quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

8ª Caminhada Época 2010 / 2011 - Vila Fresca de Azeitão - 26 de Janeiro

Convocam-se todos os caminhadeiros, (e caminhadeiras, evidentemente), para estarem presentes, na 8ª caminhada da presente época, a ocorrer em Vila Fresca de Azeitão, onde a caminhada de aproximadamente 10 Km, se realizará. O grau de dificuldade será alto, médio ou baixo, conforme o estado físico e anímico de cada um. Para os que estejam mais em baixo, garanto melhorias nos respectivos estados, a partir do momento em que se sentem à mesa.
O almoço decorrerá no Restaurante "Ó Manel", (que por acaso se chama zé), sito no Largo Dr. Oliveira Teixeira, em Villa Fresca de Azeitão.
Muito próximo do restaurante, situa-se o Palácio da Bacalhoa, que visitaremos após o repasto. De seguida far-se-á visita á Adega da Bacalhoa, (com prova de vinhos), seguida da tradicional chazada.
O proprietário do Restaurante propôs para eventuais apreciadores, a confecção de "paella", como prato colectivo e que cozinhará para quantos manifestarem interesse. Para os que não estiverem interessados, a lista é clássica mas variada.
E para lá chegar é só seguir pela velhinha Estrada Nacional 10, e na rotunda à entrada de Vila Fresca de Azeitão, onde se deriva para Palmela, Quinta do Anjo. etc., entrar numa Rua à direita, (a primeira, logo a 10 metros da saída da Rotunda), e seguir por ela até encontrar do lado direito, duas enormes Palmeiras, por detrás das quais fica (visível) o restaurante. Para os utilizadores das novas tecnologias é só estar em 'N 38º 31' 30" W 8º 59' 50", às 10 HORAS.

NOTAS: Para os utilizadores das velhas tecnologias, o horário é o mesmo.10 HORAS!
O preço das visitas é de 6€ por pessoa. (Visitas ao par saem mais baratas.)
O mano António deu-me o prazer da sua colaboração, o que à partida é prenúncio de que tudo vai correr bem.

UM ABRAÇO DO CHICO PIRES

sábado, 15 de janeiro de 2011

7ª Caminhada da Época 2010/2011 – Manique do Intendente – 12 de Janeiro de 2011



Album de Fotos: (A. Lourenço)
Album de Fotos (Maria do Céu)
Data da Encontro: 12/01/2011
Local: Manique do Intendente
Percurso: 09,200 kms; 02:00 horas

Caminhantes: Bina Sales; Luísa Gonçalves; Maria do Céu; Nela Costa; Teresa Palma; António Bernardino; António Henriques; António Pires; Armando Lourenço; Carlos Evangelista; Carlos Penedo; Carlos Sales; Francisco Pires; Fortunato de Sousa; Gilberto Santos; João Costa; João Duarte; João Figueiredo; Luís Fernandes; Manuel Floxo; Manuel Pedro; Manuel Reis; Octávio Firme; Rogério Matias; Vitor Gonçalves e Gil Furtado. (Total: 26)
Almoçantes: Os mesmos e o Vítor Trigo (Portanto: 27, não contando com o estalajadeiro Adolfo Henriques, que durante uns breves minutos nos deu o prazer da sua companhia à mesa, o que quase levou o nosso Ministro das Finanças a dividir a conta por 28)
Organizador: Gil Furtado
Almoço: Restaurante “O Baile”, Maçussa, Tel.: 243719620 e 919474476 Preço: € 30,00
Próxima Caminhada: 26/01/2011 (Organiza: Chico Pires)
Fundo de Reserva: € 495,50
Reportagem:
Agora, já quase esquecida a caminhada, mais que digerido o almoço e ainda mal recuperada a força nas canelas, chegou o momento mais difícil: a elaboração da reportagem.
Para facilitar a tarefa, deixemo-nos de veleidades literárias e limitemo-nos a relatar os factos.
Pouco depois das 10 horas de uma manhã de sol radioso e temperatura amena que o gerente do tempo nos proporcionou – sou obrigado a reconhecer que ele nos trata com toda a deferência –; após uns breves minutos de jovial convívio dos que esperavam pelos últimos – que de há mais de 2000 anos são os primeiros – e que mais alegre se tornou quando estes chegaram; cumprido o ritual da sessão fotográfica, desta vez com o grupo a imitar um casamento posando na escadaria do palácio de Pina Manique, iniciámos a 1ª caminhada deste ano civil, 7ª da época de 2010-2011 e, se bem contei, 71ª do grupo se incluirmos as da pré-história, tempo em que não havia blogue.
O primeiro passo foi dirigirmo-nos à casa do nosso amigo António José Lourenço, eficiente e prestimoso guia na caminhada de 18/11/2009, a cuja porta cantámos as janeiras. Bem que gorjeámos, mas do homenageado não vimos nem a ponta do nariz. Alguém lembrou que no fim da caminhada do ano passado, ele, que nos guiara sem qualquer desfalecimento embora sempre no último lugar da fila, tinha prometido treinar para que este ano ninguém o agarrasse. De facto, estava ainda, segundo a esposa, a treinar sair da cama, e ninguém o agarrou.

