminhada época 2010/2011 - Cais do Sodré / Algés - 4 de Maio

Convocam-se todos os Caminhadeiros para marcar presença na 13ª Caminhada da época. O percurso terá lugar ao longo da margem direita do rio Tejo entre o Cais do Sodré e Algés, não tem descidas nem subidas, pelo que o indíce de dificuldade será '0' (zero).

Como de costume, devem os interessados confirmar as suas presenças até ao final do dia da próxima 2ª-feira dia 2. O local de concentração será junto à saída da estação do Metro do Cais do Sodré às 10:00 horas.

Saudações Caminhadeiras em passada ribeirinha,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Adiamento- 5ª Caminhada Extraordinária Época 2010/2011 - Avós e Netos (Campo Desportivo de Mafra

Por razões que se prendem com a instabilidade das condições meteorológicas para o dia de amanhã na região de Mafra, decidiram os organizadores do evento caminhante intitulado 'Caminhada de avós e netos', adiar a realização desta aventura para data oportuna.

Com as devidas desculpas, que não são de todo da nossa responsabilidade, desejamos a todos os Caminhadeiros uma feliz Páscoa,

Fortunato de Sousa

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Convocatória - 5ª Caminhada Extraordinária Época 2010/2011 - Avós e Netos (Campo Desportivo de Mafra)

Convocam-se todos os Caminhadeiros, nomeadamente os que reunem já os estatuto de 'avós', para estarem presentes na companhia dos netos na próxima caminhada extraordinária. O local do evento será o 'Parque Desportivo de Mafra', onde teremos oportunidade de transmitir aos nossos descendentes este agradável espírito de grupo, e conviver com eles uma divertida parte do dia 21 de Abril.
O local e hora de concentração, será o parque de estacionamento do Parque Desportivo de Mafra às 09:30 Horas.
Como penso que todos sabem, o almoço desta vez será 'picnic', que cada família se encarregará de preparar a seu gosto e ao dos vossos netos.
Finalizaremos o dia com uma visita à aldeia tipica do José Franco no 'Sobreiro', que embora já conhecida da maioria dos participantes não deixará de agradar à pequenada.
Máquinas fotográficas, papel e lápis deverão fazer parte da mochila, pois desta vez a reportagem escrita e fotográfica será da responsabilidade dos nossos netos.