O percurso foi fácil e sem história. Após uma primeira parte efectuada nas serventias de areia dos Parous e dos Brejos, ladeámos a quinta do Brinçal, tendo chegado perto de Arrouquelas, e porque, a partir daqui, vinham os caminhos de barro, menos praticáveis, passámos ao asfalto, subimos até Arrifana e descemos até Manique.
De registar que o guia deste ano, tendo aprendido com o do ano passado, também se manteve irredutível na cauda do pelotão. Irredutível e não firme, que o Firme ia na frente e firmes estavam todos os caminhadeiros – com especial destaque para a tal caminhadeira – menos o guia. Mas o profissionalismo do grupo é tanto que já adivinha os itinerários, dispensando qualquer orientação, a melhor que seja.
Além disso – permitam-me o lamento –, todos perceberão como é difícil ser-se caminhadeiro, guia de caminhadeiros, cronista e fotógrafo, tudo ao mesmo tempo. E sem poder usar o velho aforismo «a quem toca muitos burros algum lhe fica para trás», pois não se tratava de burros e quem ficou para trás fui eu.
Alcançada Manique, o guia um bom quarto de hora depois do grupo mas contando com o simpático apoio moral do caminhadeiro Carlos Evangelista, e cumprimentado o amigo Ludgero, estalajadeiro do ano passado, foi altura de praticarmos uma boa acção de escuteiros: salvar de morte certa por afogamento enferrujante uma barraquinha azul que desde o temporal de 23 de Dezembro de 2009 jazia numa regueira do “Brejo do Alfredo Furtado”.
O neto do antigo dono do Brejo agradece penhoradamente, e pede desculpa por não se ter lembrado da existência de um menir – assim lhe chamou o Caminhadeiro Armando Lourenço – que terá atrapalhado o trânsito e não sei se danificado viaturas. E muito timidamente sugere que no mesmo Brejo há a possibilidade de outras boas acções, como seja a remoção do menir, e promete não voltar a esquecer-se do garrafão da refrescante agua-pé.
Seguiu-se o almoço n’«O Baile», simpática sede de tertúlias, mais que restaurante, do amigo Adolfo Henriques, da Maçussa. Este pobre escriba, porque não tem costela de José Critério não se sente à vontade para fazer a crónica do almoço. Confessa, sim, que ajudou a secar o suor da fronte regando as entradas, e também o chèvre com arrobe, com várias meias flutes de espumante Monge, da Quinta do Casal Branco em outra jornada visitada; acompanhou o cabrito de forno, o arroz do mesmo e as bem tostadas batatinhas com um belo tinto, pleno de cor, corpo, aromas e sabores, produção do Carlos Correia, do Casal de Além, Vila Nova de São Pedro; saboreou, repetida e gulosamente, uma fabulosa ginjinha velha – com elas – de que o estalajadeiro afirma ter pipas; e, ainda antes do chá, que também provou, não resistiu a um pouco de uísque com coca-cola. Em suma, abusou: não devia ter bebido a coca-cola.
Aproveitemos para explicar que o arrobe é um doce obtido pela fervura lenta, lentíssima - 7, 8, 10 horas! –, em grandes tachos de cobre, do belo mosto de Baco enriquecido com uma quantidade generosa de pedaços de frutos descascados: maçãs, peras, marmelos etc.
Na nossa infância, não havia mãe nem avó, tia, prima velha e vizinha que o não fizesse, e era uma tortura para a criançada termos que esperar eternidades que tudo estivesse pronto – e frio! – antes que nos permitissem provar.
Entre o almoço e o chá, ainda houve tempo para subirmos até ao moinho e apreciarmos a paisagem que dele se desfruta: a Maçussa a nossos pés, a serra de Montejunto, grande cetáceo violáceo – gosto desta cacofonia – deitado para as bandas de oeste, Vila Nova de São Pedro ali tão perto – e ainda não fomos visitar o famoso castro dos nossos antepassados eneolíticos – as serras de Aire e Candeeiros já mal se divisando no horizonte, a leste…
Voltámos ao «Baile», a libar uma agradável infusão – o cronista gostou, mas confessa que já se não lembra de que erva era – simpaticamente ofertada pelo estalajadeiro, e a saborear uns deliciosos biscoitos amorosamente trazidos de Espanha, propositadamente para nos obsequiar, pelo Caminhadeiro Carlos Penedo.
Instado a agradecer a gentileza deste e o acolhimento proporcionado pelo aquele, desincumbiu-se o organizador dessa tarefa com delicadas e polidas expressões de afecto e de reconhecimento, que a todos sensibilizaram.
Como já era noite, ala que se faz tarde!, mas foi com evidente desgosto que todos demos mais uma jornada por terminada e nos despedimos até à próxima. Não havia outro remédio!

Uf! Acabei!

Gil Furtado

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

7ª Caminhada Época 2010/2011 - Manique do Intendente . 12 de Janeiro

Queridas caminhadeiras e caros caminhadeiros,
É tempo de retomarmos as actividades.
O próximo encontro fica marcado para as 9:30 no mesmo local do de 18.Nov.2009: Manique do Intendente, estacionamento da Rua Pina Manique, entre o palácio e o restaurante A Candeia – que muito provavelmente estará fechado –, exactamente aos 39º 13' 16'' N; 8º 53' 36'' W se o Google não mente.
A caminhada será iniciada pelas 10:00 e há dois itinerários possíveis, dependendo do estado dos caminhos: um argilo-calcário, barro pesado que se agarra às botas – ai dos sapatinhos de quem a gente sabe!-, mais perto da Maçussa, o outro sílico-argiloso, areias leves, femininas e simpáticas, mais do lado de Manique. Em qualquer deles a distância será de cerca de 10 km – o nosso mestre-na-arte-de-bem-calcular-toda-a-medida conferirá – e a dificuldade média-baixa ou baixa.
Já o almoço será em diferente restaurante: na Maçussa, do Adolfo Henriques, há mais de 30 anos conhecido pelos seus chèvres (no momento em que tento alinhavar esta convocatória estou precisamente a deliciar-me com os sabores de um a ele adquirido), e que vai abrir propositadamente para nós. E nem vale a pena perguntar ao estalajadeiro quanto nos custará a amesendação: no fim, feitas as contas pelo nosso Ministro das Finanças, o tal senhor que acumula cargos importantes, esportularemos exactamente 25 euros por cabeça, nem mais nem menos um cêntimo. Vai uma aposta?
Após o almoço e antes das 17:00 procederemos, havendo tempo, à visita cultural – ainda não perdi a esperança de vos mostrar as ruínas do castro eneoliítico da minha aldeia, Vila Nova de São Pedro –, e pelas 17:00 o chá das cinco é imprescindível, tanto mais que haverá biscoitos com salero. (Eu disse salero, não saleiro, ó distraídos).
Como sempre, as presenças devem ser confirmadas até ao final da 2ª-feira imediatamente anterior à caminhada, para que o número de participantes possa ser comunicado ao restaurante.
Entretanto torçamos todos para que o dono do boletim meteorológico nos proporcione passadas desembaraçadas.
Gil
(Não vem a propósito, mas acabo de saber que morreu o Malangatana. Importam-se que eu deixe aqui a minha – e também vossa – homenagem a um homem simples e bom? Obrigado.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

2ª Caminhada Extraordinária - 2010/2011 - Coimbra - 8 de Dezembro de 2010.