Saudações Caminhadeiras em passada curta e a saltitar,

Fortunato de Sousa

quinta-feira, 7 de abril de 2011

12ª Caminhada 2010/2011 Nisa - Trilhos do Conhal - 06 de Abril



Album de Fotos (F. Sousa)
Album de Fotos (L. Martins)
Album de Fotos (C. Evangelista)
Album de Fotos (Armando)
Album de Fotos (C. Sales)
Data da Encontro: 06/04/2011
Local: Nisa – Trilhos do Conhal
Percurso: 10,000 Kms; 03:00 Horas
Caminhantes: A. Pires; Armando; Bernardino; Carlos Evangelista; Carlos Sales; Bina Sales; Dores Alves; F. Sousa; Octávio Firme; Carmem Firme; Gil Furtado; Henriques; Ilda Maria; João Figueiredo; Luísa Clemente; António Clemente; Manuel Reis; Luís Fernandes; Luís Martins; Angelina Martins; João Duarte; Joaquim Monteiro; Maria do Céu; Manuel Pedro; Manuel Flôxo; Rogério; Teresa Palma; Vitor Gonçalves; Luísa Gonçalves;
Organizador: Fortunato de Sousa
Almoço: Restaurante O Túlio (Tel. 217.267.787) Preço: € 25,00
Próxima Caminhada: 21/04/2011 (Luís Fernandes e Fortunato de Sousa)
Fundo de Reserva: € 733,50
Reportagem: A caminhada de ontem deixou marcas. E se assim não fosse, o que poderia o autor desta narrativa divulgar que a maior parte dos elementos do grupo não soubesse já. O local é o mesmo de há uns anos a esta parte, tanto no que se refere ao percurso, como ao local do almoço. Depois o autor da reportagem também é o mesmo das anteriores ocorridas neste local, e nem sempre é fácil arranjar criatividade que não aborreça os também sempre mesmos leitores destas linhas (eu não sei se ainda teria paciência para aturar o gajo).
Só que ‘Os Caminhadeiros’ não desarmam e têem sempre trunfos na manga e criatividade para fazerem de cada caminhada uma jornada diferente.
Para começar, o nosso amigo Gil Furtado, desta vez sem o seu brinquedo preferido, nem sequer quis posar para a fotografia de grupo. Se não trazia a sua máquina fotográfica, também não seriam outros que recolheriam imagens suas com as máquinas deles. Assim mesmo é que é Gil, o resto é conversa. E como que por magia, desapareceu acompanhado do outro brinquedo (walkie talkie), argumentando que já conhecia o percurso e assim ia adiantando caminho. Poucos acreditaram nesta sua versão. Muito menos ainda, quando percorridos os primeiros quilómetros ele comunicava connosco a dizer que já ia quase no cimo da serra, que estava a ver javalis de várias côres junto dele, que os abutres o queriam atacar em vôos picados, etc. etc. Pois para surpresa dos menos crédulos, não é que o nosso amigo Gil estava mesmo à nossa espera lá no cimo da serra. Dizia o Manuel Pedro que a maior surpresa era o fulano não apresentar indícios de cansaço nem pinga de suor na face nem no vestuário. Ainda agora estamos para desmistificar este estranho caso. Já conheciamos ‘O estranho caso da serra de Sintra’, a partir de agora temos também ‘O estranho caso da serra de Nisa’.
O Bernardino, que dantes se queixava da dureza dos percursos, desta vez ganhou a dianteira e ia informando os mais atrasados para que tivessem atenção à sinalética do caminho, pois estava camuflada com a vegetação. Foi este o método muito diplomático que ele utilizou, para dizer que a partir de agora, o Gilberto, o Xico Pires e a Maria do Céu que se cuidem, pois têem ali um concorrente à altura para encabeçar o grupo da frente.
Enquanto isto se passava lá à frente, um grupo menos adaptado às dificuldades do percurso, ia caminhando cá atrás no lugar que costuma ou costumava ser da ‘tartaruga lenta’, ontem transformado em lebre veloz.
Depois de uma breve paragem no miradouro das ‘Portas do Rodão’, onde mais uma vez os Grifos sobrevoavam e o Luís Martins se deliciava a registar imagens, demos início à 2ª parte do percurso pedestre, a partir de agora sempre a descer.
Com o agrado da maior parte do grupo e com os lamentos de outros a dizer que descer não é mais fácil que subir, conseguimos chegar ao fim já depois da 1 da tarde. O estado físico e anímico dos 29 elementos que iniciaram a caminhada não coincidiu com o mesmo estado à chegada. Não posso é de modo nehum deixar de mencionar a frescura física demonstrada pelo Tó Zé Clemente no final da etapa, de bastão ao alto e em passada de corrida. Coisas de caminhadeiro, como diria o Chico Pires, que mais uma vez não esteve presente.
Agora a responsabilidade estava toda do lado do nosso amigo Inácio. Era a ele que cabia a difícil missão de recuperar o físico e o ânimo desta gente. Homem maduro e já experimentado em receber atletas deste calibre, nada melhor que peixe das doces águas desta região e uma tardada de música diferenciada só possível no restaurante ‘O Túlio’ no Arneiro.
Pela 1ª vez foi ensaiado o ‘Hino dos Caminhadeiros’, cantado por todos com acompanhamento musical do Inácio e do António Henriques. Parece que não nos saímos mal de todo, e temos a promessa do estreante caminhadeiro Joaquim Monteiro, que poderá dar um jeito e acrescentar valor artístico ao grupo coral.
O António Henriques no cavaquinho e a intrepertar música popular portuguesa, as vozes do João Figueiredo, Fortunato de Sousa, Angelina Martins e mais uns quantos amadores foram apenas uma sombra dos dotes artísticos mais uma vez demonstrados pelo anfitrião Inácio.
Terminámos com os parabens aos 63 anos do ‘Caminhadeiro Mor’ Victor Gonçalves, acompanhado com uma taça de espumante oferecida pelo Caminhadeiro Dores Alves.
E agora que a prosa já vai longa, apenas um agradecimento ao Gilberto, que à hora de almoço telefonou de muito longe para nos saudar e desejar uma óptima jornada caminhante. Daqui e em nome do grupo lhe desejamos uma boa estadia e que regresse em forma.
Ao iniciado Joaquim Monteiro esperamos não ter defraudado as expectativas, e o convite para continuar a caminhar com o grupo.

Saudações Caminhadeiras em passada de ‘avós e netos’,

Fortunato de Sousa