Album de Fotos (A. Lourenço)
Album de Fotos (G. Furtado)
Album de Fotos(L.Fernandes)
Album de Fotos(L.Melo)
Album de Fotos (C. Evangelista)Data do Encontro: 08/12/2010
Local: Coimbra
Percurso: 06,000 Kms. 01.00 Hora

Caminhantes: A.Henriques, A. Pires, A. Romão, Armando, Lizete Lourenço, Batista, Bernardino, Bina Sales, Carlos Evangelista, Carlos Sales, Céu, Chico Pires, Dores Alves, Gil Furtado, Gilberto, Guedes Pinto, Luisa, Lucrécia Cruz, Ilda Marques,Isabel, João Duarte, Lina Fernandes, Luciano Melo, Bruno e Andreia, Luis Fernandes, Luisa Gonçalves, Manuel Floxo, Manuel Grilo, Manuel Pedro, Odete Vicente, Quinita, Sousa, Teresa Palma, Teresa Santos, Tina Evangelista, Vitor Gonçalves, Raul Almeida, Ana, Ilda Poças, Manuela Aguiar, Mariano Florentino.
Organizador: A.Henriques, Colaboração: Gilberto Santos, Raul Almeida e C. Evangelista.
Almoço: Restaurante Rui dos Leitões - Fornos Coimbra. Telef.239913377. Preço: €25
Próxima Caminhada: 12/01/2011 - Organiza: Gil Furtado
Fundo de Reserva: €485,50
Reportagem:
Ainda rompiam os primeiros alvores já os Caminhadeiros procuravam os locais de embarque para mais uma jornada de desporto, cultura e convívio. Na hora marcada lá apareceu o Mister-Bus, se fosse uma Miss-camioneta também não ficava mal. Logo no início da viagem foi ouvido um ruído que assustou o Sousa, já não queria seguir viagem. Prontamente a Tina foi investigar, nada de alarme, trata-se de um dragão que vai alimentar o ar condicionado durante a viagem, e assim foi, muito calor, muito frio.
Depois das paragens para recolha dos nossos amigos lá seguimos para um breve café na área de serviço de Santarém onde grandes benfiquistas que nos acompanhavam acalmaram o meio desgosto da véspera. Mais acordados lá seguimos rumo a Coimbra sempre acompanhados pelo S. Pedro, nosso amigo, mas com o qual o Gil embirra.
Uma breve referência de boas vindas às amigas da Odete, (portaram-se à altura dos grandes caminhadeiros) Ilda Poças e Manuela Aguiar, tal como o Mariano Florentino, amigo do Dores Alves. A esposa do Armando, Lizete Lourenço e o Manuel Grilo voltaram a dizer "presente"
Quando o Mister-Bus chegou a Coimbra, por volta das 11.15H, já os nossos companheiros esperavam; Romão, Guedes Pinto e a esposa Luisa, Luciano Melo seu filho Bruno e Andreia, este grupo do Porto, F. Batista, Raul Almeida e Ana, meio Coimbra meio Lisboa, não podemos esquecer o amigo Yorn.
Havia três objectivos nesta caminhada especial a Coimbra, o primeiro conhecer um pouco mais Coimbra através de uma pequena caminhada , o segundo, fazer nesta deslocação um encontro com os nosso companheiros e amigos do Porto e um terceiro, saborear o tão badalado leitão do Rui. Se o terceiro objectivo foi alcançado, pena o espaço ser tão apertado senão ainda comia mais, já os dois primeiros objectivos foram quase cem por cento. Faltaram muitos amigos do Porto para um convívio mais amplo. Quanto ao passeio, o S. Pedro quis que fosse agradável, como foi, mas ficámos com um pouco de água na boca, o tempo relógio não deu para tudo. Certamente alguns voltarão mais tarde para conhecer melhor o convento de Santa Clara ou a Biblioteca Joanina cuja construção se iniciou em 1717 sob a égide de D. João V (as visitas de 20minutos? são nos dias úteis das 09.30-17.30 custam 5€)
O passeio foi muito bem planeado pelo Raul de Almeida e a sua esposa Ana que nos levaram de Santa Clara até à Universidade passando pela bem enquadrada ponte pedonal sobre o Mondego, passámos pelo Arco Almedina, subimos o célebre Quebra Costas onde alguns, antes de caírem, saborearam uma boa ginjinha, passámos pela Velha onde os estudantes fazem belas serenatas e chegámos à Universidade, vejam como foi subir, o Raul tinha outros voos para nós mas o tempo não chegou. Descemos até Santa Cruz e fomos ao encontro do Mister-Bus. No caminho o Carlos Evangelista e a Tina juntamente com outros companheiros compraram as célebres cavacas de Coimbra para fazerem uma doce surpresa durante o almoço regadas pelo agradável licor caseiro que o F. Batista nos ofereceu, obrigadinho.
Fiquei um pouco triste do Armando não nos acompanhar no resto da caminhada para recordar as origens.
O almoço foi agradável, embora o Floxo não ganhasse para o susto quando viu o Mister-Bus passar à porta do restaurante em grande velocidade, é aqui! gritou bem alto com medo que fossemos parar a Souselas. Foi convívio de amigos e também de companheiros de trabalho. Fiquei emocionado quando o Manuel Grilo pediu para que os quatro marretas tirassem uma foto juntos, são mais de 40 anos de amizade e respeito.
Estava na hora do Sousa "botar" discurso, desta vez fez-se silencio quase total pois o Bernardino estava com uma rolha na boca. A Ilda Marques também nos sensibilizou com as suas palavras.
Durante o almoço estive atento à agradável conversa de artistas entre o Dores Alves e o amigo Mariano sobre as suas pinceladas. Não entendo muito de pintura mas numa próxima oportunidade irei ver um exposição dos seus quadros como já fizeram alguns caminhadeiros.
Depois do belo almoço o S. Pedro despediu-se, o Gil ficou com um sorriso largo, e nós fomos à despedida de Coimbra como diz a balada, (clicar para ouvir)"Coimbra tem mais encanto" na hora da despedida fomos ao Penedo da Saudade já com a ausência notada do S.Pedro e dos amigos do Porto, perdoem-me não me despedi pensei que também fossem ao Penedo.
Naquelas placas existem algumas histórias traduzidas em versos que faziam bonitas baladas de Coimbra.
Estava na hora do regresso. O Vitor queria tomar chá e foi o que aconteceu, pequeno desvio validado pelo motorista Pedro Sousa, domador do tal dragão, e fomos à entrada de Fátima. "Fogo", as chávenas quase não chegavam para todos. O Vitor teve de supervisionar o atendimento pois os empregados ficaram um pouco baralhados, é a sina do chá das seis.
Já em passada de regresso o Sousa colocou o ponto final na jornada, agradeceu ao motorista, Sr. Pedro Sousa que fez um bom trabalho. Informou as próximas jornadas; 12/1/2011 organiza o Gil e a 26/1 organiza o Chico.
Chegámos a Lisboa em paz e sossego cerca das oito horas.

Aproveito mais uma vez para agradecer ao Raul de Almeida a sua excelente ajuda.
Despeço-me desejando um Feliz Natal para todos os Caminhadeiros, familiares e amigos.

António Henriques

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

6ª Caminhada 2010/2011 - 24 de Novembro - Centro Desportivo do Jamor



Album de Fotos (M. Reis)
Album de Fotos (F. Sousa)
Data da Encontro: 24/11/2010
Local: Lisboa – Complexo Desportivo do Jamor
Percurso:08,800 Kms; 01:45 Horas

Caminhantes: António Pires; A. Henriques; Armando Lourenço; Bernardino; Carlos Penedo; Carlos Sales; Bina Sales; Chico Pires; Dores Alves; F. Sousa; Flôxo; Gil Furtado; Luís Fernandes; João Duarte; João Figueiredo; Manuel Reis; Odete; Rogério; Vitor Gonçalves.
Organizador: Fortunato de Sousa
Almoço: Restaurante XICO (Tel. 21.443.4786) Preço: € 25,00
Próxima Caminhada: 08/12/2010 (Organiza: António Henriques)
Fundo de Reserva: € 410,50
Reportagem:
Como elemento criador deste grupo de amigos e deste espaço de comunicação, é com muito orgulho e satisfação que posso afirmar estar o Grupo ‘Os Caminhadeiros’ a viver talvez o ponto mais alto da sua existência. A quantidade e qualidade dos eventos realizados no passado recente e dos que o futuro próximo vai trazer assim o demonstra. Não posso deixar de mencionar também a grande qualidade das reportagens elaborada pelos organizadores dos eventos, assim como a participação activa de alguns caminhadeiros através de excelentes comentários acrescentados às mesmas. Os fotógrafos amadores complementam estas reportagens com fotografias de grande qualidade, enquanto o Luís Fernandes por sua vez, para além da dedicação constante que dedica ao grupo em várias vertentes, tem adicionado valor inquestionável na apresentação gráfica do nosso blog.
Com estes contributos fomos muito além do que tinhamos objectivado quando no ano de 2007 iniciámos as actividades caminhantes com apenas meia dúzia de figurantes.
Sobre a caminhada de ontem, só posso dizer que foi mais um sucesso. 19 Caminhadeiros à partida para percorrer quase 9 quilómetros em menos de 2 Horas. As condições meteorológicas de acordo com as previsões, aliado ao baixo indíce de dificuldade do percurso proporcionaram não uma caminhada, mas sim um passeio agradável ao pessoal caminhadeiro. Antes da deslocação a Coimbra, foi às portas de Lisboa que efectuámos a penúltima caminhada do ano de 2010.
O nosso velho amigo Zé Teixeira, caminhadeiro apenas nas lides almoçadeiras esperava-nos no final da caminhada. Daqui seguimos até Paço D’Arcos, onde no ‘Restaurante do XICO’ tivemos oportunidade de repôr as energias perdidas e adicionar mais algumas. Aqui tivemos já a companhia do Carlos Evangelista, que não efectuou o percurso pedestre por razões de saúde ou fruto do desgaste dispendido no passado Domingo em Tomar. Um pronto restabelecimento ao Carlos, que Coimbra vem já a seguir.
O caminhadeiro Armando, que ontem completou a bonita idade de 66 risonhas primaveras, teve oportunidade de brindar e cantar com o grupo ‘Os parabens a você’. Como as vozes estavam afinadas, aproveitou-se a oportunidade para repetir a mesma cantiga, desta vez dedicada à Lina Fernandes, que embora não estando presente pôde escutar o brinde através do telefone móvel do seu dedicado espôso.
Seguiu-se depois uma interessante visita ao ‘Museu da Electricidade’. Localizado na zona ribeirinha da cidade de Lisboa, com uma fachada arquitetónica de rara beleza, neste espaço podemos encontrar toda a informação relacionada com a geração da energia eléctrica. Desde os métodos utilizados no início do século passado na antiga Central Tejo aqui mesmo localizada, até à descrição pormenorisada nos processos actualmente utilzados na geração de energias renováveis. O guia João Grilo, licenciado em engenharia do ambiente, mas muito bem preparado técnicamente para a actual função, teve na curiosidade de vários elementos do grupo visitante uma agradável surpresa. Da informação por ele transmitida ao longo da visita, de realçar as que se prediam com as questões laborais relacionadas com as condições de trabalho duríssimas para os operários de escalão inferior. Sempre a mesma coisa.
Finalizámos o dia com uns deliciosos pasteis de Belém e um reconfortante chá na famosa casa com o mesmo nome dos famosíssimos doces deste bairro alfacinha.
Pela 1ª vez tivemos a presença do Rogério, amigo do caminhadeiro Dores Alves e ex colega professor universitário da esposa do Pedro Albuquerque, que já por mais que uma vez nos acompanharam nas lides caminhadeiras.
Saudações Caminhadeiras em passada côxa de benfiquista traumatizado e enxovalhado,

Fortunato de Sousa

terça-feira, 23 de novembro de 2010

1ªCaminhada Extraordinaria - Época 2010 / 2011 - Terras Templarias - 21 de Novembro


Album de Fotos (F. Sousa)
Album de Fotos (M. Reis)
Album de Fotos (L. Fernandes)
Album de Fotos (G. Furtado)
Data do encontro: 21/11/2010
Local: Convento de Cristo – Tomar
Percurso: Metros e, mais metros de corredores, escadas acima, escadas abaixo, mais claustros pelo meio com uma Lua de fazer babar muitos fotógrafos e ainda com 6 pausas para reabastecimento, em passo ora lento ora mais ligeiro, passando os ponteiros das horas e minutos 6 vezes pela casa que divide o dia da noite.
Caminhadeiros: Abaixo mencionados
Organizador: Carlos Evangelista
Reportagem: Tendo sido informado de uma reunião a realizar no Convento de Cristo – Tomar, sede da Ordem Templária, para discussão do diferendo entre conceitos de pobreza pela Ordem Franciscana e, a Ordem Dominicana, com a presença dos representantes das mesmas, assim como o representante papal, não quis esta ordem, “Os Caminhadeiros” deixar de estar presente em tal evento, sempre atenta e responsável no todo que a rodeia, assim, deixando de estar presente noutro encontro, nesta mesma data, de seu nome “cismeira de Lisbona” a decorrer na capital, por achar de menor interesse.
Assim, o correiomor-avançado convocou “Os Caminhadeiros”, tendo de pronto destes o grito de ! Sempre, Sempre, Presentes !
Tendo orientado a sua equipe quer no meio de transporte, quer em outras previdências, para que nada faltasse, à sua comitiva.
Foi informado entretanto aos irmãos por onde passaria a diligência e, locais de paragem.
Na data aprazada a diligência Mister Bus, como combinado, saiu de Tires com os irmãos locais, C. Evangelista; Edite; João Figueiredo; Manuel Floxo, tendo de seguida parado em Miraflores e acolher a irmã Isabel Lam, elemento do Fatias de Cá e elo de ligação ao nosso grupo, na paragem da “catedral de Benfica” foram acolhidos os irmãos: Fortunato de Sousa; Dores Alves; Gil Furtado; Ilda Poças; João Duarte; Odete Vicente; Quinita; Teresa Palma e, na Encarnação: os restantes irmãos: André Figueiredo; António Pires; Bina Sales; Carlos Sales; Filipa Figueiredo; Francisco Pires; Helena Reis; Lina Fernandes; Luísa Gonçalves; Manuel Reis; Vitor Gonçalves e Luis Fernandes:.
Tendo o correiomor-avançado, de paragem em paragem ofertado às Sras. o símbolo com o mesmo nome do Desafio proposto.
Reunida toda a delegação da capital, seguimos viagem até tomar.
Na mala-posta de santarém foi feita uma paragem de 15 minutos, para o que era necessário aos irmãos, pontuais, como sempre lá seguimos a nossa jornada na companhia ameaçadora das nuvens carregadas de um cinzentão Adamastor.
Dadas as Boas Vindas e Votos de um bom concilio, foi explicado que os almoços não são de borla, e, assim foi feita a coleta do dízimo respetivo, 40,00€ sendo 10,00€ para a palha dos cavalos/gasóleo e 30,00€ para a estadia no enclave com a respetiva alimentação a ser servida no imponente refeitório geral do convento.
Feita a recolha com a maior alegria de sempre, e vontade de reforçar o fundo de maneio, fomos fazendo caminho até ao nosso destino.
Chegados ao Convento tínhamos à nossa espera a delegação do centro do país: Cláudia Gonçalves e Davide Barroso; Estrela Alves e Péta.
Mais um momento de feliz convívio se viveu neste encontro, com troca de beijocas e abraços.
Após algumas formalidades realizadas pelo correiomor-avançado foram distribuídas as respetivas credenciais de acesso ao concilio.
Após a entrada, á nossa espera estavam algumas bebidas para que a secura de nossas gargantas fosse amenizada e se trocassem entretanto algumas palavras entre os vários irmãos aqui reunidos.
Iniciado o concilio após algumas referências às boas maneiras a praticar neste evento proferidas pelo depositário das boas condutas fomos passo a passo embrenhados em tão grande labirinto em tamanha trama e, descobrindo um Convento símbolo grande do Gótico em Portugal com a simbólica janela do Capitulo com as suas cordas de marinheiro que nos prendem até hoje e para o dia de amanhã não se vê melhoras algumas.
Corredores, escadas de caracol, normais, claustros tudo foi vasculhado por nós de alto abaixo tentando ajudar o nosso irmão Guilherme mais o desenrascado Adso, nas mortes que iam acontecendo, nunca o desalento tomou posse de nós ou passou pela nossa cabeça.
A aventura do vamos comer (com risos à mistura) e todo o desenrolar duma obra primeiro em papel, que até parece que aqui foi escrita pela coicindencia dos símbolos, escrito por Umberto Eco, passada a filme e agora aqui em teatro quase partilhada por nós resultou numa caminhada sem kilometragem, pois não havia gps nem pedómetro, para tristeza dos irmãos habituados a tal utilização.
Ficou a curiosidade geral de quantos Kms percorremos, não foi?
Teatro “O Nome da Rosa” foi o que nos trouxe até aqui.
Ver pessoas fazerem o que gostam para além do seu ofício é Obra, e foi nesse sentido que vos Desafiei até aqui, porque sei que também o fazem de outro jeito.
No depois da apoteose abençoada com um pequeno dilúvio, tivemos café e o doce da Casa (Fatias de Tomar, que os Japoneses querem outorgar) na companhia e troca de impressões com as Gentes envolvidas no evento realizado.
Para fechar foram feitas ainda algumas compras alusivas ao “Fatias” como por exemplo um boné pirilampo pelo nosso irmão Luís Fernandes que está sempre atento, foram ainda preenchidas algumas fichas para futuras informações.
E o Desafio estava a chegar quase ao final com troca de abraços em sinal de contentamento com promessa de outras Aventuras.
Os nossos amigos do centro lá foram no seu transporte e, nós no nosso com uma condução exemplar do motorista Sr. Jorge acompanhada de voto de confiança em silêncio por alguns irmãos que se regalaram com o encosto do banco até aos seus destinos.
O FdC abriu-se para “Os Caminhadeiros” foi o que eu senti e, me fizeram sentir, a menina dos olhos não se engana.
De onde vensssss? Da festa.
I isso, foi muito bom, adormeci feliz por tudo.
O meu Abraço Caminhadeiro
A Organização;
correiomor-avançado CE

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

6ª Caminhada 2010/2011 - 24 de Novembro - Centro Desportivo do Jamor

Convocam-se todos os caminhadeiros para a 6ª caminhada da época a realizar no Centro Desportivo do Jamor. O percurso será de baixo indíce de dificuldade e terá aproximadamente 8 Kms.
Dado que temos 2 saídas a Tomar e a Coimbra antes e depois desta caminhada, pareceu-me adequado escolher este local às portas de Lisboa. Para quem não conhece este complexo desportivo é bastante agradável de visitar e vocacionado para várias modalidades desportivas, entre elas a prática de percursos pedestres.
Como de costume o programa do dia completa-se com o almoço, visita cultural e o imprescindível chá de final do dia.
Tudo isto são motivos mais que suficientes para estarmos presentes a mais um evento caminhante. Portanto, devem confirmar as vossas presenças até ao final do dia da próxima Segunda-feira dia 22.
O local de concentração será no parque de estacionamento da canoagem em frente à piscina do Estádio Nacional às 10:00 Horas.
Saudações Caminhadeiras em passada lenta e invernosa,
Fortunato de Sousa
P.S. - O boletim meteorológico prevê melhoria de tempo na região de Lisboa para amanhã.